SÁ & Guarabyra se despedem do palco em BH

Apresentação faz parte da turnê de despedida da dupla


A hora do adeus – a dupla Sá e Guarabyra se despede do público de BH em sua última apresentação no dia 12 de julho, sábado, no Grande Teatro do Palácio das Artes. 

A trajetória atravessa um mundo de composições que falam de viagens embarcadas em aviões, vapores do São Francisco, muita terra, mar, sertão. Sempre espalhando inspiração e música. Esse mix de origens e experiências pessoais fizeram com que Sá & Guarabyra traçassem um caminho original dentro da música brasileira, produzindo hits como “Dona”, “Roque Santeiro”, “Cheiro Mineiro de Flor”, “Mestre Jonas”, “Jesus Numa Moto”, “Espanhola”, “O Pó da Estrada”, “Caçador de Mim”, “Verdades e Mentiras” entre tantas outras. 

A parceria começou em 1971, no trio Sá, Rodrix & Guarabyra, ao lado de Zé Rodrix (1947–2009), e se consolidou como dupla em 1974. Juntos, foram pioneiros do gênero conhecido como rock rural e marcaram a música popular brasileira. Muitas canções foram lançadas em dezenas de álbuns e DVDs e com presença nas trilhas de novelas – foram cerca de trinta embalando personagens. 

Tudo isso num universo de mais de 300 composições gravadas por eles e por grandes nomes da nossa música, como Milton Nascimento, Ney Matogrosso, Gilberto Gil, Roupa Nova, Ivan Lins, Chico César, Elis Regina, Sérgio Mendes, Chitãozinho & Chororó, Erasmo Carlos, Elza Soares, Gal Costa e dezenas de outros artistas. 

O show, acústico, já passou por outras cidades, como São Paulo e São Bernardo do Campo (Grande ABC). O encerramento será em Itajaí, no interior de Santa Catarina. Os ingressos para o show de BH estão à venda no site da Eventim a partir de R$100,00 (meia entrada). 

“Acho que vai ser uma noite muito emocionante para todos nós! BH sempre nos recebeu de braços abertos e, encerrar a dupla aqui também é muito importante pra nós! Estamos muito felizes com esse reencontro… “, comenta Sá. 

Serviço_____________________
Sá e Guarabyra – Último Show em BH
Data: 12/07
Horário: 21h
Local: Grande Teatro do Palácio das Artes
Av. Afonso Pena, 1.537, Centro, Belo Horizonte/MG
Ingressos: a partir de R$ 100,00
https://www.eventim.com.br/event/sa-e-guarabyra-palacio-das-artes-20105504 

Comércio mineiro prevê recuperação nas vendas do semestre

O Núcleo Estudos Econômicos e de Inteligência & Pesquisa da Fecomércio MG, divulgou os resultados da pesquisa que traça o cenário empresarial para o segundo semestre de 2025, com base em entrevistas com empresas do comércio varejista em todas as regiões de estado. O levantamento revela um clima de otimismo crescente entre os empresários, impulsionado principalmente pela expectativa de melhora nas vendas em datas comemorativas estratégicas, como o Natal, o Dia dos Pais e a Black Friday.

De acordo com o estudo, 74,7% dos empresários acreditam que as vendas no segundo semestre serão melhores do que no primeiro. Esse sentimento positivo é sustentado por uma série de fatores, incluindo a sazonalidade típica do segundo semestre, investimentos planejados em propaganda, promoções e atendimento diferenciado, além de uma expectativa geral de aquecimento do comércio. “A percepção de melhora é resultado de uma conjunção de fatores, como a adaptação das empresas às novas dinâmicas de consumo, a aposta em estratégias de divulgação e a tradição de maior movimentação comercial nas datas comemorativas do segundo semestre”, explica a economista da Fecomércio MG, Gabriela Martins.

Segundo a pesquisa, 51,4% das empresas pretendem investir em divulgação e propaganda, 34,6% apostarão em promoções, enquanto 30% destacam o atendimento diferenciado como principal estratégia para conquistar o consumidor. Para Gabriela Martins, “esses dados mostram uma maior maturidade do setor, que vem apostando não apenas em preços, mas também na experiência do cliente e no relacionamento com o público”.

O estudo também revela que 59% dos empresários consideram o Natal como a data mais importante para o desempenho do segundo semestre, seguido pelo Dia dos Pais (21,1%), Black Friday (17,7%) e Dia das Crianças (16,2%). A forma de pagamento que deverá se destacar no período é o cartão de crédito parcelado, apontado por 48,9% dos entrevistados, seguido pelo Pix (30%).

Apesar do otimismo, há desafios a serem enfrentados. Entre os empresários que não acreditam em melhora, os principais entraves citados são o preço elevado dos produtos (32,2%), a concorrência desleal (13%), a mudança de governo e o momento econômico do país, ambos também com 13%.  “Embora a maioria esteja confiante, é preciso atenção a questões como inflação, crédito restrito e o poder de compra ainda fragilizado de parte da população. Esses fatores podem limitar o crescimento esperado”, alerta Gabriela Martins. “Mais do que nunca, o comércio precisa combinar planejamento estratégico com agilidade para responder às mudanças do mercado”, completa. O levantamento mostra ainda que, comparado ao mesmo período de 2024, 36,1% das empresas registraram aumento nas vendas no primeiro semestre de 2025, enquanto 38,8% disseram que os resultados foram iguais ao segundo semestre do ano passado.

A pesquisa da Fecomércio MG, realizada entre os dias 23 e 27 de junho de 2025, teve amostragem representativa e margem de erro de 5%, com 95% de nível de confiança. Os dados oferecem não apenas um termômetro do comércio mineiro, mas também um guia prático para as empresas se prepararem para um dos períodos mais decisivos do ano. “Estamos diante de um semestre que pode marcar a consolidação da recuperação econômica do varejo mineiro, desde que os empresários estejam atentos às oportunidades e às vulnerabilidades do cenário atual”, conclui Gabriela Martins.

IA e automação otimizam operações nas empresas

por Rodrigo Costa, Head de Digital Business da Kron Digital

A Inteligência Artificial (IA) não é mais um conceito futurista é uma realidade que transforma a eficiência e a competitividade no mundo todo. Com a automação inteligente orientada por IA, as empresas podem otimizar operações, cortar custos e aprimorar a experiência do cliente. Para empresários, líderes de TI e entusiastas da inovação, entender como essas soluções transformam os processos de negócios é essencial.

No cenário de negócios acelerado e competitivo de hoje, a excelência operacional é fundamental para manter a agilidade e alcançar um crescimento sustentável. Para ter um processo de ponta, a automação inteligente utiliza tecnologias de IA, como visão computacional, Processamento de Linguagem Natural (NLP), Aprendizado de Máquina (ML) e IA Generativa (GenAI). Por meio de uma abordagem abrangente, essa vertical garante integração perfeita à Automação Robótica de Processos (RPA), garantindo monitoramento contínuo e um foco baseado em dados para maximizar a eficiência e o ROI.

Como isso muda os processos de negócios?

A adoção da automação com tecnologia de IA está mudando fundamentalmente a forma como as empresas operam e direcionam seus serviços. Com o uso de modelos preditivos e processamento de linguagem natural, conseguimos identificar padrões de comportamento, antecipar necessidades e entregar respostas mais precisas e em tempo real.

Esse tipo de inteligência aplicada reduz o tempo de atendimento, melhora a assertividade na comunicação e diminui os atritos ao longo da jornada. Sem contar que, ao automatizar o que é repetitivo, as equipes podem se dedicar em situações que realmente exigem empatia, negociação ou criatividade. O resultado é um ganho em eficiência, mas também em percepção de valor por parte do cliente.

A automação orientada por IA analisa dados em tempo real, fornecendo insights práticos que ajudam as empresas a tomar decisões com mais rapidez. Além disso, podem lidar com volumes maiores de trabalho sem aumentar os custos proporcionalmente, facilitando o dimensionamento das operações e o atendimento às crescentes demandas.

De acordo com um estudo da IBM, 41% das empresas brasileiras já incorporam alguma forma de inteligência artificial em suas operações, consequência de um maior interesse e busca por automação, eficiência e escalabilidade.

Desafios na implementação da automação de IA

Um dos maiores desafios está na estrutura de dados. A IA precisa de insumos de qualidade para entregar bons resultados, porém em alguns casos as empresas enfrentam dificuldades em organizar essas informações de forma acessível, integrada e contextualizada.

Outro ponto é a adaptação entre áreas. Para que uma automação realmente funcione do ponto de vista da experiência, é necessário que a ferramenta esteja alinhada com os objetivos do negócio, a estratégia de atendimento e a infraestrutura de tecnologia. Quando isso não acontece, os resultados tendem a ser limitados ou desconectados da realidade do cliente. Além disso, existe o desafio de equilibrar eficiência com empatia e garantir que a jornada continue humana, fluida e relevante. A IA deve ser uma ponte, não uma barreira.

Outra questão fundamental é a proteção e a segurança de dados, visto que as empresas processam grandes volumes de dados sensíveis. É crucial implementar medidas de segurança robustas para garantir a integridade e a confidencialidade das informações. Esses desafios demonstram que um planejamento cuidadoso e a adaptação contínua são necessários para colher todos os benefícios da tecnologia.

O futuro da automação de IA

A automação impulsionada por IA está revolucionando a forma como as empresas operam, proporcionando eficiência, precisão e inovação incomparáveis. À medida que os setores continuam a adotar essa combinação de IA e automação, as oportunidades de crescimento e transformação são ilimitadas.

O futuro da automação inteligente é imensamente promissor, pois capacita as organizações a otimizar seus processos, fazer escolhas com maior riqueza de dados e se manter à frente da concorrência em um cenário cada vez mais dinâmico e impulsionado pela tecnologia.

Festival do Milho e Pastel no Colégio Arnaldo neste domingo

Belo Horizonte se prepara para receber o Festival do Milho e do Pastel neste domingo, dia 6 de julho, no Colégio Arnaldo. O evento integra a rota do Festival Encontros Gastronômicos, que já atraiu milhares de pessoas em edições anteriores pela capital mineira e região metropolitana.

Segundo a organizadora do evento, a produtora de eventos Raquel Bicalho, a programação foca no destaque imperdível para os amantes de pastel e de delícias feitas com milho. Os visitantes poderão explorar mais de 40 sabores de pastel, incluindo opções inusitadas como o famoso pastel de hambúrguer e a grande novidade: o pastel em formato de capivara. Além disso, receitas feitas com milho serão amplamente exploradas, com cuscuz e diversas outras delícias preparadas com o ingrediente que é a cara do inverno mineiro.

“Estamos muito empolgados em trazer essa experiência única para o Colégio Arnaldo”, afirma Raquel Bicalho. “Preparamos um cardápio diversificado que une a tradição das festas juninas com a criatividade da nossa gastronomia. Teremos desde os clássicos até novidades que vão surpreender o público, como o pastel de capivara – que, claro, é no formato do animal! É a união perfeita de cultura, sabor e muita diversão para toda a família”, acrescenta.

O Festival de Pastel e Milho no Colégio Arnaldo será das 10h às 18h, com entrada gratuita e oferecerá ainda espaço recreativo para as crianças se divertirem.

Comédia de sucesso: “Alfredo Virou a Mão” retorna a BH

Tem espetáculos que passam. Outros ficam. E há os que viram lenda. É o caso de O Dia em que Alfredo Virou a Mão, verdadeira joia da comédia brasileira, que há mais de quatro décadas arranca gargalhadas e aplausos por onde passa.

Com apenas três apresentações, a montagem retorna a Belo Horizonte nos dias 11, 12 e 13 de julho, em curtíssima e imperdível temporada no Teatro Marília – espaço onde a peça já temcadeira cativa por anos, sendo um dos títulos mais queridos e aguardados pelo público mineiro.

Escrita pelo mestre do humor João Bethencourt, a peça é um clássico absoluto, reconhecido como patrimônio da comédia nacional, e está totalmente repaginada sob a batuta de Luiz Henrique Moura, diretor, produtor e ator com trajetória sólida na cena mineira e conhecido por entregar montagens inteligentes, bem-feitas e de grande apelo popular.

No palco, um elenco afiado, composto por nomes consagrados da cena mineira — Luiz Henrique Moura, Luana Costa, Carlinhos Brasil, Ernane Campos, Fred Coelho, Bruno de Moura e Letícia Sirlan — garante ritmo, carisma e muitas risadas. Na sessão de domingo, 13 de julho, a atriz Danielle Fortunato substitui Luana Costa, mantendo o alto nível da produção e adicionando uma surpresa especial para quem for nesse dia.

A produção é da Foco 6 Produções, responsável por sucessos como Velório à Brasileira e Divas no Divã, reafirmando o compromisso com o teatro de qualidade feito em Minas Gerais.

🎭 Riso com classe (e um toque de confusão)

A história gira em torno de Alfredo, um empresário bem-sucedido, mas cercado por um verdadeiro exército de figuras chatas ou digamos, difíceis: o sócio mandão, o contador invasivo, os namorados da filha. Pressionado e à beira de um ataque de nervos, ele decide procurar ajuda profissional. A solução? Um tratamento nada ortodoxo: “virar a mão” para enfrentar o mundo e arrancar muita risada da plateia.

E é aí que o caos começa. E o riso também.

Sem entregar o jogo (porque o jogo está nas entrelinhas), a comédia brinca com identidades, aparências e expectativas, arrancando gargalhadas do público com leveza, irreverência e aquela sensação de que você conhece bem esse tipo de situação.

💥 Sucesso consagrado

Mais de quatro décadas em cartaz. Palcos lotados em várias cidades. Reconhecimento do público e da crítica. O Dia em que Alfredo Virou a Mão é mais do que um espetáculo: é uma tradição do riso solto em Minas Gerais. Em Belo Horizonte, fez história em temporadas anteriores e sempre retorna com força total, reafirmando seu lugar como uma das comédias mais queridas dos mineiros.

A nova montagem mantém o vigor do texto original, mas atualiza piadas e situações, mantendo o frescor cênico e o riso fácil — tudo com o selo de qualidade de um elenco de alto nível e uma direção que entende o pulso do público.

🔔 SERVIÇO

Espetáculo:O Dia em que Alfredo Virou a Mão
Autor: João Bethencourt
Direção e produção: Luiz Henrique Moura
Produção: Foco 6 Produções
Elenco: Luiz Henrique Moura, Luana Costa, Carlinhos Brasil, Ernane Campos, Fred Coelho, Bruno de Moura e Letícia Sirlan
→ Participação especial: Danielle Fortunato substitui Luana Costa na sessão de domingo (13/07)
Gênero: Comédia
Duração: 90 minutos
Classificação: 10 anos
(Menores de 12 anos devem estar acompanhados de pais ou responsáveis legais)

🗓Datas:
• 11 de julho (sexta) – 20h
• 12 de julho (sábado) – 20h
• 13 de julho (domingo) – 19h

📍Local: Teatro Marília – Av. Professor Alfredo Balena, 586 – Santa Efigênia – BH

🎟Ingressos:
• R$ 60 (inteira)
• R$ 30 (meia)
• R$ 31 (antecipado – bilheteria 2h antes)
• Vendas online: Sympla – Teatro Marília

📞Informações: (31) 98482-3055

 

Economize Gás no Inverno: 10 Dicas Essenciais para o Lar

Com a chegada do inverno, o consumo de gás de cozinha costuma crescer nos lares brasileiros. Mais tempo em casa, banhos mais longos e pratos que exigem cozimento prolongado fazem com que o GLP (gás liquefeito de petróleo) seja mais demandado nesta época do ano. Para ajudar os consumidores a economizar, o Sindigás — sindicato que representa as distribuidoras de GLP do país — preparou um guia simples com orientações práticas para o uso mais eficiente e seguro, para as pessoas que utilizam o gás de botijão.
O aumento no consumo ocorre, principalmente, por dois motivos: a necessidade de aquecer a água dos banhos — que exigem mais energia térmica em temperaturas mais baixas — e a maior frequência no preparo de alimentos que demandam tempo de cozimento prolongado, como sopas, caldos, ensopados e carnes de panela.

“O que muita gente não percebe é que o clima influencia diretamente no consumo de gás. Aquecer água ou manter uma panela fervendo em dias frios exige mais energia do que em dias quentes”, explica Sergio Bandeira de Mello, presidente do Sindigás. Mesmo com o aumento natural no consumo, o uso do GLP ainda representa uma economia em comparação com outras fontes de energia. Chuveiros, fornos e fogões elétricos, por exemplo, consomem mais eletricidade e podem pesar mais na conta no fim do mês.

“No Rio de Janeiro, um banho de 10 minutos custa, em média, R$ 0,78 usando GLP. Já com chuveiro elétrico, o gasto é R$ 1,74 — ou seja, R$ 0,96 a mais. (Segundo dados da ANP e Light) Pode parecer pouco, mas, somando banhos mais longos no inverno, mais tempo para aquecer a água, mais horas em casa e mais refeições sendo preparadas, a diferença acaba pesando no bolso do consumidor”, explica Sergio. Ele completa: “O GLP continua sendo uma fonte de energia acessível, segura e essencial em milhões de lares brasileiros. Mas, como todo recurso, pode — e deve — ser usado com inteligência, especialmente em momentos de maior consumo, como o inverno.”

O guia completo do Sindigás traz dicas como manter o fogão limpo para melhorar a eficiência da chama, tampar as panelas durante o cozimento, verificar possíveis vazamentos no botijão e regular o tempo de banho para evitar desperdício. As orientações são voltadas para o público em geral e visam reforçar tanto a economia quanto a segurança no uso do gás de cozinha.

Veja abaixo as principais dicas para usar o gás de forma mais eficiente:
DICAS PARA ECONOMIZAR GÁS:

  1. Tampe as panelas e cubra os alimentos com papel-alumínio no forno: cozinhar com tampa concentra o calor e reduz o tempo no fogo.
  2. Prefira panela de pressão: sempre que possível, ela acelera o preparo e consome menos gás.
  3. Deixe alimentos de molho: feijão, grão-de-bico e similares cozinham muito mais rápido.
  4. Use a boca do fogão adequada: panela pequena em boca grande só desperdiça gás.
  5. Descongele antes de cozinhar: tirar do freezer com antecedência evita gastar gás à toa.
  6. Otimize o uso do forno: aproveite para preparar mais de um prato ao mesmo tempo.
  7. Tempo no banho: resista a aproveitar a água quente e evite ficar muito tempo debaixo do chuveiro.
  8. Mantenha as bocas do fogão limpas: sujeira atrapalha a eficiência da chama.
  9. Fique de olho na cor da chama: chama azul é sinal de combustão ideal. Se estiver amarelada, chame um técnico.
  10. Evite vazamentos: revise regulador e mangueira periodicamente. Eles têm validade de cinco anos.

SEGURANÇA TAMBÉM É ECONOMIA

Além de economizar, usar o gás com segurança evita desperdícios e, principalmente, acidentes. Por isso, o Sindigás também reforça cuidados essenciais:

  • Compre seu botijão somente de revendedoras autorizadas.
  • Confira se o botijão está lacrado e sem ferrugem.
  • Mantenha o botijão sempre em local ventilado.
  • Não deite, empurre ou use o botijão como suporte.
  • Jamais use ferramentas para instalar o regulador.
  • Feche o gás sempre que sair de casa.
  • Use a mangueira e o regulador com a marca do Inmetro.

Periodicamente, faça o teste de vazamento nas conexões, com água e sabão.

Vale lembrar que o botijão de gás é seguro e os recipientes contam com dispositivo térmico de segurança que impede a sua explosão diante de um calor intenso. A embalagem é feita com aço resistente e segue rigorosas normas de fabricação.

“Seguindo essas orientações simples, é possível economizar no dia a dia e ainda garantir a segurança de toda a família. É o tipo de informação que vale ouro no fim do mês“, finaliza Bandeira de Mello.

Sindigás
Há mais de 50 anos no mercado, o Sindigás representa oito empresas associadas (Amazongás, Consigaz, Copa Energia, Fogás, GasLog, Nacional Gás, Supergasbras e Ultragaz), que atuam em todas as regiões do país com ampla experiência na comercialização de botijões. Juntas, elas representam quase 100% do mercado de GLP brasileiro. A entidade atua na defesa dos interesses do setor e no desenvolvimento de políticas públicas energéticas.

Artista de BH une arte e Saúde Mental em vivência criativa

No próximo dia 12 de julho, às 15h, acontecerá a vivência artística “Sentir a Capacidade de Sentir” na Casa da Floresta guiada pela artista visual Sarah Torres.

Em tempos de tanta pressão e adoecimento emocional, promover espaços de escuta, expressão e reconexão tornou-se vital. A arte, nesse cenário, não apenas embeleza a vida, ela a sustenta.

Aumento dos transtornos mentais no Brasil

Diante do aumento expressivo de transtornos mentais no Brasil, falar sobre saúde emocional e oferecer caminhos possíveis de cuidado se tornou uma urgência coletiva. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o país lidera o ranking global de pessoas ansiosas. Em 2024, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) registrou 470 mil afastamentos por transtornos mentais e comportamentais — o maior número da série histórica, com aumento de 68% em relação a 2023.

Apesar dos números alarmantes, a busca por prevenção ainda é baixa e em geral a procura por tratamento ocorre quando o sofrimento é agudo e, na maioria das vezes é somente através de medicamentos, esclarece a psicóloga Mariluza Drumond. “Saúde mental é ainda um assunto carregado de estigmas, entretanto o atual conceito de saúde é mais amplo e inclui bem estar físico, mental, emocional e nas relações. Muitas pessoas sentem vergonha ou sequer sabem onde procurar ajuda”, afirma.

Mariluza defende que, além dos tratamentos convencionais, como terapia e uso de medicação, é essencial incluir abordagens integrativas e preventivas. “Há pesquisas que comprovam, e a própria OMS reconhece, que atividades relacionadas às artes, são aliadas à promoção do bem estar, sendo importante coadjuvante à prevenção e cuidado, principalmente com a saúde mental, em qualquer fase da vida, independente do potencial artístico, a capacidade de criar espontaneamente contribui para a compreensão e organização do mundo interno, abrindo portais para a cura”, explica.

Arte como recurso terapêutico

Muito além da estética ou do entretenimento, a arte é um recurso potente de expressão, acolhimento e transformação emocional. “A arte oferece uma via de elaboração psíquica que muitas vezes as palavras não alcançam. Durante o processo criativo, a pessoa encontra um espaço interno de liberdade, escuta e simbolização que pode aliviar angústias profundas”, explica a psicóloga. Estudos indicam ainda que práticas artísticas reduzem os níveis de cortisol (hormônio do estresse), melhoram o sono e contribuem para o equilíbrio do sistema nervoso. “É uma forma concreta de cuidar do corpo e da mente ao mesmo tempo”, completa.

A artista visual e facilitadora de vivências artísticas Sarah Torres é um exemplo de como a arte pode ser uma aliada ao cuidado com a saúde mental. “Em 2021, ainda durante a pandemia, tive um episódio de confusão mental. Após exames, recebi o diagnóstico de ansiedade e, em seguida, de depressão. Desde então, faço acompanhamento psiquiátrico, uso medicação e sigo em tratamento terapêutico”, relata.

O contato com a arte começou em 2019 e, no fim de 2024, ela decidiu se dedicar integralmente à carreira artística. “Não estava feliz no antigo trabalho, e essa insatisfação agravou meu estado de saúde. Hoje vivo da arte. Tenho desafios, como em qualquer profissão, mas agora faço algo que tem sentido pra mim.”

Vivência Artística como recurso terapêutico

Sarah descobriu sua vocação artística durante um processo de autoconhecimento. “Numa prática de afirmações diante do espelho, eu disse: ‘Eu sou artista’. Na época, nem sabia o que faria com isso , e até sentia vergonha da frase. Com o tempo, as coisas foram se revelando, e fui reconhecendo a alegria de criar.” Desde então, a arte tornou-se essencial em sua vida. “Sinto que é um chamado da alma. Ela me trouxe autoestima, propósito, coragem e vontade de viver”, revela a artista.

Mesmo atuando profissionalmente com arte, ela continua a usá-la como ferramenta de autorregulação emocional. “Nos momentos de produção artística, me sinto mais presente, no aqui e agora, o que me ajuda muito com a ansiedade. Meu humor melhora, minha mente se aquieta. A arte me ajuda a atravessar desafios com mais leveza e determinação.”

Inspirada pelas transformações que viveu, Sarah passou a compartilhar sua experiência com outras pessoas por meio de vivências artísticas voltadas ao autoconhecimento e ao cuidado emocional. “Quando alguém se permite pintar, desenhar, modelar ou apenas brincar com as cores, algo se abre. É como acessar um território íntimo. Durante as vivências algumas pessoas se sentem à vontade em compartilhar e eu percebo que é um momento de troca muito rico, onde podemos nos acolher, ressignificar dores e até mesmo encontrar respostas que estavam silenciadas. A vivência não se trata de fazer algo bonito, mas de criar um espaço interno onde é possível simplesmente ser”, afirma.

Sobre a artista Sarah Torres

Sarah Torres é artista visual, facilitadora de vivências artísticas e pesquisadora do uso da arte como ferramenta de autoconhecimento e cuidado emocional. Atua com aquarela, pintura mural em projetos autorais e oficinas coletivas. Desde 2011, está em jornada de autodescoberta e integra essa vivência pessoal ao seu trabalho, promovendo experiências sensíveis que estimulam o acolhimento, a expressão e a reconexão com o sentir.

SERVIÇO:

Dia e horário: 12/07 às 15h às 18h

Local: Casa da Floresta | Rua: Silva Ortiz, 78 – Floresta

Ingressos:  WhatsApp da Sajuli.Art

crédito do fotógrafo: Bruno Filipi

Projeto SOU: Musicalização e Cidadania em BH – Últimas Oficinas

O Projeto SOU (Sistema de Orquestras Urbanas) realizou o seu evento de encerramento na tarde da última sexta-feira (27/6), no bairro Santa Lúcia, em Belo Horizonte (MG). A festa marcou o fechamento de um ciclo de oficinas de musicalização que beneficiaram 120 crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social ao longo de 2024, por meio de aulas de violão, teclado, canto e bateria.

Com apoio da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), a iniciativa integrou a Ação Cívico-Social (ACISO), parte das comemorações dos 250 anos da corporação e dos 32 anos do 22º Batalhão. A programação recebeu cerca de mil crianças de escolas públicas e projetos sociais da capital mineira, e proporcionou uma tarde de integração intercomunitária em um ambiente seguro e acolhedor.

Entre os destaques, estiveram as apresentações culturais dos alunos do Projeto SOU, que emocionaram o público ao mostrarem o aprendizado conquistado ao longo do ano passado. “Esse projeto foi incrível para incentivar todas as crianças a serem do bem. Gostei muito das aulas e das atividades que ensinam a dizer não para as drogas, e o evento foi lindo. A organização das atividades deixou todas as crianças felizes”, contou a aluna Emanuelly Martins, de 13 anos, participante da oficina de bateria.

Além da mostra musical, o público teve acesso à apresentação da orquestra da PMMG, oficinas de saúde bucal e preservação do patrimônio público, atividades lúdicas esportivas e parque de infláveis. A edição deste ano da ACISO teve como tema a “Sustentabilidade”, reforçando o papel da polícia na formação cidadã e no incentivo à educação ambiental.

Para o diretor do Projeto SOU, Caio Johnny, o encerramento foi mais que uma celebração artística: “Encerrar o projeto com um evento dessa dimensão, reunindo as crianças, suas famílias e a comunidade, reforça o quanto a cultura, a educação e as ações de cidadania são fundamentais na construção de uma sociedade mais justa e inclusiva”, comemorou.

Desenvolvido na Vila Nossa Senhora do Rosário de Pompéia, o Projeto SOU integra seis comunidades da capital mineira com atividades que unem arte, educação e fortalecimento de vínculos comunitários. A iniciativa foi realizada pela BS Produções Artísticas, com patrocínio da Tambasa Atacadistas, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Festa Sem Fronteiras: Gastronomia e Shows Internacionais em BH

Belo Horizonte recebe neste domingo, dia 6 de julho, a Festa Sem Fronteiras, um evento vibrante que promete transformar o quarteirão fechado da Rua Tavares Bastos, no bairro Luxemburgo, na região Centro-Sul da cidade, em um palco de diversidade, acolhimento e empreendedorismo feminino. Com entrada gratuita, a festa, que acontece das 10h às 18h, reunirá o melhor da gastronomia internacional, artesanato e atrações artísticas e culturais, celebrando a riqueza das culturas que compõem a capital mineira.

A iniciativa é do Coletivo Cio da Terra, um grupo formado por aproximadamente 40 mulheres migrantes. Desde abril de 2017, elas trabalham para a efetivação dos direitos das migrantes, o fortalecimento de sua autonomia e autoestima, e a criação de uma rede de apoio e troca de experiências.

O coletivo atua em diversas frentes, desde aulas de português e formação sociopolítica até assistência emergencial. Também gerenciam projetos, organizam atividades culturais e, claro, promovem a geração de renda para suas integrantes.

A Festa Sem Fronteiras é uma excelente oportunidade para apoiar o trabalho dessas mulheres incríveis e vivenciar a riqueza de suas origens. “A Festa Sem Fronteiras é para celebrar a interculturalidade de pessoas que são de outros países e que moram em BH. É uma troca intercultural que pessoas imigrantes trazem para BH, com gastronomia, idiomas e culturas. E, dentro do coletivo, queremos fomentar a geração de renda dessas mulheres, trazendo o que há de mais tradicional na cultura delas”, explica Jameny Sarmiento, representante do Coletivo Cio da Terra, natural do Peru e residente em Belo Horizonte há 35 anos.

Sabores e Cores do Mundo
Entre as expositoras, destacam-se duas mulheres que, com suas criações, trazem um pedaço de suas terras natais para Belo Horizonte. Na gastronomia, Carolina Pizarro Gaete, da La Chilenita BH, promete encantar o público com suas empanadas chilenas de massa artesanal.

“Minha história com a gastronomia começou em 2017 por sentir saudades dos sabores típicos da minha terra que aqui em Belo Horizonte não tinha. E uma das comidas que são muito fortes lá no Chile são precisamente as empanadas. Foi então que comecei de uma forma bem despretensiosa a fazer empanadas chilenas primeiro pra mim, depois para a minha família, meus amigos e depois foi crescendo aos pouquinhos, até passar a conquistar clientes. Esta será a minha primeira participação na rua, enquanto evento grande por meio do Coletivo”, relata Carolina Pizarro.

No universo do artesanato, a criatividade de Gracia Wanatu Babutanga, proprietária da loja online Oshu, se manifesta em roupas e acessórios confeccionados com tecidos importados da República Democrática do Congo, sua terra natal. Gracia, que mora em Belo Horizonte há uma década para estudar, encontrou no artesanato uma forma de expressar sua cultura.

“Na época de faculdade, queria mostrar um pouco da minha cultura, da minha história e como não tinha muita coisa para mostrar, não tinha muito material e nem exemplo de roupas, decidi com tecidos africanos, a fazer peças. Foi aí que decidi estudar mais sobre artesanato. Hoje faço brincos, roupas, bolsas e levo para as feiras realizadas pelo Cio da Terra e vendo pela minha loja virtual e no Instagram”, conta Gracia.

Evento terá palco de encontros e ritmos

Para completar a experiência, o palco da Festa Sem Fronteiras será embalado por uma programação musical de peso. O Duo Latino Yina Areiza & Edu Santos trará um repertório que eleva a riqueza da arte e a pluralidade de sons, unindo a voz da cantora colombiana Yina Areiza com o conhecimento do músico e pesquisador de ritmos latino-americanos Edu Santos.

A DJ chilena Amaranta apresentará o melhor da cena eletrônica. Já o DJ nicaraguense DJ Rizo transformará a rua em uma pista de ritmos latinos e caribenhos, garantindo que ninguém fique parado.

Este projeto é realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte. Não perca a oportunidade de mergulhar em um dia de celebração da diversidade, do empreendedorismo e da solidariedade. Todo o evento terá a entrada gratuita.

Adota BH: mais de 300 animais buscam guarda responsável

Criado pela Prefeitura de Belo Horizonte, o Adota BH disponibiliza mais de 300 animais para adoção. O programa da Secretaria Municipal de Meio Ambiente reúne cidadãos, protetores independentes, Organizações da Sociedade Civil (OSCs) e órgãos públicos em uma rede compartilhada com o propósito de aproximar os bichos que necessitam de acolhimento de quem tem condições de acolhê-los. Os interessados devem acessar o link do Adota BH.

Entre os animais disponíveis para adoção estão os que ficam sob cuidados dos espaços públicos, como o Centro de Controle de Zoonoses e os parques municipais. “Cada animal adotado é um compromisso que a cidade assume com a vida. É um projeto que reflete a gestão do prefeito Álvaro Damião, sempre atento e presente nas pautas do bem-estar animal. O cuidado com os bichos não é periférico, é parte do projeto de cidade que construímos todos os dias”, afirma Maria Clara Rêgo, subsecretária de Bem-Estar Animal.

O Adota BH conecta, educa, transforma e humaniza. Os servidores públicos e voluntários que trabalham diretamente com os animais destacam que cada adoção é uma celebração. Desde que foi criado, em julho de 2024, o programa viabilizou 64 adoções, e a meta é ampliar esse número.

É um fluxo que não para e um desafio que só pode ser vencido com mais pessoas conscientes, mais famílias dispostas a adotar. “Cada um desses números é um reencontro entre destino e chance. Não estamos falando de estatísticas, estamos falando de nomes, de histórias, de lares que se constroem com os pequenos que estão sendo acolhidos. Ainda precisamos de mais pessoas conscientes, porque sempre estão chegando novos animais”, destaca Maria Clara.

Ao estimular a guarda responsável e oferecer suporte ao controle populacional ético, com campanhas de castração e educação ambiental continuada, o projeto também contribui para a redução de acidentes, controle de zoonoses e a preservação da fauna local. O abandono de espécies exóticas e domésticas gera desequilíbrios ambientais profundos, colocando em risco não apenas os animais, mas também a segurança sanitária e biodiversidade da cidade.