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Taxa Selic em queda impulsiona locação de imóveis

A valorização dos imóveis aliada à alta taxa Selic tem levado os proprietários a investirem na locação

Com votação acirrada e expectativa do mercado atingida, a redução da Taxa Selic pelo Copom para 13,25% ao ano nessa terça-feira (2/8) tem impactos significativos no mercado imobiliário, especialmente no setor de locação de imóveis.

A valorização dos imóveis aliada à alta taxa Selic tem levado os proprietários a investirem na locação, enquanto potenciais compradores encontram no aluguel uma alternativa mais acessível e menos onerosa diante do atual cenário econômico.

Essa tendência é reforçada pela queda do Índice Geral de Preços – Mercado (IGPM), que é considerado a inflação dos aluguéis. No mês de julho, o IGPM registrou uma deflação de 0,72%, acumulando -5,15% no ano e -7,72% nos últimos 12 meses.

Diante desse contexto, abre-se a possibilidade de uma redução nos preços dos aluguéis em todo o estado. No entanto, é importante analisar cada contrato individualmente para verificar se há margem para negociação das taxas.

O especialista em mercado imobiliário e CEO do AluOK, Eduardo Luiz destaca que essa é uma tendência que deve ser observada com cautela, pois depende de diversos fatores.

“A queda da Taxa Selic e a consequente movimentação no mercado de locação de imóveis trazem oportunidades tanto para investidores quanto para aqueles que buscam uma alternativa mais flexível e econômica”, diz. “No entanto, à medida que o mercado se ajustar às mudanças da política monetária, espera-se um impacto positivo gradual no setor, impulsionando a economia e beneficiando os envolvidos nesse segmento”, avalia.

Mudança ocorre para atender latência do setor

“A busca por imóveis reflete o período pós-pandemia, no qual algumas necessidades latentes que já vinham dando sinais foram intensificadas. Agora, as pessoas consideram a moradia como uma fonte de bem-estar, um lugar para ter um animal de estimação, um espaço de trabalho e, principalmente, um local para conviver. Antes da pandemia, a moradia era vista apenas como um dormitório, mas esse conceito mudou. Atualmente, as pessoas buscam apartamentos com varandas e áreas de convivência, desejam ter a opção de trabalhar em casa”, destaca Eduardo Luiz.

Segundo ele, para que isso aconteça, as incorporadoras precisaram se adaptar a esse novo cenário. “Um dado relevante a se destacar é o aumento no número de buscas por imóveis para locação, representando mais de um terço das buscas. Isso demonstra uma mudança no comportamento em relação à posse de imóveis, que agora é vista como um acesso, não mais como um ativo”, diz.

–Crédito: Filó Alves / Divulgação

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