Tipatia, Sô! leva o fenômeno aos palcos de Belo Horizonte

 

Espetáculo de Anderson Profeta mistura stand-up, personagens, histórias do cotidiano e muita interação com o público

O humorista e influenciador digital Anderson Profeta está em temporada por diferentes cidades de Minas Gerais com o espetáculo “Tipatia, Sô!”, que retorna a Belo Horizonte no dia 1º de novembro, no Cine Theatro Brasil – Grande Theatro Unimed BH. O show leva aos palcos o humor que conquistou milhões de seguidores nas redes sociais.

Com 75 minutos de duração, Tipatia, Sô! combina stand-up comedy, personagens no telão, histórias pessoais, improviso e interação com a plateia. Anderson aborda situações do cotidiano e experiências de diferentes profissões, com personagens como manicure, motorista de aplicativo e professora, além de bordões conhecidos pelo público, como “Cê dá curso” e “Tipatia, sô!”. O espetáculo também reúne histórias inusitadas da trajetória do humorista, como a vez em que jogou bola com Ronaldinho Gaúcho e suas experiências como depilador.

Nascido em Belo Horizonte, Anderson Profeta trabalhou como encarregado de açougue, depilador e designer de cílios antes de iniciar sua trajetória no humor durante a pandemia. Atualmente, soma mais de 1,8 milhão de seguidores no Instagram e 3,6 milhões no TikTok, levando aos palcos o mesmo estilo de humor que conquistou o público na internet.

Serviço – Belo Horizonte

Data: 01 de novembro de 2026 – domingo
Horário: 18h
Local:  Cine Theatro Brasil (GRANDE THEATRO UNIMED BH)
Endereço: Av. Amazonas, 315 – Centro, Belo Horizonte – MG
Ingressos: https://www.eventim.com.br/artist/cine-theatro-brasil/tipatia-so-anderson-profeta-4203728/?affiliate=VGG

Outras apresentações – Espetáculo Tipatia, sô!

Data: 02 de outubro de 2026 – sexta-feira
Horário: 20h
Local:  Sinticomex
Endereço: Rua São Sebastião, 147, Pedro Leopoldo – Minas Gerais
Ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/126668/d/412751/s/2689713

Data: 03 de outubro de 2026 – sábado
Horário: 20h
Local:  Auditório Cidade dos Meninos
Endereço: Rua Ari Teixeira da Costa, 1500, Ribeirão das Neves – Minas Gerais
Ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/125653/d/408071/s/2660482

Serviço:
“Tipatia, Sô!” – Anderson Profeta
Data: 1º de novembro de 2026, domingo
Horário: 18h
Local: Cine Theatro Brasil – Grande Theatro Unimed BH
Endereço: Av. Amazonas, 315 – Centro, Belo Horizonte – MG
Classificação: 12 anos
Duração: 75 minutos
Ingressos: https://www.eventim.com.br/artist/cine-theatro-brasil/tipatia-so-anderson-profeta-4203728/?affiliate=VGG

‘BK’ lança turnê de 10 anos de Castelos & Ruínas

Realizada pela 30e, maior companhia brasileira de entretenimento ao vivo, em parceria com a 11MM e Gigantes e apresentada pelo Itaú Live, a série de shows passa por seis cidades brasileiras.

A divulgação da comemoração dos dez anos de Castelos & Ruínas já havia marcado um momento inédito para o rap nacional ao tornar BK’ o primeiro artista brasileiro do gênero a realizar um show solo no Nubank Parque, em São Paulo. Agora, esse movimento ganha uma dimensão ainda maior. No Dia Nacional do Rap (6 de agosto), a 30e, maior companhia brasileira de entretenimento ao vivo, e as produtoras 11MM e Gigantes anunciaram Castelos & Rúinas 10 anos, turnê nacional em celebração ao disco, que culmina em outra conquista: o artista será o primeiro rapper na história a realizar um show solo no Maracanã.

Depois da estreia na capital paulista (19 de setembro), a tour segue por outras cidades brasileiras. Em Belo Horizonte, BK’ aterrissa no dia 28 de novembro, no Arena Hall, antes de chegar ao Rio de Janeiro, cidade onde nasceu, construiu sua carreira e realizará o maior espetáculo de sua trajetória. O projeto é apresentado pelo Itaú Live, plataforma proprietária de música do Itaú Unibanco. Clientes do banco têm pré-venda exclusiva com 15% de desconto no valor dos ingressos para compras realizadas com cartões de crédito no período. As entradas estão disponíveis pelo site da Eventim (acesse aqui).

“Eu falei pros meus fãs confiarem que viria algo grandioso. E veio. Vamos rodar o país com a turnê e fechar em casa, com Maracanã lotado. Vejo geral lá!”, comemora BK’.

Concebida para celebrar os dez anos de um dos discos mais importantes do rap brasileiro, a turnê revisita Castelos & Ruínas sob a perspectiva do artista que evoluiu cada vez mais ao longo da última década. O repertório conecta as faixas marcantes para esta geração aos trabalhos mais recentes de BK’, revelando a evolução musical, estética e narrativa construída desde o lançamento. Divulgado em março de 2016, o disco ajudou a estabelecer um novo capítulo para o rap nacional e sintetizou os conflitos, ambições e vivências da época. O álbum ainda ampliou o alcance do gênero e consolidou BK’ entre os principais nomes da música brasileira contemporânea. Hoje, ele segue como referência para novos cantores e compositores, assim como para o público, já que acumula mais de 225 milhões de streams no Spotify e mais de 75 milhões de visualizações no YouTube.

O encerramento no Maracanã transforma a celebração em um retorno às origens. Foi no Rio de Janeiro que BK’ nasceu, desenvolveu a identidade artística e construiu os primeiros capítulos da carreira. “Estar em casa”, ocupando um dos palcos mais emblemáticos da música e do esporte, é um marco em sua trajetória. Por esse motivo, escolher este local para o último show da turnê simboliza o encontro entre a cidade que moldou sua história e a dimensão alcançada por sua obra.

“Acredito que os fãs do BK’ do Rio de Janeiro são os mais engajados e eles estão no aguardo de que o show de 10 anos de Castelos & Ruínas passe por lá em algum formato especial. Sabemos o quanto o Rio é importante na construção da carreira do artista, e essa comemoração na cidade onde BK’ nasceu tinha de ser grandiosa. O Maracanã é o palco perfeito para a ocasião; certamente será um marco”, afirma Carol Pascoal, VP de Marketing e Comunicação da 30e.

“Grandes shows são construídos a partir de memórias, e a celebração de Castelos & Ruínas representa a trajetória de cada fã que acompanhou essa história. No Itaú Live, nosso compromisso é colocar o público no centro da experiência, ampliando o acesso e tornando cada etapa dessa jornada mais especial. Fazemos isso com experiências, como o pacote Super Fã, que valoriza quem vive a música intensamente, e com benefícios, como a pré-venda para clientes Itaú, garantindo prioridade e facilitando o acesso a momentos únicos”, conta Rodrigo Montesano, Superintendente de Experiências e Conexões de Marca do Itaú Unibanco.

A turnê chega em um período de expansão da carreira de BK’ e de maior exposição do rap brasileiro nos grandes palcos do país. Nos últimos anos, o artista reuniu mais de 20 mil pessoas em ICARUS: A Apoteose; criou o Festival Gigantes; ampliou sua presença na música brasileira e levou sua obra para públicos cada vez maiores. Ao percorrer o país, o artista reúne esses diferentes momentos em um projeto que revisita o passado sem perder de vista os próximos capítulos de sua história.

SERVIÇO

Castelos & Ruínas 10 Anos Tour

Realização: 30e, 11MM e Gigantes

Apresentação: Itaú Live

BELO HORIZONTE

Data: 28 de novembro de 2026 (sábado)

Local: Arena Hall – Avenida Nossa Senhora do Carmo – Savassi, Belo Horizonte/MG

Horário de abertura dos portões: 19h

Classificação Etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 5 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais.*
*Sujeito a alteração por Decisão Judicial.

Setores e preços:

Cadeira Superior Prata – a partir de R$ 97,50 (meia-entrada) | a partir de R$ 136,50 (entrada social) | a partir de R$ 195,00 (inteira)

Cadeira Superior Ouro – a partir de R$ 142,50 (meia-entrada) | a partir de R$ 199,50 (entrada social) | a partir de R$ 285,00 (inteira)

Pista Premium Itaú Personnalité – a partir de R$ 172,50 (meia-entrada) | a partir de R$ 241,50 (entrada social) | a partir de R$ 345,00 (inteira)

Vendas online em: eventim.com.br/bk10anoscasteloseruinas
Bilheteria oficial: Loja Eventim – Bh – Shopping 5ª Avenida – Rua Alagoas, 1314 – Belo Horizonte
Funcionamento: Segunda a sexta-feira das 10h às 19h | Sábados, Domingos e feriados não abre

Benefício para clientes Itaú Unibanco
Pré-venda exclusiva com 15% de desconto no valor dos ingressos para compras com cartões de crédito no período
*Compra de 4 ingressos por CPF –  sendo aplicável somente a ingressos inteira, de qualquer setor, sujeito a disponibilidade
Parcelamento em até 3x sem juros
O parcelamento em até 3x sem juros é válido para qualquer compra com cartão Itaú, na pré-venda ou não, tenha desconto, ou não no ingresso.

New Generation Blues Project no Soul Circus Park

Projeto criado pelo músico Auder Jr. reúne novos guitarristas mineiros em apresentação gratuita no Parque Municipal, no dia 3 de outubro

Revelar novos talentos do blues e do rock e promover o encontro entre diferentes gerações por meio da música é a proposta do New Generation Blues Project, criado pelo músico Auder Jr. A iniciativa será apresentada no Soul Circus Park, no dia 3 de outubro, às 16h30, no Parque Municipal de Belo Horizonte. A programação é gratuita e reúne shows, atrações circenses e experiências tecnológicas.

Nesta edição, o projeto reúne os jovens Enzo Nunes, Bruno Lobato e André Mellosoul, acompanhados por músicos profissionais. A iniciativa busca abrir espaço para novos talentos e ampliar o contato com diferentes referências do blues, do rock e da música brasileira.

Aos 14 anos, Enzo Nunes toca violão desde os 9 anos e estuda guitarra desde 2023. Entre suas principais referências estão Jimi Hendrix, Jimmy Page e Pete Townshend. O músico também participa de outros projetos e apresentações em Belo Horizonte, com repertório dedicado aos clássicos do rock and roll.

Bruno Lobato, de 15 anos, estuda violão clássico desde os 10 anos, na Casa de Música de Ouro Branco, e iniciou os estudos com Auder Jr. em 2026. Integrante da banda Sombras do Rock, de Ouro Branco, tem entre suas referências Pink Floyd, Beatles, Novos Baianos, Led Zeppelin, Raul Seixas e Jorge Ben. Antes de se dedicar ao violão, estudou bateria dos 4 aos 10 anos.

A experiência de dividir o palco com profissionais é parte importante da iniciativa, que busca ampliar a vivência artística dos participantes e contribuir para a formação de novos instrumentistas.

O Soul Circus Park reúne música, atrações circenses e tecnologia em uma programação gratuita no Parque Municipal de Belo Horizonte. A iniciativa integra o BH Soul Blues Festival e o Praça Criativa, com realização da Krie+ Produções Kriativas e do BH Soul Blues Festival, além do patrocínio da Squadra Digital e do Ministério da Cultura.

A programação musical inclui ainda Alexandre da Mata & The Black Dogs, Lu Mattos, Audergang, It’s Only Rolling Stones e DJ Montana.

Às 21h, o It’s Only Rolling Stones apresenta um show inspirado no conceito do Rock and Roll Circus, espetáculo realizado pelos Rolling Stones em 1968.

O evento também contará com atrações circenses e uma Tenda Tecnológica, destinada a crianças a partir de 8 anos, com conteúdos em 3D relacionados ao universo do circo.

Soul Circus Park

3 de outubro – a partir das 14h

Parque Municipal de Belo Horizonte

Av. Afonso Pena, 1377 – Centro

Entrada gratuita

Programação

14h – DJ Montana

14h30 – Alexandre da Mata & The Black Dogs

16h30 – New Generation Blues Project

17h30 – Lu Mattos

19h – Audergang

21h – It’s Only Rolling Stones

22h30 – DJ Montana

Ingressos: Sympla (https://www.sympla.com.br/evento/soul-circus-park/3563012)

Arnaldo Antunes e Adriana Calcanhotto apresentam “Vice-Versa”

Com 11 novas faixas, projeto amplia uma parceria de mais de três décadas e chega aos palcos em seis cidades brasileiras, com realização da 30e e apresentação do Itaú Live; a pré-venda para clientes do banco começa em 23 de setembro, às 10h, e venda geral em 25 de setembro, ao meio-dia

O cuidado primoroso no trato com as palavras foi algo que sempre aproximou Arnaldo Antunes e Adriana Calcanhotto. Ao longo dos últimos 30 anos, inclusive, as carreiras de ambos se cruzaram diversas vezes, mas, somente agora, eles fazem dessa conexão algo maior. Vice-Versa (2026, Universal Music Brasil) é a materialização do encontro dos seus universos artísticos em um novo disco de parcerias inéditas. O trabalho chega nas plataformas de streaming de áudio no dia 22 de setembro (ouça aqui). A turnê, que estreia em março de 2027, passará por seis cidades brasileiras, em uma realização da 30e, maior companhia brasileira de entretenimento ao vivo, e com apresentação do Itaú Live, plataforma proprietária de música do Itaú Unibanco. A pré-venda de ingressos para clientes do banco inicia no dia 23 de setembro, às 10h, enquanto a venda geral começa em 25 de setembro, ao meio-dia, no site oficial do projeto (acesse aqui).

Em Belo Horizonte o show acontece no dia 03 de abril de 2027, no Minascentro.

Vice-Versa é resultado de uma relação artística que começou ainda na década de 1990 e foi ganhando novas camadas ao longo do tempo. Entre canções e poemas, Arnaldo e Adriana compartilharam artistas que admiram, amigos, exposições, regravações e uma extensa coleção de afinidades. A composição, no entanto, havia sido dividida apenas uma vez: em “Para Lá”, até então a única canção assinada pelos dois. Lançada por Arnaldo em Qualquer (2006) e, dois anos depois, por Adriana em Maré (2008), a faixa recebeu uma indicação ao Latin GRAMMY na categoria Melhor Canção em Língua Portuguesa. Duas décadas depois, Vice-Versa retoma a parceria e a transforma em um projeto inteiro.

Nas 11 faixas do álbum, essa troca se amplia em dez criações conjuntas e incorpora referências que fazem parte da história dos dois. É o caso de “Na Minha Carne Viva”, composição em parceria com Marisa Monte, e “Sorriso Livro”, releitura da Timbalada. A produção musical é assinada por Pupillo, ex-integrante do Nação Zumbi, que participa do projeto também na bateria e na percussão.

O jogo de contrastes sugerido pelo título atravessa as composições de Vice-Versa. Em “As Bancas de Jornais”, Arnaldo e Adriana associam o excesso de consumo com a naturalização da violência. “Também Capaz” comenta a necessidade de se encontrar, em meio à atribulação do cotidiano. “Agora Juntos” aproxima opostos e brinca com os sentidos das palavras, enquanto “Não Me Deu”, faixa que encerra o álbum, parte da ausência para abrir espaço ao que realmente importa.

“A grande surpresa que pintou com esse trabalho foi a gente se dispor a compor junto. O nosso encontro deu muito certo, com muita leveza, e rendeu todas essas canções que gravamos em Vice-Versa”, comenta Arnaldo Antunes. E completa: “É como se a nossa parceria estivesse esperando todos esses anos, desde ‘Para Lá’, para desabrochar de vez. Acho que esse processo foi marcado por uma admiração mútua, que permite expressar abertamente nossas afinidades e diferenças e perceber como elas acabam se complementando”.

Em 2024, Arnaldo Antunes e Adriana Calcanhotto fizeram um show inteiro pela primeira vez. Dali surgiu o desejo de levar a parceria para uma turnê. “Não nos atraía a ideia de fazer uma retrospectiva, só com sucessos e canções antigas. Queríamos material novo, que apontasse para frente. E foi assim que escrevemos o disco. Vice-Versa nos permitiu viver novas experiências juntos, criar novas memórias e dar continuidade ao nosso diálogo artístico”, conta Adriana Calcanhotto.

“Ao ouvir Vice-Versa, é bonito perceber como dois universos artísticos tão particulares dão origem a um terceiro, fascinante e com identidade própria. Existe uma atenção aos detalhes que permeia todo o trabalho e que queremos preservar na passagem para o palco. A turnê amplia o universo do disco e abre novas possibilidades para essa criação ao vivo”, afirma Carol Pascoal, VP de Marketing e Comunicação da 30e.

Paulo Lima, presidente da Universal Music Brasil, completa: “Arnaldo Antunes e Adriana Calcanhotto construíram trajetórias únicas na música brasileira, sempre colocando a palavra, a canção e a experimentação no centro de suas obras. São mais de três décadas de encontros, admiração e diálogo artístico. Vice-Versa nasce dessa história compartilhada, mas com os olhos voltados para o futuro, a partir da decisão de criar, juntos, um repertório inteiramente novo, do zero. Para a Universal Music Brasil, é um privilégio lançar um álbum dessa dimensão artística e colocar a força e a estrutura da maior companhia de música do mundo a serviço de um projeto tão brasileiro, autoral e relevante. Vice-Versa traduz muito do que acreditamos: grandes artistas nunca deixam de criar, de se desafiar e de abrir novos caminhos. É assim que a música segue em frente.”

Como apresentador da turnê, o Itaú Live também reforça a força desse encontro e a oportunidade de ampliar a conexão dos artistas com o público. “A amizade e a parceria artística de três décadas entre Adriana Calcanhotto e Arnaldo Antunes deram origem a uma trajetória que marcou a música brasileira e segue inspirando novos projetos. Para o Itaú Live, é muito significativo apoiar um encontro como esse, aproximando os fãs de artistas que fazem parte da trilha sonora de suas vidas, com benefícios e experiências que tornam essa conexão ainda mais especial”, afirma Rodrigo Montesano, superintendente de Experiências e Conexões de Marca do Itaú Unibanco.

No palco, faixas de Vice-Versa se encontram com canções das trajetórias de Arnaldo e Adriana, agora revisitadas pelos dois. O novo repertório ocupa o centro do espetáculo, enquanto músicas que marcaram suas carreiras ganham outras possibilidades nessa formação. A direção de arte é assinada por Daniela Thomas, responsável por dar forma visual a esse universo. Um dos principais nomes das artes visuais brasileiras, ela assinou a cenografia de TEMPO REI, última turnê de Gilberto Gil, também realizada pela 30e, e traz no currículo trabalhos no cinema, no teatro e em grandes projetos culturais, entre eles Ainda Estou Aqui, vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional, e a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016.

Em 2027, Vice-Versa deixa o disco e ocupa os palcos de seis cidades brasileiras. A turnê será a primeira oportunidade de ver as novas faixas dividindo espaço com músicas que o público já conhece nas vozes de Arnaldo e Adriana, revisitadas especialmente para essa formação. Depois da experiência de compor e gravar lado a lado, a série de shows abre outras possibilidades para a parceria e para tudo o que Vice-Versa ainda pode se tornar.

SERVIÇO

Turnê Vice-Versa – Arnaldo Antunes e Adriana Calcanhotto Realização: 30e

Apresentação: Itaú Live

Belo Horizonte

Data: 3 de abril de 2027 (sábado)

Local: Minascentro – Av. Augusto de Lima, 785 – Centro – Belo Horizonte/MG Horário de abertura da casa: 20h

Classificação etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 05 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais.

Setores e preços:

Setor Superior – R$ 127,50 (meia-entrada) | R$ 204,00 (entrada social) | R$ 255,00 (inteira)

Setor 2 – R$ 177,50 (meia-entrada) | R$ 284,00 (entrada social) | R$ 355,00 (inteira)

Setor 1 – R$ 227,50 (meia-entrada) | R$ 364,00 (entrada social) | R$ 455,00 (inteira)

Pré-venda clientes Itaú Unibanco

Todos os clientes Itaú Unibanco: 23 de setembro, às 10h, até 25 de setembro, às 12h

Venda geral: 25 de setembro, às 12h, online, e às 13h na bilheteria Vendas online em: viceversaturne.com.br/

Bilheteria oficial: Arena Hall – Av. Nossa Srª do Carmo, 230 – Savassi – Belo Horizonte/MG

Funcionamento: Terça a Sábado das 12h às 15h | 16h às 20h

Turnê Barão Vermelho Encontro faz Arena Hall reviver a era de ouro do rock brasileiro

Neste sábado (26) e domingo (27), o Arena Hall, em Belo Horizonte, recebeu duas noites marcantes da turnê Barão Vermelho Encontro. Com a formação original da banda em cena, o show reuniu grandes sucessos da carreira, resgatou a memória afetiva do público mineiro e teve como ponto alto um dueto virtual entre Roberto Frejat e Cazuza, projetado no telão. A seguir, os detalhes de uma apresentação que ficará marcada na história.

Formação original resgata os clássicos do rock nacional

A Turnê Encontro do Barão Vermelho passou por Belo Horizonte trazendo de volta a formação original da banda, um dos maiores ícones do rock nacional. Subiram ao palco do Arena Hall: Guto Goffi (bateria), Maurício Barros (teclados), Dé Palmeira (baixo) e Roberto Frejat (voz, guitarra e violão), além de músicos que contribuíram para a rica história do grupo, como o guitarrista Fernando Magalhães.

Com um repertório extenso e recheado de clássicos, o show resgatou a sonoridade que marcou a trajetória da banda ao longo dos anos e transportou o público a uma época de ouro do rock brasileiro. A cada faixa executada, a plateia acompanhava em coro, reforçando a conexão entre a banda e os fãs mineiros que lotaram o espaço nas duas noites de apresentação.

Barão Vermelho Encontro em BH | Foto Helton Sforzin
Foto Helton Sforzin | Barão Vermelho Encontro em BH, Domingo (27)

O dueto virtual que emocionou o público mineiro

O momento mais emocionante da noite ficou por conta de uma homenagem especial. Ao som de um dos maiores clássicos do grupo, o cantor, compositor e fundador da banda, Cazuza (falecido em 1990), apareceu projetado no telão em um dueto virtual com Roberto Frejat. A cena arrancou aplausos calorosos e emocionou o público presente, reafirmando a importância do legado deixado pelo artista na história do Barão Vermelho e do rock nacional.

Passagem por BH reforça retomada dos grandes nomes do rock

Com a passagem por Belo Horizonte, a Turnê Barão Vermelho Encontro reforça o movimento de retomada de grandes nomes do rock brasileiro aos palcos, unindo gerações de fãs em torno de um repertório que atravessou décadas. Para o público mineiro, o show no Arena Hall fica registrado como uma das apresentações mais marcantes do ano, consolidando a capital mineira como um dos importantes destinos da turnê pelo país.

Instagram: Portal Cenário Minas
Jornalista responsável e Fotógrafo: Helton Sforzin

Fórum de Pessoas 2026 promovido pela Amcham MG reúne 120 gestores de RH em dois dias de imersão, no Hotel Tauá

“O Apagão de lideranças: quem está formando os líderes do futuro?” foi o tema central do evento

Nos dias 17 e 18 de setembro, a Amcham MG reuniu 120 profissionais de Recursos Humanos de várias partes do Brasil para discutir os desafios da formação dos novos líderes. Com o tema “O Apagão de lideranças: quem está formando os líderes do futuro?”, o evento teve a participação de gestores de RH de grandes empresas brasileiras e multinacionais que são associadas da organização.

A Consultora e Professora da Fundação Dom Cabral, Clara Linhares, conduziu o primeiro dia do evento com intervenções  que promoveram reflexões e possibilitaram a interação dos participantes. Marisabel Ribeiro, Diretora de Talent Strategy da Marsh, em uma das palestras Magnas, a partir do relatório global da Marsh People Risk 2026 – “O diferencial humano: Transformando  o risco em vantagem estratégica, abordou o tema“O que sabemos sobre o apagão de lideranças: riscos, tendências e as melhores práticas das empresas”.

Adriana Chaves, Conselheira e Sócia do Grupo Cia de Talentos, foi a responsável pela segunda palestra Magna que teve como foco “A crise das gerações e o futuro da liderança”.

 

Ainda no primeiro dia do Fórum foi realizado o Painel “RH: Espectador ou Protagonista da Gestão de Talentos?”. Mediado pelo Sócio Diretor da Selpe Gente e Gestão, Hegel Botinha, o painel contou com a participação de Tatiana Villefort, Diretora de RH da MRV; Daniel Linhares, Diretor executivo de RH da Localiza; e Raquel Campos, Superintendente da Unimed Belo Horizonte.

No segundo dia do Fórum, os participantes puderam escolher uma trilha de conteúdo para aprofundar um dos temas discutidos ao longo do evento a partir de cases apresentados por três diferentes empresas: a Dell Technologies, case conduzido por Elusa Dalmoro, Líder Estratégica de RH; a EssilorLuxottica – Ray Ban, com Cahuê Silva, Diretor de RH; e o Supernosso, que teve seu case apresentado pelo Diretor de RH  da rede, Jorge Feliciano.

“Reunimos nos dois dias do Fórum, os líderes de Recursos Humanos de grandes empresas brasileiras e globais que não somente refletem sobre os temas discutidos, mas vivem, em seus cotidianos, os desafios de liderar nesse contexto de insegurança cibernética, tensão geopolítica, deterioração da saúde mental e sistemas sociais frágeis, entre tantos outros impasses. Acreditamos ter contribuído para o avanço na busca de melhores caminhos para a gestão de pessoas,” afirma Douglas Arantes, Gerente Regional da Amcham MG.

DE MINAS PARA OS AÇORES

Evento, que reuniu 30 empresários mineiros, foi marcado pelo lançamento da Rota dos Açores 

Trinta empresários de diversos segmentos e regiões de Minas Gerais se reuniram no dia 23/09, no Edifício Parque Avenida, em Belo Horizonte, para entenderem as oportunidades de negócios nos Açores, arquipélago português com posição estratégicano Atlântico e é a sétima região portuguesa mais populosa, com cerca de 237 mil habitantes.

O evento, promovido pela Casa dos Açores Minas Gerais, contou com a palestra de Camila França, cofundadora da Nexus, maior incubadora privada dos Açores, que  falou sobre todos os procedimentos legais e as vantagens competitivas de abertura de uma empresa no arquipélago português e da equipe da Clique Cota Capital, um hub de soluções financeiras, que apresentou alguns caminhos para obtenção de créditos.

O evento foi marcado pelo lançamento simbólico da Rota Açoriana de Minas Gerais,que terá a cidade mineira de Madre de Deus de Minas como marco zero. O lançamento oficial da Rota será no dia 12 de dezembro, em uma festa na própria cidade, que fica no Campo das Vertentes, região de Minas que preserva, em sua formação, forte herança dos imigrantes açorianos.

“A Rota Açoriana nasce como um grande projeto que tem como objetivo promover o reconhecimento da contribuição açoriana para a formação histórica, social, cultural e econômica de inúmeras cidades mineiras,” afirma Cláudio Motta, presidente da Casa dos Açores de Minas Gerais.

Giro Cultural conecta hip-hop, cultura negra e ancestralidade

Foto: João Paulo Ferreira

Com participação do rapper Semeador e da educadora Lucia Vera de Lima, novo episódio de “Giro Cultural – Conexões” estreia sábado (26), às 17h, na TV Poços, e investiga os encontros entre tradição, resistência e cultura urbana

 

O que conecta as tradições afro-brasileiras preservadas ao longo de gerações ao rap produzido hoje nas periferias? É a partir desse encontro entre ancestralidade, resistência e cultura urbana que o Giro Cultural – Conexões apresenta o segundo episódio de sua nova temporada, neste sábado, 26 de setembro, às 17h, na TV Poços. A reprise será exibida no domingo, 27 de setembro, às 11h.

Depois de abrir a temporada percorrendo as histórias da Folia de Reis, da Catira e da viola caipira, o programa volta o olhar para a presença e a permanência da cultura negra, construindo pontes entre manifestações tradicionais e o hip-hop produzido no Sul de Minas.

O episódio recebe o rapper Semeador, uma das referências do hip-hop na região, e Lucia Vera de Lima, pedagoga, mestre em Cultura Popular, arte-educadora e militante do movimento negro. A partir de suas trajetórias, o programa discute como memória, identidade, educação, música e resistência atravessam diferentes gerações e continuam produzindo novas formas de expressão cultural. A proposta integra o fio condutor desta temporada do Giro Cultural: compreender a cultura não como algo estático ou restrito ao passado, mas como um organismo vivo, capaz de se transformar sem romper com suas raízes.

“Queremos olhar para a nossa cultura entendendo que tradição não é aquilo que fica parado no passado. Tradição é aquilo que sobrevive porque encontra maneiras de continuar sendo vivida, recriada e compartilhada. O Giro Cultural – Conexões nasce justamente desse desejo de aproximar essas histórias e mostrar como elas continuam presentes no que fazemos hoje”, afirma Beatriz Aquino, idealizadora, apresentadora e roteirista do programa.

Do Sul de Minas para o rap nacional
Atuante na cultura hip-hop desde 1996 e como rapper desde 2002, Semeador construiu uma trajetória independente que acompanha parte importante da história do movimento no Sul de Minas. Fundador do grupo Real Face do Gueto, segue em carreira solo desde 2007 e acumula nove álbuns lançados, além de colaborações com nomes como Consciência Humana, Facção Central, Nego Jam, Elly DMN, Branco P9, Rapadura, Sombra SNJ, Realidade Cruel e Tio Fresh, do SP Funk.

Em 2025, o artista celebrou sua trajetória com um show no Matilha Cultural, em São Paulo, que também marcou o lançamento dos álbuns “Parábola 1 – O Caminho” e “Parábola 2 – A Verdade”. No mesmo ano, lançou o livro “Dias de Glória”, no qual recupera parte de sua história dentro do hip-hop.

Além da produção artística, Semeador está à frente do projeto Hip Hop VS Drogas, iniciativa que utiliza a cultura hip-hop como instrumento de diálogo, conscientização e atuação em comunidades. O rapper também passou pela Showlivre Live Session e prepara novos projetos audiovisuais e musicais sobre sua trajetória. Sua participação no Giro Cultural ajuda a mostrar como o hip-hop se insere em uma história mais ampla de preservação de memória, criação de identidade, ocupação de territórios e resistência cultural.

Cultura negra, educação e ancestralidade
Outra voz central do episódio é Lucia Vera de Lima, pedagoga, mestre em Cultura Popular, arte-educadora e militante do movimento negro. Sua trajetória é marcada pela valorização da cultura afro-brasileira e popular, pela educação antirracista e pelo fortalecimento da identidade negra.

Ao longo dos anos, Lucia desenvolveu projetos culturais, oficinas, palestras, contação de histórias afrocentradas, atividades de dança afro e oficinas de confecção de bonecas Abayomi, levando discussões sobre arte, ancestralidade, memória e identidade para escolas, universidades e comunidades. Atualmente, é presidente do Centro Cultural Afro-Brasileiro Chico Rei e vice-presidente do Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial e Étnica (Compiré).

Sua presença amplia a discussão proposta pelo episódio ao recuperar a importância da transmissão dos saberes, da oralidade e das manifestações culturais negras na construção da identidade de Poços de Caldas e região. Ao colocar essas experiências em diálogo, o Giro Cultural – Conexões mostra que a distância entre tradição e contemporaneidade pode ser muito menor do que parece. Da preservação da ancestralidade às rimas do rap, diferentes manifestações compartilham experiências de pertencimento, memória, criação coletiva e resistência.

Ao longo de seus três episódios, a segunda temporada é atravessada por música, cultura popular, fé, ancestralidade e manifestações urbanas. Mais do que registrar personagens e expressões artísticas, o projeto pretende construir um documento audiovisual para as próximas gerações sobre parte da história cultural de Poços de Caldas e do Sul de Minas. A segunda temporada é viabilizada pelo Edital de Incentivo à Cultura, promovido pela Secretaria Municipal de Cultura de Poços de Caldas, com incentivo cultural da Alcoa, captação da Carvalho Agência Cultural e apoio da TV Poços, Acervo Móvel, Aventurina e Thunder Beauty.

Serviço
Giro Cultural – Conexões | 2ª temporada — Episódio 2
Estreia: sábado, 26 de setembro, às 17h
Reprise: domingo, 27 de setembro, às 11h
Exibição: TV Poços
Online: canal Giro Cultural no YouTube
Formato: temporada com 3 episódios

Ficha técnica
Idealização e apresentação: Beatriz Aquino
Produção audiovisual, edição e curadoria: Robson Américo
Produção executiva e direção de arte: Danielle Vilas Bôas / Mió Cultural
Fotografia still: João Paulo Ferreira e Grazi Ferreira
Designer gráfico: João Paulo Ferreira
Assessoria de imprensa: Jéssica Balbino

Realização
Projeto viabilizado pelo Edital de Incentivo à Cultura, promovido pela Secretaria Municipal de Cultura de Poços de Caldas. Incentivo cultural da Alcoa. Captação da Carvalho Agência Cultural. Apoio: TV Poços, Acervo Móvel, Aventurina e Thunder Beauty.

Você já ouviu falar de neuroarquitetura?

Talvez sim, talvez não, porém os resultados práticos desta ciência você já deve ter sentido… Nós, os humanos somos seres extremamente sensoriais, desde o útero estamos dentro de um ambiente. O ambiente nos cerca, nos envolve e nos dá a dimensão da realidade. Se você tentar relembrar uma experiência marcante da sua vida provavelmente irá recordar onde você estava, aquele ambiente único te marcou para sempre.

A memória é totalmente sensorial e atemporal. A neuroarquitetura é na prática uma união entre a neurociência e a arquitetura, usada para criar espaços físicos que influenciam positivamente o cérebro, as emoções, a saúde e o comportamento humano. Em vez de focar apenas na estética, essa nova aplicação estuda com base em dados científicos, como elementos do ambiente como a luz, as cores, texturas, sons e formas podem afetar o bem-estar e o nível de estresse das pessoas.

A Casa Cor Minas Gerais deste ano trouxe o tema “Mente e Coração”, um convite a refletir sobre o equilíbrio tão necessário entre razão e sensibilidade, uma busca pela arquitetura do acolhimento. A criação de “refúgios” de bem estar, desaceleração diante dos excessos da vida contemporânea, da vida urbana, do stress e da conectividade virtual. Nos seus 40 ambientes criados por 53 profissionais podemos sentir a presença da neuroarquitetura em cada detalhe, tudo muito bem pensado para trazer aspectos de paz a mente e ao coração. Pegamos como exemplo prático o Living e Jardim de inverno assinados por Myrna Porcaro – “O verde ajuda a aproximar o cotidiano da natureza e a diminuir a separação entre dentro e fora”.

Neste espaço temos a incidência de luz natural que ajuda a regular o relógio biológico e o ritmo circadiano, o que melhora o humor e a energia biológica. Temos também o uso das cores e texturas com a escolha de cores suaves que trazem calma e reduzem a ansiedade complementadas por cores de madeiras nas paredes de tons mais vivos e intensos que estimulam a criatividade e a atenção. As texturas ativam o tato e geram acolhimento. Podemos sentir essas texturas na adega que está dentro do jardim.

A escolha da mesa que vai servir de apoio as taças, ao serviço do vinho traz elementos de diversas texturas que são complementados por interessantes vasos da Organne Vasos Decor, vasos estes que remetem a tradição vietnamita de expor a cerâmica a ação do tempo, gerando um vaso com história, patina, textura. Até duas anforas antigas de vinho são usadas nesta decoração, ao velas o cérebro imediatamente busca a conexão da produção da uva, do parreiral, da vinificação, elementos totalmente naturais, assim o cérebro desacelera e retorna a um estado de maior paz, centrado e focado na experiência que será vivida dentro daquele ambiente arquitetônico.

“Basta uma sensação positiva gerada pelo ambiente para que mente e coração retornem a umestado de relaxamento”. Isso tudo é arrematado com o fio condutor da Biofilia, a presença da natureza, a presença de plantas e elementos naturais que ajuda a diminuir os níveis de estresse e promove a sensação de paz. As plantas são estrategicamente colocadas nos cantos para criar uma sensação de unidade. Remetem até mesmo a um jardim suspenso, pois as plantas ocupam muitas vezes a parede toda, subindo até o teto. Por último e não menos importante temos a organização espacial do ambientes, que é bem distribuído, com amplo espaço de circulação interna, o que dá clareza mental e sensação de segurança ao cérebro. “Ambientes definitivamente impactam nosso cérebro e comportamento”, destaca Ana Paula Guedes, pesquisadora e estudioso deste tema da Neuroarquitetura. Ana palestrou na Casa Cor a convite da CAU – Conselho de arquitetura e Urbanusmo de MG. “Espaços bem desenhados e bem construídos podem aumentar o sentimento de refúgio e conforto, gerando uma integração entre a mente e o bem estar físico, isso é exatamente o avesso da alienação individual que muitas vezes vemos acontecer na arquitetura”. Destaca Ana que também é autora do livro mais vendido do segmento – “Neuroarquitetura: a neurociencia no ambiente construído”.

O conforto, memória e a identidade estão nas escolhas da arquitetura e decoração, mas também podem influenciar como viver e estar dentro de um espaço, isso é a aplicação prática da neuroarquitetura. Visite a Casa Cor para sentir de perto a experiência da neuroarquitetura.

Librelon: apoio psicológico a agentes de segurança publica

Proposta prevê assistência presencial e online, com alcance nos 92 municípios do Estado do Rio; após receber emendas, texto retorna às comissões da Alerj

A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) analisa o Projeto de Lei nº 893/2023, de autoria do deputado Librelon (Republicanos), que propõe ampliar o atendimento psicológico a profissionais da segurança pública e seus familiares. Após receber emendas durante a tramitação, o projeto retornará às comissões da Casa para nova análise.

A proposta altera a Lei nº 8.386/2019 e busca ampliar o alcance do programa de apoio psicológico para além da capital, contemplando os 92 municípios fluminenses. O texto prevê a possibilidade de instalação dos serviços em hospitais estaduais ou de celebração de convênios com instituições especializadas.

Atendimento online pode facilitar o acesso

Entre os pontos previstos está a possibilidade de consultas por plataformas digitais. O atendimento online poderá facilitar o acesso de profissionais que vivem em municípios distantes ou em regiões com menor oferta de especialistas.

A iniciativa contempla policiais civis e militares, bombeiros, inspetores de segurança, policiais penais e servidores do sistema socioeducativo, além de seus familiares. A proposta considera que a exposição a situações de risco e violência pode afetar também o bem-estar das pessoas próximas aos profissionais.

Saúde mental como parte da proteção

A justificativa do projeto destaca a importância de fortalecer as políticas de cuidado voltadas aos profissionais da segurança pública. Dados mencionados na proposta apontam aumento nos afastamentos de policiais militares por questões relacionadas à saúde mental. Entre janeiro e agosto de 2018, foram registrados 2.500 afastamentos, número superior ao total de 836 ocorrências contabilizadas ao longo de 2014.

Para o deputado Librelon, ampliar o acesso ao atendimento psicológico é uma forma de cuidar de quem exerce funções essenciais para a população. A proposta busca facilitar o acompanhamento especializado e contribuir para a prevenção do agravamento de problemas emocionais.

A iniciativa integra a atuação parlamentar de Librelon nas áreas de segurança pública e saúde. O deputado concorre à reeleição para o terceiro mandato na Alerj pelo Republicanos.

Próximas etapas

Com as emendas recebidas, o Projeto de Lei nº 893/2023 retornará às comissões da Alerj para análise. Após essa etapa, a proposta poderá seguir para as próximas fases de tramitação legislativa.