Anacrônico completa 20 anos com relançamento em vinil

Pitty, a maior roqueira do Brasil, iniciou sua carreira solo em 2003, quando lançou o já clássico “Admirável Chip Novo”, que fez muito sucesso, apontando a cantora e compositora como uma revelação da música nacional.

Dois anos depois, ela lançou “Anacrônico” e surpreendeu o público e a mídia especializada com um disco mais pesado, com mais guitarras e hits inesquecíveis cantados até hoje pelo público como “Memórias”, “Anacrônico”, “Brinquedo Torto” e o sucesso absoluto “Na sua Estante”.

O segundo álbum de Pitty se consagrou como artista singular, inovador e o maior nome do rock de sua geração. Com produção de Rafael Ramos, que já havia produzido “Admirável Chip Novo”, “Anacrônico” foi masterizado em Los Angeles por Brian Gardner, que já trabalhou com David Bowie e Foo Fighters.

Este ano “Anacrônico” está completando 20 anos e, para comemorar, o Deck relança esse título em CD, vinil e cassete.

Link para compra: https://linktr.ee/anacronico_pitty

Festival Viola Caipira prorroga inscrições até 18 de julho

A segunda edição do Festival Viola Caipira – o Som das Minas Gerais, que será realizado em São Lourenço entre os dias 24 e 27 de julho, prorrogou inscrições até 18 de julho para a participação de artistas no concurso de viola que acontecerá durante o evento. Os interessados em se apresentar devem se inscrever pelo formulário presente no link www.realizaminas.com.br/festivalviolacaipira/, anexando todos os documentos solicitados no edital divulgado no site.

O 2º Festival Viola Caipira de São Lourenço é patrocinado pela CEMIG, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais. Tem o apoio da Prefeitura Municipal de São Lourenço e realização da Realiza Cursos e Treinamentos e do Governo de Minas Gerais.

O Festival foi criado com o objetivo de promover a cultura musical da Viola Caipira, resgatando e difundindo os saberes, linguagens e expressões musicais desse patrimônio mineiro. Ele acontece na Praça João Lage, tem entrada gratuita e é acessível.

Cada participante poderá se inscrever no máximo com duas músicas, lembrando que as mesmas deverão ser do cancioneiro raiz da viola caipira, no formato dupla caipira. As fases eliminatórias serão realizadas nos dias 25 e 26 de julho e a final no dia 27 de julho. A premiação total será de R$16.500,00 (dezesseis mil e quinhentos reais). Sendo pago R$7.000,00 (sete mil reais) para o 1º lugar, R$4.000.00 (quatro mil reais) para 2º lugar e R$3.000.00 (três mil reais) para 3º lugar. O artistas que ficarem em 4º e 5º lugar também receberão prêmios em dinheiro

Durante o concurso, serão julgadas a afinação, a instrumentação e a interpretação dos artistas, sendo que não serão aceitas músicas autorais. Até 20 músicas serão selecionadas para serem interpretadas no dia 25 de julho e até 20 músicas para o dia 26 de julho. 12 músicas serão apresentadas no dia da final, 27 de julho.

De acordo com uma das realizadoras do evento, Rebecca Geyerhahn Côrtes, o festival já é uma referência no Sul de Minas por valorizar e celebrar a viola caipira, além de ser um evento animado e divertido. “Chegou a hora de repetirmos o sucesso da primeira edição do festival, que contou com a presença de vários talentos da música caipira. A viola é patrimônio dos mineiros e devemos valorizá-la com ações como essa. Queremos bater o recorde de público do ano passado e receber mais de 5 mil pessoas na nossa festa, e que moradores e turistas possam se divertir e se emocionar com as apresentações de 2025”.

Ela lembra também que a cidade receberá muitos turistas em São Lourenço para o festival, movimentando o comércio e a economia local, gerando emprego e renda para a população. A programação do festival contará com shows culturais e praça de alimentação com comidas de boteco e típicas de Minas.

Programação

 25 DE JULHO – SEXTA-FEIRA

18h:  Solenidade de Abertura

18h30: Show Orquestra de Violeiros de São Lourenço

19h30: Apresentação do primeiro grupo de duplas de Viola Caipira

22h: Show com Adriana Farias e Banda

26 DE JULHO – SÁBADO

18h30: Apresentação Orquestra de Violas Arquinense e de Cássia

19h30: Apresentação do segundo grupo de duplas de Viola Caipira

22h: Show com a dupla Edivan e Gisele e banda

 

27 DE JULHO – DOMINGO

18h: Abertura da Final do Festival com show de viola

20h: Apresentação das 10 duplas finalistas

21h30: Entrega da premiação e Show de Encerramento

Arena da Cultura abre 2.500 vagas para cursos gratuitos

A Prefeitura de Belo Horizonte abriu inscrições para as atividades gratuitas de formação artística e cultural da Escola Livre de Artes Arena da Cultura – ELA-Arena. As aulas são ofertadas em formato presencial, em 24 unidades culturais de todas as regionais de Belo Horizonte, e em formato virtual, por meio da Escola Expandida. Para o segundo semestre de 2025, a ELA-Arena oferece cerca de 2.500 vagas nas áreas de Artes Visuais, Audiovisual, Bastidores das Artes, Circo, Dança, Design Popular, Gestão e Produção Cultural, Música, Patrimônio Cultural e Teatro, para todas as faixas etárias, além dos Encontros de Brinquedos e Brincadeiras e estudos sobre cultura da infância.

As inscrições para as atividades são gratuitas e podem ser feitas até dois dias úteis antes da aula inaugural ou durante as primeiras semanas de aula, caso haja vagas. O link para inscrição, bem como a relação de todas as atividades disponíveis e as respectivas datas, podem ser acessados no Portal da PBH. A Escola Livre de Artes Arena da Cultura integra a política cultural do município desenvolvida pela Secretaria Municipal de Cultura e Fundação Municipal de Cultura.

Ao todo, são ofertadas mais de 130 ações de formação artística e cultural, entre rodas de conversa, workshops, laboratórios de pesquisa, minicurso e oficinas, além dos módulos dos cursos de longa duração e do módulo Transversal, que contempla conteúdos de diversas áreas abrangidas pela ELA-Arena em uma só atividade. As aulas on-line continuam sendo ministradas pela plataforma de Educação Aberta a Distância – EAD, desenvolvida pela Prefeitura.

Em 2025, a Escola Livre de Artes segue ampliando e qualificando sua política descentralizada de formação, oferecendo mais de 60 ações formativas nos 17 Centros Culturais da cidade. Também há oferta de atividades no Centro de Referência da Cultura Popular e Tradicional Lagoa do Nado – CRCP e no Centro de Referência das Juventudes, incluindo a área circense, que historicamente tem ações na unidade. Também são oferecidas ações em parceria com o Museu da Moda de Belo Horizonte, na área de Bastidores das Artes, com o Centro de Referência da Dança, com a realização de atividades na área de Dança, com o Cine Santa Tereza, a Biblioteca Pública Infantil e Juvenil e com o Núcleo de Formação e Criação Artística e Cultural – NUFAC.

Os interessados em participar das ações formativas, que têm vagas limitadas, devem ter idade a partir de 14 anos. Também há atividades com acesso para todas as idades e ações específicas para crianças.  Caso o número de inscritos exceda o número de vagas disponíveis, será feita uma seleção pautada pelos critérios de assiduidade, pontualidade, presença qualificada e contribuição para o grupo de trabalho nos primeiros encontros, além de critérios específicos de cada área artística e cultural no caso dos cursos de longa duração.

ESCOLA EXPANDIDA

A Escola Expandida, abordagem de ensino à distância da ELA-Arena, começou a ser conceituada pela equipe da Escola no mês de março de 2020, logo no início da pandemia da Covid-19 no Brasil. A concretização da abordagem se deu com a definição pela utilização da Plataforma de Educação Aberta à Distância – EAD da Prefeitura de Belo Horizonte (ead.pbh.gov.br). A ferramenta, desenvolvida pela PRODABEL – Empresa de Informática e Informação do Município de Belo Horizonte – oferece um conjunto de possibilidades que favorece a interatividade entre docentes e discentes, a troca de conhecimentos entre os participantes e a transmissão de saberes, a exemplo dos encontros on-line (sessões de aula ao vivo), chats e fóruns de participação.

SOBRE A ELA-ARENA

Criada em 2014, a Escola Livre de Artes Arena da Cultura consolida o projeto Arena da Cultura. A Escola desenvolve atualmente cursos e oficinas em 10 áreas artísticas e culturais. Cada uma destas áreas conta com um coordenador que é responsável por propor, acompanhar e avaliar os trabalhos desenvolvidos pelos alunos. A ELA-Arena dispõe, ainda, de uma equipe pedagógica formada por profissionais que dinamizam os processos formativos, conceituais e metodológicos. Estes educadores promovem uma reflexão permanente em cada uma das áreas de atuação da Escola, visando o aprimoramento do ciclo formativo. Nos últimos anos a ELA-Arena vem se destacando como uma das mais importantes escolas públicas e gratuitas de formação artística e cultural do país.

SERVIÇO

Inscrições 2º Semestre de 2025 – Escola Livre de Artes Arena da Cultura

 

Prazo: A partir de 10 de julho de 2025 até 2 dias antes da aula inaugural de cada curso

Cursos disponíveis e datas de realização: www.pbh.gov.br/escolalivredeartes

 

INSCRIÇÕES GRATUITAS

 

Informações para o público: [email protected] – (31) 3277-4644 / 4656

Dude São Thiago apresenta O Sexo do Vento em BH

Cantor e ator, Dude São Thiago acaba de lançar seu álbum de estreia, O Sexo do Vento, fruto do espetáculo homônimo apresentado em São Paulo em 2023. Nele, apresenta uma mistura de releituras de canções consagradas da música brasileira e textos inéditos escritos por Dude. Concebido como um livro de canções, o espetáculo convida o público a uma experiência diferenciada dos tempos atuais, onde música e poética se entrelaçam de forma contínua.

Para celebrar o disco, já disponível em todas as plataformas digitais, Dude reestreia o espetáculo que acaba de realizar uma temporada de sucesso em São Paulo, e agora chega a Belo Horizonte, nos dias 25 e 26 de julho, às 20h, no Galpão 3 do Complexo Funarte (Centro).

O título foi inspirado na música Invento , do gaúcho Vitor Ramil, que fala da potência de movimento trazida pelos ventos e está presente no repertório. Cara conta que “ é uma provocação para a ambiguidade do mundo – afinal, qual seria o sexo do vento? ”. Para compor a narrativa do espetáculo, Dude costura canções como O que será (à flor da pele), de Chico Buarque; Cais e Conversando no Bar, de Milton Nascimento; O Charme do Mundo e Grávida , de Marina Lima; Magrelinha, de Luiz Melodia, dentre muitos outros. Destaque também para Cabaré, de João Bosco e Aldir Blanc, que ganhou um videoclipe com direção de Emerson de Lucca Brandt, disponível no canal YouTube de Dude.

Com uma encenação concebida a partir de quatro cenas – Denúncia, Fe(me)nino, Milagre e Invenção, a proposta do espetáculo é contar “a história de como contamos nossas histórias”, afirma o artista que estará no palco acompanhado por uma banda formada pelos músicos Iuri Salvagnini (piano), Billy Magno (sopros) e Adriano Busko (percussão).

“Não é um show, pois tem um tanto de teatro; não é uma peça, pois tem algo de récita. É nessa brecha identitária que se dá o acontecimento cênico, um rito ao encontro com uma chance de futuro”, elabora Dude. “A inspiração foi, de fato, uma necessidade de olhar o mundo de forma diferente e fazer um resgate da poesia”, diz.

O Sexo do Vento tem direção musical e arranjos do pianista Iuri Salvagnini , direção de movimento de Tutu Morasi, supervisão cênica do ator e diretor João Paulo Lorenzon e mentoria artística da cantora, compositora e poeta Ana Luiza .

” Quando músicas que conhecemos tão bem são colocadas lado a lado dentro de uma narrativa, é como se elas voltassem a ser inéditas. Meu desejo é trazer o foco de volta para a canção, que é filha de duas mães: a música e a poesia “, compartilha o cantor.

Cara aposta na poesia como uma poderosa forma de subversão e com ela expõe questões como a masculinidade, as violências do patriarcado, preconceitos e exclusões que ele produz, o materialismo, mas também para celebrar a resiliência transformadora do amor, o feminino e a liberdade. Para o artista, o trabalho busca uma proposta de utopia, uma singela contribuição para os nossos sonhos.

“O Sexo do Vento” celebra a inventividade da vida e sua transformação poética em amor, convida o público à reflexão com toda a calma que falta nos dias de hoje.

SINOPSE

Através de canções célebres da MPB e textos poéticos inéditos, o ator e cantor Dude São Thiago propõe uma verdadeira travessia neste monólogo musical. O espetáculo parte de uma denúncia dos sistemas viciosos que oprimem nossos laços, liberdade e criatividade, e aponta para um futuro utópico em que a humanidade possa se reinventar com reforços, sensibilidade e amor. No repertório, composições de Marina Lima, Chico Buarque, Vinicius Calderoni, João Bosco, Vitor Ramil e outros grandes nomes da música brasileira.

Serviço

Espetáculo “O Sexo do Vento”, de Dude São Thiago

Datas : 25 e 26 de julho de 2025 – sexta e sábado

Horário : 20h

Local : Galpão 3 – Complexo FUNARTE BH

Endereço : R. Januária, 68 (Centro)

Duração : 80 minutos

Capacidade : 100 lugares

Classificação : 14 anos

Ingressos : R$ 60,00 (R$ 30,00, meia entrada) via Sympla

https://www.sympla.com.br/produtor/dudesaothiago

Costela no Spoleto: nova campanha une sabor e tradição

A partir de 10 de julho, o Spoleto — marca líder de mercado, maior rede de franquias de comida italiana do Brasil e parte do Grupo Trigo — apresenta o novo protagonista da temporada: a costela bovina. Com foco em sabores intensos, a rede lança quatro pratos exclusivos que combinam massas artesanais com a suculência da costela desfiada.
“A campanha foi idealizada para oferecer refeições diferentes, versáteis e sofisticadas. Queremos democratizar a boa culinária ao apostar em pratos com ingredientes premium, que agradam paladares diferentes e que contam com a qualidade que está no nosso DNA”, comenta Carolina Kinzel, Gerente de Marketing do Spoleto.
A campanha apresenta quatro pratos especiais preparados com costela bovina desfiada. O Fettuccine com Costela sai por R$32,90, o Ravioli recheado de Costela custa R$35,90, enquanto o Nhoque com Costela sai por R$39,90. Já a opção da Lasanha de Costela sai por R$42,90. Quem desejar, pode incluir uma Coca-Cola lata por mais R$5,00.
Além disso, os clientes poderão acrescentar 100g de costela bovina desfiada a qualquer prato do cardápio por R$12,90. Vale destacar que os preços promocionais são válidos apenas nas lojas físicas, não contemplando entrega ou unidades em aeroportos.
Vale ressaltar ainda que o Spoleto possui programa de relacionamento, o “Mio”, que garante benefícios exclusivos e cashbacks de até 20% para os clientes, de acordo com o volume de compras realizadas nos canais oficiais da rede (loja física e site oficial). Mais informações sobre os restaurantes e delivery em: www.spoleto.com.br .

Rosa Amarela canta ancestralidade e cultura cigana em SP

E as comemorações pelo tempo de Santa Sara continuam! O Duo Rosa Amarela aporta em São Paulo com sua caravana cheia de fé, canto e ancestralidade. No dia 24 de julho, quinta-feira, o público vai poder viver uma noite especial no Teatro das Artes, com o show ODARA – homenagem ao povo cigano.

A apresentação celebra a força e o encanto de Santa Sara Kali, padroeira dos ciganos, e promete tocar o coração com músicas autorais que misturam reza, poesia e muita brasilidade. No palco, Pris Mariano e Rodrigo Di Castro conduzem essa experiência sensível e poderosa.

O Rosa Amarela vem conquistando cada vez mais espaço na cena musical independente com sua arte que cura, acolhe e conecta. Já são mais de 58 milhões de visualizações no YouTube e 119 mil seguidores no Instagram. Seu clipe “Porta do Cruzeiro” já passou pelo TVZ do Multishow e pelo Canal Bis, com mensagens de fé e beleza.

Além da música, a Pris também é criadora da Casa da Benzedeira, uma das maiores comunidades de espiritualidade popular nas redes, com mais de 428 mil seguidores só no Instagram.

O show Odara é uma homenagem sincera e cheia de axé à cultura cigana. Uma oportunidade única de viver uma noite especial em São Paulo!

Serviço
Show ODARA – Rosa Amarela
24 de julho de 2025 (quarta-feira)
Teatro das Artes – Shopping Eldorado – São Paulo (SP)
Ingressos: eventim.com.br/event/duo-rosa-amarela-show-odara-teatro-das-artes-20182034

Sesc Geek 2025 celebra cultura coreana e japonesa em BH

O Sistema Fecomércio MG, por meio do Sesc em Minas, realiza neste domingo (20/7), no Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1.046, Centro – Belo Horizonte), a primeira edição de 2025 do Sesc Geek, evento dedicado à valorização da cultura geek em suas diversas expressões. A programação destaca as culturas coreana e japonesa, com atrações que combinam dança, música, jogos , cosplay e experiências imersivas.
Com atividades que ocupam todos os espaços do Sesc Palladium – Grande Teatro, foyers, Teatro de Bolso, Cinema e Mezanino –, o evento é voltado para jovens, pessoas adultas e praticantes amadores, amadoras e profissionais, além de fãs do universo geek e da cultura pop asiática. Os ingressos têm preços entre R$ 20 e R$ 50 e estão disponíveis na plataforma Sympla neste link .
Destaques da programação
Entre os destaques do Sesc Geek está o tradicional concurso de cosplay , que contemplará quem ficará nos três primeiros lugares. Também haverá torneios dos jogos Street Fighter 6 e Just Dance – Especial K-pop, com premiação em dinheiro.
No Grande Teatro, o público poderá conhecer o trabalho da influenciadora e artista Maypi Takeyama, que também será mestra de cerimônias do evento. Um dos destaques da programação é o mestre da mente, hipnotista, mágico e influenciador Pyong Lee, que faz um show de mágica e hipnose. Outra atração é a bailarina e cantora Clarice Matsunaga, reconhecida por seu trabalho que é uma dança e folclore japonês.
A Orquestra de Câmara Sesc também apresenta trilhas de K-pop, K-dramas, animes e temas clássicos da cultura geek . O encerramento no Grande Teatro será com o cantor Ricardo Cruz, único estrangeiro integrante do grupo japonês JAM Project e voz de temas de animes como One-Punch Man e Saint Seiya.
Nos outros espaços do Sesc Palladium, a programação inclui painéis, bate-papos, oficinas, shows e exibições audiovisuais. O foyer de Augusto de Lima recebe o BNK Dance Union, com competições de dança K-pop. O Cinema terá mostra de produções coreanas e participação da influenciada Duda Persson, comentarista sobre k-dramas nas redes sociais. Já no Teatro de Bolso, o Chatelaine Podcast recebeu convidados e convidadas em uma série de conversas sobre o cenário atual da cultura pop asiática.
O Espaço Play estará aberto durante todo o evento com jogos eletrônicos, atividades temáticas, karaokê e workshops, incluindo torneios com premiações. A área de alimentação e as lojas geeks também integraram o evento, oferecendo produtos e sabores das culturas coreana e japonesa.

Eduardo Moreira e filha estreiam peça Ainda Estou Aqui

A Mostra Criações, novo eixo do Festival SESI em Cena 2025, apresenta, de 26 a 29 de julho, às 19h e 21h, no Teatro de Bolso do Centro Cultural Sesiminas BH, o espetáculo DAS DING — criação que atravessa os limites entre teatro e cinema, memória e ficção. A montagem marca a colaboração inédita entre Bárbara Luz e Eduardo Moreira, filha e pai, com direção de Marcelo Castro e Filipe Lampejo, e direção cinematográfica de Hugo Haddad. Os ingressos, a R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia), estão à venda na plataforma Sympla (bit.ly/_dasding) e na bilheteria do teatro. A apresentação do dia 26 de julho contará com interpretação em Libras.

No dia 23 de julho, das 19h às 22h, no auditório do 4º andar do Centro Cultural Sesiminas BH, os artistas ministram uma oficina gratuita sobre o processo criativo, intitulada “Das Ding: entre cena e câmera”. As inscrições às 20 vagas estão abertas no site e nas redes sociais do SESI Cultura.

DAS DING parte de um texto inédito da escritora e dramaturga Paloma Vidal e acompanha pai e filha — interpretados por Eduardo Moreira e Bárbara Luz, que também vivem essa relação fora da cena —, em um percurso aparentemente simples: o transporte de um colchão por cinco quarteirões. O gesto cotidiano se desdobra em camadas de silêncio, lembrança e reflexão. A proposta articula presença cênica e linguagem audiovisual, numa experiência que amplia os formatos tradicionais da cena. O que carregamos, de fato, quando movemos algo de um lugar a outro?

A atriz Bárbara Luz destaca que fazer uma peça com o pai é um sonho de muitos anos. “Desde pequena, admiro o trabalho dele, e, para mim, é uma honra aprender ao seu lado. Sinto que Das Ding tem nos permitido explorar diferentes relações entre um pai e uma filha, e, de certa forma, estreitar nossos laços familiares e profissionais. Nesse processo, aprendo muito sobre o ofício e o fazer teatral, e reafirmo meu desejo de trabalhar no teatro, e de ser atriz. Tudo isso muito bem acompanhado e amparado por pessoas que adoro e admiro”.

Para o ator Eduardo Moreira, o projeto de montagem de Das Ding lhe possibilita aprofundar a parceria com artistas como Marcelo Castro, Filipe Lampejo e Rodrigo Marçal. “Além disso, finalmente, concretizo a realização de uma peça sobre a relação entre pai e filha, com Bárbara Luz, minha filha na vida real. Esse ‘não lugar’ de Das Ding, entre o cinema e o teatro, a realidade e a ficção, o fenômeno e a coisa em si, traz, para mim, perguntas bastante desafiadoras”, completa.

Com a palavra, os diretores

“Tem coisas que nos escolhem. Das Ding veio assim: por caminhos mágicos, inesperados. O livro da Paloma Vidal caiu em minhas mãos por acaso, mas era como se já soubesse onde queria chegar. Na primeira leitura, na casa do Eduardo e da Bárbara, sentimos que havia algo ali muito íntimo e especial. Um texto sutil, cheio de pausas e silêncios, em que os personagens, pai e filha, tentam se comunicar — e, agora, ganha vida, justamente, com um pai e uma filha reais em cena. Em alguns ensaios, levei minha filha, de nove anos, comigo. Ela observava tudo, em silêncio, atenta. Em alguns momentos, ria, fazia perguntas difíceis. Ver Eduardo e Bárbara atuando juntos no palco me comove como artista e como pai. Essa peça abriu uma fresta entre o teatro e a vida, e foi por ela que resolvemos entrar”, destaca o diretor Marcelo Castro.

“DAS DING marca minha estreia como diretor, e tem sido uma experiência transformadora. O convite partiu de Marcelo Castro, amigo e parceiro de criação, com quem compartilho o desejo da criação e da experimentação de linguagens. O ponto de partida foi o texto inédito de Paloma Vidal, escrita potente e delicada, que nos propôs um desafio instigante: como dar forma e corpo ao que escapa à linguagem? A relação com os atores, Eduardo Moreira e Bárbara Luz, tem sido um dos pilares do processo, marcada por escuta, generosidade e troca contínua. Ao cruzarmos presença cênica e linguagem audiovisual, buscamos expandir a materialidade da cena e abrir espaço para o que se diz no silêncio, no gesto e na imagem”, ressalta o diretor Filipe Lampejo.

Sinopse do espetáculo

Em DAS DING, pai e filha atravessam a cidade carregando um colchão. Primeiro em filme, depois no palco, o espetáculo se constrói como uma travessia entre o visível e o indizível, entre o peso do objeto e o que ele carrega de memória, desejo e dor. O colchão torna-se centro e resto, abrigo e obstáculo. Inspirado em conceitos de Lacan e Kant, mas com linguagem sensível e acessível, DAS DING investiga o que há de mais íntimo e estranho entre duas pessoas que se amam, mas não sabem como se dizer. No palco, Eduardo Moreira e Bárbara Luz — pai e filha na vida real — percorrem esse território de afetos, silêncio e tentativas. A peça é dirigida por Marcelo Castro e Filipe Lampejo, com direção audiovisual de Hugo Haddad.

DAS DING

 “DAS DING” é uma expressão em alemão que significa ‘a Coisa’. O conceito é usado pelo psicanalista Jacques Lacan, para falar daquilo que é tão íntimo e tão profundo em nós, que não conseguimos expressar em palavras. É como uma ferida, uma ausência, ou uma lembrança muito forte que a gente sente, mas não sabe bem de onde vem — e muito menos consegue explicar. Está dentro da gente, mas é estranho. Está presente, mas escapa. Na peça, o colchão é uma imagem dessa Coisa: ele está entre os dois personagens (pai e filha), tem peso, tem memória, tem marcas — mas não é dito diretamente o que ele representa. Eles carregam esse colchão como quem carrega algo da vida que ainda não se conseguiu entender ou superar. A peça mostra dois personagens tentando fazer uma coisa simples: levar um colchão de uma casa a outra. Mas, enquanto fazem isso, conversam sobre suas vidas, suas dores, seus fracassos, sua história em comum. Aos poucos, percebe-se que eles estão tentando carregar não só um colchão, mas algo muito mais pesado: a tentativa de se entenderem, de dizer o que nunca foi dito, de lidar com coisas mal resolvidas. É isso que não consegue ser dito, mas está ali o tempo todo — essa é a Coisa.

Os artistas

 Bárbara Luz

Jovem atriz brasileira, nascida em Belo Horizonte, Minas Gerais. Ela é filha dos atores Inês Peixoto e Eduardo Moreira, do renomado Grupo Galpão. Bárbara começou sua carreira ainda criança, com o filme “O Menino no Espelho”. No cinema, participou de filmes como “Unicórnio”, “A Primeira Perda da Minha Vida”, “Cinco da Tarde”, “O Silêncio de Eva”. Na televisão, participou da série “Santo Maldito”, do canal Disney+. Seu trabalho mais conhecido é a interpretação de Nalu no filme “Ainda Estou Aqui”, de Walter Salles, vencedor do primeiro Oscar brasileiro. Pela personagem Nalu, ela recebeu uma indicação de Melhor Atriz Coadjuvante no Prêmio Grande Otelo. Atualmente, Bárbara estuda teatro em Paris, na França.

Eduardo Moreira

Ator, diretor, dramaturgo e um dos fundadores do Grupo Galpão, onde atua, também, como diretor artístico. No próprio grupo, dirigiu o espetáculo “Um Molière imaginário” e atuou como assistente de direção em diversas montagens. No Galpão Cine Horto, assinou a direção de “Por toda a minha vida” e “Circo do lixo”. Ao longo dos anos, colaborou com importantes grupos teatrais do Brasil: dirigiu os espetáculos “Muito barulho por quase nada” e “O casamento do pequeno burguês”, com o grupo Clowns de Shakespeare (Natal-RN); “Um dia ouvi a lua” e “The bichos”, com os grupos Teatro da Cidade e Teatro d’Aldeia (São José dos Campos-SP); “Por de dentro” e “#preciosas”, com o Grupontapé (Uberlândia-MG); e, em Belo Horizonte, realizou as montagens “Como a gente gosta”, “Ópera do sabão” e “Engenho de dentro”, com o grupo Maria Cutia, além de parcerias com o grupo Malarrumada. No cinema, atuou em produções de destaque, como “O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias”, de Cao Hamburger, “Batismo de Sangue” e “O Lodo”, de Helvécio Ratton, “Mutum”, de Sandra Kogut, “Antes que o Mundo Acabe, de Ana Luiza Azevedo, “Moscou”, de Eduardo Coutinho, “Joaquim”, de Marcelo Gomes, e “Ato”, de Bárbara Paz. Também participou de diversos curtas-metragens, como “O Crime da Atriz” (Elza Cataldo), “Rua da Amargura” (Rafael Conde), “Para Tchékhov” (Inês Peixoto) e “No Andar de Baixo” (Leonardo Catapreta), além de dirigir o curta “Tricoteios”. Na televisão, além de participações em novelas, minisséries e especiais, atuou na minissérie “A Menina sem Qualidades”, dirigida por Felipe Hirsch, e no especial “A Paixão Segundo Ouro Preto”. Como dramaturgo, escreveu os textos “NÓS e OUTROS”, em parceria com Marcio Abreu, e “De Tempos Somos”, do Grupo Galpão. Também realizou diversas adaptações, entre elas “Iago, o Elogio da Vingança”, “Engenho de Dentro”, “Circo do Lixo” e “Carta ao Pai”. Tem, ainda, uma longa trajetória como locutor em filmes, programas culturais e peças publicitárias para rádio e TV.

Os diretores

 Marcelo Castro

Artista transdisciplinar, Mestre em Práticas Cênicas e Cultura Visual pela UCLM/Museu Reina Sofia, em Madrid, na Espanha. Recentemente, concluiu o Programa Avançado de Criação em Artes Performativas, Fórum Dança, em Lisboa, Portugal. Realiza trabalhos em fotografia, audiovisual, peças radiofônicas e performance art. Em 2023, foi selecionado, em parceria com André Baumecker, com o projeto Núcleo Nômade de Fotografia, para receber o 4º Prêmio Décio Noviello de Artes Visuais e Fotografia.

Filipe Lampejo

Artista gráfico e diretor criativo, com atuação centrada na experimentação da linguagem visual e na criação de narrativas gráficas contemporâneas em múltiplos formatos — como cartazes, livros, bandeiras e suportes digitais. Sua obra tem forte diálogo com o universo das artes cênicas e da música, e seus cartazes já divulgaram festivais e trabalhos de artistas do teatro, do cinema e da música brasileira. Desde 2018, assina a identidade visual das peças do Grupo Galpão, sendo o cartaz do espetáculo “Quer ver escuta” premiado em primeiro lugar na categoria pôster no Brasil Design Award. Em 2012, foi indicado ao Grammy Latino, na categoria de Melhor Projeto Gráfico, pelo álbum “Abaporu”, da cantora Laura Lopes. Ao lado de João Marcelo Emediato, representou o design brasileiro no -ING Creative Festival, em Dubai, e teve o trabalho “Breves Bandeiras” exibido no festival BONDE.br, em Nova Iorque. Já participou, por cinco vezes, da Bienal Brasileira de Design Gráfico. Em 2019, lançou seu primeiro livro, “Jabuticaba”, pela editora Impressões de Minas, resultado de pesquisa entre palavra e imagem. Em 2022, concebeu e dirigiu com Vinícius de Souza a série de videorretratos “Muitos Anos de Vida”, com o Grupo Galpão, e atuou, como diretor criativo, do show Vício Inerente, da artista Marina Sena.

A autora

Paloma Vidal é escritora, dramaturga, tradutora e professora. Nascida na Argentina e radicada no Brasil, sua obra transita entre diferentes gêneros — da prosa à cena, do ensaio à performance —, explorando temas como memória, deslocamento e linguagem. É autora de romances, contos e peças teatrais, além de traduzir nomes como Clarice Lispector e Margo Glantz. Atualmente, é professora de Teoria Literária na UNIFESP.

Sobre a Mostra Criações

A Mostra Criações é uma iniciativa do SESI Cultura, que integra o Festival SESI em Cena 2025, com foco na produção artística original desenvolvida dentro da própria estrutura do festival. O projeto propõe um ambiente de residência, experimentação e estreia, reunindo diferentes linguagens e ampliando o papel do Centro Cultural SESIMINAS como espaço de criação ativa. O espetáculo DAS DING é a segunda atração da mostra, aberta, em maio, com Burburinho, criação da quasecia.

SERVIÇO:

Das Ding – Bárbara Luz e Eduardo Moreira
Datas:
 26 a 29 de julho (sábado a terça-feira)
Horário: 19h e 21h (duas sessões/dia)
Local: Teatro de Bolso – Centro Cultural SESIMINAS BH
Ingressos: R$ 20 (inteira) / R$ 10 (meia)
Sessão acessível com intérprete de Libras: 26/07
Oficina gratuita: 23/07 (quarta-feira), das 19h às 22h (inscrições em breve no site e redes sociais do SESI Cultura)
Classificação indicativa: 14 anos
Duração: 60 minutos

Link do vídeo: https://vimeo.com/1086560829/bb9be7196a?share=copy

Link de fotos: https://drive.google.com/drive/folders/1fjEPgNbFGnlgNfSkDcAbCj1q2kbtuWVu

 

Receita: coxa com ervas e arroz com açafrão nutritivo

COXA E SOBRECOXA DESOSSADA COM ERVAS
Ingredientes:
4 coxas e sobrecoxas desossadas
50 gramas de salsa desidratada
1 colher de sopa de orégano
30 gramas de ervas finas
1 colher de café de alho picado
30 gramas de alecrim desidratado
2 colheres de sopa de mostarda
100ml de azeite
2 colheres de café de tempero sem pimenta
2 colheres de café de pimenta do reino

Modo de Preparo:
Em uma travessa, coloque a coxa e sobrecoxa, a mostarda, o alho picadinho, o tempero sem pimenta e a pimenta do reino. Mexa bem e leve para assar em forno aquecido a 180 graus por 20 minutos. Aqueça uma panela e coloque o azeite, o orégano, a salsa desidratada, o alecrim desidratado e a ervas finas. Deixe alguns minutos cozinhando e regue as coxas e sobrecoxas já assadas.

ARROZ COM AÇAFRÃO
Ingredientes:
1 colher de sopa de manteiga
2 colheres de chá de açafrão
300 gramas de arroz branco cozido
1 caixa de creme de leite

Modo de Preparo:
Em uma panela, coloque a manteiga, o açafrão e por último o arroz branco cozido misture bem.

Montagem:
Enforme o arroz com o auxílio de um recipiente redondo, como um ramequim. No prato, coloque o arroz e ao lado a coxa e sobrecoxa assada regada com o molho de ervas. Sirva quente em seguida.

Tempo de preparo: 1 hora

Grau de dificuldade: fácil

Rendimento: 6 porções

Fonte: Água Doce Sabores do Brasil.

Petrópolis está entre os 3 melhores em saneamento no RJ

Os investimentos contínuos em saneamento básico realizados nos últimos anos pela Águas do Imperador colocaram Petrópolis em posição de destaque como o terceiro município com o melhor saneamento básico do estado do Rio de Janeiro e o 30º no Brasil, segundo o Ranking do Saneamento 2024, divulgado pelo Instituto Trata Brasil em parceria com a GO Associados.

Entre os principais indicadores desta 17ª edição do estudo, Petrópolis apresenta 97,31% de cobertura de abastecimento de água, 84,59% de cobertura de esgoto e 100% de tratamento de esgoto coletado, índices que reforçam o compromisso da entrega com a universalização dos serviços.

“Em 2024, inauguramos duas importantes estações de tratamento de esgoto, a ETE Itaipava e a ETE Independência, que ampliam significativamente nossa capacidade de coleta e tratamento. Nosso plano de expansão do sistema de esgotamento sanitário segue avançando, o que vai aumentar ainda mais os índices de cobertura nos próximos anos, além das melhorias constantes na rede de abastecimento de água para reforçar a segurança hídrica para toda a população”, destacou o diretor da Águas do Imperador, João Henrique Tebyriça de Sá.

O estudo, que avalia os 100 municípios mais populosos do país, mostra ainda que Petrópolis se mantém entre as cidades com os menores índices de Perdas na Distribuição (IPD), com 21,41%, bem abaixo da média nacional de 45,43% e dentro da meta estipulada pelo Marco Legal do Saneamento, que é de 25%. O índice de Perdas por Ligação (IPL) também é destaque: Petrópolis ocupa o 3º lugar nacional.

“Conquistar e manter indicadores tão positivos é resultado de planejamento, investimento e muito trabalho. Programas como o Águas de Valor têm sido essenciais no monitoramento e combate às perdas, utilizando tecnologias avançadas, como geofones, para identificar vazamentos com precisão. Esses resultados só são possíveis graças ao envolvimento e integração de cada colaborador da Águas do Imperador”, finalizou João Henrique.