Experiência imersiva marca lançamento da coleção Outono 2026 no Museu de Artes e Ofícios
A Alto Giro promoveu um encontro exclusivo para convidados no Museu de Artes e Ofícios, em Belo Horizonte, como parte das ações de lançamento da coleção Outono-2026 assinada pela fashionista Thássia Naves. O evento proporcionou uma experiência imersiva conectando moda, arte e bem-estar em um ambiente de grande relevância histórica e cultural para a cidade.
Durante a ocasião, os convidados participaram de uma visita à exposição da artista plástica Brígida Campbell, em uma proposta que incluiu um momento de meditação guiada e imersão sensorial, criando uma atmosfera de pausa e presença em meio à força poética das obras.
Com atmosfera intimista e estética apurada, elementos como o contato com a terra e a valorização do essencial reforçaram o conceito da coleção Outono-2026, que explora a conexão entre o indivíduo e o ambiente ao seu redor. Assim, o evento reforçou o posicionamento premium da Alto Giro e apresentou a nova coleção aproximando convidados da proposta criativa assinada por Thássia Naves e fortalecendo a relação da marca com o universo da arte e da cultura.
O 13º Festival do Japão em Minas já tem data marcada! O evento será realizado nos dias 13 a 15 de março, no espaço do Expominas em Belo Horizonte, MG.
A cultura japonesa está cada vez mais presente no Brasil, influenciando jovens e adultos em diversos aspectos do cotidiano. O Festival do Japão em Minas consolidou-se como o maior evento de promoção da cultura japonesa no estado, reunindo milhares de visitantes no Expominas e integrando o calendário cultural mineiro. “As pessoas já nos perguntam quando será a próxima edição e chegam a sugerir que o festival aconteça duas vezes ao ano”, afirma Yukari Hamada, organizadora do festival.
O evento acontecerá de 13 a 15 de março, no Expominas, no bairro Gameleira, em Belo Horizonte. A proposta é proporcionar uma imersão na cultura nipônica, em seus costumes e valores, além de fomentar oportunidades de negócios e fortalecer os laços sociais, turísticos e econômicos entre Minas Gerais e o Japão. “É divulgar uma parte da rica experiência nipônica no estado de Minas Gerais. Temos atividades genuinamente japonesas como o Nodateseki (Cerimônia do Chá), conceitos de jardins japoneses, gastronomia típica, oficinas e diversas experiências culturais, sempre com a melhor assertividade possível”, destaca Yukari.
Nesta edição, o festival ocupará 32 mil metros quadrados e espera receber cerca de 38 mil pessoas, acompanhando o crescimento da popularidade do evento nos anos anteriores. O terceiro pavilhão do Expominas será destinado exclusivamente à Praça de Alimentação, ampliando o conforto do público e oferecendo uma variedade de pratos da culinária japonesa e mineira.
Todos os anos, o Festival do Japão em Minas destaca um tema central que evidencia aspectos marcantes da cultura japonesa. Em 2026, o grande destaque são os conceitos dos “Jardins Japoneses: Meditativo e Contemplativo”, que apresenta ao público a profundidade estética e espiritual dos jardins japoneses. Inspirados por princípios do xintoísmo, do budismo e do zen, esses espaços simbolizam a natureza em escala humana, combinando rochas, areia, água e vegetação de forma harmoniosa. O festival convida os visitantes a vivenciar essa atmosfera de contemplação e equilíbrio, reforçando o jardim como lugar de silêncio, introspecção e conexão com a natureza.
Outro eixo temático da edição é o “Urushi – a arte da laca japonesa”, tradição milenar que utiliza a seiva natural da árvore da laca asiática para revestir peças com beleza, resistência e sofisticação. Aplicado em múltiplas camadas sobre madeira, o urushi dá origem ao shikki — utensílios como tigelas, hashi e caixas de bento — que unem funcionalidade, durabilidade e estética. Mais do que técnica artesanal, o urushi representa a preservação de um saber tradicional que transforma objetos cotidianos em verdadeiras obras de arte, valorizando o conceito japonês de beleza por meio do uso.
A edição contará ainda com a exposição “Ícones da Cultura Japonesa”, dedicada à cultura pop como expressão contemporânea das tradições do Japão. A mostra revela como elementos milenares permanecem vivos no universo dos animes, mangás, games e da música. A reverência às estações do ano, o misticismo do xintoísmo e os símbolos tradicionais reaparecem em narrativas, personagens e estéticas que conquistaram o mundo. Yokais, divindades, padrões gráficos inspirados em quimonos e referências à natureza transformam-se em protagonistas, cenários e identidades visuais, demonstrando que a cultura pop japonesa é uma releitura vibrante do passado, conectando espiritualidade, arte e tecnologia.
Na gastronomia, o público poderá conhecer o espaço Cozinha Show, dedicado à divulgação dos doces japoneses yogashi e wagashi, além de experiências com o tradicional matchá. Os yogashi, doces mais contemporâneos com influência ocidental, serão apresentados pelo chef César Yukio, primeiro vencedor do MasterChef Confeitaria no Brasil, que compartilhará técnicas e aplicações modernas da confeitaria japonesa. Já os wagashi, doces tradicionais que acompanham a cerimônia do chá, serão ministrados pela chef Cris Sampei, valorizando a delicadeza e o simbolismo dessa arte milenar. O matchá será conduzido pelo chef Kazumine Nohara, que abordará sua utilização tanto como bebida da cerimônia do chá quanto em receitas de yogashi, wagashi, sorvetes e outras preparações. Também será realizado o lançamento do Café Sedai com exportação para o mercado japonês, ampliando as conexões entre tradição e inovação na experiência gastronômica do festival.
Entre as iniciativas especiais, destaca-se o Seminário Internacional de Reciclagem Veicular e Economia Sustentável – REVES 2026, concebido a partir de um projeto piloto de reciclagem veicular desenvolvido pela JICA em parceria com o CEFET, que reunirá profissionais, pesquisadores, empresários e representantes do setor público para discutir soluções inovadoras, sustentabilidade e o futuro da reciclagem veicular no Brasil.
Serão três dias de programação imersiva, integrando tradição, arte, gastronomia, sustentabilidade e cultura contemporânea, reafirmando o Festival do Japão em Minas como um dos principais eventos de valorização da cultura japonesa no estado. Algumas atrações incluem: as apresentações instrumentais, danças típicas, oficinas de arte, experimentações de origami, espaço de cultura pop, Oficinas de Shodô, Sashiko, Oshibana entre outras, área institucional, campeonatos de hashi e wanage, jogo Acerte o Kanji, Concurso Miss Nikkey, Concurso Cosplay, distribuição de mudas de hortaliças e sorteio de mudas de cerejeiras e ipê, além de área de compras e serviços.
Os ingressos já estão disponíveis, com valores de R$20,00 (meia-entrada) e R$40,00 (inteira), e podem ser adquiridos antecipadamente pela plataforma GoFree. Também haverá venda na portaria do evento, durante os dias do festival.
Na sexta-feira, 13 de março, o público poderá aproveitar o Happy Hour do Festival do Japão em Minas: das 18h30 às 20h30, os ingressos terão valor promocional único de R$20,00. A oferta é válida exclusivamente para compras online pela plataforma GoFree, mediante seleção da modalidade “Happy Hour”.
O Festival do Japão em Minas 2026 conta com o patrocínio da VALE. As empresas DENSO e CBMM patrocinam o festival por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura; e o evento também conta com o patrocínio da CEMIG e da USIMINAS, via Lei Estadual de Incentivo à Cultura; além da Emenda Parlamentar do Deputado Federal PEDRO AIHARA. A realização é do Escritório do Cônsul Honorário do Japão em Belo Horizonte, do Consulado Geral do Japão no Rio de Janeiro, da Associação de Cooperação em Cultura e Tecnologia Brasil-Japão (ACCTBJ), da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, do Governo de Minas Gerais e do Ministério da Cultura – Governo Federal.
Com o objetivo de ampliar o fluxo de visitantes portugueses e o fortalecer a conexão aérea direta entre Belo Horizonte e Lisboa, representantes da Belotur participaram, entre os dias 25 de fevereiro e 1º de março, da BTL Lisboa 2026 (Better Tourism Lisbon Travel Market), o maior evento de turismo de Portugal.
A Belotur cumpriu as agendas em Lisboa em parceria com a Embratur, dando continuidade à estratégia conjunta de promoção de Belo Horizonte junto ao órgão federal. A presença integra uma série de ações internacionais nas quais a capital mineira vem sendo selecionada para compor o estande da Embratur, ampliando a visibilidade da cidade no exterior e garantindo maior economicidade para a administração pública.
Para o presidente da Belotur, Eduardo Cruvinel a participação de Belo Horizonte na BTL foi uma oportunidade estratégica para ampliar a presença internacional e consolidar a cidade como um destino diverso, inovador e reconhecido pela força na gastronomia, turismo criativo, sustentabilidade e consolidação da metodologia DTI (Destino Turístico Inteligente) em BH.
“Essa atuação está alinhada à agenda prioritária da Belotur, de internacionalizar o destino e potencializar o reconhecimento conquistado por meio de premiações recentes. O mercado português é estratégico para nós e, integrar essa série de ações, fortalece nossa visibilidade, amplia o fluxo de visitantes e posiciona Belo Horizonte de forma cada vez mais competitiva no cenário internacional”.
Durante o evento, a empresa municipal destacou duas importantes iniciativas desenvolvidas recentemente pela PBH, em parceria com o Sebrae Minas e com a sociedade civil: o “Bares com Alma” e o “Menuuuh”, reforçando o compromisso da cidade com a inovação, a qualificação da oferta turística e o fortalecimento do setor.
BTL Lisboa 2026
A BTL Lisboa 2026 (Better Tourism Lisbon Travel Market) é o maior e mais relevante evento do setor de turismo em Portugal. Realizada anualmente, a feira reúne destinos, empresas, profissionais e público final, consolidando-se como um espaço estratégico para geração de negócios, apresentação de tendências e fortalecimento de parcerias internacionais.
Com ampla participação de expositores nacionais e estrangeiros, a edição contou com a promoção do Brasil realizada pela Embratur, ampliando a visibilidade do país e de seus destinos, como Belo Horizonte, no mercado europeu.
Evento vai contar com a participação especial de músicos de todo o país
“Marina Gomes Convida” é o nome do novo projeto da sambista mineira Marina Gomes – que vai acontecer mensalmente no Baticum – Tendinha Cultural, no bairro Concórdia em BH, e contará sempre com participações especiais de nomes do samba de Minas e do Brasil. A primeira edição acontece no dia 14 de março, sábado, e vai fazer uma ode às mulheres instrumentistas, cantoras e compositoras – celebrando o Dia Internacional da Mulher. “A ideia é promover o encontro de mulheres que dedicam sua carreira musical ao universo do samba. Mulheres que, além de cantar e compor, debruçam e dedicam seu tempo ao estudo do instrumento musical, levando para o público o melhor da sua arte”, explica Marina Gomes.
Para isso, a roda de samba vai contar com as participações de Dessa Brandão (SP), Mari Lou (BH), Nanda Bento (BH) e Júlia Tizumba (BH). Além delas e da Marina Gomes, a banda será formada por Emília Chamone na percussão, Andinho Santo no violão e Ébano Brandão na percussão. O evento também vai ter os sets de samba especialmente comandados pela DJ Black Josie, para abrir a festa e nos intervalos do show.
“Nosso objetivo é promover encontros musicais potentes que ressaltam a presença do samba nesse território sagrado da cidade, possibilitando novas parcerias musicais e momentos de lazer e cultura para toda comunidade”, conta Marina.Assim, o Baticum, espaço fundamental no bairro Concórdia, considerado um território sagrado para a cultura do samba em Belo Horizonte, vai receber de março a dezembro bons encontros com o melhor da música brasileira.
“O diferencial deste projeto é proporcionar um intercâmbio cultural entre músicos de diversas cidades do Brasil, como São Paulo, Rio de Janeiro, e outras, possibilitando assim uma troca entre as outras comunidades do samba através do meu trabalho”, diz Marina.
Os ingressos estão à venda pelo Sympla a partir de R$20,00.
Sobre as participações especiais
A paulista Dessa Brandão é cantora e cavaquinista de samba. Reverencia quem veio antes, mas também celebra o novo e
as mudanças que acontecem na música, buscando o protagonismo feminino e a liberdade ao seu público LGBTQIAPN+. Em 2020, despontou no cenário nacional com o Pagode da Dessa ainda na pandemia. Com o repertório repleto de hits do samba e do pagode, em março de 2022, cantou para o Presidente Lula em um encontro de mulheres promovido por ele. Também se apresentou no projeto Notas Contemporâneas (MIS/SP), em homenagem à Leci Brandão, onde cantou para a própria Leci. Além do Pagode da Dessa, também encabeça o projeto Pagoterapia, ao lado de Matheus Crippa e Gabriel Muca. Lançou o seu primeiro EP no ano passado chamado Nosso Taj Mahal e se prepara para gravar seu primeiro disco, intitulado Sal do Mar. Julia Tizumba é cantora, percussionista, jornalista, professora e doutora em Artes Cênicas pela UFMG. Atua há mais de duas décadas como atriz e musicista, com passagem por 13 espetáculos de teatro musical, entre eles o premiado “Elza”. Co-fundadora do Coletivo Negras Autoras e integrante da Companhia Burlantins, Júlia também é regente e professora na Associação Cultural Tambor Mineiro. Em 2025, celebrou 20 anos de carreira com o lançamento do álbum solo “Minêra”, unindo tradição e contemporaneidade em sonoridades afro-mineiras. É integrante do Bloco Filhas de Clara, em homenagem a Clara Nunes.
Nanda Bento é uma percussionista mineira, natural de Santa Luzia/MG. Vinda de uma família musical, ingressou profissionalmente na música em 2016 e atua em diversos projetos musicais na cidade, como: Ô Sorte BH, Poeira Pura (RJ), Bloco Filhas de Clara e Bloco Me Beija que eu sou Pagodeiro. Além disso, acompanha vários artistas como Toninho Gerais, Fernando Bento, Aline Calixto, Marina Gomes, Cassiana Pérola Negra, Fran Januário, dentre outros. Também faz parte do Bloco Filhos de Clara. Mari Lou é sambista, cantora e cavaquinista recém-chegada à cena musical de Belo Horizonte. O samba atravessa a vivência da artista desde a infância, tecida nos fundos do quintal de sua avó e ampliada nas rodas de samba da cidade.
Marina Gomes
Cantora, compositora e instrumentista, Marina Gomes dedica seu trabalho artístico ao universo do samba. Lançou seu primeiro disco, ‘O Samba é meu Guia’ em 2015 e o segundo ‘Central do Amor’, em 2023. Tem parceria com importantes artistas brasileiros como Silvério Pontes, Bobô da Cuíca, Thiago Delegado, Aline Calixto, Dé Lucas e outros. A cantora também já dividiu o palco com grandes nomes como Áurea Martins, Moacyr Luz, Diogo Nogueira, Fabiana Cozza, Toninho Geraes, Grupo Galocantô, Zé Luiz do Império, Moyseis Marques e outros. Além disso, já integrou projetos importantes na cidade de valorização da mulher na música como Abre a Roda Mulher no Choro, Pagode das Mina, Coletivo Donas de Si e outros.
Serviço
Marina Gomes convida – 1ª edição
Data: 14/03 Convidadas: Dessa Brandão (SP) / Mari Lou / Nanda Bento / Júlia Tizumba
Para comemorar uma década de sucesso do seu projeto audiovisual, Mumuzinho traz a Belo Horizonte a “Resenha do Mumu – Turnê 10 Anos”. A capital mineira recebe essa edição especial no dia 25 de abril (sábado), em local que será divulgado em breve. O cantor promete mais de quatro horas de apresentação, embalando o público com clássicos do samba, do pagode e de diversos outros gêneros que marcam a nossa música. Vendas por meio da plataforma BaladAPP: https://baladapp.com.br/pt-BR/eventos/resenha-do-mumu-belo-horizonte/8100.
“Tô muito animado pra correr uma boa parte do país com esse projeto que sempre foi muito bem recebido pelo público por onde já passou. Estamos preparando um show com mais de quatro horas, para a galera curtir essa resenha especial”, vibra Mumu.
Nos shows da “Resenha do Mumu – Turnê 10 Anos”, Mumuzinho também vai trazer no repertório os grandes sucessos de sua carreira, como “Fulminante” (Allan Lima/ Suel), “Curto Circuito” (Claudemir/ Felipe Silva), “Fala” (Allan Lima/ Suel), “Eu Mereço Ser Feliz” (André Renato/ Marquinho Índio) e “A Três” (Andre Lemmos/ Billy SP /Dan Ferrera /Lary /Leandro Luna).
Nessa turnê especial de dez anos, Mumu vem acompanhado no palco pelos experientes músicos Raul Silva (cavaquinho); William Fita (bateria); Duduzinho Soares (baixo); Cezar Rocha (violão); Marcos Moog (teclados); Nego, Maninho, William Will e Márcio Kuko (percussão); Juan Max (sax, backing vocal) e Douglas Cruz (backing vocal).
Sua capacidade de mesclar samba, pagode e outros gêneros musicais, aliada a performances energéticas, reforça o status de Mumuzinho como um dos artistas mais queridos do Brasil e um dos maiores nomes do samba na atualidade. Seu talento, carisma e autenticidade conquistaram uma base fiel de fãs, que o acompanha nas redes sociais, nos shows ao vivo e nas plataformas de streaming, onde o cantor tem hoje uma discografia que acumula mais de 2 bilhões de reproduções.
Sobre a “Resenha do Mumu”:
A label “Resenha do Mumu” nasceu em 2016, de forma despretensiosa, numa casa no Alto da Boa Vista, no Rio de Janeiro. A ideia era reunir os amigos e fãs para curtirem música boa, em clima de resenha. A primeira edição foi um grande sucesso e contou com cerca de 1,5 mil pessoas.
O projeto, que na última década recebeu convidados como Ferrugem, Jorge Aragão, Ludmilla, Menos É Mais, Bruno (Sorriso Maroto), Dilsinho, Suel, Marvilla, L7nnon, entre outros, passou por diversas cidades: São Paulo, Fortaleza, Recife, Florianópolis, Brasília, Curitiba, Santos, Búzios e, é claro, pelo Rio de Janeiro, onde tudo começou.
Hoje, a “Resenha do Mumu” é um dos importantes eventos de samba e pagode do país, somando mais de 350 mil espectadores. Somente na edição realizada no Parque Olímpico, no RJ, em 19 de junho de 2022, Mumuzinho reuniu mais de dez mil pessoas.
O sucesso do projeto se desdobrou no DVD “Resenha do Mumu”, lançado pela Universal Music Brasil em maio de 2022. Gravado no Rio de Janeiro, álbum e DVD trouxeram 20 faixas (sendo oito inéditas) e as participações de Dilsinho, Ferrugem, Luísa Sonza, Molejo, Tiee e Renato da Rocinha. No ano seguinte, o projeto foi indicado ao Latin GRAMMY®, na categoria de “Melhor Álbum de Samba/Pagode”.
Com mais de quatro horas de show, clima de roda entre amigos e um repertório repleto de sucessos, Mumuzinho desembarca em Belo Horizonte (25/04) e no Rio de Janeiro (23/05) dando o pontapé inicial na turnê comemorativa que vai percorrer o país em 2026.
No setlist, estão hits como “Fulminante”, “Curto Circuito”, “Fala”, “Eu Mereço Ser Feliz” e tantos outros clássicos que transformaram a “Resenha do Mumu” em um fenômeno de público — são mais de 350 mil espectadores ao longo desses dez anos de história.
A nova edição promete aquela energia contagiante que já virou marca registrada do projeto. Quem já viveu sabe: não é só show, é experiência. E quem ainda não foi… essa é a hora.
Os ingressos já estão disponíveis. Corre porque a resenha mais famosa do Brasil vai começar.
Perda de entes queridos ou de bens materiais como imóveis, mobília e veículos pode ser incluída em pedido de reparação ao Estado
A tragédia climática que assolou as cidades da Zona da Mata de Minas Gerais, como Juiz de Fora e Ubá, deixou um rastro de tristeza e morte. Ao menos 70 pessoas perderam a vida ao longo do período chuvoso. Além disso, centenas de famílias também acabaram assistindo seus lares e bens materiais sendo levados pela enxurrada.
Diante disso, uma dúvida: essas famílias que perderam seus lares e entes queridos têm direito a algum tipo de indenização por conta dessa catástrofe? A resposta é sim. Pessoas que perderam familiares ou bens materiais em decorrência de chuvas intensas podem ter direito a indenização, desde que seja comprovada a responsabilidade do poder público, especialmente em casos de omissão na prevenção de riscos, falhas em obras de drenagem, ausência de fiscalização em áreas de risco ou negligência diante de alertas prévios. Isso tanto para quem perdeu um ente querido quanto para quem sofreu prejuízos materiais.
“Nesses casos, é possível pleitear na Justiça reparação por danos morais e materiais, incluindo ressarcimento pela perda de imóveis, móveis e veículos, além de pensão aos dependentes quando há morte. Independentemente da ação judicial, também podem ser disponibilizados auxílios emergenciais, como saque do FGTS por calamidade pública, aluguel social e acesso a programas habitacionais, sobretudo quando há decreto oficial de estado de calamidade”, esclarece o advogado Thayan Fernando Ferreira, especialista em direito público e direito de saúde, membro da Comissão de Direito Médico da OAB-MG e diretor do escritório Ferreira Cruz Advogados.
Essa assistência discutida por Thayan está na Constituição Federal, no artigo 37, parágrafo 6º, estabelece que o Estado responde pelos danos causados a terceiros, inclusive quando há omissão na prevenção de desastres. No caso de morte, a indenização não se limita ao aspecto emocional, mas pode abranger pensão aos dependentes e cobertura de despesas comprovadas. Também o artigo 225 da Constituição impõe ao poder público o dever de preservar o meio ambiente e reduzir riscos, enquanto a Lei 12.608/2012 determina medidas de prevenção e resposta a desastres. Paralelamente à discussão judicial, a Lei 8.036/1990 autoriza o saque do FGTS em caso de calamidade reconhecida, garantindo suporte financeiro imediato às famílias atingidas.
“Esse conjunto de leis auxilia muito os cidadãos. O problema é que nem todas as pessoas sabem disso ou recebem orientação adequada acerca disso. Por isso é sempre importante a procura de um profissional especializado para situações desta espécie. Um advogado mesmo”, acrescenta o advogado.
Na prática, especialistas orientam que as vítimas procurem imediatamente a Defesa Civil do município e a Secretaria de Assistência Social para cadastro em programas emergenciais, como aluguel social, abrigamento provisório e benefícios eventuais. É fundamental reunir documentos pessoais, comprovante de residência, registros fotográficos dos danos e eventuais laudos técnicos, além de guardar notas fiscais ou outros meios que ajudem a comprovar os prejuízos sofridos. Também é recomendável verificar se houve decreto de situação de emergência ou estado de calamidade pública, condição que facilita o acesso a auxílios e pode fundamentar futura ação judicial de reparação.
“Hoje em dia a gente precisa se resguardar o máximo possível. O reconhecimento formal da calamidade já garante medidas imediatas de amparo social e financeiro. A discussão sobre indenização exige análise técnica e prova de eventual omissão do poder público, mas o acolhimento emergencial é um dever estatal e deve ser buscado sem receio pelas famílias atingidas”, finaliza Thayan.
O Rio de Janeiro volta a ocupar um lugar de destaque no calendário oficial da moda brasileira com a chegada do Rio Fashion Week (RIOFW). A primeira edição do evento acontece entre os dias 15 e 18 de abril, no Pier Mauá, com abertura oficial marcada para 14 de abril, prometendo transformar a cidade em um grande palco de moda, criatividade e negócios.
Com proposta que une moda e entretenimento, o evento foi concebido como um verdadeiro espetáculo, reunindo desfiles, talks internacionais, encontros de negócios, festas, red carpet, exposições e experiências gastronômicas. A iniciativa é organizada pela IMM, uma das maiores empresas de esportes e entretenimento do Brasil, responsável também por eventos como o Rio Open, o Taste Festivals e o São Paulo Fashion Week. O projeto conta ainda com o patrocínio da Prefeitura do Rio de Janeiro.
Segundo Alan Adler, CEO da IMM, o objetivo é recolocar a capital fluminense no circuito dos grandes eventos internacionais do setor. “O Rio sempre foi uma passarela natural da moda brasileira. Agora, com essa nova semana de moda, vamos reforçar a presença da cidade entre os principais palcos da moda mundial”, afirma.
Marcas de todo o país
A programação contará com cerca de 20 marcas brasileiras, representando diferentes regiões do país. Entre as já confirmadas estão Adidas, Blueman, Osklen, Salinas, Patricia Viera, Isabela Capeto, Helô Rocha, Misci e Handred, entre outras.
O evento também marca a estreia de três marcas em temporadas brasileiras: Argalji, da estilista carioca Monique Argalji; Hisha, criada pela bordadeira mineira Giovanna Resende; e Karoline Vitto, catarinense radicada em Londres que já apresentou coleções na London Fashion Week.
Conteúdo, negócios e networking
Além dos desfiles, o RIOFW terá uma agenda intensa de conteúdo. A programação será distribuída por três armazéns do Pier Mauá e também pelo Touring Club do Brasil, edifício histórico em estilo Art Déco recentemente revitalizado.
O público poderá participar de talks com especialistas internacionais, abordando temas como internacionalização de marcas, construção de imagem global e estratégias competitivas no mercado da moda. O evento também contará com um salão de negócios e espaços dedicados ao networking, conectando criadores, compradores e representantes da indústria.
A venda de ingressos para todas as áreas do evento começa no dia 11 de março, com pré-venda para clientes do C6 Bank a partir de 9 de março.
Impacto econômico e projeção internacional
A expectativa da prefeitura é que o Rio Fashion Week movimente mais de R$ 200 milhões na economia local, com geração de cerca de 8 mil empregos e programas de capacitação voltados para jovens interessados no setor da moda.
Além disso, o evento pode gerar até R$ 1 bilhão em mídia espontânea para a cidade, ampliando a visibilidade internacional do Rio de Janeiro.
Para o prefeito Eduardo Paes, o evento reforça o papel cultural e econômico da moda. “O Rio é um lugar onde criatividade e espetáculo caminham juntos. O Rio Fashion Week nasce com vocação global e mostra a força da nossa indústria criativa”, afirma.
Com a criação do RIOFW, o calendário oficial da moda brasileira passa a funcionar de forma integrada: o Rio Fashion Week acontece no primeiro semestre, enquanto o São Paulo Fashion Week segue sendo realizado no segundo semestre, mantendo sua estrutura e tradição.
Assim, o Rio retoma seu protagonismo e reforça sua imagem como cidade criativa e inspiradora, conectando moda, cultura, turismo e negócios em um único grande evento.
No dia 07 de março, ocorre a 1ª edição do “Butecrawl” em Belo Horizonte. O nome faz alusão ao tradicional “pub crawl”, comum em cidades do exterior, mas que ganha sotaque mineiro e foco na cultura dos bares de BH.
Promovida pela Sensações Turismoem parceria com aViva Minas, a caminhada percorre bares do Centro e do bairro Floresta. Às vésperas do Dia Internacional da Mulher, o tour estreia com uma leitura ampliada da cena botequeira, destacando, entre outros aspectos, a presença feminina nesses espaços. O percurso terá cinco paradas ao longo de pouco mais de dois quilômetros.
Belo Horizonte construiu sua identidade em torno dos bares. Mais do que pontos de encontro, eles são espaços de convivência, criação e construção de memória coletiva, movimentam o turismo, fortalecem a economia criativa e moldam o cotidiano da cidade. Da cozinha ao balcão, da curadoria musical à gestão, diferentes trajetórias ajudam a sustentar essa cultura ao longo do tempo.
De acordo com Thiago Bicalho, sócio diretor da Sensações Turismo, ” O Butecrawl representa uma forma de olhar para a cultura dos bares unindo história e estorias, contação de causos e degustações, bebidas e gastronomia. Mais do que um roteiro é uma experiência em estabelecimentos que possuem narrativas potentes, assim será em todas as experiências do ano de 2026“. A iniciativa reforça uma tendência do turismo contemporâneo: experiências urbanas autorais que valorizam a cultura local, a narrativa e a identidade dos territórios.
O bar como espaço cultural
Em BH, o bar ocupa um papel que vai além da mesa e do cardápio. É espaço de encontro, sociabilidade e construção de identidade urbana. É ali que decisões de gestão, escolha de repertório musical, definição de cardápio e forma de atendimento ajudam a moldar o ambiente e, consequentemente, a experiência da própria cidade.
Cada estabelecimento revela um personagem e uma camada distinta da cena contemporânea belo-horizontina, seja pela proposta gastronômica, pela atmosfera, pela ocupação cultural ou pelo perfil de público.
Durante a caminhada, os bares deixam de ser apenas destinos e passam a ser capítulos de uma narrativa maior. O grupo visitará espaços onde diferentes trajetórias ajudam a construir a identidade do lugar — incluindo bares em que a presença feminina é clara na gestão, na cozinha, na curadoria ou na operação cotidiana. Ao longo do trajeto, dinâmicas pensadas exclusivamente para o roteiro também apresentarão personagens da cena boêmia de Belo Horizonte, ampliando o olhar sobre quem constrói essa cultura.
A experiência ainda inclui petiscos para partilhar e rodadas selecionadas de bebidas, entre drinks, chopps e cervejas. A condução é realizada por um guia de turismo credenciado. Despesas de caráter pessoal, transporte até o ponto de encontro e consumos extras nos estabelecimentos visitados não estão incluídos.
A cidade e seus territórios
O trajeto entre o Centro e o Floresta também revela outra camada da proposta: reconhecer o território. Durante a caminhada, são abordadas questões da história urbana da capital, uma cidade planejada majoritariamente por homens, com predominância de nomes masculinos em ruas e monumentos, e como diferentes grupos sempre estiveram presentes na vida cotidiana, no comércio, na hospitalidade e na cultura popular.
O passeio provoca reflexões sobre:
O papel social do boteco em Belo Horizonte;
A transformação dos espaços urbanos;
A ocupação de novos perfis em ambientes tradicionalmente associados ao público masculino;
E como o turismo pode ser ferramenta de leitura crítica da cidade.
Turismo de experiência com identidade
A Sensações Turismo(@sensacoesturismo) , criada em 2013, é uma agência de turismo receptivo em Minas Gerais com atuação voltada para experiências turísticas inovadoras, roteiros personalizados e passeios a pé exclusivos. Consolidou-se como referência em Afroturismo no estado e possui como propósito despertar sensações através do turismo, prezando pelo compromisso com os territórios visitados.
A Viva Minas (@vivaminas) é uma agência de turismo especializada em Minas Gerais. Idealizada por Lúcio Magalhães, criador do Ruas de BH, desenvolve roteiros que conectam história, cultura e território com identidade, contribuindo para a valorização e o fortalecimento do turismo no estado.
A edição de março integra um novo calendário de caminhadas pelos bares de Belo Horizonte e outras cidades, que propõe diferentes leituras da cultura urbana ao longo do ano:
11 de abril – Belo Horizonte – Especial Comida di Buteco
09 de maio – Sabará
13 de junho – Ouro Preto
SERVIÇO BUTECRAWL Beagá
Caminhada guiada de bar em bar pelos bairros Centro e Floresta
Ponto de encontro: 17h30 no Graffica Bar (Ed. Maletta – Av. Augusto de Lima, 233, Centro, Belo Horizonte/MG) Quando: 07 de março, das 17h30 às 21h30 Valor: R$250,00 (Vagas limitadas)
Inclui : Petiscos para partilhar + rodadas selecionadas de bebidas (drink, shot especial, chopp e cervejas) + guia de turismo.
Não inclui: Transporte, despesas pessoais e consumos extras.
Escolher o melhor momento para viajar é uma das decisões mais importantes de todo o planejamento. A época errada pode significar preços altos, destinos lotados, clima desfavorável e experiências abaixo da expectativa. Já a escolha certa transforma a viagem em algo mais econômico, confortável e memorável.
O que muitas pessoas não percebem é que o melhor momento para viajar não é igual para todo mundo. Ele depende de fatores como destino, orçamento, perfil do viajante, objetivos da viagem e até do estilo de experiência desejada.
Neste conteúdo, você vai entender como escolher o melhor momento para viajar de forma estratégica, evitando erros comuns e aproveitando ao máximo cada detalhe da sua experiência.
Entenda Seu Objetivo de Viagem
O primeiro passo para escolher o melhor momento para viajar é definir claramente o objetivo da viagem. Perguntas simples fazem toda a diferença:
A viagem é para descanso ou aventura?
É uma viagem em família, casal ou grupo?
Existe alguma data comemorativa envolvida?
A prioridade é economia ou experiência premium?
Sem clareza sobre o objetivo, a escolha da data tende a ser baseada apenas em preço ou disponibilidade, o que nem sempre gera o melhor resultado.
Alta Temporada, Média Temporada e Baixa Temporada
Entender as temporadas é fundamental para tomar uma decisão inteligente.
Alta Temporada
A alta temporada geralmente coincide com:
Férias escolares
Datas comemorativas
Verão em destinos de praia
Eventos importantes
Vantagens:
Destinos mais animados
Programação completa
Clima geralmente favorável
Desvantagens:
Preços mais altos
Destinos cheios
Maior tempo de espera em atrações
Média Temporada
A média temporada costuma ser o melhor equilíbrio entre custo e experiência.
Vantagens:
Menor fluxo de turistas
Preços mais equilibrados
Clima ainda favorável em muitos destinos
É o período ideal para quem busca conforto, boa experiência e custo-benefício.
Baixa Temporada
A baixa temporada é indicada para quem prioriza economia e tranquilidade.
Vantagens:
Preços mais baixos
Destinos menos cheios
Atendimento mais personalizado
Desvantagens:
Clima pode não ser ideal
Algumas atrações podem operar com horários reduzidos
Considere o Clima do Destino
O clima é um fator decisivo e muitas vezes negligenciado. Cada destino possui características climáticas específicas que impactam diretamente a experiência.
Exemplos:
Destinos de praia exigem atenção ao período de chuvas
Destinos de neve têm janelas curtas para determinadas atividades
Grandes cidades podem ser mais agradáveis fora de extremos climáticos
Viajar no momento errado pode comprometer passeios, fotos e até a saúde.
Avalie o Impacto de Eventos e Feriados
Eventos locais, festivais e feriados nacionais ou internacionais influenciam diretamente:
Preços de passagens e hospedagem
Lotação de hotéis e atrações
Trânsito e deslocamentos
Em alguns casos, eventos enriquecem a experiência. Em outros, tornam a viagem mais cara e cansativa. Avaliar esse impacto é essencial.
Analise Seu Orçamento com Antecedência
O melhor momento para viajar também está diretamente ligado ao planejamento financeiro.
Viajar com antecedência permite:
Parcelamento estratégico
Melhor escolha de hospedagem
Maior variedade de opções
Redução de custos com decisões impulsivas
Muitas vezes, o problema não é o destino, mas a falta de planejamento.
Viagem em Família Exige Atenção Redobrada
Quando a viagem envolve crianças ou idosos, a escolha do momento ideal se torna ainda mais importante.
É necessário considerar:
Clima mais ameno
Menor fluxo de pessoas
Ritmo mais tranquilo
Datas que não comprometam rotina escolar ou saúde
Uma escolha errada pode gerar desgaste físico e emocional desnecessário.
Viagem Internacional: Antecipação é Estratégia
Para viagens internacionais, escolher o melhor momento envolve fatores adicionais:
Cotação da moeda
Regras de entrada e documentação
Datas com melhor custo-benefício aéreo
Estabilidade do destino
Planejar com antecedência reduz riscos e amplia as possibilidades.
Flexibilidade é um Diferencial Estratégico
Quem tem flexibilidade de datas possui uma grande vantagem. Pequenas variações de dias podem gerar:
Economia significativa
Melhor escolha de voos
Hotéis mais bem localizados
Experiências mais tranquilas
Ter abertura para ajustar datas é uma estratégia inteligente de viagem.
A Importância do Planejamento Profissional
Muitas pessoas escolhem datas baseadas apenas em preços promocionais, sem analisar o impacto real dessa escolha na experiência.
É nesse ponto que o planejamento profissional faz diferença. A Wanna Dreams Viagens avalia:
Perfil do viajante
Melhor época para cada destino
Custos ocultos
Riscos e oportunidades
O objetivo não é apenas encontrar a data mais barata, mas a melhor data para viver aquela experiência específica.
Melhor Momento para Viajar é Quando Tudo Está Alinhado
O melhor momento para viajar acontece quando:
O destino está em sua melhor fase
O orçamento está bem planejado
O clima favorece a experiência
O viajante está preparado emocionalmente
Viajar não é apenas sair de casa, é investir em memórias.
Escolher o melhor momento para viajar é uma decisão estratégica que impacta diretamente no sucesso da experiência. Não se trata apenas de datas, mas de alinhar expectativas, orçamento, clima, fluxo de pessoas e objetivos pessoais.
Com planejamento, informação e apoio especializado, é possível transformar qualquer viagem em uma experiência mais leve, econômica e inesquecível.
Antes de definir sua próxima data, avalie todos os fatores e, se possível, conte com orientação profissional. O momento certo faz toda a diferença.
Por trás de todo esse planejamento está a Wanna Dreams Viagens, uma agência que nasceu de forma genuína e apaixonada. A história da empresa começa como um blog criado pela Luciana Karlguth, uma grande entusiasta do universo Disney. Após a primeira viagem da família para a Disney, em 2009, o aumento natural de pedidos de ajuda para planejar viagens transformou aquele projeto em uma agência estruturada.
Desde então, a Wanna Dreams Viagens ampliou sua atuação para diversos destinos e produtos, como passagens aéreas, pacotes turísticos nacionais e internacionais, mantendo sempre um atendimento personalizado. Embora atenda muito além da Disney, a maior especialidade da empresa é o Cruzeiro Disney, considerado o produto com melhor retorno, maior expertise operacional e a experiência mais completa oferecida aos clientes, reforçando o posicionamento da Wanna Dreams como referência nesse tipo de viagem.
O FAFAN – Festival de Arte Fancha, idealizado pela Coletiva Fanchecléticas e pela Associação Artes Sapas, anuncia sua segunda edição, marcando o amadurecimento de uma trajetória de resistência cultural. Entre os dias 5 e 15 de março, o festival transforma Belo Horizonte em um solo fértil para o encontro entre as linguagens do teatro, cinema, literatura e música. O festival acontece na FUNARTE MG e possui entrada gratuita mediante retirada de ingressos através da plataforma Sympla. A programação completa pode ser conferida no Instagram @fanchecleticas e no site das Fanchecléticas www.fanchecleticas.com/fafan.
Sob o conceito de Colheita, o festival abriu chamamento nos meses de dezembro de 2025 e janeiro de 2026 e recebeu 85 propostas vindas de pessoas trans e mulheres lésbicas, bi ou pansexuais de Belo Horizonte e região metropolitana.
“A maioria das propostas que recebemos são de coletivos, percebemos após a finalização da curadoria que muitas obras foram feitas por muitas mãos e isso se relaciona com a natureza da nossa associação também”, comenta Letícia Bezamat, coordenadora de comunicação do festival e atriz, que complementa: “O diálogo com o conceito Colheita foi um dos critérios da nossa curadoria, portanto todos os trabalhos que compõem o festival tem algum ponto de contato com esse universo. Para nós da Coletiva Fanchecléticas, este evento é fruto da nossa colheita. Foram quase três anos para captar os recursos necessários deste festival, o que revela não só resistência da coletiva, mas o fortalecimento da nossa instituição e do nosso fazer artístico”.
Entre os trabalhos destacam-se espetáculos teatrais, saraus literários, oficinas, lançamento de livros, shows e sessões de filmes.
“Nossa programação é um convite ao encontro entre teatro, cinema, literatura e música. A ideia é que o público circule por diferentes linguagens em um mesmo dia. Queremos criar pontas, mas sem amarras; as artes ocupam o mesmo espaço e o público decide como se conectar e o que sentir com cada mistura. Nossa ideia é criar um ambiente de encontro e convívio, um clima de festival onde as pessoas queiram participar de mais de um dia, curtir as oficinas e fazer novas amizades”, afirma Letícia Bezamat.
Destaques da Programação
A Coletiva Fanchecléticas abrirá a programação do festival com o Sarau Fancheclético, no dia 5 de março, seguido do Forró torto, um show vibrante que dialoga com a tradição do forró nordestino a partir de uma formação composta exclusivamente por mulheres cis e pessoas não-bináries de diferentes gerações. A banda expande o formato clássico do forró ao incorporar o cavaquinho e o violão de 7 cordas à sanfona, zabumba e triângulo.
Os destaques da música no FAFAN ficam com a apresentação de Yukáh, artista experimental do Vale do Jequitinhonha/MG, que celebra sete anos de trajetória com o show YUKÁH no dia 7 de março, unindo musicalidade, teatralidade e poesia. O show Interioranas, no dia 12 de março, é resultado do encontro entre o canto ancestral da cantautora carmopolitana Luiza da Iola e a escrita poética da poeta novalimense Nívea Sabino. Na sequência, ainda no dia 12, será apresentado o pocket show Ferinas Sessions, no qual a banda Ferinas Groove recebe outras artistas, negras, periféricas e LGBTQIAPN+ da região metropolitana de Belo Horizonte, com a apresentação de músicas autorais das integrantes do grupo.
A Coletiva NBAILE, que celebra e potencializa corpos trans e não binários, com centralidade nas vivências de pessoas trans pretas, transformando a pista, o som e o encontro em espaços de afirmação, visibilidade empregabilidade e resistência, oferecerá no dia 6 de março a Oficina de DJs – Do Plantio à Colheita, um espaço de reafirmação da existência de corpos trans e não binários na música, celebrando o que foi semeado e abrindo caminhos para novos ciclos de criação e continuidade. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site das Fanchecléticas até o dia 06 de março.
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Também estão abertas as inscrições para a Oficina Brincadeiras de Terreiro, que será ministrada por Jocasta Roque, multiartista e arte-educadora quilombola no dia 7 de março. A atividade convida pessoas de todas as idades a experimentar, de forma acessível e participativa, os saberes dos terreiros e reinados mineiros como expressão cultural e patrimônio imaterial.
A Oficina Mergulho Drag Cuir, no dia 13 de março com o artista Eli Nunes, também está com inscrições abertas para quem deseja explorar diferentes corporeidades e energias através da maquiagem e montações de Drag Queer e King.
Nas artes cênicas, quatro espetáculos compõem a programação. A Breve Cia (Belo Horizonte) apresentará seu mais recente trabalho no dia 8 de março. Com direção de Amora Tito, a peça assuviá pra chamar o vento explora infância, masculinidade e afeto. Em (En)tupir: Jequitinhonha (Grupo NaLama), que será apresentado dia 6 de março, a música ao vivo e elementos da cultura popular, constroem uma dramaturgia em que o protagonismo feminino conduz a colheita da memória, da ancestralidade e da resistência, afirmando a permanência dos corpos e dos territórios frente à exploração.
Outros destaques das artes cênicas é A terra dá, a terra quer – Mini Ball (House of Juicy Brasil), no dia 14 de março, inspirada na sabedoria de Nego Bispo e entende a ballroom como território vivo de troca, cuidado e permanência; e o espetáculo Expedição Reversa, da Coletiva Fanchecléticas, encerrando a programação do festival no dia 15 de março. Com direção de Marina Viana, a obra mistura poesia, política e humor para criar um novo olhar rumo a um Brasil reinventado a partir de uma visão de gênero múltipla.
No festival FAFAN, haverá ainda o lançamento da Editora Artes Sapas, no dia 7 de março, com performance literária dos livros Tia Nina Sapatão, de Nádia Fonseca e contação da história pela própria autora, além da obra gráfico-literária O sumiço da cigarra, de Mari Moreira e contação da história por devore se.
O Avoante, coletivo literário de poesia marginal, que circula pela cidade de Belo Horizonte há mais de 8 anos, trará para o FAFAN o Sarau Avoa Amor – edição especial: colheitas do afeto, no dia 7 de março. Conduzido pelas integrantes e poetas Thamara Selva e Joi Gonçalves, o sarau propõe um encontro sensível entre leitura poética, escuta coletiva e participação do público. A ação reúne textos autorais e abre espaço para apresentações espontâneas, além de disponibilizar livros poéticos LGBTQIAPN+ para leitura, criando um território de afeto, memória e troca.
No dia 13 de março, é a vez da Transmutar-se Coletiva apresentar o Sarau Erótico, um convite a gozar da oralidade ancestral dos corpos dissidentes que o ocupam.
No audiovisual, o festival exibe oito obras, entre elas o documentário Marlene Silva Dança o mundo(Elaine do Carmo), que celebra o legado da bailarina Marlene Silva, no dia 12 de março e a Fabulosa Nickary Aycker(jomaka), que documenta a vivência de uma mulher travesti preta, periférica, ex-detenta, que encontrou no seu trabalho amor e uma nova chance, no dia 8 de março.
Como contrapartida do projeto, o FAFAN oferecerá anteriormente a programação oficial, dia 4 de março, a Oficina de Teatro: Presença – Eu estou aqui! com a atriz Denise Lopes Leal. A oficina, voltada para pessoas LGBTQIAPN+ é um convite para quem deseja estar por inteiro, sem máscaras impostas, sem pressa de caber. Através do teatro, do corpo em movimento, da voz que vibra e do silêncio que escuta, abrimos um espaço para sentir o agora e ocupar o mundo com verdade. As inscrições podem ser feitas através do site das Fanchecléticas www.fanchecleticas.com/fafan.
SERVIÇO FAFAN – 2º Festival de Arte Fancha
4/03, QUARTA -FEIRA
Oficina de Teatro: Presença – Eu estou aqui!, com Denise Lopes Leal
Horário: às 14h30
Presença é quando o corpo chega antes da palavra. É quando respirar vira coragem e existir vira gesto. Esta oficina é um convite para quem deseja estar por inteire, sem máscaras impostas, sem pressa de caber. Através do teatro, do corpo em movimento, da voz que vibra e do silêncio que escuta, abrimos um espaço para sentir o agora e ocupar o mundo com verdade.
Voltada para pessoas LGBTQIAPN+, a oficina nasce como território de acolhimento e liberdade. Aqui, cada corpo é linguagem, cada identidade é cena, cada história é potência. Não se trata de representar, mas de revelar. Não de performar para fora, mas de reconhecer o que pulsa dentro. Presença é encontro. É o corpo que afirma: eu estou aqui.
Abertura Oficial do 2º FAFAN
5/03, QUINTA-FEIRA
Horário: 18h30 às 21h30
Sarau Fancheclético – Fanchecléticas Coletiva
A coletiva responsável pelo FAFAN abre as porteiras do festival para celebrar afeto, memória e rebeldia. Entre versos e olhares, convidamos você para uma partilha de tesão e carinho, música e performance.
Venha celebrar conosco os frutos de tudo aquilo que floresceu em nós, pois colher também é reconhecer o caminho.
Forró Torto
Forró Torto apresenta um show vibrante que dialoga com a tradição do forró nordestino a partir de uma formação contemporânea e diversa. Composta exclusivamente por mulheres cis e pessoas não-bináries de diferentes gerações, a banda expande o formato clássico do forró ao incorporar o cavaquinho e o violão de 7 cordas à sanfona, zabumba e triângulo. No palco, o grupo transita entre baiões, xotes e galopes, costurando repertório tradicional, releituras criativas e composições autorais.
6/03, SEXTA-FEIRA
Oficina de DJs – Do Plantio à colheita – coletiva NBAILE
Horário: 14h30 às 18h30 Inscrições gratuitas no site.
Oficina de DJs – Do Plantio à colheita com coletiva NBAILE nasce do percurso e da força construída pela NBaile desde sua fundação em 2023, em Belo Horizonte. Criada por Jahi Amani (DJAHI), a NBaile é um coletivo que celebra e potencializa corpos trans e não binários, com centralidade nas vivências de pessoas trans pretas, transformando a pista, o som e o encontro em espaços de afirmação, visibilidade empregabilidade e resistência. Inspirada pelo tema Colheita, a oficina propõe um olhar para tudo o que foi plantado coletivamente: saberes musicais, experiências de pista, redes de afeto, enfrentamentos e conquistas dentro de um cenário ainda marcado pela transfobia e pelo conservadorismo. Aqui, colher é reconhecer processos, honrar trajetórias e transformar vivência em técnica, escuta e criação sonora livre de opressões. A oficina compartilha práticas de DJ a partir de uma perspectiva política e sensível, entendendo a discotecagem como ferramenta de expressão, empregabilidade, cuidado e luta. Assim como os projetos da NBaile — festas, o programa TransMutá e ações em parceria com movimentos NB —, “Oficina de DJs – Do Plantio à colheita com coletiva NBAILE” reafirma a existência de corpos trans e não binários na música, celebrando o que foi semeado e abrindo caminhos para novos ciclos de criação e continuidade.
En(tupi)r: Jequitinhonha – Grupo NaLama Horário: 19h
O espetáculo conta a história de um território e das mulheres que o sustentam. No Vale do Jequitinhonha, a terra é explorada pela mineração de lítio enquanto tradições e modos de vida são colocados em risco. Alfonsina, guardiã da festa do Boi, e Rita, rezadeira, representam uma geração que resiste pela memória e pelo cuidado. Quando Dorinha retorna à terra natal, encontra um solo ferido e uma comunidade adoecida. Diante da ameaça de apagamento cultural e ambiental, ela assume o protagonismo da cena ao ressignificar a tradição do Boi, transformando-a em ferramenta de enfrentamento. A terra deixa de ser apenas cenário e se torna personagem central da narrativa. Com música ao vivo e elementos da cultura popular, a obra constrói uma dramaturgia em que o protagonismo feminino conduz a colheita da memória, da ancestralidade e da resistência, afirmando a permanência dos corpos e dos territórios frente à exploração.
7/03, SÁBADO
Oficina Brincadeiras de Terreiro – Jocasta Roque
Horário: 13h às 15h Inscrições gratuitas no site.
A oficina “Brincadeiras de Terreiro – Cânticos e Danças do Congado” propõe uma vivência lúdica, afetiva e coletiva inspirada nas tradições afro-mineiras do Congado, integrando canto, dança, ritmo e convivência comunitária. Conduzida por Jocasta Roque, multiartista e arte-educadora quilombola, a atividade convida pessoas de todas as idades a experimentar, de forma acessível e participativa, os saberes dos terreiros e reinados mineiros como expressão cultural e patrimônio imaterial. Estruturada em momentos de acolhimento, brincadeiras tradicionais, vivência musical e encerramento com cortejo simbólico, a oficina promove o encontro entre corpo e memória, fortalecendo a identidade afro-brasileira, a escuta coletiva e o sentimento de pertencimento. Em duas horas de experiência prática, o público é convidado a aprender celebrando, reconhecendo o Congado como uma manifestação cultural viva, comunitária e ancestral.
SARAU AVOA AMOR – edição especial: colheitas do afeto – Coletivo Avoante
Horário: 15h
O avoa é um sarau literário de poesia marginal, que circula pela cidade de Belo Horizonte há mais de 8 anos. Nesta edição será conduzido pelas integrantes e poetas Thamara Selva e Joi Gonçalves, e propõe um encontro sensível entre leitura poética, escuta coletiva e participação do público. A ação reúne textos autorais e abre espaço para apresentações espontâneas, além de disponibilizar livros poéticos LGBTQIAPN+ para leitura, criando um território de afeto, memória e troca.
Lançamento da Editora Artes Sapas com performance literária.
Horário: 16h
Tia Nina Sapatão, de Nádia Fonseca – Contação da história pela autora
Tia Nina Sapatão é aquela pessoa que decide existir em sua verdade, mesmo que o mundo insista em enquadrar seu modo de se vestir, de se sentir, de existir. Este livro é um presente às crianças, às famílias e a todes que acreditam no poder do amor e da liberdade.
O sumiço da cigarra, de Mari Moreira – Contação da história por devore se
Esta obra gráfico-literária é uma fábula ecológica, que através da fantasia conscientiza sobre a importância dos pequenos seres no ecossistema e os impactos ocasionados pelas ações humanas. O livro narra a história de Mabel, um ser mágico que transita entre os mundos natural e antrópico, e sua investigação sobre o misterioso desaparecimento das cigarras, assim que Gabriel sente falta da sua cantoria em determinada época do ano, quando vai colher amoras, uma tradição em sua família e núcleo comunitário. A narrativa, situada na fronteira sutil entre a ficção e a realidade, serve como um delicado alerta sobre desequilíbrios ambientais e a importância dos vínculos de afeto e companheirismo entre seres com perfis diversos.
YUKÁH
Horário: 17h
Yukáh, artista experimental de si natural do Vale do Jequitinhonha/MG, celebra sete anos de trajetória com o show YUKÁH . Unindo musicalidade, teatralidade e poesia, onde propõe uma experiência sensorial com influências da MPB, Jazz e Soul Music. Interpretando canções autorais e releituras de clássicos da mpb convida o público a cantar sobre o amor e os sonhos para o futuro.
8/03, DOMINGO
Exibição de Filmes
Horário: 18h
INCONTÁVEIS MANEIRAS DE FAZER DA VIDA UM PALCO – Laura Evelyn
Este documentário brinca com o retrato de incontáveis personas de Cauã Esteves, a partir de uma perspectiva 20cm mais baixa e emoldurada por bilhetes de amor por quem o conhece, antes de tudo, como amigo. Travessia – Gabriela Mendes
Travessia é uma videodança em que o corpo percorre espaços de passagem da cidade como quem retorna aos rastros que ficaram sob o concreto. A obra propõe uma escuta sensível do espaço público, tensionando a relação entre presença e invisibilidade, entre o lúdico e o colapso cotidiano, para então transformar esses territórios em cena e permanência. Sobre a passarela do metrô Santa Tereza — onde o concreto encobre o rio, mas não apaga sua existência — a dança emerge como gesto de resistência ao apagamento do espaço e dos corpos que por ele circulam. O corpo em movimento atua como quem colhe memórias soterradas, ativando aquilo que insiste em pulsar mesmo diante da falência das estruturas que sustentam o agora. Entre os ruídos da cidade, as vibrações do funk e a fisicalidade de um movimento circular e repetitivo, Travessia instaura brechas no cotidiano urbano e propõe a reinvenção do encontro, da apropriação e da presença. A obra revela a potência de um corpo em constante ressignificação, que semeia outros modos de existir e cria mundos possíveis a partir da ruína cotidiana.
Fabulosa Nickary Aycker – Nickary Aycker
Fabulosa Nickary Aycker é um documentário em curta metragem que nasce da vivência de uma mulher travesti preta, periférica, ex-detenta, que encontrou no seu trabalho amor e uma nova chance. Artista da cena Drag e Teatral Belo-horizontina, Nickary Aycker é a estrela desse curta e protagonista de sua própria história. Evidenciando narrativas historicamente apagadas, Fabulosa Nickary Aycker traz diversas reflexões através da poética de um corpo que luta, diariamente, contra o racismo e a transfobia, para conquistar seu espaço nas artes e na vida.
Espetáculo assuviá pra chamar o vento – Breve Cia
Horário: 19h30
alguém assovia ao longe. um ventinho lambe as nossas peles. um papagaio verde coiêta o céu com cor de se pôr. a rabiola dança y reflete como olho de gato. o que avistam mulekes que empinam pipas? as linhas se cruzam: um mandado o outro dá linha. só pra contrariar o cerol corta a pontinha do que tava ali de disfarçado. aba mais reta que o papo que ele ta dando. entre goles para lembrar, passinhos e tóquinhos: papagaios molhados torcem contra o temporal.
12/03, QUINTA-FEIRA
Exibição de filmes
Horário: 18h
Marlene Silva Dança o mundo – Elaine do Carmo
Documentário póstumo sobre a bailarina Marlene Silva, precursora da Dança Afro em Minas Gerais. Esta é uma celebração do seu legado. Uma viagem pela história através do acervo da própria bailarina.
Cabeça de rua – Angélica Lourenço
Célia recebe uma proposta para um trabalho fichado em uma loja após trabalhar durante muitos anos como lavadora de carros. Em seu último dia na rua, ela precisa passar seu ponto de trabalho para sua prima, ao mesmo tempo que precisa lidar com sua insegurança em relação ao novo desafio profissional.
Metamórfike – Lui Nascimento
Lolo é ume jovem não binário, influenciadore e diretore de videoclipes que faz entregas pela cidade enquanto sua carreira não decola. Após receber uma entrega misteriosa, coisas estranhas começam a acontecer. Um sci-fi queer tropykal pelas ruas de Belo Horizonte.
Manifesto não binário pela desistência do gênero – Zaíra de Las Palozas
Gênero é uma invenção humana, uma invenção que já foi repetida tantas vezes e por tantas pessoas ao redor do mundo que foi transformada de verdade inquestionável. Invenção essa que nos violenta e limita todos os dias. Vale a pena ressignificar uma camisa de força para que ela se torne uma camisa leve?
SAPATÃO: uma racha/dura no sistema – Fanchecléticas Coletiva
Por que estamos tão cansades? Uma entregadora por aplicativo responde em sua última postagem: um desabafo e uma despedida. Um corpo vivo numa sociedade em colapso. Uma corpa que tenciona a cidade, rompe com padrões e cria racha/duras. Sapatão, guarde este dia com carinho!
Interioranas
Horário: 19h30
“INTERIORANAS” resulta do encontro entre o canto ancestral da cantautora Carmopolitana Luiza da Iola e a escrita poética da Poeta Novalimense Nívea Sabino. O show experiencial com duração de 40 minutos, composto por cantopoemas baseados na obra “INTERIORANA”, de Nívea Sabino, diz do ser interior do interior no interior, relata histórias individuais, resgata memórias afetivas, traços da memória ancestral e coletiva.
Ferinas Sessions – Luar de Verão
Horário: 20h30
Ferinas Sessions nasce enquanto um palco no qual a banda Ferinas Groove recebe outras artistas, negras, periféricas e LGBTQIAPN+ da região metropolitana de Belo Horizonte, com o intuito de fomentar a voz dessas mulheres e pessoas não-binárias. O Ferinas Sessions posiciona-se como um contraponto ativo, criando um palco prioritário para talentos femininos, trans e periféricos, contribuindo para a diversidade e equidade no setor cultural. O pocket show a ser realizado na 2ª edição do FAFAN será o Luar de Verão: Tal qual a Lua tem suas fases, da discreta à brilhante e imponente, e tem exercido fascínio e influência sobre a terra desde tempos antigos, esse show é um convite ao encontro do corpo com o mundo. Luar traz toda sua sensibilidade, sua poesia e potência, uma vez ocultos, para a frente da plateia. Com um repertório autoral que busca suscitar reflexões sobre a natureza, o amor, a liberdade e a política e o que isso pode dizer sobre a retomada da terra, a apresentação busca lançar sementes do álbum que está prestes a florescer. O show contará com os vocais de Luar, Indi e Fernanda Valadares, além do apoio instrumental de três convidadas extremamente talentosas, sendo elas Anna Lages, artista multi percussionista; Lud Cunha, pianista renomada; e Raíssa Uchôa, instrumentalista excepcional.
13/03, SEXTA-FEIRA
Oficina Mergulho Drag Cuir – Eli Nunes
Horário: 15h às 19h Inscrições gratuitas no site.
Experimente a Arte Drag por um viés Cuir e Decolonial. Buscando explorar diferentes corporeidades e energias através da maquiagem e montações, a Oficina Mergulho Drag Cuir convida para reflexões acerca de gênero, apresenta referências na arte Drag Queer e King na América Latina e oferece um espaço seguro de experimentação para o autoconhecimento. Sarau Erótico – Transmutar-se Coletiva
Horário: 19h
O Sarau Erótico é um convite a gozar da oralidade ancestral dos corpos dissidentes que o ocupam. Um espaço onde o prazer atravessa a palavra, domina as mentes de forma poética e dilata os sentidos como arte circense, tocando fundo como práticas cênicas ritualísticas. Aqui, o tesão se manifesta em toda e qualquer expressão artística, entrelaçando o sexy ao revolucionário, o corpo à palavra, o desejo à insurgência.
14/03, SÁBADO
“A terra dá, a terra quer” – Mini Ball – House of Juicy Brasil
Horário: 18h
“A terra dá, a terra quer” é uma ball que brota do pensamento de Nego Bispo e entende a ballroom como território vivo de troca, cuidado e permanência. Corpos dissidentes semeiam gestos, estéticas e pertencimentos, cultivando a pista como chão fértil de memória e futuro. Com categorias acessíveis, a ball espalha sementes, fortalece vínculos e afirma a colheita como gesto coletivo — porque toda cultura viva precisa ser plantada, cuidada e compartilhada.
Expedição reversa, lesbosapatransgrafia do Brasil. Paradoxo da tia, experimento arqueológico futurista, sequestro/ resgate de safo. Expropriação da história oficial desde um devir Chavela Vargas. Verter a língua porque me da la re chingada gana. Devir Maria Betania cuidado, cuidado comigo que eu faço cena de você. Ato de reverter a linguagem caminar hasta un nuevo punto. Escavar memória e reconstruir monumentos de tesão ancestral. A Língua é um mapa de nossos fracassos, mas eu preciso dela pra falar aqui, aqui e agora será pela língua. Usaremos a língua do opressor na nossa revolução paródia, nosso legado com voz, há muitas e muitas avós. Abuelas. Avós.
Atração surpresa
Horário: 19h
Sobre a Associação Artes Sapas – Associação Artes Sapas (OSC) impacta diretamente o fazer de artistas trans, travestis e não-bináries, lésbicas, bissexuais e panssexuais, promovendo trabalhos e valorizando sua arte com promoção e criação de trabalhos artísticos e educativos a partir de uma perspectiva transfeminista, antirracista, popular e periférica, conectando arte, território e transformação social.
Coletiva Fanchecléticas – A Fanchecléticas Coletiva é o eixo artístico e sociocultural da Associação Artes Sapas, responsável por projetos feitos por e para pessoas trans e mulheres LGBTQIAPN+, que atuam no teatro, audiovisual, música e literatura. A ideia é que o FAFAN seja um lugar de encontro, mas também, um meio para difundir e pensar a arte Fancha, a representatividade dos corpos, sua identidade e sexualidade.