Planeta Tiradentes une Maria Rita e Guilherme Arantes

Festival será realizado no dia 20 de junho de 2026, no Santíssimo Resort, com proposta que une música, turismo, gastronomia e experiência premium em Tiradentes

A histórica cidade de Tiradentes será palco de uma noite especial para os amantes da música brasileira no dia 20 de junho de 2026. O festival Planeta Tiradentes, produzido pela Agência Cultural FCA, reunirá dois grandes nomes da MPB, Guilherme Arantes e Maria Rita, em um encontro inédito no Santíssimo Resort.

Com a proposta de unir música, turismo e experiência premium, o evento promete movimentar a região e atrair público de diferentes estados do país. A programação terá início às 16h e contará com estrutura 100% open bar, reunindo conforto, gastronomia e apresentações de artistas que marcaram gerações da música nacional.

Celebrando 50 anos de carreira em 2026, Guilherme Arantes chega ao festival com a turnê “50 Anos-Luz”, revisitando clássicos que atravessaram décadas, como “Planeta Água”, “Cheia de Charme”, “Um Dia, Um Adeus” e “Amanhã”. O artista vive um dos momentos mais emblemáticos de sua trajetória, reafirmando sua importância como um dos grandes compositores da música brasileira.

Já Maria Rita, dona de uma das vozes mais marcantes da música contemporânea, promete emocionar o público com sucessos que passeiam pelo samba e pela MPB, consolidando um encontro de gerações em um dos destinos turísticos mais charmosos de Minas Gerais.

Além dos shows, o Planeta Tiradentes reforça uma tendência crescente no mercado de entretenimento: a busca por experiências completas, integrando cultura, hospitalidade e turismo. O evento será realizado no Santíssimo Resort.

Os ingressos já estão à venda pela plataforma Ticket360 – o evento conta também com modalidade de ingresso solidário, mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível.

Mais informações em:@planetatiradentes

Shopping Cidade terá troca grátis de figurinhas

A paixão nacional pelo futebol ganha um endereço certo no Centro de Belo Horizonte. É que até o dia 25 de maio, o Shopping Cidade promove o Espaço de Troca de Figurinhas Panini, uma ativação gratuita que convida colecionadores de todas as idades a se reunirem para completar o álbum oficial da Copa, compartilhar figurinhas repetidas e viver momentos de interação e nostalgia.

Instalado no Piso Rio de Janeiro, ao lado do quiosque Chiquinho Sorvetes, o espaço foi pensado para estimular o encontro entre crianças, jovens e adultos que compartilham o entusiasmo pela coleção. Além da tradicional troca de figurinhas, o local contará com a venda oficial de álbuns, envelopes e produtos licenciados da Panini.

Mais do que uma oportunidade para completar o álbum, a ativação convida o público a reviver a atmosfera contagiante da Copa do Mundo, quando a paixão pelo futebol aproxima pessoas de todas as idades. Ao receber colecionadores, famílias e torcedores em um ambiente pensado para a troca e a convivência, o Shopping Cidade transforma a experiência em um momento de encontro, nostalgia e diversão no coração de Belo Horizonte. “Eventos como esse mostram como o Shopping Cidade está atento aos interesses do público e busca constantemente criar experiências que despertem memórias, promovam interação e tornem a visita ainda mais especial”, destaca Thâmara Zaia, a head de marketing do shopping.

divulgação Shopping Cidade

Arena Panini estreia na próxima semana

O Espaço de Troca de Figurinhas marca o início de uma programação temática dedicada aos fãs do futebol. Na próxima semana, o Shopping Cidade inaugura a Arena Panini, uma ativação nacional inédita que ampliará a experiência com ambientação especial e novas atrações voltadas à Copa do Mundo de 2026, com transmissões, acesso a artigos exclusivos e muito mais.

SERVIÇO

Espaço de Troca de Figurinhas Panini

Período: 15 a 25 de maio

Local: Piso Rio de Janeiro, ao lado do quiosque Chiquinho Sorvetes

Entrada gratuita

Mostra Árabe Feminina estreia filmes no Cine Santa Teresa

Belo Horizonte recebe uma edição especial da Mostra de Cinema Árabe Feminino, reunindo uma programação dedicada a filmes dirigidos por mulheres árabes residentes em seus países de origem ou em diáspora. A mostra desembarca no Cine Santa Tereza entre os dias 27 e 31 de maio, com entrada gratuita e exibição de títulos inéditos na capital mineira. Desde sua primeira edição em 2019, o projeto tem como objetivo buscar e ampliar o acesso a obras cinematográficas dirigidas por mulheres árabes, residentes no mundo árabe ou em diáspora. A curadoria, assinada pelas pesquisadoras e curadoras Analu Bambirra e Carol Almeida, propõe um olhar voltado para filmes narrativos, documentais, experimentais e videoartes que rompem com leituras estereotipadas sobre o mundo árabe e suas mulheres, valorizando cinematografias ainda pouco difundidas no Brasil.

Ao longo de cinco edições, a mostra consolidou-se como a única iniciativa contínua a longo prazo no país dedicada exclusivamente à difusão de filmes realizados por mulheres árabes. O projeto já exibiu mais de 150 filmes e passou por cidades como Recife, Rio de Janeiro,, Brasília e São Paulo,, alcançando mais de 7 mil espectadores e promovendo debates, oficinas e sessões comentadas em parceria com universidades, cineclubes e festivais de cinema. Outro eixo central da mostra é o compromisso político e curatorial com o cinema palestino. Desde a primeira edição, a programação dedica atenção especial a realizadoras palestinas e às produções que refletem sobre deslocamentos, memória, território e resistência. Em diálogo com a Campanha Palestina para o Boicote Acadêmico e Cultural de Israel (PACBI), a mostra reafirma seu posicionamento em defesa da libertação da Palestina e do fortalecimento de narrativas dissidentes por meio do cinema.

Curadoria revisita cinco edições da mostra em programação especial para BH

A edição em Belo Horizonte propõe uma curadoria retrospectiva construída a partir das cinco edições anteriores do projeto, reunindo filmes que marcaram a trajetória da mostra e que ajudam a mapear diferentes perspectivas sobre o mundo árabe contemporâneo. Esta edição também propõe um diálogo entre o cinema produzido por diretoras mineiras e cineastas árabes nas sessões “Diálogos Minas-Mundo Árabe”.

“Já havíamos experimentado criar paralelos entre cinematografias de realizadoras brasileiras e realizadoras árabes na 5ª edição da mostra e isso deu muito certo, porque quando colocamos esses filmes em diálogo direto numa mesma sessão, percebemos que existem alianças estéticas e políticas que estreitam nossa experiência de audiovisual com o que diretoras do mundo árabe vêm fazendo há muitos anos”, ressalta Carol Almeida.

Um dos destaques da programação será a sessão de abertura, no dia 27 de maio, às 18h30, com o documentário Sudão, Lembre de Nós, da diretora tunisiana Hind Meddeb (França/Tunísia/Catar). O filme constrói um retrato coletivo de uma geração sudanesa que luta por liberdade em meio à guerra e aos conflitos políticos do país. Após a sessão, acontece uma conversa com a pesquisadora Patrícia Teixeira Santos, professora de História da UNIFESP, especialista em estudos africanos e tensões coloniais no Sudão.

A programação segue no dia 28 de maio, às 16h30, com Os Três Desaparecimentos de Soad Hosni, da libanesa Rania Stephan, um ensaio experimental sobre a atriz egípcia Soad Hosni e a construção da imagem da mulher árabe moderna no cinema egípcio. A sessão será comentada pela pesquisadora Juliana Gusman.

Na mesma noite, às 19h, a sessão “Diálogos Minas-Mundo Árabe” aproxima produções árabes e brasileiras em torno de temas como memória, corpo e deslocamento. Entre os filmes exibidos estão Memória da Terra, da palestina Samira Badran, Febre 40º, da brasileira Natália Reis, e Festa na Caps, da marroquina Meriem Bennani. A sessão contará com acessibilidade em libras e legendas descritivas, seguida de debate com a pesquisadora Helena Elias.

No dia 29 de maio, a mostra contará com três sessões. A primeira, às 15h, apresenta Rainhas, longa da diretora marroquina Yasmine Benkiran, que acompanha três mulheres em fuga pelas paisagens do Marrocos. Já a sessão das 17h reúne filmes como Minha Pátria, animação futurista da diretora Tabarak Abbas suíça-iraquiana; Dançando a Palestina, da emiradense Lamees Almakkawy, sobre a dabke como símbolo de identidade e resistência palestina; e Neo Nahda, ficção da diretora libanesa May Ziadé sobre identidade queer e memória árabe em Londres. A conversa após a sessão será conduzida pela curadora Carol Almeida.

Ainda na sexta-feira, às 19h, a segunda sessão “Diálogos Minas-Mundo Árabe” promove aproximações entre Minas Gerais, Palestina e Líbano a partir da imagem do trem. Entre os destaques estão O Silêncio Elementar, de Mariana Melo, sobre mineração em Minas Gerais, e Trem-Trens 2: Um Desvio, de Rania Stephan, road movie experimental sobre trilhos abandonados entre Líbano e Palestina. A sessão comentada será realizada por Larissa Muniz.

No sábado, 30 de maio, às 16h30, a programação traz O Projeto Adam Basma, da diretora libanesa Leila Basma, e Um Retrato de Michel, documentário da diretora síria Christine Gedeon sobre desaparecimentos políticos durante o regime da família Assad. À noite, às 18h30, os filmes Carta para um Amigo, da palestina Emily Jacir, e Recorrências Perpétuas, da também palestina Reem Shilleh, refletem sobre memória e arquivos palestinos. A sessão será comentada por Alessandra Brito.

Encerrando a mostra, o domingo, às 16h30, apresenta Uma Vida Suspensa, clássico da cineasta libanesa Jocelyne Saab, ambientado em meio à guerra civil libanesa. A sessão final, às 18h30, será dedicada ao cinema palestino contemporâneo, com obras como Uma Pedra Atirada, de Razan AlSalah, Nós Começamos Medindo Distâncias, de Basma AlSharif, e Vibrações de Gaza, de Rehab Nazzal, documentário sobre crianças com deficiência auditiva vivendo sob bombardeios em Gaza.

Além das exibições, a programação reafirma a proposta da mostra de construir pontes entre cinematografias, territórios e experiências políticas, ampliando o acesso do público brasileiro a produções raramente exibidas nos circuitos comerciais. O festival também realizará sessão educativa voltada a estudantes da rede pública de ensino.

Este projeto é realizado com recursos da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Governo do Estado e Minas Gerais, por meio da Política Nacional Aldir Blanc, do Ministério da Cultura. O projeto é produzido por Partisane Filme, Capisciana Produções e Carol Almeida, com apoio cultural da Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Fundação Municipal de Cultura, e parceria do Festival Internacional de Curitiba Olhar de Cinema e da editora Tabla, responsável pela publicação de autores árabes no Brasil, e que cede alguns exemplares para serem sorteados entre o público ao longo da mostra.

Serviço

Mostra de Cinema Árabe Feminino – Edição Belo Horizonte

Data: 27 a 31 de maio de 2026

Local: Cine Santa Tereza – R. Estrela do Sul, 89 – Santa Tereza

Entrada gratuita mediante retirada de ingressos pelo Sympla ou na bilheteria do cinema uma hora antes da sessão.

Classificações indicativas variadas, consulte previamente na programação, ou com a sala de cinema

Mais informações: Instagram @cinema_arabefeminino | cinemaarabefeminino.com

Programação Completa

27/05/2026 | Quarta-feira | 18:30

Sudão, Lembre de Nós

(Hind Meddeb | França/Tunísia/Catar | Documentário | 2024 | 76’)

Shajane, Maha, Muzamil, Khatab e a voz do poeta Chaikhoon. Eles estão em seus vinte anos, são politicamente ativos e artisticamente criativos. Este filme é um coro cinematográfico, o retrato coletivo de uma geração que luta pela liberdade com suas palavras, poemas e cânticos. Diante de um exército corrupto e de uma milícia paramilitar responsável por crimes de guerra em Darfur, Cordofão e Nilo Azul, eles poderiam ter desistido antes mesmo de começar. Sem um sonho para os guiar, o poder da imaginação e a força do discurso poético, eles não teriam derrubado o antigo regime. O filme relata a luta desigual que opôs as vozes da revolução ao fogo da milícia.

Sessão seguida de conversa com Patrícia Teixeira Santos.

Classificação indicativa: 12 anos

28/05/2026 | Quinta-feira | 16:30

Os Três Desaparecimentos de Soad Hosni

(Rania Stephan | Líbano | Documentário/Experimental | 2011 | 70’)

Os Três Desaparecimentos de Soad Hosni é uma elegia arrebatadora a uma era rica e versátil da produção cinematográfica no Egito, por meio do trabalho de uma de suas atrizes e estrelas mais reverenciadas desse país: Soad Hosni, que, do início dos anos 1960 até os anos 1990, incorporou a mulher árabe moderna em sua complexidade e paradoxos.

Sessão seguida de conversa com Juliana Gusman.

Classificação indicativa: 16 anos

28/05/2026 | Quinta-feira | 19:00 |

Sessão com acessibilidade – Leg. descritiva e comentários com libras

Sessão Diálogos Minas-Mundo Árabe:

Memória da terra

(Samira Badran | Espanha | Animação/Experimental | 2013 |13’)

Palestina. Um corpo está preso em um posto de controle, mecanismo essencial da ocupação israelense. O corpo está perfurado pela violência física e estrutural, que é agressiva e arbitrária, que impede e ataca a sua liberdade de movimento e de existência. Memória da terra é uma reflexão sobre a condição humana sob o jugo de diferentes formas de violência, e sobre a memória coletiva e a identidade como forma de resiliência.

Febre 40º

(Natália Reis | Brasil | Experimental | 2021 | 6’)

Febre 40° é um ensaio experimental e musical sobre o desejo que pode se manifestar através das telas. Construído a partir de found footage de filmes pornográficos e colagens de revistas desatualizadas de computação, o filme se apropria dessas imagens para compor uma interface que resguarda algo pulsante e orgânico, febril.

Festa na Caps

(Meriem Bennani | Estados Unidos, Marrocos | Experimental | 2018 | 26’)

Em um mundo onde o teletransporte substituiu os aviões, uma crocodila chamada Fiona conta como é a vida no Caps: uma ilha transformada em campo de refugiados para imigrantes ilegais que foram pegos no meio de um teletransporte.

Sessão seguida de conversa com Helena Elias.

Classificação indicativa: 18 anos

29/05/2026 | Sexta-feira | 15:00

Rainhas

(Yasmine Benkiran | Marrocos, França | Ficção | 2022 | 83’)

Casablanca, Marrocos.

Zineb escapa da prisão para salvar a filha da custódia do Estado. Mas as coisas rapidamente se complicam quando ela faz Asma, uma motorista de caminhão, como refém. Com a polícia em seu encalço, as três mulheres embarcam em uma fuga perigosa pela Cordilheira do Atlas, suas rochas vermelhas e desertos escaldantes…

Classificação indicativa: 12 anos

29/05/2026 | Sexta-feira | 17:00

Minha Pátria

(Tabarak Abbas | Suíça | Animação | 2024 | 12’)

Bagdá, início dos anos 90, em uma realidade na qual humanos deram lugar a ciborgues, um jovem casal e seu bebê recém nascido tentam fugir de seu país onde uma guerra acabou de começar. Essa animação conta uma história verdadeira e imerge o espectador em um mundo futurista.

Dançando a Palestina

(Lamees Almakkawy | Reino Unido, Palestina | Documentário/Experimental | 2024 | 37’)

Dançar é relembrar, dançar é rememorar. Enquanto a identidade palestina continua sendo ameaçada de apagamento, palestinos se voltam para a sua dança folclórica, a dabke, como uma homenagem a sua história e cultura, e para afirmar sua existência. Dançando a Palestina é a documentação da corporificação de uma memória coletiva. Assim como se junta as peças da coreografia dabke, juntam-se também suas identidades. A dabke é o testamento do profundo amor dos palestinos pela vida, e dessa forma, é também a necessidade de contribuir para o arquivo da Palestina, para que ele permaneça vivo no presente e nos corpos moventes.

Neo Nahda

(May Ziadé | Reino Unido | Ficção | 2023 | 12’)

Mona, uma jovem em Londres, encontra uma fotografia antiga de uma mulher árabe crossdresser nos anos 1920. Em um ponto, entre as suas fantasias e a realidade, ela começa uma intensa jornada de descoberta de histórias perdidas e de sua própria identidade.

Sessão seguida de conversa com Carol Almeida.

Classificação indicativa: 16 anos

29/05/2026 | Sexta-feira | 19:00

Sessão com acessibilidade – Leg. descritiva e comentários com libras

Sessão Diálogos Minas-Mundo Árabe

Já Visto

(Natália Reis | Brasil | Experimental | 2024 | 3’)

Jamais Visto é o filme que nunca veremos. Encontrado em algum lugar do futuro numa mídia fantasma que sofre com a interferência direta da radiação e do geomagnetismo, o filme reimagina a Zona Norte de Juiz de Fora e os conjuntos habitacionais como o último refúgio na catástrofe nuclear.

O Silêncio Elementar

(Mariana Melo | Brasil | Documentário | 2024 | 15’)

Em Minas Gerais, o cotidiano convive com a mineração. E cada metal escavado deixa suas marcas na terra e nas pessoas.

Trem-Trens 2: Um Desvio

(Rania Stephan | Líbano | Documentário/Experimental | 1999-2017 | 30’)

Um road movie pelos antigos trilhos ferroviários costeiros, construídos pelos britânicos em 1942, que ligava o Líbano à Palestina ao sul, Síria e Turquia com o norte; uma extensão do Expresso Oriente e as Linhas Egípcias, hoje fora de serviço. Originalmente filmado em 1999 como uma visão pessoal do Líbano pós-guerra civil, o filme foca em moradores que vivem perto de estações abandonadas, dando voz a pessoas muitas vezes ignoradas. Ao incorporar fotos Polaroid em imagens em movimento, o filme também evoca a memória e seus mecanismos, tornando-se, assim, uma interrogação sobre o que aconteceu entre eles, antes e agora.

Sessão seguida de conversa com Larissa Muniz.

Classificação indicativa: 12 anos

30/05/2026 | Sábado | 16:30

O Projeto Adam Basma

(Leila Basma | Líbano, República Tcheca | Documentário | 2020 | 15’)

Meu tio deixou o Líbano para se tornar um dançarino do ventre quando ainda era um adolescente. Crescendo somente com o que ele deixou para trás, tenho me perguntado a vida inteira quem realmente é Adam.

Um Retrato de Michel

(Christine Gedeon | Estados Unidos, Alemanha | Documentário | 2024 | 44’)

Uma investigação sobre o tio da artista Christine Gedeon, Dr. Michel Saadé, que foi sequestrado em Damasco em 1978 pelo regime de Hafez al-Assad e nunca mais foi visto. Após encontrar uma bolsa pertencente a Michel contendo seus diversos objetos, documentos e pedaços de papel, Gedeon criou este filme, que combina fotografias desses “Objetos de Evidência” com entrevistas em voice-over com familiares, além de fotografias antigas, músicas e filmagens de arquivo da família em 8mm. Gedeon reconstrói sua vida e desaparecimento por meio dessas memórias fragmentadas e documentos encontrados.

Classificação indicativa: 14 anos

30/05/2026 | Sábado | 18:30

Carta para um amigo

(Emily Jacir | Palestina | Documentário | 2019 | 43’)

Um amigo próximo recebe o pedido para que inicie uma investigação antes que o inevitável ocorra. Interligando imagens, texturas, movimentos, traços e sons de mais de um século, Carta para um amigo reconta em mínimos detalhes uma casa e uma rua em Belém.

Recorrências Perpétuas

(Reem Shilleh | Palestina, Dinamarca, Japão, Itália, Líbano, Países Baixos, Alemanha Ocidental | Documentário | 2016 | 60’)

Recorrências Perpétuas é um exercício de curadoria. Ao invés de curar uma seleção de filmes completos, este exercício programa uma seleção de cenas. Apesar de serem editados, o cerne do exercício é olhar para padrões recorrentes no cinema palestino e no cinema sobre a Palestina. As cenas selecionadas se unem para formar sequências, ditadas por ocorrências repetitivas, sejam elas locações, discursos políticos, mise-en-scène, um objeto, dentre outras. Quando alocadas em sequências, estes filmes são exibidos com o intuito de observar a canópia política da imagem em movimento produzida em e sobre a Palestina ao longo das últimas décadas.

Sessão seguida de conversa com Alessandra Brito.

Classificação indicativa: 16 anos

31/05/2026 | Domingo | 16:30

Uma Vida Suspensa

(Jocelyne Saab | França, Líbano | Ficção | 1985 | 90’)

Samar é uma menina nascida na guerra. Sendo forçada a viver como nômade, ela cresceu entre combatentes, aprendendo a viver em um país em guerra. Os desafios diários que ela enfrenta contrastam com seu amor por comédias românticas egípcias, até que um dia, a chance de encontrar com Karim aproxima essas duas partes da vida dela. Uma história de amor no coração de uma guerra.

Classificação indicativa: 12 anos

31/05/2026 | Domingo | 18:30

Uma Pedra Atirada

(Razan AlSalah | Canadá, Palestina, Líbano | Documentário/Experimental | 2024 | 40’)

Amine, um ancião palestino, é exilado duas vezes da terra e do trabalho. Ele é deslocado de sua cidade natal, Haifa, buscando refúgio em Beirute, e novamente para a ilha de Zirku, para trabalhar em uma plataforma de petróleo offshore e em um campo de trabalho no Golfo Árabe. Uma Pedra Atirada ultrapassa fronteiras para revelar uma proximidade emocional e material entre a extração de petróleo e o trabalho na região e a colonização sionista da Palestina. O filme ensaia uma história da resistência palestina quando, em 1936, os trabalhadores do petróleo de Haifa explodem um oleoduto da BP.

Nós começamos medindo distâncias

(Basma AlSharif | Egito | Experimental | 2009 | 19’)

Longos quadros estáticos, texto, linguagem e som são costurados para desenvolver a narrativa de um grupo anônimo que ocupa o seu tempo medindo distâncias. Medidas inocentes transitam para medidas políticas, examinando como a imagem e o som comunicam a história. Nós Começamos Medindo Distâncias explora um desencanto final com a realidade quando o visual falha em comunicar o trágico.

Vibrações de Gaza

(Rehab Nazzal | Palestina, Canadá | Documentário | 2023 | 16’)

Vibrações de Gaza traz um pequeno retrato das experiências de crianças surdas no território colonizado e confinado de Gaza, Palestina. Nascidas e crescidas sob o cerco israelense e frequentes ataques, estas crianças, incluindo Amani, Musa, Israa, entre outras, trazem histórias vívidas de seus encontros com bombardeios e a constante presença de drones no céu. As crianças descrevem suas percepções sobre ataques de mísseis através de vibrações no ar, tremores no chão, e a ressonância de prédios se colapsando. O filme também questiona se a surdez destas crianças são uma consequência do uso de armamento sônico por Israel, tais como estrondos sônicos.

Classificação indicativa: 16 anos

Rivo aposta no casual fine dining em BH

Criado e comandado pelos chefs Alethea Ruckert e Max Catolino, o recém-inaugurado Rivo Restaurante, se destaca no cenário gastronômico pela união de técnica, identidade e hospitalidade, reinventando o conceito casual fine dining na capital mineira.

A cena gastronômica da capital mineira passou a contar recentemente com uma novidade animadora: a inauguração do Rivo Restaurante. Idealizado e comandado pelos chefs Alethea Ruckert e Max Catolino – que fizeram carreira trabalhando em restaurantes estrelados em países da Europa e da América, a proposta da casa é apresentar uma cozinha autoral, sensível e contemporânea, promovendo o estilo casual fine dining. Na prática, o menu do Rivo combina princípios da alta gastronomia como o uso de ingredientes nobres, técnicas apuradas, valorização das matérias-primas, um serviço atencioso, ambiente sofisticado, mas carrega também um toque descontraído e acolhedor, dispensando os protocolos da etiqueta clássica. Em um cenário marcado por forte tradição gastronômica, o Rivo aposta na inovação como forma de ampliar repertórios e criar novas referências de experiência na cidade e no estado.

A ideia da casa surgiu há dois anos de forma orgânica, a partir do encontro dos chefs durante as gravações do programa The Taste Brasil, exibido pelo GNT. Desde então, a afinidade criativa e a complementaridade de suas experiências distintas em restaurantes renomados deram origem ao desejo de construir um espaço próprio na cidade onde cresceram. A motivação principal era criar um lugar capaz de traduzir, com liberdade, suas visões sobre cozinha, produto e hospitalidade, reunindo referências colhidas e vivenciadas pelo mundo.

Mais do que um restaurante, o Rivo foi concebido para ser uma experiência viva, ou seja, em constante construção. Pensando inicialmente como um projeto mais simples, a proposta foi evoluindo de forma muito natural, revelando o potencial para algo mais sofisticado e alinhado à trajetória dos chefs, consolidadas em restaurantes estrelados e recomendados pelo Guia Michelin. Assim, o conceito acabou se expandindo para um ambiente onde o fine dining e o casual coexistem de maneira fluida, permitindo que o público possa usufruir do melhor dos dois universos.

O nome vem de Rivoluzione e traduz o modo como a dupla pensa o restaurante. “Desde o início, nosso maior compromisso era fugir do óbvio. Não queríamos ser apenas mais uma casa, mas criar algo com identidade, que se diferenciasse em todos os níveis.”, destaca a chef Alethea Ruckert.

Essa evolução conceitual também se reflete no cuidado minucioso com cada detalhe da casa. Do mobiliário desenhado sob medida à curadoria de louças, cerâmicas, taças, trilha sonora e identidade olfativa, tudo foi pensado para criar uma atmosfera sensorial e acolhedora, permitindo que o cliente possa vivenciar uma experiência única. O projeto arquitetônico, assinado por Ana Bahia, reforça a identidade desenvolvida para exaltar a autoralidade e a hospitalidade de forma despretensiosa, mas também sofisticada. Nele, tanto a cozinha quanto o bar ficam dispostos totalmente abertos, ocupando o centro do salão. Há também um balcão, diante da cozinha — onde futuramente será implementado o menu degustação da casa.

“O cenário gastronômico de Belo Horizonte vem passando por uma evolução muito consistente. Se antes existia a percepção de que os menus degustação não cabiam na cidade, hoje já vemos diversos restaurantes explorando esse formato com sucesso. Isso mostra um amadurecimento do público e do próprio mercado. Existe cada vez mais abertura para experiências que vão além do tradicional, com uma valorização maior de técnica, pesquisa e ingrediente. Foi justamente essa transformação que nos deu segurança para criar o Rivo”, destaca Max Catolino.

Bar protagonista e carta de vinhos diversa

Pela própria disposição, o bar tem protagonismo próprio, compartilhando técnicas e ingredientes com a cozinha. A carta de coquetéis dialoga com referências históricas, proporções clássicas e uma apresentação que foge do convencional, surpreendendo pelos detalhes e pela construção. “A nossa ideia do bar era manter o conceito inventivo da nossa cozinha. Na forma de criação e atendimento ao cliente. Queríamos ter um bar que fosse uma referência de coquetelaria na cidade e estamos muito satisfeitos com os resultados e feedbacks dos nossos clientes”, aponta o chef Max Catolino que recrutou o mixologista Honório Gonçalves para comandar o Rivo Bar.

A carta de vinhos reúne mais de 120 rótulos, equilibrando grandes nomes, vinhos naturais, brasileiros de excelência, produtores independentes e garrafas de guarda. Itália, Brasil e Argentina estão entre os destaques da adega. O conjunto foi pensado para atender tanto quem busca referências clássicas quanto quem procura descobertas.

Gastronomia

 

Na cozinha, o menu traduz a essência do Rivo: uma construção autoral que equilibra técnica, curadoria e sabor, todos com a mesma importância. O foco está na conjunção equilibrada de criatividade, conhecimento e ingrediente. Inspirado pelas vivências dos chefs pelo mundo, o cardápio foi concebido como uma narrativa — com ritmo, contraste e coerência entre os pratos.

 

A proposta do menu de Alethea Ruckert e Max Catolino é valorizar os ingredientes, tornando-os os grandes protagonistas. Nesse contexto, a técnica aparece como ferramenta, mas jamais como exibicionismo. O processo criativo é colaborativo e dinâmico, refletindo as diferentes personalidades dos dois profissionais, que encontram na troca constante o equilíbrio que define a identidade do menu. O resultado é uma cozinha viva, em permanente evolução.

Menu

Logo na chegada, o visitante já é recebido com uma taça de espumante, uma cortesia da casa.

O couvert da casa já anuncia a intenção de fugir do óbvio. O Brioche de massa folhada chega na mesa quentinho, acompanhado de uma manteiga artesanal de anchova(R$36).

A seção de Entradas inclui 9 criações da dupla, servidas em porções compartilháveis. São elas: Pizza Frita(R$52), Crudo de Carne(R$62), Empanada Criolla(R$44), Empanada Humita(R$42), Supplí Carbonara(R$54), Crudo de Peixe(R$72), Bacalhau Mantecato(R$74), Mexilhões defumados com beurre blanc e pão da casa(R$98) e o Tomate(R$82), que chega à mesa acompanhado de pão da casa, revelando uma profusão de texturas.

O menu reserva um espaço para pastas artesanais, uma das especialidades de Alethea, que trabalhou ao lado de Massimo Bottura na Osteria Francescana, na Itália. Entre os destaques, estão: Capeletti de Abóbora com Amaretto e sálvia(R$102), Fusilli com Camarão(R$134), Tortellini de carne de porco in brodo de Galinha D’Angola e parmesão(R$124) e a Bala de Ricota(R$116).

Entre os principais, Moqueca com Caviar(R$182), Peixe do dia com purê de couve-flor, mexilhão, gremolata e coentro(R$152), Carne acompanhada de farofa com cenoura, levedura, molho de café e baunilha(R$162), Assado de Tira na parrilla, com chimichurri, molho romesco e pão da casa(R$168), Surf & Turf(R$174), que mistura porco, camarão, humita e brócolis e o Arroz de Pato(R$172), com magret.

O cardápio de sobremesas contempla “não me chame de carbonara”(R$82), Abóbora em Flor(R$52), Chocotorta(R$48), Brasa e Mel(R$62) e Buñuelo(R$84). A opção de pós sobremesa é o sorvete de castanha com caviar e espumante(R$73).

 

Serviço

Rivo Restaurante
Endereço: Rua Curitiba, 2060 – Lourdes – Belo Horizonte/MG
Funcionamento: terça a sexta, 19h às 23h30; sábados, 12h às 15h e 19h às 23h30
Instagram: @rivo.bh

Reservas: pelo instagram ou pelo www.rivo.meitre.com

Conceito: gastronomia autoral contemporânea

Possui manobrista no local

Chef Agnes celebra 10 anos na CASACOR Minas

A chef Agnes Farkasvölgyi (A Casa da Agnes) neste ano, assume pela décima vez o restaurante oficial da mostra CASACOR Minas. Com uma trajetória marcada pela pesquisa estética, pela valorização de ingredientes brasileiros e pela conexão entre arte e gastronomia, Agnes prepara uma edição especial, pensada como uma síntese de sua caminhada na cozinha e nas artes.

“Praticamente tudo mudou desde minha primeira participação”, relembra a chef, que estreou na mostra no fim dos anos 1990. “Apesar de continuar encantada com alguns ingredientes e algumas receitas daquela época, a tecnologia trouxe mudanças muito grandes em relação aos preparos, aos cuidados sanitários e à segurança alimentar. Também mudaram o desejo e o tipo de comida desejada. Hoje estamos mais conscientes do que comemos e do impacto disso na nossa saúde e na vida de cada um.”

Ao longo dos anos, Agnes também incorporou novas linguagens ao trabalho desenvolvido na gastronomia. “Incluí a linguagem da arte em todo o meu trabalho: conceito, história, narrativa, estética, funcionalidade e food design”, explica.

Para a chef, cozinhar dentro da CASACOR é uma experiência completamente diferente da dinâmica de um restaurante tradicional. “Só o fato de ser temporário já é uma grande diferença. O público quer participar do evento e sabe que irá usufruir de algo novo, pensado para a ocasião. É um espaço de ousadia e novas experiências. Aqui, o novo é desejado e esperado por quem vem ao restaurante”, afirma. “A intensidade também é diferente. O tempo corre mais rápido.”

Celebrando uma década de participação na mostra mineira, Agnes destaca o caráter afetivo e simbólico desta edição. “Neste ano terei um restaurante pensado para mim, para além da cozinha, trazendo a artista, a estética e, principalmente, a história do meu percurso na cozinha e na arte. Percebo isso como uma grande homenagem à minha trajetória. Fico muito honrada e pretendo entregar, com corpo e alma, a melhor das minhas edições na CASACOR.”

Entre os dias 15 de agosto e 06 de outubro de 2026, o evento retorna ao edifício da PUC Minas Lourdes, no Circuito Liberdade, endereço emblemático que sediou as comemorações dos 30 anos da mostra em Minas Gerais.

PelaSamba na Copa agita Praça JK rumo ao Hexa

A capital mineira já tem ponto de encontro definido para quem busca aliar a paixão pelo futebol à energia do pagode. Entre os dias 13 de junho e 19 de julho, a Praça JK, no bairro Sion, recebe o “PelaSamba na Copa”, uma celebração oficial que promete transformar cada lance do Brasil em uma verdadeira festa popular.

O projeto, idealizado pelo grupo PelaSamba, surge como uma extensão da trajetória de sucesso da banda, que desde 2021 se consolidou no cenário musical mineiro. Durante o período do Mundial, a estrutura contará com dois telões de alta definição para a transmissão oficial dos jogos, shows com o PelaSamba e artistas locais, espaços instagramáveis e uma ambientação temática voltada para a conquista do hexacampeonato.

Programação da fase de grupos

O evento abre suas portas já na estreia da Seleção, garantindo entretenimento antes e depois do apito final:

  • 13/06 (sábado) – Brasil x Marrocos: portões abertos das 14h às 23h.
  • 19/06 (sexta-feira) – Brasil x Haiti: portões abertos das 16h às 23h30.
  • 24/06 (quarta-feira) – Brasil x Escócia: portões abertos das 15h às 23h.

 

Do bar para as grandes arenas

O PelaSamba é uma banda de pagode e samba com uma forma de tocar irreverente e única. Fundado em 2012, o grupo surgiu despretensiosamente quando amigos se reuniram em um bar na região oeste de Belo Horizonte para comemorar um aniversário. O entrosamento foi imediato, transformando aquele momento de descontração em um hábito entre os músicos.

Por algum tempo, o projeto manteve-se em formato esporádico, com reuniões em ocasiões especiais, celebrações ou partidas de futebol. No entanto, com o fim da pandemia em 2021, os integrantes decidiram oficializar a banda e divulgar o projeto profissionalmente.

Com o entusiasmo da retomada, o PelaSamba intensificou seus trabalhos e passou a realizar um show autoral por mês: uma roda de pagode com, no mínimo, cinco horas de duração. Desde então, o evento cresceu significativamente; o que antes ocorria em bares parceiros, hoje ocupa os grandes espaços de eventos da capital mineira.

Serviço:

PelaSamba na Copa

  • Data: 13 de junho a 19 de julho de 2026
  • Local: Praça JK — Belo Horizonte, MG
  • Ingressos: Vendas oficiais pela plataforma Central dos Eventos:
  • Valor: Aquisição do copo oficial por R$ 30,00 (garante acesso ao evento).
  • Atrações: Transmissão em 2 telões, shows de pagode, estrutura temática e espaços instagramáveis.

 

Washington vira rota cultural na Copa de 2026

A Copa do Mundo de 2026 deve levar milhares de brasileiros aos Estados Unidos, sobretudo para acompanhar a Seleção no eixo Nova York–Filadélfia. No planejamento da viagem, porém, um terceiro destino começa a aparecer como extensão lógica do roteiro: Washington, DC.

Fora da lista de cidades-sede, a capital americana aposta justamente nesse lugar intermediário, geográfico e simbólico. Está no mesmo corredor ferroviário dos jogos, tem conexões frequentes e oferece um diferencial que pesa no bolso: por não receber partidas, tende a sofrer menos pressão de demanda em hotéis e serviços.

A equação é simples: quem já estará na região pode transformar uma viagem esportiva em um roteiro cultural mais amplo, sem desvio significativo de rota.

A cidade também anunciou as watch parties oficiais da FIFA World Cup 2026, organizadas em parceria com o DC United. Os eventos acontecerão em dois finais de semana: de 12 a 14 de junho no Franklin Park, no centro da cidade, e de 19 a 21 de junho no Tingey Plaza, em Navy Yard. A proposta é transformar Washington em um dos principais pontos de celebração da Copa nos Estados Unidos, mesmo fora da lista de cidades-sede.

Além do calendário esportivo profissional, o Department of Parks and Recreation abriu inscrições para atividades de verão voltadas a moradores e visitantes de diferentes faixas etárias, incluindo aulas de natação para bebês a partir de seis meses.

A logística joga a favor

Washington está a cerca de 2h de trem da Filadélfia e aproximadamente 3 horas de Nova York. As conexões são frequentes ao longo do dia, o que permite sair de Manhattan pela manhã e almoçar na capital americana pouco depois do meio-dia.

A estratégia ideal é assistir ao jogo, deslocar-se por trem e dedicar três ou quatro dias a Washington antes de retornar ao Brasil ou seguir viagem.

Ao evitar novos voos internos, o deslocamento se torna parte do roteiro e não um obstáculo.

Um palco histórico em ano simbólico

O centro da experiência está no National Mall, a grande esplanada que conecta o Capitólio ao Lincoln Memorial e reúne museus do Instituto Smithsonian e memoriais históricos.

Em 2026, o espaço ganha peso adicional: os Estados Unidos celebram os 250 anos de sua independência, no evento conhecido como America 250. A efeméride deve reforçar a programação cultural e o simbolismo do local, onde se concentram alguns dos principais marcos políticos do país. Durante o verão, a cidade também ganhará novas atrações, como a inauguração do National Geographic Museum of Exploration e a abertura de um novo espaço de exposição imersiva sob o Lincoln Memorial, ampliando ainda mais a experiência cultural para os visitantes.

Há ainda um diferencial prático: os memoriais são gratuitos e abertos o ano inteiro, assim como os museus do Smithsonian — descrito como o maior complexo de museus do mundo. No verão, as galerias climatizadas ajudam a equilibrar o roteiro entre caminhadas ao ar livre e visitas internas.

Entre os destaques está o National Air and Space Museum, um doa mais visitados museus do complexo Smithsonian, que exige reserva prévia gratuita com horário marcado.

Da beira do rio às ruas de paralelepípedo

Se o National Mall concentra a narrativa histórica, bairros como The Wharf e Georgetown mostram uma cidade ainda mais encantadora.

O The Wharf, às margens do rio Potomac, reúne restaurantes, cafés e píeres revitalizados. Dali partem barcos-táxi que seguem até Georgetown, em um trajeto curto e cênico.

Georgetown combina comércio concentrado na M Street, boutiques independentes e ruas de paralelepípedo. É apresentado como um dos principais polos de compras da cidade, com mistura de marcas conhecidas e lojas autorais.

A cidade também aposta na caminhabilidade: boa parte dessas áreas pode ser explorada a pé, algo raro em destinos americanos de grande porte.

O esporte continua, mas muda de formato

Para quem não quer se afastar do clima esportivo, Washington oferece uma alternativa tipicamente americana: jogos da Major League Baseball no Nationals Park, no bairro Capitol Riverfront.

Durante o período da Copa, estão previstas partidas contra Seattle Mariners (12 a 14 de junho), Kansas City Royals (15 a 17 de junho), Philadelphia Phillies (22 a 25 de junho), Pittsburgh Pirates (3 a 5 de julho), Houston Astros (6 a 8 de julho) e New York Yankees (10 a 12 de julho).

O entorno do estádio concentra bares e restaurantes à beira d’água, criando uma atmosfera que dialoga com o público esportivo, ainda que em outro ritmo: menos global, mais local.

Símbolos de poder e cultura pop

A região da Casa Branca segue como ponto de interesse. Nas proximidades, a The People’s House: A White House Experience oferece uma exposição interativa gratuita com réplica em tamanho real do Salão Oval, entrada grátis, mediante reserva antecipada.

Outro espaço que costuma atrair visitantes é o International Spy Museum, dedicado à história da espionagem. Logo na entrada, um Aston Martin DB5 de 1965 — associado à franquia James Bond — ajuda a traduzir o tom da experiência.

Já o U Street Corridor remete à herança afro-americana da cidade, com murais, tradição musical e restaurantes históricos. Entre eles, o Ben’s Chili Bowl, conhecido pelo half-smoke, espécie de hot dog que virou símbolo local.

Para encerrar o dia, a capital investe na cena de rooftops. O Vue Rooftop, no Washington Hotel, é citado como um dos pontos com vista direta para a Casa Branca e os monumentos iluminados.

Vai assistir aos jogos em Nova York e Filadelfia? Confira um itinerário de 3 dias para conhecer Washington, DC

A experiência em Washington, DC pode ser distribuída ao longo de três dias e combinar história americana, esportes, gastronomia e vida urbana.

Dia 1

 

Comece pelo National Mall — eixo monumental que conecta o Capitólio ao Lincoln Memorial — seguido por um almoço no The Wharf e um passeio por Georgetown.

Dia 2

O foco pode estar nos museus gratuitos do Smithsonian, incluindo o National Air and Space Museum, além de uma imersão no clima esportivo americano com uma partida de beisebol do Washington Nationals no Nationals Park.

Dia 3

Visite alguns dos símbolos mais conhecidos da capital americana, como a Casa Branca e a exposição interativa The People’s House, além do International Spy Museum e do histórico U Street Corridor, conhecido pela herança afro-americana, arte urbana e cena musical.

Para encerrar, rooftops com vista para os monumentos iluminados ajudam a transformar a passagem por Washington em mais do que uma extensão logística da Copa — mas em parte essencial da viagem.

Sobre Destination DC

Destination DC é a organização oficial de marketing de destino da capital dos Estados Unidos. Privada e sem fins lucrativos, a instituição tem a missão de promover Washington, DC como um destino global para convenções, turismo e eventos especiais. Com um foco especial nas ricas comunidades artísticas, culturais e históricas da região, Destination DC conecta visitantes ao melhor que a cidade tem a oferecer. Para saber mais, acesse washington.org.

Sobre a Imaginadora!

Liderada por Marjori Schroeder e Ana Donato, a Imaginadora! é uma agência de marketing para turismo, relações públicas e eventos com ampla experiência na promoção de destinos e marcas. Com 18 anos de atuação, a empresa desenvolve estratégias para governos, empresas e organizações do setor, fortalecendo a presença de destinos turísticos por meio de storytelling, parcerias e ações direcionadas. Para saber mais, acesse imaginadora.com.br e nosso perfil no Instagram @imaginadora_brasil.

Ghee Banqueteria lança menu junino sob encomenda

Os sabores juninos invadiram a Ghee Banqueteria, que preparou um menu especial sob encomenda repleto de delícias tradicionais da época para quem busca praticidade, sem abrir mão do sabor e da experiência. Inspirado nos arraiais e nas memórias afetivas dos brasileiros, o Chef Paulo Neves preparou um menu que oferece diversas opções de salgados da roça, doces juninos e bebidas típicas que aquecem a estação, com ingredientes frescos e muito carinho, ideal para encomendas para festas em casa ou empresa.

Para entrar no clima da festa, os salgados ganham formatos especiais, como o Pastel de vento bandeirola, que acompanha requeijão e carne seca acebolada (R$ 96/ 12 unidades), e o Dadinho de tapioca junino com mel no formato de bandeirinhas (R$ 72/ 12 unidades).

Dentre os lanchinhos que não podem faltar em uma boa festa, estão Sanduíche de carne de panela desfiada no pão caseiro (R$ 144/12 unidades), Mini cachorro-quente com molho de tomate e batata palha (R$ 120/12 unidades), Sanduíche de pernil no pão de milho (R$ 144/12 unidades), Mini pão de queijo recheado com linguiça chapeada (R$ 120/12 unidades).

Uma das estrelas da festa, o milho aparece nas versões de Bolinho de milho com queijo com queijo muçarela e meia-cura (R$ 84/12 unidades) e Milho debulhado na manteiga de garrafa (R$ 72/500g). Dentre os salgados mais pedidos, está a Coxinha de carne seca com catupiry (R$ 84/12 unidades), Croquete de costela (R$ 96/12 unidades), Espeto de queijo coalho com melaço de cana (R$ 90/06 unidades) e a Empada cremosa de frango (R$ 78/06 unidades).

E para aquecer nos dias frios, as sugestões são o Creme de abóbora da fazenda (R$ 90/litro), Escondidinho de carne seca na mini moranga (R$ 180/04 unidades), Caldinho de feijão com torresminho (R$ 120/litro) e Caldinho de mandioca com costela desfiada (R$ 120/litro).

As sobremesas tradicionais também estão presentes no cardápio com Arroz doce com canela (R$ 80/1kg), Mini Bombocado (R$ 120/12 unidades), Canjica cremosa com amendoim e coco fresco (R$ 80/1kg), Bolo de fubá na palha, que acompanha goiabada cascão cremosa (R$ 92,00/ unidade) e o Curau de Milho verde com canela (R$ 96/ 06 unidades).

Já nos doces que agradam a todas as idades, estão o Pirulito de pão de mel com doce de leite (R$ 72/04 unidades), Maçã do amor (R$ 72/06 unidades), Pé de moça (R$ 72/04 unidades) e o Pirulito de pipoca doce caramelada (R$ 144/12 unidades).

Para acompanhar, as clássicas bebidas juninas não podem ficar de fora, como o Quentão, com ou sem álcool (R$ 80/1L) e o Vinho Quente (R$ 80/1L).

O menu de Festa Junina da Ghee Banqueteria está disponível para encomenda durante os meses de junho e julho. Os pedidos devem ser realizados com 03 dias úteis de antecedência e podem ser retirados na cozinha Ghee Banqueteria ou entregues mediante taxa de entrega a consultar. O serviço de entrega atende a capital paulista, cidades do interior de SP e litoral de SP.

Todos os alimentos são acondicionados em embalagens descartáveis próprias para transporte e acompanham guia de instruções para aquecimento e finalização de cada item selecionado para garantir o sucesso da recepção. Os pratos também podem ser entregues congelados para quem quiser se adiantar ou levar para a viagem. Os valores dos pratos não incluem louças e serviço.

O pagamento deve ser feito no ato do pedido por meio de transferência bancária ou PIX. Os pedidos serão confirmados após o envio de comprovantes de pagamento.

Além do menu sob encomenda, a Ghee Banqueteria realiza, junto de parceiros, a festa junina completa, com buffet, serviço, louças e decoração, seja em casa, na empresa ou no local que desejar.

Confira o menu de Festa Junina da Ghee Banqueteria completo:

https://ghee.com.br/menu-festa-junina/

Ghee Banqueteria 

Telefones: (11) 3208-0767 | (11) 3275-0618

Whatsapp: (11) 99925-7045

Instagram: @gheebanqueteria

E-mail: [email protected]

Site: www.ghee.com.br

Entregas: São Paulo, interior de São Paulo e litoral

Ghee Banqueteria – Menu Festa Junina – Arroz doce – Crédito Cacá Bratke

Ghee Banqueteria – Menu Festa Junina – Pastel bandeirinha – Crédito Cacá Bratke

Ghee Banqueteria – Menu Festa Junina – Escondidinho de carne seca – Crédito Cacá Bratke

Ghee Banqueteria – Menu Festa Junina – Bolo de fuba

Ghee Banqueteria – Menu Festa Junina – vinho e quentão – Crédito Cacá Bratke

Ghee Banqueteria – Menu Festa Junina – Maçã do amor – Crédito Cacá Bratke

Ghee Banqueteria – Menu Festa Junina – Maçã do amor – Crédito Cacá Bratke

Ghee Banqueteria – Menu Festa Junina – Caldinho de feijão – Crédito Cacá Bratke

Ghee Banqueteria – Menu Festa Junina – Pirulito de pipoca doce caramelada – Crédito Cacá Bratke

Bienal do Livro aposta em experiência imersiva

A 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, maior evento literário da América Latina e um dos mais relevantes do mundo, apresenta sua nova campanha sob o conceito “Um festival de emoções”, que traduz a evolução do evento como uma experiência cultural cada vez mais imersiva, plural e conectada ao público. Com expectativa de receber cerca de 700 mil visitantes, a edição de 2026 acontece de 4 a 13 de setembro, no Distrito Anhembi, na capital paulista, e tem sua comunicação assinada, pela terceira vez, pela RINO & PARTNERS.

Realizada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) e organizada pela RX, a Bienal do Livro SP consolida, nesta edição, um movimento de transformação já percebido pelo público: mais do que uma feira, o evento se afirma como um grande espaço de encontro, descoberta e conexão em torno do livro e da literatura.

A campanha nasce a partir de dados e pesquisas realizadas após a última edição, que evidenciam uma mudança na forma como os visitantes se relacionam com a Bienal do Livro, cada vez mais orientada pela experiência, pela convivência e pelo engajamento emocional. Nesse contexto, autores, histórias e lançamentos assumem papel central, mobilizando diferentes públicos e ampliando o alcance cultural do evento.

Experiência multissensorial: a identidade sonora da Bienal do Livro de SP

Como desdobramento desse posicionamento, a campanha incorpora uma dimensão sensorial inédita. A RINO & PARTNERS desenvolveu uma canção tema exclusiva, que funcionará como trilha da edição e será veiculada em rádio, plataformas digitais e redes sociais, ampliando a presença da Bienal do Livro para além do espaço físico.

A iniciativa reforça a proposta de criar uma jornada contínua com o público antes, durante e depois do evento, fortalecendo a conexão emocional e a lembrança de marca.

Para Fernando Piccinini Jr., CCO da RINO & PARTNERS, o desafio foi traduzir essa evolução em linguagem criativa:“Nosso ponto de partida foi entender como o público já vivencia a Bienal hoje. Existe um desejo claro por experiências mais envolventes, coletivas e marcantes. A campanha traduz essa energia ao posicionar o livro como protagonista de uma vivência cultural ampliada, que conecta pessoas, histórias e emoções.”

A identidade visual acompanha esse movimento, com uma abordagem contemporânea, vibrante e orientada à experiência. A comunicação valoriza a diversidade de conteúdos, a multiplicidade de vozes e o dinamismo da programação, apresentando a Bienal como um espaço vivo de circulação cultural e pertencimento.

A edição de 2026 também amplia sua proposta de experiência com novos formatos de relacionamento e interação com o público. Entre as iniciativas estão a criação de uma loja oficial com itens colecionáveis como cordões, copos, camisetas e adesivos, além da expansão de espaços interativos e ambientes pensados para estimular a convivência e o compartilhamento.

Para Sevani Matos, presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL), a campanha traduz com precisão o momento do evento: “A Bienal Internacional do Livro de São Paulo evolui a cada edição, acompanhando as transformações do público e da sociedade. O conceito desta campanha reforça nossa vocação como um grande encontro cultural, onde o livro e a literatura se conecta com diferentes linguagens e gera experiências significativas para todas as gerações.”

Brasileiros aprovam convocação para a Copa, diz estudo

Às vésperas da Copa do Mundo, a convocação oficial da seleção brasileira movimentou a internet, gerando um dos maiores interesse da história das convocações, com aumento de 258% em comparação a 2022, e dividiu opiniões entre os torcedores, nesta segunda-feira (18). Segundo pesquisa da Human Data – empresa de dados e IA para marketing de influência do Spark Group –, a pedido do Resenha Digital Clube, mediatech que conecta marcas aos fãs do esporte, 74% dos brasileiros concordam com a listagem oficial definida pelo técnico Carlo Ancelotti.

O estudo analisou as expectativas para a convocação desde o dia 15 de maio, e monitorou, em tempo real, a repercussão da convocação de ontem, acompanhando as menções feitas por brasileiros nas plataformas X (Twitter), TikTok, Instagram, Youtube e Facebook, além de portais e ambientes digitais. No total, a convocação da seleção brasileira atingiu um pico de 633 mil menções, o que comprova a força do tema no ambiente digital.

Neymar Jr. lidera o ranking de engajamento

Os números apontam que o jogador Neymar Jr. foi a bola da vez, liderando com muita facilidade as conversas quando o assunto é a escalação: o atleta atingiu um total de 225 mil menções no período analisado. Os principais sentimentos relacionados à sua convocação foram alegria e esperança. A presença de Danilo e Vini Jr. também gerou volume expressivo de conversas: 30.729 e 20.519 menções foram geradas, respectivamente. A sentimentalização sobre a escolha dos jogadores foi majoritariamente positiva. O nome de Endrick no time também ressoou: 22% do público comemorou a escalação do atleta para ocupar o ataque.

“A pesquisa mostra como a seleção brasileira continua mobilizando o país de forma única, despertando sentimentos positivos e negativos. A convocação deste ano, inclusive, se tornou uma das mais mencionadas da história da seleção brasileira nas redes sociais, ultrapassando a bolha do futebol e ganhando relevância em diferentes esferas da sociedade. Isso reforça a potência cultural e emocional que a seleção ainda possui no Brasil. Para as marcas, existe uma oportunidade enorme de participar dessas conversas em tempo real, independentemente de serem ou não patrocinadoras oficiais da Copa do Mundo ou do time brasileiro. Na Human Data, teremos um painel real time acompanhando toda a repercussão da Copa para ajudar marcas a identificarem tendências, sentimentos e oportunidades de inserção ao longo do torneio”, afirma Otávio Ereno, diretor executivo da Human Data.

Emoção de crianças lidera engajamento da convocação

Entre as publicações de maior engajamento nas redes sociais, destacam-se os vídeos de crianças reagindo emocionadas ao momento em que o treinador Carlo Ancelotti citou o nome de Neymar Jr. durante a convocação da seleção brasileira. Reunidas em escolas, clubes, praças e diferentes espaços coletivos, as crianças comemoraram de forma espontânea e intensa, como se estivessem celebrando um gol em uma final de Copa do Mundo. O fenômeno evidencia não apenas o alcance emocional da seleção, mas também como o futebol continua atravessando gerações e mobilizando o imaginário coletivo do brasileiro.

A pesquisa traça, ainda, insights sobre o comportamento do torcedor brasileiro no ambiente digital e principais oportunidades editoriais, além de outras análises detalhadas.