Viação Gontijo impulsiona transformação social no Jequitinhonha

Com mais de 80 anos de história, a Viação Gontijo sempre foi sinônimo de conexão e mobilidade. Mas a atuação da empresa vai além das estradas: no Vale do Jequitinhonha, uma das regiões mais desafiadoras de Minas Gerais, a companhia se tornou parceira de uma iniciativa que transforma vidas. Trata-se do projeto AKA – Time do Vale, que utiliza o esporte como ferramenta de inclusão social e já impactou diretamente mais de 4 mil pessoas, entre jovens, crianças e famílias.

Patrocinadora do projeto, a Gontijo acredita que investir em ações sociais é uma forma de retribuir à sociedade a confiança conquistada ao longo de sua trajetória. No Vale, o apoio da empresa ao AKA tem permitido ampliar atividades esportivas e educacionais que fortalecem a autoestima dos jovens, criam oportunidades e ajudam a construir uma identidade coletiva baseada em valores como disciplina, trabalho em equipe e cidadania.

O AKA – Time do Vale nasceu com o propósito de unir desempenho esportivo a impacto social duradouro. Além de incentivar a prática esportiva, o projeto promove palestras, oficinas e ações voltadas ao desenvolvimento humano, estimulando a permanência dos jovens nos estudos e a integração das famílias nas atividades.

“Temos orgulho de apoiar o projeto AKA – Time do Vale, porque acreditamos que o esporte é um poderoso agente de transformação. Assim como transportamos pessoas pelas estradas do Brasil, queremos também transportar sonhos, gerar oportunidades e contribuir para um futuro melhor, especialmente em regiões que mais precisam, como o Vale do Jequitinhonha”, Fernanda Gontijo, gerente de vendas da empresa.

Segundo ela, iniciativas como essa reforçam o papel do setor privado na transformação social. “Em regiões historicamente carentes, como o Vale do Jequitinhonha, parcerias entre empresas e comunidades tornam-se fundamentais para romper ciclos de vulnerabilidade e gerar novas perspectivas de futuro”, conclui.

Imagens – divulgação projeto AKA – Time do Vale

Festival da Onça celebra revitalização e cultura em BH

Com o sonho de um dia voltar a nadar e brincar no Ribeirão do Onça, o Festival da Onça, chega em sua segunda edição no Bairro Aarão Reis, zona Norte da capital mineira, com programação que une mutirões de limpeza, construção de mobiliário urbano e extensa programação cultural entre os dias 1 a 7 de setembro. Em 2025, em continuidade às intervenções que visam a transformação de territórios ao longo do Ribeirão Onça, a área escolhida tem um motivo: a existência da maior queda d’água em leito natural dentro de uma capital brasileira.

A programação dos dias 1 a 5 de setembro será dedicada a oficinas, visitas mediadas, mutirões e o lançamento do livro “Lembra: isto é Rio – Histórias do Ribeirão da Onça”. Já nos dias 6 e 7 haverá celebração e programação cultural no espaço transformado com mais de 15 atrações, entre elas show de MC Dodo, Fran Januário convida Dona Elisa, Uai Sound System, Swing Safado, Baile Charme, além de feira gastronômica, festival de pipa, cortejos com a Orquestra Popular Terno de Binga, As Grandes Figuras e Boi da Manta e atividades na Tenda da Cultura com biblioteca para leitura e troca de livros. Acompanhe o Festival no Instagram: Festival da Onça (@festivaldaonca).

Em fotografias de 30 anos atrás é possível ver pessoas felizes brincando e nadando nas águas do Ribeirão do Onça, rio que nasce em Contagem, atravessa Belo Horizonte e deságua no Rio das Velhas na divisa de Santa Luzia, região metropolitana. Movidos pelo sonho de voltar a nadar, pescar e brincar no Onça – realidade já é possível no Rio Sena, em Paris, França, que, após 100 anos foi despoluído -, o festival, em parceria com a comunidade e movimentos, luta por qualidade de vida, pela valorização do rio e do meio ambiente. Letícia Ribeiro, coordenadora de mobilização e articulação do projeto, explica que em 2024, na primeira edição do Festival da Onça, “o local recebeu as primeiras intervenções e ganhou um mirante e um escorregador. Neste ano, o objetivo é dar continuidade às ações no território para a construção coletiva do Parque Ciliar Comunitário do Ribeirão Onça, um corredor verde com quase seis quilômetros de extensão em leito natural com áreas de lazer, cultura e convivência.”

Após a desocupação de famílias devido aos riscos, a área localizada às margens da cachoeira estava cheia de entulhos e sendo usada como bota fora. Em parceria com o Conselho Comunitário Unidos Pelo Ribeiro de Abreu (Comupra), o Movimento Deixem o Onça Beber Água Limpa e o Projeto Manuelzão, foram feitas conversas entre equipe, moradores e apoiadores sobre as propostas de intervenção que serão executadas por meio de mutirões.

Arte, cultura e meio ambiente

Com pesquisa, criatividade, persistência e cooperação, a partir da criação de vivências comunitárias, as ações começaram em articulação com a comunidade para desenhar os melhores caminhos para o projeto, em conjunto. Depois, em julho, veio o cercamento da área para conter o descarte irregular de entulhos, e o nivelamento do terreno, com o auxílio de máquinas. “Com projetos de mobiliários realizados por estudantes da UFMG e selecionados via edital, realizamos a transformação do mirante da cachoeira, por meio de mutirões com os moradores, em um espaço de encontro, descanso e brincadeira contribuindo para o senso de comunidade e pertencimento na região do Novo Aarão Reis”, afirma, Débora Tavares, coordenadora de mutirões.

Programação

Shows no Mirante da Cachoeira celebram a inauguração do Mirante da Cachoeira – No sábado, 6, a partir das 17h40, se apresentam as atrações selecionadas via edital exclusivo para artistas das regiões Norte e Nordeste da capital. São eles: Tio Caco, Neghaum e convidados e Talita Silva e banda Lance Livre. Com suas músicas autorais que tratam de autoestima, autovalorização e questões cotidianas, Tio Caco sobe no palco do festival com Neghaum e convidados. Na sequência, Talita artista Neo Soul brasileira emerge como uma voz imponente na cena musical contemporânea. Suas composições são profundas ao abordar temas fundamentais como amadurecimento, superações diárias, estratégias de sobrevivência e saúde emocional. A artista inaugura uma nova etapa do seu trabalho: sua banda Lance Livre.

Muito Samba com Fran Januário! A sambista e compositora, que é uma das maiores vozes do samba mineiro em uma junção de musicalidade e sofisticação, se apresenta junto à Dona Eliza, a madrinha do Samba de BH. A compositora e sambista é uma das maiores representantes da velha guarda do Samba da capital. A apresentação acontece a partir das 16h. O sábado também será de muito Funk com MC Dodo e Swing Safado – Misturando funk mineiro, pagodão baiano, brega e reggaeton, às 19h30, o Swing Safado promete entregar muita energia e alegria. Logo após, MC Dodo, encerra a noite celebrando a cultura periférica com seu funk consciente. Morador da comunidade do Alto Vera Cruz, o MC, que é referência do Funk consciente, com vontade de expressar os sentimentos e dramas vividos junto a seus companheiros nas periferias e favelas, começou a compor e cantar. Entre os shows de Swing Safado e Mc Dodo haverá oficina Baile Charme com May Martins e discotecagem com Uai Sound System e DJ Guto Borges.

Feriado é no Mirante da Cachoeira – O feriado da Independência da República, no domingo, 7, começa com a Orquestra Popular Terno do Binga que apresenta o lançamento do repertório para o Carnaval 2026. Fruto do encontro entre o efervescente movimento das fanfarras belorizontinas e os grupos percussivos que pesquisam as Culturas Populares Tradicionais brasileiras na cidade, resultando numa orquestra diferente, cuja maior inspiração são as Cirandas da Zona da Mata Norte pernambucana e as Orquestras de Frevo de Olinda. A concentração inicia em frente à praça em frente a Escola (Av. Detetive Eduardo Fernandes, 320) às 9h e segue para o Mirante da Cachoeira com apresentação de As Grandes Figuras, bloco de carnaval em Nova Lima, que desfila em homenagem a personalidades históricas através de bonecos gigantes; e o Boi-da-manta – com mais de 70 anos de história, ocorre anualmente entre os dias 1º e 13 de maio como parte das celebrações da Festa de Nossa Senhora do Rosário, no bairro Concórdia.

Destaques da programação 

Programação de abertura – Na segunda-feira, 1º, Dona Helena conduzirá a oficina de Doce de Laranja com Dona Helena – a atividade é aberta ao público com inscrições pelo perfil do Instagram do Festival da Onça.

Exposição de Botânica – No dia 2, terça-feira, a Exposição De Botânica Desidratada de 14 às 16h . A exposição é resultado das atividades da oficina Elementos da Natureza ofertada a alunos da Escola Municipal Herbert José de Souza (PEI). Local: Pergolado da Horta (Rua 50A, 48 – Novo Aarão Reis).

Cinema – No dia 3, às 19h, interessados em documentários, poderão assistir à Arrancados das Raízes – Vivências de um Território Vulnerável, de João V. Vilete e João V. Fagundes, que registra depoimentos de ex-moradores próximos ao Ribeirão Onça em meio ao processo de desapropriação de áreas de risco. Por meio de entrevistas, reportagens e fotografias pessoais, o filme conta histórias de quem vivenciou na pele os dias de perda causados pelas inundações, mas também viu sua luta por dignidade gerar frutos. Haverá uma roda de conversa com os diretores. Local | Escola Municipal Herbert José De Souza: Av. Detetive Eduardo Fernandes, 320 – Novo Aarão Reis

Vai ter corrida com Calma Clima! Na quinta-feira, 4, às 19h, o grupo de corrida e caminhada informal Calma Clima soma ao Festival da Onça. O grupo surgiu em Belo Horizonte em 2017 com o objetivo de promover a ocupação do espaço urbano e o contato com a paisagem através da corrida, caminhada e meditação. O local será divulgado na véspera. Para mais informações, acompanhe o Festival no Instagram: Festival da Onça (@festivaldaonca).

Lançamento de Livro – No dia 5, acontece, às 19h, o lançamento do livro “”Lembra: isto é Rio – Histórias do Ribeirão da Onça” organizado por Isabela Izidoro, André Siqueira e Elisa Marques com apoio de moradoras do Ribeirão da Onça. Haverá uma roda de conversa com educadoras e moradoras da bacia, para trocarmos experiências e imaginarmos futuros para o ribeirão. Pensado como um álbum de histórias, o livro reúne memórias, fotografias, roteiros de atividades e mapas produzidos ao longo de 2023 com comunidades da bacia do Onça. Local: Escola Municipal Herbert José De Souza: Av. Detetive Eduardo Fernandes, 320 – Novo Aarão Reis.

Programação completa em: https://www.festivaldaonca.com.br/

Capital dos rios – Belo Horizonte pode ser chamada de a capital dos rios: com seus quase 700 quilômetros de cursos d’água que atravessam a cidade. Infelizmente, grande parte está poluída e a maioria está escondida embaixo de concreto e do asfalto. Esse processo de degradação teve início com a construção da cidade, com momentos de maior intensidade: da metade do século XX pra cá, a associação de carros e vias asfaltadas com a ideia de progresso e modernização ganhou força. Além disso, com a ocupação humana muito próxima às suas margens e a canalização transbordam causando enchentes.

A luta é por uma cidade que, com rios limpos, acompanhe as curvas livres de suas águas. Uma cidade para se viver junto, pra brincar, nadar, andar de bicicleta no espaço público. Uma cidade para todo mundo, que seja realmente compartilhada, com mais parques públicos e áreas verdes; com mais transporte coletivo e menos carros.

Sobre o Festival 

O Festival da foi criado em 2024, pela Escola de Arquitetura da UFMG, por meio do projeto de extensão sob coordenação do professor Roberto Andreas, e, em parceria com o Conselho Comunitário Unidos Pelo Ribeiro de Abreu (Comupra), o Movimento Deixem o Onça Beber Água Limpa e o Projeto Manuelzão. O Festival da Onça – 2ª Edição é realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte.

Desta mobilização, conduzida pelo Comupra, surgiu também um projeto grandioso: o Parque Ciliar Comunitário do Ribeirão Onça, que vai acompanhar o caminho do rio, a parte que ainda está aberta e em curso natural. Com hortas, quadras, ciclovias e outros espaços de convivência, o parque vai proteger o rio e as comunidades do seu entorno, criando um ambiente ecologicamente saudável, um local para encontros e uma área mais segura para a comunidade.

O Festival da Onça é um convite para você também fazer parte disso. Porque transformar o local é mudar o mundo. Porque viver e agir em comunidade dá força pra cada um de nós e aponta caminhos pra gente seguir em frente. Vamos juntos fazer de BH a capital dos rios!

Serviço

Festival da Onça

Data: 1 a 7 de setembro

Programação completa: https://www.festivaldaonca.com.br/

Redes sociais do Festival da Onça

Sérgio Pererê e Badi Assad se apresentam no Sesc Palladium

Sérgio Pererê e Badi Assad estarão no palco do Sesc Palladium, para apresentar Bentu, álbum recentemente lançado pelo duo que celebra de maneira minimalista e profunda a riqueza da cultura afro-mineira. Bentu, que significa “vento” em crioulo da Guiné-Bissau, reflete a leveza e a potência da colaboração entre esses dois artistas notáveis. Esse trabalho surge de uma criação intuitiva e espontânea em estúdio, todo composto e gravado em cinco dias. A inspiração veio dos reinados de Minas Gerais e pelas ricas tradições culturais e religiosas da região.

O disco é composto por nove faixas autorais que mergulham nas tradições das Guardas de Moçambique e Congo. As letras e os ritmos trazem à tona, de forma intimista, a essência dessa tradição, que é profundamente familiar para Sérgio Pererê, um artista de Belo Horizonte e membro da Irmandade Dos Ciriacos. O processo criativo do disco teve início em uma festa da Irmandade, onde Badi Assad, filha de mineira, foi convidada a explorar e resgatar esse universo cultural, dando início a uma troca criativa que culminou no projeto.

Badi Assad, com seus talentos como compositora, cantora, violonista e percussionista, trouxe uma contribuição inestimável para o álbum, enriquecendo as canções com sua sensibilidade e versatilidade. O resultado é um conjunto de músicas que variam de solenidades e orações a momentos de introspecção sobre a existência humana. Bentu reflete a espontaneidade e a profunda afinidade artística entre Pererê e Assad, capturando a força que emana do sagrado e da cultura popular brasileira.

Sérgio Pererê é um cantor, compositor e multiartista de Belo Horizonte, amplamente reconhecido por sua profunda conexão com as tradições culturais afro-mineiras. Sua carreira é marcada pela imersão nas práticas culturais e religiosas dos reinados de Minas Gerais, especialmente nas Guardas de Moçambique e Congo. Membro da Irmandade Os Ciriacos, Pererê é um dos principais responsáveis por reinterpretar essas tradições na música contemporânea. Com uma trajetória rica em criações autênticas, se destaca por sua habilidade em mesclar elementos tradicionais com influências modernas, resultando em uma sonoridade única e inovadora. Seu trabalho é uma celebração da cultura popular e do sagrado, refletindo uma profunda admiração e respeito pela riqueza das tradições afro-brasileiras.

Badi Assad conquistou o público ao redor do mundo com sua habilidade única de misturar estilos e criar uma sonoridade singular. Em 1989, lançou seu primeiro álbum “Dança dos Tons” e logo chamou atenção pela sua originalidade, misturando voz, violão e percussão. Sua carreira internacional decolou com a gravadora Chesky Records, sendo reconhecida como uma das melhores artistas brasileiras. Após mudar-se para os Estados Unidos em 1998, lançou o aclamado álbum “Chameleon”, ampliando ainda mais seu reconhecimento global. Ao longo dos anos, colaborou com diversos artistas, recebeu prêmios e participou de iniciativas sociais e culturais. Seu legado continua em constante evolução, com lançamentos recentes como o CD “ILHA” (2022) e projetos como “Mulheres do Mundo” (2024), evidenciando sua inabalável criatividade e compromisso com a música e a arte. Também em 2024, lançou ao lado da Orquestra Mundana Refugi, “Olho de Peixe”,  releitura do disco homônimo de Lenine em parceria com o percussionista Marcos Suzano.

SERVIÇO: SÉRGIO PERERÊ E BADI ASSAD NO SESC PALLADIUM

Data e horário: dia 12 de setembro, às 21 horas

Local: Sesc Palladium – Grande Teatro – Rua Rio de Janeiro, 1046 – Belo Horizonte – MG

Preços: R$ 40 a R$ 120

Ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/105403/d/314344

Roberta Sá e Thiago Delegado tocam no Festival Sons do Brasil

“Imagine uma onda que não vem do mar, mas do tambor. Uma corrente de som que atravessa o corpo, estremece o chão e colore o ar”. É com esse sentimento que o Festival Os Sons do Brasil, patrocinado pela J. Mendes, retorna à região dos Inconfidentes com uma programação potente, diversa e gratuita. Entre os dias 5 e 7 de setembro, no Museu de Mariana, shows com Roberta Sá, Thiago Delegado, IFÈsta, Allan Abadia, ente outros, celebram a pluralidade sonora que marca a música brasileira.
Desde sua criação, o festival já recebeu mais de 300 artistas e envolveu dezenas de milhares de pessoas, consolidando-se como uma plataforma de difusão cultural, encontro e escuta ativa. Mais do que um festival, Os Sons do Brasil é um movimento que articula arte, memória e território, promovendo experiências únicas em diálogo com o patrimônio das cidades históricas.
Em edições anteriores, já passaram pelos palcos do festival nomes como Chico César, Karol Conká, Hamilton de Holanda, Mart’nália, Zé Ibarra, Tim Bernardes, Marcos Valle, Toninho Horta, A Cor do Som, Gabriel Sater, Mestrinho e Jaques Morelenbaum. Cada apresentação amplia o repertório sensível do público e fortalece os vínculos entre arte e território.
Para 2025, o festival se reafirma como um espaço de celebração e reconhecimento. A proposta é mais do que ouvir: é sentir e vibrar. Entre tambores de terreiro, cordas dedilhadas e cantos que vêm da rua e da saudade, Os Sons do Brasil convida o público a mergulhar numa identidade sonora feita de muitas curvas, cores e histórias.
“Seguimos acreditando que a música brasileira é um elo poderoso entre pessoas, memórias e territórios. Nesta edição, queremos aprofundar ainda mais esse diálogo entre tradição e inovação, ocupando espaços históricos com sons que falam do presente, mas que carregam raízes profundas. Os Sons do Brasil é um convite à escuta, ao encontro e ao reconhecimento da nossa diversidade sonora como patrimônio vivo”, afirma Fernanda Bento, idealizadora e coordenadora geral do Festival Os Sons do Brasil.
O Festival Os Sons do Brasil é uma realização da Bento Produção Cultural, via Lei Federal de Incentivo à Cultura, Governo Federal – União e Reconstrução com o patrocínio master do Instituto Cultural Vale, patrocínio da J. Mendes, e apoio da Prefeitura de Ouro Preto, Prefeitura de Mariana, Museu Boulieu e do Museu de Mariana.
FESTIVAL OS SONS DO BRASIL | MUSEU DE MARIANA
Sexta – partir das 19h30
DJ Pátrida
Luê
Baile do Papai – Manoel Cordeiro convida Felipe Cordeiro
Sábado – partir das 18h30
DJ Pátrida
Erika Curtiss
Thiago Delegado convida Fernando Bento
Roberta Sá
Domingo – a partir das 16h
DJ Pátrida
Allan Abbadia apresenta IFÈsta, participação Silas Prado
Carla Sceno
INGRESSOS
 
Dia 5
Dia 6
Dia 7

Sorriso Maroto agita o Mineirão com show “As Antigas”

Os fãs mineiros do Sorriso Maroto têm compromisso marcado: o show da turnê “Sorriso Maroto – As Antigas” chega a Belo Horizonte no próximo sábado, 06 de setembro, a partir das 15h, no gramado do Mineirão. A apresentação, que encerra a turnê comemorativa do grupo, promete uma noite inesquecível repleta de grandes sucessos e surpresas para o público. Mais de 80% dos ingressos já foram vendidos, então quem ainda não garantiu a presença deve se adiantar e acessar a plataforma Ingresse.com.

Segundo Bruno Cardoso, vocalista da banda, essa turnê é uma grande celebração da trajetória do grupo. “A turnê nasceu para marcar os 25 anos do Sorriso, mas tomou proporções maiores e agora estamos finalizando esse ciclo que nos trouxe tantas memórias incríveis. Em cada cidade que passamos, fazemos nosso último show, e isso torna esse momento ainda mais especial”, afirma.

Além do show, o evento oferece experiências imersivas, como karaokê, totens interativos e diversas ações para os fãs. Tudo foi pensado para criar um verdadeiro festival Sorriso Maroto. O repertório da noite reúne grandes hits da banda, como “Ainda Gosto de Você”, “Assim Você Mata o Papai” e “Sinais”, garantindo cerca de quatro horas de emoção e diversão.

Compromisso social: Espalhando Sorrisos

Além da música e da diversão, a turnê traz consigo o programa “Espalhando Sorrisos”, que visa promover inclusão social por meio da odontologia. Desde 2023, já foram arrecadados 2 milhões de reais, 150 toneladas de alimentos e 15 ONGs foram beneficiadas pela iniciativa.

Parte dos ingressos vendidos é destinada ao programa, além de doações realizadas no evento. No dia do show, o público poderá colaborar levando itens como escova de dente, pasta dental e fio dental, que serão destinados às comunidades em situação de vulnerabilidade.

“Usar nossa música como plataforma para ajudar o próximo é algo que nos inspira todos os dias. Essa conexão entre arte e solidariedade é o que nos motiva em cada apresentação”, finaliza Bruno.

 

SERVIÇO

Sorriso Maroto – As Antigas

Local: Estádio Mineirão – Gramado

Data e horário: 06 de setembro | sábado | 15h

 

Vendas | Ingresse.com

Informações | www.sorrisoasantigas.com.br

Mostra AMOCÊ: cinema documental como gesto de permanência

A AMOCÊ – Mostra Memórias em Curtas anuncia a programação de sua edição de estreia, a Primeira Vista, que será exibida no site Memórias em Travessia de 1º a 30 de setembro de 2025. Com curadoria focada na diversidade, a mostra conta com quatro documentários de até 15 minutos, finalizados entre 2010 e 2019 que, muitas vezes, já não circulam em circuitos tradicionais de cinema.

A seleção está dividida nas vertentes Projeta Minas e Panorama Nacional. A primeira exibe Uma pausa pra um causo e outra pro café (2015), de Altiere Leal, um registro poético da contadora de histórias dona Marolina, moradora da comunidade do Tira Barro em Lassance, território reconhecido como quilombo após a realização do filme. Já no cenário nacional, entre as inscrições de diversas regiões, três obras distinguiram-se pela sintonia com a curadoria ao valorizar narrativas plurais: Jessy (2013), de Paula Lice, Ronei Jorge e Rodrigo Luna, que captura o processo criativo e a memória da cena transformista de Salvador em 2012, filmado em um espaço histórico de resistência LGBTQIAPN+, hoje desaparecido; Santos Alfaiate (2014), de Dannyel Leite, que documenta o ofício tradicional de Manoel dos Santos, alfaiate em Jacareí, interior paulista, falecido três anos após as gravações; e Retrato de Dora (2014), de Bruna Callegari, um mergulho íntimo nos laços de afeto e ancestralidade entre neta e avó em São Paulo.

A iniciativa convida o público a olhar para o passado recente e a construir, coletivamente, novas camadas de significado sobre essas narrativas.

AMOCÊ – Mostra Memórias em Curtas | Edição Primeira Vista
Quando: 1 a 30 de setembro de 2025
Onde: site www.memoriasemtravessia.com.br/amoce
Acesso: gratuito
Venha construir memória

https://www.memoriasemtravessia.com.br/amoce

Prefeitura lança nova marca turística de Belo Horizonte

A nova marca turística de Belo Horizonte foi apresentada na última semana pelo prefeito Álvaro Damião durante o 9º Salão Nacional do Turismo, em São Paulo. O posicionamento “Te Encontro em BH” será utilizado para valorizar e fortalecer o turismo da cidade, além de orientar as estratégias de marketing e promoção de Belo Horizonte nacional e internacionalmente.

“BH é a cidade do sim. Sim, eu posso te encontrar. Sim, eu te encontro em BH. Te encontro no Mercado Central, te encontro na Pampulha, te encontro em Venda Nova, te encontro no Barreiro. O importante é que a gente se encontre em BH”, disse Álvaro Damião.

A criação da nova marca turística busca posicionar a capital de forma mais clara e contemporânea para turistas, investidores e moradores. Com o crescimento da visibilidade do Carnaval, do calendário de eventos e da gastronomia reconhecida internacionalmente, Belo Horizonte passa a contar com um importante ativo de place branding que reflete sua essência: acolhedora, criativa e vibrante.

O desenvolvimento da marca envolveu grupos focais com moradores, turistas de lazer e negócios, belo-horizontinos que residem em outras cidades e representantes da indústria do turismo. O estudo revelou percepções, vínculos afetivos e expectativas em relação à cidade, apontando a necessidade de uma identidade que integrasse o nome institucional “Belo Horizonte” e o apelido íntimo e afetivo “BH”.

O conceito do posicionamento traduz a cidade como espaço de encontros, relações e experiências. “BH” representa o sentimento; “Belo Horizonte”, o lugar. Ao unir os dois registros, a marca cria um convite universal, conectando moradores e visitantes por meio da hospitalidade e da diversidade da capital. A identidade reforça a imagem da capital como um destino contemporâneo, hospitaleiro e vibrante, pronta para receber visitantes de todos os lugares do mundo.

“‘Te Encontro em BH’ traduz o espírito da nossa cidade. Dizemos que a capital mineira é um local de encontros porque aqui as conexões acontecem de verdade. O turista vem para Belo Horizonte e sai apaixonado por BH. É nesse encontro entre gastronomia, tecnologia de gente, hospitalidade, afeto e cultura que a cidade conquista cada visitante”, afirma a presidente da Belotur, Bárbara Menucci.

Uso compartilhado da marca 

A nova identidade visual será de domínio público e contará com um guia de aplicação acessível a hotéis, bares, restaurantes, mercados e iniciativas privadas. A proposta é que todo o trade turístico adote a marca na promoção de Belo Horizonte em diferentes pontos de contato e serviços. A identidade “Te Encontro em BH” será utilizada em campanhas promocionais, feiras internacionais, eventos estratégicos, como a Copa do Mundo Feminina em 2027, da qual a capital mineira será uma das sedes, e em materiais oficiais de divulgação turística.

Grazi Silva e Natália Buonincoutro no Pan de Beach Tennis

Atletas de Belo Horizonte, Grazi Silva e Natália Buonincoutro, vão representar o Brasil no Pan Americano de Beach Tennis em Caraguatatuba (SP), entre os dias 25 e 28 de setembro.

As atletas Grazi Silva e Natália Buonincoutro foram convocadas para vestir a camisa da Seleção Brasileira e prometem levar muita força e talento às areias paulistas. Dois nomes, duas forças, um mesmo objetivo: levar o Brasil ao pódio. Com apenas 16 anos, Natália Buonincoutro já é considerada um dos maiores talentos da nova geração do Beach Tennis, ela ocupa a 117ª posição no ranking profissional da ITF e já figura como uma das melhores do mundo na categoria Sub-16, categoria que ela vai disputar na competição. Atleta da Arena RM, ela soma 7 títulos ITF, sendo seis ao lado da parceira Luma Zambaldi, atual 125ª do ranking mundial da ITF.

“Fiquei muito feliz, é a realização de um sonho ser convocada para a seleção Brasileira para disputar o Pan-Americano. As expectativas são grandes, quero viver uma experiência que ficará marcada para sempre na minha vida”, disse Natália.

A mineira Grazi Silva, de 32 anos, é um dos grandes nomes da modalidade no país e referência para toda uma geração de atletas. Experiente e consistente, Grazi aparece entre as 20 melhores do ranking mundial e fará parte do time profisisonal da seleção brasileira.

No dia 23 de setembro, as atletas se juntam à Seleção Brasileira para a fase final de preparação rumo ao torneio continental.

Fotos: Natália de preto (Crédito: Marcos Luciani) e Grazi Silva ao lado de Daniel Barra (Crédito: Divulgação)

CURA BH ocupa Praça Raul Soares com arte e cultura em setembro

Depois de abrir sua oitava edição durante a Virada Cultural, o CURA BH 2025 segue ocupando a Praça Raul Soares de 3 a 7 de setembro, com o Mirante, com a proposta “PRACIFICAR”, transformar a praça em parque, aberta a todas as idades, onde múltiplas linguagens artísticas se encontram. Se nas edições anteriores os murais foram protagonistas, este ano o festival expande sua atuação: além das pinturas em empenas, a Raulzona receberá música, instalações artísticas e até esportes, mostrando que a praça pode ser um espaço de convívio, experimentação e permanência.

O CURA BH 2025 é uma realização do Instituto CURA com apresentação do Ministério da Cultura, Governo de Minas Gerais e Prefeitura de Belo Horizonte. Patrocínio master da Claro e patrocínio da Shell, Budweiser e UniBH. O projeto é viabilizado por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte, com apoio da Chico Rei. A produção é da Agência Urbana de Arte, em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Governo de Minas Gerais, Ministério da Cultura e Governo Federal.

“O CURA deste ano nasce da praça e volta para a praça. A Raul Soares é mais do que cenário: é território vivo, onde fluxos, encontros e diferenças se cruzam. Nossa proposta de ‘PRACIFICAR’ é transformar a praça em parque, aberta a todas as idades, onde a arte convive com a vida cotidiana. Por isso, expandimos as linguagens — música, esportes, instalação, dança — sem perder o gesto que nos fundou: pintar a cidade, dar novos horizontes e reinventar o comum. O CURA é um convite para experimentar a cidade como lugar de permanência, criação e dissenso”, explica Priscila Amoni, uma das diretoras do projeto.

Empenas de Paulo Nazareth, Sylvia Amélia e Julianismo

Ainda que ampliando suas dimensões, o CURA mantém o trabalho de transformar o horizonte da cidade com a pintura e intervenções em empenas de prédios. Três nomes significativos de Belo Horizonte estão confirmados este ano e os processos já se iniciaram.

Paulo Nazareth, uma das referências mais respeitadas da arte contemporânea brasileira, vai pintar sua primeira empena no CURA, no Edifício Garagem. Conhecido por obras que atravessam territórios e continentes, Nazareth uma força simbólica e inédita, marcando um capítulo fundamental na história do festival. De origem indígena borum (Krenak), seu trabalho já esteve em grandes bienais, como Veneza, Sydney e São Paulo, além de coleções e museus de renome mundial, como o Inhotim e o The Power Plant, em Toronto. Artista errante, caminha o mundo a pé como gesto político e poético, transformando deslocamentos em obra.

Sylvia Amélia aposta em linguagens híbridas que transitam entre a palavra, a poesia e a materialidade da arte. Conhecida por performances e instalações que unem palavra e imagem, Sylvia já apresentou obras em diferentes espaços de circulação e desenvolve pesquisas que articulam o cotidiano, a memória e a escrita como forma de gesto visual. No CURA, traz uma inovação inédita: em vez de pintura, realizará uma instalação com acrílico, intitulada Pause, que projeta sombras em movimento ao longo do dia. Será a primeira vez que o festival recebe uma obra com este suporte, trazendo outra dimensão para o diálogo da cidade com sua paisagem.

A terceira empena é assinada por Julianismo, jovem artista belo-horizontina que vem se destacando com trabalhos autorais e experimentais. Sua presença no CURA é uma aposta no futuro da arte urbana da cidade, abrindo espaço para novas linguagens visuais no horizonte de Belo Horizonte.

O Mapa Afetivo da Raul Soares

Um dos destaques desta edição é o Mapa Afetivo da Raul Soares, desenvolvido por Priscila Musa, Jonjon e Xande Peroco. Mais do que uma cartografia, o mapa é um registro sensível da praça e de seu entorno, reunindo histórias de moradores, referências culturais, memórias coletivas e saberes ancestrais. Ele revela a Raulzona como território vivo, feito de encontros, fluxos e resistências, convidando o público a redescobrir a cidade por meio da escuta e da memória.

Esportes urbanos: Velódromo e Highline

Duas experiências esportivas trazem um novo viés para o festival. O Velódromo Raul Soares transforma a praça em pista de ciclismo urbano, em uma competição que mistura velocidade, diversão e celebração da cultura da bicicleta. Criado em 2013, o evento retorna ao CURA como símbolo da comunidade ciclista, com disputas divididas por categorias e faixas, eliminatórias e uma atmosfera de confraternização. O vencedor receberá um troféu concebido pela Greco Design, que promete ser um momento de emoção.

Já o Highline Feelings faz do céu o palco. Atletas atravessam o vazio entre prédios a mais de 70 metros de altura, caminhando sobre uma fita de slackline. Mais do que um espetáculo de equilíbrio e coragem, o highline é poesia em suspensão: uma linha que risca o céu, transformando a arquitetura da cidade em suporte para a arte do corpo.

Programação musical e artística no Mirante

A diversidade musical é um dos pontos fortes do CURA BH 2025. Nomes como DJ Naroca, Fê Linz, Bruna Castro, Pat Manoese, Black Josie, Sandri e a sambista Aninha Felipe se apresentam no Mirante, em jornadas que mesclam brasilidades, grooves, beats globais e rodas de samba que reforçam a força feminina e popular da música mineira. Performances da House of Barracudas e os sets do VJ Suave completam a imersão audiovisual.

Resultado do concurso “Uma praça para a cidade”

Ainda na programação do Mirante, o CURA BH realiza a premiação do concurso “Uma praça para a cidade”, em parceria com a Minha BH e o Instituto de Arquitetos do Brasil. A iniciativa convidou estudantes de Arquitetura e Urbanismo de Belo Horizonte a repensarem a Praça Raul Soares como espaço de permanência, encontro e cuidado. As propostas deveriam incluir parquinho, mobiliário urbano, bebedouros e uma requalificação paisagística com flora nativa e áreas de sombra. O concurso traduz em prática o espírito do conceito “PRACIFICAR”, ao estimular novos olhares para o território da Raulzona. No dia 3, às 19h, serão apresentados os projetos vencedores, que propõem para a praça um lugar lúdico, inclusivo e generoso, aberto a todas as idades e capaz de inspirar futuros coletivos para BH.

CURA Campus no UniBH

Fora da praça, a arte também ocupa o espaço universitário. O UniBH, parceiro do festival, recebe a ação CURA Campus, com a criação de um mural inédito do artista Deco Treco (Deco Farkas). Conhecido por suas cores vibrantes e traços psicodélicos, Deco é artista visual, muralista e animador paulistano que cria obras lúdicas, cheias de humor e fantasia. No CURA BH, ele vai transformar o campus do UniBH em um portal de imaginação coletiva, aproximando a arte urbana da comunidade acadêmica e criando uma ponte direta entre a Raulzona e a universidade.

Inside Out: retratos que viram instalação coletiva

O Inside Out, projeto criado pelo artista francês JR e que esteve presente durante a abertura do CURA BH Virada Cultural, retorna em novo formato. Após centenas de pessoas passarem pelas câmeras e imprimirem seus rostos em grandes dimensões, essas imagens retornam como instalação coletiva no coração da praça, transformando expressões em manifesto visual. A obra mostra que a cidade é feita de gente, e cada rosto é um lembrete da diversidade e da vitalidade de Belo Horizonte.

SERVIÇO:

CURA BH | Mirante – Praça Raul Soares
03 a 07 de setembro de 2025

Dia 3/9 (quarta-feira)

  • 16h às 19h – DJ Naroca

  • 19h às 19h30 – Premiação do concurso de ideias “Uma Praça pra Cidade”

  • 19h30 às 20h30 – Conversa com júri

  • 20h30 às 21h – Lançamento do Mapa Afetivo (Priscila Musa, Jonjon e Xande Peroco)

  • 21h às 22h – Playlist coletiva

Dia 4/9 (quinta-feira)

  • 16h às 18h – Playlist

  • 18h às 22h – House of Barracudas

Dia 5/9 (sexta-feira)

  • 16h às 22h – DJ Kingdom (long set)

  • VJ Suave

Dia 6/9 (sábado)

  • 13h às 19h – Highline Feelings

  • 15h às 19h – Velódromo Raul Soares

  • 19h30 às 20h – Premiação Velódromo

  • 14h às 16h – DJ Pat Manoese

  • 16h às 19h – DJ Fê Linz

  • 19h às 22h – DJ Bruna Castro

  • VJ Suave

Dia 7/9 (domingo)

  • 13h às 19h – Highline Feelings

  • 14h às 16h – DJ Sandri

  • 16h às 19h – Roda de Samba com Aninha Felipe e convidadas

  • 19h às 21h – DJ Black Josie

  • 14h às 18h – Rua de Lazer

  • 17h às 18h – Cortejo Piranhas CURA (saída e retorno – Praça Raul Soares)

CURA Campus | UniBH
Durante o festival, o campus do UniBH recebe mural inédito do artista Deco Treco (Deco Farkas), com pintura ao vivo aberta ao público.

Mais informações:
www.cura.art
Instagram: @cura.art
E-mail: [email protected]

Vincenzo Richy anuncia parceria chinesa para novelas

O cenário do entretenimento audiovisual brasileiro está ganhando uma nova dimensão com a chegada das novelas verticais, formato inovador que vem conquistando milhões de fãs e promete revolucionar a forma como o público consome dramaturgia nacional.
De olho nessa transformação, o ator e diretor Vincenzo Richy, sócio-fundador da VRA Produções, firmou parceria estratégica com investidores chineses para produzir conteúdo exclusivo para o aplicativo “Sua Novela”, uma iniciativa da plataforma Kwai.
As novelas verticais representam a mais nova aposta do entretenimento audiovisual mundial, caracterizando-se por episódios curtos de aproximadamente dois minutos cada, especialmente desenvolvidos para o consumo rápido durante deslocamentos urbanos e otimizados para a experiência de assistir conteúdo diretamente no smartphone.
Este formato inovador atende às demandas de uma sociedade cada vez mais conectada e com hábitos de consumo de mídia em constante evolução. “Estamos aprofundando o uso da linguagem vertical como formato de dramaturgia, tratando essa estética com mais maturidade e sofisticação”, explica Vincenzo Richy. “Acreditamos que o formato vertical é o futuro da TV e do streaming, e essa produção reflete essa evolução.”
O projeto inaugural desta parceria contempla duas novelas com nomes provisórios “Esse Filho Não É Meu” e “Casamento Arranjado”, cada uma composta por 30 episódios, totalizando 60 episódios de conteúdo inédito. Ambas as produções são adaptações brasileiras de duas grandes novelas chinesas que estiveram entre as mais assistidas no aplicativo original, figurando no top 10 na China.
“Esse Filho Não É Meu” mergulha no universo de um CEO bilionário que se recusa a reconhecer a paternidade de um filho. A trama se desenvolve quando, após a mãe da criança desaparecer por cinco anos, eles se reencontram, dando início a um enredo repleto de conflitos entre antagonistas e protagonistas, explorando temas como responsabilidade, poder e redenção.
Já “Casamento Arranjado” apresenta-se como uma comédia romântica ambientada entre famílias bilionárias de São Paulo, envolvendo a união forçada entre dois mundos poderosos e completamente diferentes. A produção promete explorar os nuances culturais e sociais da elite paulistana, temperadas com humor e romance. “Essa é uma das maiores produções do formato já realizadas por nós, com exploração de diversos cenários reais de São Paulo, uma equipe robusta e elenco extenso”, destaca o diretor.
Duas séries de 30 episódios cada foram gravadas simultaneamente em um projeto audiovisual de grande escala que exigiu uma intensa pré-produção. Com mais de 30 atores escalados — muitos deles selecionados via self-tape e aprovados junto ao cliente —, o projeto demonstrou um alto nível de organização e profissionalismo. Os ensaios foram conduzidos pessoalmente pelo diretor responsável, que também liderou as gravações.
No total, foram sete dias de filmagens que equivalem à produção de um longa-metragem de duas horas, realizadas em múltiplas locações em São Paulo e Alphaville. Locais como o Hospital Unic e o escritório da Kwai abriram suas portas e se tornaram parceiros fundamentais durante as gravações.
O projeto também contou com a presença de clientes vindos diretamente da China, que acompanharam de perto o processo de filmagem e participaram da validação das decisões criativas. A visita reforça o crescente profissionalismo e o apelo internacional do formato seriado para plataformas digitais.
“Como diretor e artista, essa tem sido uma oportunidade única de aplicar e compartilhar técnicas específicas para o formato vertical — desde a marcação de cena, o posicionamento de câmera, até o uso consciente do close no enquadramento 9:16”, explica o diretor.
O projeto destaca não apenas a agilidade e qualidade da produção, mas também o avanço do mercado audiovisual voltado ao consumo mobile, com narrativas adaptadas ao formato vertical e a crescente colaboração internacional.
A produção, que teve início em 1º de julho e segue até meados de agosto, conta com uma estrutura técnica diferenciada, explorando diversos cenários reais da capital paulista e contando com uma equipe robusta e elenco extenso. A divulgação das novelas está prevista para setembro.
Interação em tempo real com o público
Uma das características mais inovadoras das novelas verticais é a possibilidade de interação direta com o público. “Esse tipo de conteúdo está sendo cada vez mais consumido no Brasil, especialmente por mulheres acima de 30 anos”, observa Vincenzo Richy. “O engajamento nas redes e no aplicativo permite acompanhar a recepção do público em tempo real, o que torna possível ajustes rápidos na narrativa, tom ou foco, algo que aproxima ainda mais da lógica das novelas tradicionais de TV, porém com maior agilidade.”, afirma Vincenzo.
Esta característica representa uma evolução significativa em relação ao modelo tradicional de produção audiovisual, permitindo que os criadores adaptem suas narrativas com base no feedback imediato dos espectadores, criando uma experiência mais personalizada e envolvente.
Estratégia de divulgação multiplataforma
A estratégia de divulgação das novelas verticais será implementada em todas as redes sociais do projeto e do elenco, com foco principal no Kwai, mas também utilizando Instagram e TikTok para maximizar o alcance. A responsabilidade pelo investimento em tráfego pago e formatos publicitários ficará a cargo da própria plataforma Kwai, que desenvolverá estratégias específicas de impulsionamento para o conteúdo.
O futuro do entretenimento vertical
A parceria entre Vincenzo Richy e os investidores chineses representa mais do que uma simples produção audiovisual; simboliza a entrada definitiva do Brasil no mercado global de conteúdo vertical, um formato que já demonstrou seu potencial de sucesso em mercados asiáticos e que agora chega ao país com adaptações culturais específicas para o público brasileiro. “Essa produção reflete a evolução natural do entretenimento”, conclui Richy. “Estamos não apenas acompanhando uma tendência mundial, mas ajudando a moldá-la com nossa identidade cultural única”, afirma.
As novelas verticais “Esse Filho Não É Meu” e “Casamento Arranjado” estarão disponíveis exclusivamente no aplicativo “Sua Novela” a partir de setembro, marcando o início de uma nova era no entretenimento brasileiro.
Sobre Vincenzo Richy 
Vincenzo Richy é italiano e trouxe consigo muitos talentos. Desde que chegou ao Brasil, aprendeu a falar português fluentemente e já participou de comerciais nacionais e internacionais, além de protagonizar diversos clipes musicais. Na TV, sua trajetória começou em 2014, na novela Alto Astral, da Rede Globo. O sucesso veio em 2017, quando integrou o elenco de As Aventuras de Poliana e, posteriormente, de As Aventuras de Poliana Moça no SBT.
Redes sociais:
Instagram: 
Facebook:
Tiktok:
Canal no YouTube:
Sobre o aplicativo “Sua Novela”
O aplicativo “Sua Novela” faz parte da família Kwai, plataforma global de entretenimento que tem revolucionado a forma como o público consome conteúdo audiovisual. Especializado em formatos curtos e interativos, o aplicativo representa a aposta da Kwai no mercado brasileiro de dramaturgia vertical.