Prime Rock Brasil BH anuncia virada de lote de ingressos neste domingo

Em sua 6° edição, o Prime Rock retorna a BH para mais uma celebração aos clássicos do rock nacional. O evento que vai agitar o Mineirão acontece no dia 25 de julho.

Com 60% dos ingressos já vendidos, o Prime promete fazer história mais uma vez! Essa é a última oportunidade de adquirir os ingressos no lote atual, pois o lote de todos os setores vai virar no dia 03 de maio (domingo), às 23h

Para escrever o novo capítulo dessa história gigante, no ano que o festival é hexa, a seleção brasileira dos clássicos do rock nacional conta com as bandas Paralamas do Sucesso, Jota Quest, Blitz, Samuel Rosa, Dado Villa-Lobos (Legião Urbana), Nando  Reis, e, no Camarote Secreto, Léo Jaime e Supla.

O Prime Rock já não é só um festival, é tradição no calendário de quem gosta de rock nacional. Uma experiência única, repleta de energia e nostalgia, uma verdadeira revolução musical que transcende gerações.

Com os maiores ícones do rock brasileiro reunidos em um só lugar, os fãs poderão se emocionar e cantar junto com seus artistas favoritos, revivendo momentos marcantes e relembrando os sucessos que embalaram diferentes épocas, com apresentações incríveis e performances eletrizantes.

O evento conta com três setores:

– Pista Rock Brasil:  o coração do festival, onde se encontra a maior energia. Tem acesso exclusivo ao front stage, loja oficial, bares, banheiros e uma enorme varanda com vista panorâmica exclusiva do palco, maior praça de alimentação e área de descompressão.

– Camarote Secreto: palco exclusivo para shows no intervalo, espaço ultra confortável com capacidade controlada e acesso ao front stage, bar de drinks e praça de alimentação, banheiros dentro do Mineirão, área de convivência e um mezanino com visão panorâmica do palco principal.

– Lounge Prime: espaço limitado com área especial ao lado dos camarins, com acesso ao front stage, área de descompressão com lounges, bar de drinks com mixologistas, restaurante, banheiro e entrada exclusivos.

Então não fique de fora dessa experiência única e prepare-se para viver intensamente essa celebração da cultura, da história e da paixão pelo rock!

Serviços:

Prime Rock Brasil BH 2026

Data: 25 de julho (sábado)

Local: Esplanada do Mineirão (Av. Presidente Carlos Luz, São Luiz, BH/MG)

Atrações: Paralamas do Sucesso, Jota Quest, Blitz, Samuel Rosa, Dado Villa-Lobos (Legião Urbana), Nando Reis, Léo Jaime e Supla

Ingressos: Site blueticket

Pista

Meia-Entrada: R$230,00
Ingresso Social: R$230,00
Inteira: R$460,00

Camarote Secreto

Meia-Entrada: R$380,00
Ingresso Social: R$380,00
Inteira:  R$760,00

Lounge Prime

Meia-Entrada: R$780,00
Ingresso Social: R$780,00
Inteira: R$1560,00

Mais informações: acesse as redes sociais @primerockbrasil.bh

Classificação: 16 anos

“O Filho” estreia em BH sobre depressão entre jovens

Após conquistar plateias em mais de 20 países e ganhar adaptação para o cinema, Belo Horizonte recebe o espetáculo “O Filho”, que será apresentado no Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas, nos dias 16 e 17 de maio. Com direção de Léo Stefanini, a montagem terá quatro sessões, divididas entre os dias, e, devido à alta procura do público, foi necessário abrir sessões extras.

A história acompanha Nicolas, um adolescente de 16 anos que enfrenta um quadro de depressão e se sente perdido diante da própria vida. Filho de pais separados, ele decide sair da casa da mãe para morar com o pai, em uma tentativa de recomeço. O que se desenrola é um retrato sensível e contundente sobre os limites do cuidado, os silêncios familiares e as dificuldades de compreender o sofrimento do outro.

Ao trazer para o palco um tema urgente e cada vez mais presente, o espetáculo propõe uma reflexão sobre a saúde mental de jovens e os impactos nas relações familiares. A encenação aposta em uma linguagem intimista, centrada na atuação, valorizando os olhares, gestos e a intensidade emocional dos personagens.

Este é o segundo trabalho de Stefanini com um texto do dramaturgo francês Florian Zeller. O diretor também assinou a montagem de “O Pai”, que foi assistida por mais de 120 mil pessoas no Brasil e rendeu o Prêmio Shell de Melhor Ator a Fúlvio Stefanini. O reconhecimento do trabalho anterior, inclusive pelo próprio autor, contribuiu para a realização de “O Filho” no país.

Serviço
Local: Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas – R. da Bahia, 2244, Belo Horizonte – MG
Datas: 16 de maio, às 17h30 e às 20h; e 17 de maio, às 15h e às 18h.
Duração: 65 minutos
Classificação: 16 anos
Ingressos: R$ 21,25 a R$ 120,00
Vendas: https://bileto.sympla.com.br/event/115924/d/371975

Comunidade tradicional de BH denuncia risco de remoção

Moradores da Vila São Rafael, localizada na zona leste e uma das regiões habitadas mais antigas de Belo Horizonte, estão enfrentando um cenário de incerteza e apreensão diante de um projeto da prefeitura que prevê a reconfiguração urbanística da área, o que pode resultar na remoção de diversas famílias que vivem no local há décadas.

A comunidade é formada majoritariamente por famílias trabalhadoras, que construíram suas histórias e seu sustento ao longo dos anos na região. Muitas dessas residências são casas amplas, bem estruturadas, com quatro quartos e divisão adequada para o convívio familiar. No entanto, segundo os relatos dos moradores, a proposta apresentada prevê a transferência dessas famílias para bairros mais afastados, em unidades habitacionais menores, com dois quartos, o que representa uma redução significativa na qualidade de vida e no padrão habitacional.
Além do impacto material, a possível remoção também ameaça vínculos sociais, redes de apoio comunitário e o acesso a oportunidades de trabalho, fatores essenciais para a subsistência dessas famílias.

Diante da situação, os moradores, com o apoio de advogados e representantes da sociedade civil, estão se mobilizando para buscar diálogo, transparência e soluções que respeitem os direitos fundamentais à moradia digna e à permanência em seu território.

Convite à imprensa

Com o objetivo de dar visibilidade ao tema e apresentar mais detalhes sobre o caso, a comunidade convida os veículos de imprensa para uma reunião aberta com moradores e advogados:

Local: Vila São Rafael – Belo Horizonte (MG)
Data: Sexta-feira, 1º de maio de 2026
Horário: 17h
Fonte: Sirlan Vinícius Marques Alves – Líder Comunitário

Na ocasião, serão apresentados depoimentos de moradores, esclarecimentos jurídicos sobre o caso e os próximos passos da mobilização.
A presença da imprensa é fundamental para garantir transparência, ampliar o debate público e contribuir para que soluções justas e equilibradas sejam construídas. E também para que todos possam se manifestar sobre esse projeto que a prefeitura não tem colocado nas redes sociais, mas tem afetado diretamente a vida de muitas famílias que moram na região.

“Velório à Brasileira” ganha nova montagem

O riso, a ambição e a alma humana em cena

Depois de marcar uma geração e conquistar plateias em todo o estado, o espetáculo “Velório à Brasileira”, do consagrado dramaturgo Aziz Bajur, retorna aos palcos em uma nova montagem que celebra sua trajetória de sucesso e reafirma sua força como uma das comédias mais populares do teatro mineiro. A estreia será no dia 08 de maio, no Teatro Marília.

Produzido pela Foco 6 Produções e com direção de Luiz Henrique Moura, a comédia estreou em 2009 e, rapidamente, se consolidou como um fenômeno de público, mantendo-se em cartaz por anos consecutivos e percorrendo diversas cidades de Minas Gerais.

Ao longo de sua trajetória, a peça acumulou números expressivos e reconhecimento popular: são mais de 100 mil espectadores e temporadas constantes desde 2010, sendo frequentemente apontada como um dos maiores sucessos do teatro mineiro contemporâneo. Presença recorrente nas Campanhas de Popularização do Teatro, o espetáculo tornou-se sinônimo de riso fácil, identificação imediata e lotação garantida .

O RETORNO DE UM SUCESSO

O retorno de “Velório à Brasileira” aos palcos de Minas Gerais não é apenas a volta de uma  obra — é o reencontro do público com uma obra que marcou época, formou plateias e se tornou referência na comédia teatral mineira. Seu humor direto, popular e inteligente dialoga com diferentes gerações, mantendo-se atual ao tratar de temas universais como dinheiro, moral e relações humanas.

Em um momento em que o teatro reafirma sua importância como espaço de encontro, riso e reflexão, a nova montagem surge com energia renovada, mantendo a essência que consagrou a peça teatral e ampliando sua potência cênica com um elenco vibrante e uma encenação ainda mais madura.

A força de “Velório à Brasileira” está justamente em sua capacidade de atravessar o tempo: continua atual, necessário e profundamente conectado com o público. Seu humor, ao mesmo tempo acessível e sofisticado, segue revelando — entre gargalhadas — as contradições humanas que nunca deixam de existir. Nesta nova fase representa a continuidade de uma trajetória de sucesso e a reafirmação do compromisso da Foco 6 Produções com o teatro acessível e de qualidade.

Porque algumas histórias não acabam — elas voltam ainda mais fortes.

SINOPSE: UMA HISTÓRIA QUE MISTURA LUTO E GANÂNCIA

Ambientada em um velório, a trama parte de uma situação inusitada: durante a despedida de um homem comum, descobre-se que o falecido era um dos ganhadores da Mega-Sena — e que o bilhete premiado desapareceu.

A partir daí, o que deveria ser um momento de dor transforma-se em uma disputa hilária e reveladora, onde familiares, amigos e oportunistas deixam cair suas máscaras. Entre gargalhadas e reviravoltas, o espetáculo constrói um retrato ácido e divertido sobre o comportamento humano diante da possibilidade de enriquecimento repentino, revelando contradições, hipocrisias e desejos ocultos.

UM ELENCO QUE UNE TRADIÇÃO E RENOVAÇÃO

A nova obra chega com um elenco renovado, reunindo talentos da formação original e nomes conhecidos do teatro mineiro. Integram o elenco original: Luiz Henrique Moura, Beth Grandi, Bruno de Moura e Alinne Lacerda, ao lado artistas da cena cultural: Ernane Campos, Fred Coelho e Daniele Fortunato. Essa combinação de experiência e frescor traz uma nova energia à montagem, preservando sua identidade original e expandindo novas camadas de encenação.

SOBRE A FOCO 6 PRODUÇÕES

A Foco 6 Produções é uma produtora teatral mineira que vem se consolidando como uma das principais forças na criação, produção e circulação de espetáculos de grande apelo popular, aliando qualidade artística, linguagem acessível e forte conexão com o público.

Fundada e conduzida por Luiz Henrique Moura — ator, diretor e produtor com atuação contínua na cena cultural de Minas Gerais — a Foco 6 construiu uma trajetória marcada por montagens de sucesso, temporadas consistentes e uma relação direta com o público, especialmente no circuito da comédia teatral.

Ao longo dos anos, a produtora tem se destacado por desenvolver montagens que equilibram entretenimento e inteligência cênica, ocupando teatros, festivais e campanhas de popularização com espetáculos que dialogam com diferentes públicos e gerações.

Entre os principais trabalhos estão:

Velório à Brasileira: Um dos maiores sucessos da comédia mineira contemporânea, com temporadas prolongadas e forte presença nas campanhas de popularização. A comédia consolidou-se como um fenômeno de público, ultrapassando gerações com seu humor direto e crítico.

O Dia em que Alfredo Virou a Mão: Um dos trabalhos mais emblemáticos da companhia, reconhecido pela sua força cômica e construção dramatúrgica refinada. A produção tornou-se referência dentro da comédia teatral mineira, com circulação contínua e grande aceitação do público.

Divas no Divã: Uma comédia afiada e contemporânea que explora o universo feminino com humor, crítica e sensibilidade. A peça se destaca pela identificação imediata com o público e pela construção de personagens marcantes.

TRAJETÓRIA ARTÍSTICA DO DIRETOR LUIZ HENRIQUE

A atuação de Luiz Henrique Moura dentro da Foco 6 Produções é marcada por uma abordagem que valoriza a comunicação direta com o público, a construção de personagens fortes e reconhecíveis, o ritmo cômico preciso aliado à crítica social e a criação de espetáculos com alta capacidade de circulação. Seus trabalhos transitam entre a comédia popular e o teatro de repertório, mantendo sempre uma assinatura própria: teatro vivo, acessível e com identidade brasileira.

 

SERVIÇO:

Teatro Marília 

(Av. Prof. Alfredo Balena, 586 – Santa Efigênia)

DATAS: 08, 09 e 10 de maio | sexta e sábado, às 20h; e domingo, às 19h

 

INGRESSOS:

Link de vendas: https://bileto.sympla.com.br/event/119003?share_id=1-copiarlink

  • Bilheteria do teatro: 2h antes do espetáculo

 

VALOR DO INGRESSO:

Inteira: R$60 (sessenta reais)

Meia: R$30 (trinta reais)

Promocional (antecipado): R$35,00

INFORMAÇÕES:

(31) 98482.3055 – Luiz Henrique Moura (Produtor/Diretor)

(31) 98703.0589 – C3 Digital Comunicação e Marketing

Tiago Araújo lança álbum “Horizonte” em maio

Com dez músicas em coautoria com Paulinho Pedra Azul, o novo trabalho do artista articula memória, afeto e novas leituras da música mineira

O compositor, escritor, cantor e multi-instrumentista mineiro Tiago Araújo lança no dia 15 de maio o álbum musical Horizonte, trabalho que nasce da relação entre som, imagem e experiência pessoal. O disco de dez canções em coautoria com o parceiro Paulinho Pedra Azul propõe uma escuta que atravessa a tradição da canção mineira e a reorganiza em uma linguagem própria, marcada por nuances contemporâneas.

Gravado em Belo Horizonte, o álbum reúne músicos de diferentes trajetórias e constrói um diálogo entre gerações. A base sonora transita por referências como o Clube da Esquina e a liberdade criativa de Hermeto Pascoal, mas sem recorrer à repetição de fórmulas. O projeto se destaca por reafirmar a identidade da música mineira, mas o disco ainda dialoga com múltiplas influências como a bossa nova, o jazz e o baião.

Há um esforço claro de síntese: menos citação, mais assimilação. A ideia de “horizonte” aparece como eixo do trabalho — não como conceito abstrato, mas como imagem recorrente. Para Tiago, cada composição parte de uma percepção sensorial. “O horizonte, pra mim, é esse lugar onde o som encontra a cor e a emoção vira paisagem”, afirma.

A construção coletiva do disco se revela nas participações. Para o coautor do álbum, Paulinho Pedra Azul, “as músicas de Tiago são simples e sofisticadas ao mesmo tempo”. E, como poeta que é, enaltece o parceiro: “ele é a própria música”. Paulinho diz que essa diversidade de ritmos deu a ele a oportunidade de variar também nas letras. “A letra e a melodia, são casais dialogando entre si.”

A cantora Bárbara Barcellos destaca o reconhecimento imediato ao entrar no projeto. “Quando Tiaguinho me mandou a guia da música, eu me identifiquei imediatamente. A música diz o que eu gostaria de dizer e tem uma melodia, harmonia e arranjos lindos. Encontrei meu lugar imediatamente. Existe algo muito comum, que é uma mineiridade, nossas influências. Esse encontro me relembrou o quanto é importante essa troca entre artistas de diferentes gerações. É uma experiência que levo pra vida”, diz.

Responsável pela direção musical, Thiago Delegado conduziu o processo a partir da escuta das intenções do compositor. “O produtor é uma ponte entre as ideias do artista e a execução musical. Procurei preservar essa liberdade estética e trabalhar a partir das próprias composições. A diversidade das canções já traz esse colorido rítmico e harmônico do álbum”, afirma.

Ricardo Cheib, gestor do estúdio Bemol, onde o álbum foi gravado, e também percussionista no projeto, chama atenção para o grau de maturidade do trabalho. “Acredito que ‘Horizonte’ tem uma raiz mineira moderna, com um toque especial na harmonia. O que mais me chamou atenção no Tiago foi o nível de concentração no projeto e o amadurecimento nas composições”, afirma.

O álbum também conta com participações instrumentais como Toninho Horta e Beto Lopes, e de intérpretes como Affonsinho, Mariana Nunes, Trio Amaranto. Ao longo das faixas, Horizonte se organiza como percurso. Não há pressa nem excesso. O disco aposta na escuta como experiência — e na canção como espaço onde memória e invenção convivem sem conflito.

“A música é um renascimento por si só. A letra vem para ‘traduzir’ esse sentimento. Uma é complemento da outra, mesmo que estejam separadas, como instrumental ou como poesia. Quando se juntam, criam a ‘VIDA’”, define Paulinho Pedra Azul.

Este álbum foi viabilizado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte, com patrocínio da BLIP.

FARRA estreia no bairro Cabana em BH

O bairro Cabana do Pai Tomás, em Belo Horizonte, recebe, entre os dias 5 e 9 de maio, a primeira edição do FARRA – Festival de Arte de Rua, novo projeto do Instituto CURA que propõe uma atuação direta em territórios a partir da arte urbana, da formação e da convivência comunitária. A programação acontece no entorno do Largo da Adega do Padrim, espaço que se consolidou como ponto de articulação cultural no bairro, reunindo intervenções artísticas, oficinas e atividades abertas ao público.

Concebido como uma plataforma itinerante e adaptável do CURA, o FARRA nasce com a proposta de realizar edições em diferentes contextos urbanos, sempre em diálogo com as especificidades de cada território. A estreia no Cabana se insere em um movimento mais amplo de fortalecimento cultural local, articulado a partir de iniciativas já existentes na região, como a própria Adega do Padrim, liderada pelo artista FBC e sua esposa Michele, figuras centrais na mobilização cultural do território.

A partir de 5 de maio, oito artistas, entre nomes locais e convidados de outros estados,  realizam oito murais no entorno, criando uma experiência coletiva que envolve também os moradores. A proposta do festival vai além da produção de obras: inclui duas oficinas gratuitas voltadas para crianças e jovens — uma de pintura mural, conduzida por BA, e outra de rimas, com FBC — além de rodas de conversa e uma programação cultural aberta e gratuita, que se encerra no dia 9 de maio com uma ocupação festiva do espaço para a comunidade.

A curadoria, assinada por Priscila Amoni e Janaína Macruz, equilibra artistas locais e convidados de outras regiões, promovendo intercâmbio de linguagens e experiências. A proximidade entre os muros foi pensada para estimular a convivência entre os artistas e a interação com a comunidade durante todo o processo.

Segundo Priscila Amoni, o projeto parte de uma lógica de atuação próxima e sensível ao território: “O Farra é uma iniciativa do Instituto Cura pensada para levar arte diretamente ao território, com sensibilidade e respeito pelo lugar e pelas pessoas que já vivem ali. Em vez de um megaevento, escolhemos ocupar um ponto específico e realizar uma intervenção artística que aconteça junto à comunidade.” Ela destaca, ainda, o caráter intencionalmente reduzido da escala do projeto, que busca fortalecer redes locais e garantir uma relação equilibrada com o espaço urbano.

Janaína Macruz aponta o FARRA como uma expansão da atuação da instituição: “O Farra nasceu do desejo de ampliar o alcance do CURA levando arte em formato compacto e itinerante para diferentes territórios. É um projeto que permite reunir vários artistas num mesmo período para conviver, trocar experiências e intervir no espaço urbano de forma colaborativa.”

ARTISTAS DO FARRA

A seleção de artistas desta primeira edição reflete a proposta do FARRA de conectar diferentes trajetórias e territórios. De São Paulo, Enivo traz uma produção que nasce no graffiti e se expande para galerias e instituições, com atuação internacional e forte presença em projetos de formação artística. Sua obra articula diferentes suportes e contextos, aproximando a rua de outros circuitos da arte contemporânea.

De Belo Horizonte, DMS integra a geração que consolidou a arte urbana na cidade a partir dos anos 1990. Sua produção atravessa linguagens como graffiti, ilustração e música, mantendo uma relação direta com a cultura de rua e com temas ligados à ancestralidade. Também da capital mineira, Fênix desenvolve um trabalho que investiga raízes culturais e espiritualidade, com composições marcadas por tons solares e pela valorização da força ancestral.

Kakaw, artista indígena e comunicadora anticolonial, constrói uma obra que tensiona estereótipos e amplia as representações no espaço urbano, propondo novas narrativas sobre identidade, território e pertencimento. Sua atuação dialoga diretamente com pautas contemporâneas sobre visibilidade e decolonização da cidade.

De Salvador, Eder Muniz apresenta uma produção que conecta natureza, espiritualidade e território, com trajetória que inclui trabalhos no Brasil e no exterior. Seu percurso reflete uma prática que transita entre o graffiti e as artes plásticas, criando imagens que evocam ciclos da vida e relações entre ambiente urbano e natural.

Do Rio de Janeiro, Maria Ismállia traz uma pesquisa que atravessa memória, tempo e subjetividade, articulando elementos geométricos e simbólicos em composições que dialogam com o território e com experiências coletivas e individuais.

Representando diretamente o Cabana do Pai Tomás, Celo e BA reforçam o vínculo do projeto com o território. Celo, morador do bairro, desenvolve desde os anos 2000 um trabalho que combina o graffiti tradicional com temas ligados ao cotidiano e à natureza. Já BA, pioneiro do hip hop e do graffiti em Belo Horizonte, atua desde a década de 1980 como artista e arte-educador, sendo uma referência histórica na formação de novas gerações e na construção da cena local.

SOBRE O INSTITUTO CURA

O Instituto CURA é uma organização cultural que atua na interseção entre arte, território e transformação urbana. Reconhecido nacionalmente, o Instituto desenvolve projetos que utilizam a arte pública como ferramenta de impacto social, promovendo novas formas de ocupação e percepção das cidades.

Entre suas principais iniciativas estão o festival CURA, que transformou Belo Horizonte em referência internacional em arte urbana, o CURA Macro — responsável pela realização do maior macro mural do Brasil — e o CURA Amazônia, que expande a atuação do projeto para outros contextos e territórios do país.

Com uma trajetória consolidada, o Instituto CURA articula artistas, comunidades e parceiros institucionais na criação de projetos que combinam intervenção visual, formação e engajamento social, contribuindo para a construção de novas narrativas urbanas e para o fortalecimento das relações entre cultura e espaço público.

SERVIÇO
FARRA – Festival de Arte de Rua (1ª edição – Cabana do Pai Tomás)
Data: 5 a 9 de maio de 2026
Local: Largo da Adega do Padrim – Cabana do Pai Tomás – Belo Horizonte (MG)
Programação gratuita.

Jeceaba recebe Circuito Mineiro de Dança

O evento reúne oficinas de dança, música e circo, apresentações da Trupe Circo Gamarra, Grupo de Danças Folclóricas Aruanda e show da Orquestra Mineira de Brega

 

Jeceaba, município da região central de Minas Gerais, recebe no dia 30 de abril a quarta edição do Circuito Mineiro de Dança, com uma programação gratuita que ocupa escolas, o CRAS e a Praça Central. Integrando a Festa do Trabalhador, o evento tem como destaque as atividades abertas ao público no centro da cidade, incluindo oficinas de dança, percussão e artes circenses, além de apresentações da Trupe Casa Circo Gamarra, do Grupo Folclórico Aruanda e o encerramento com show da banda Orquestra Mineira de Brega.

Com a dança como eixo central, o projeto abrange outras linguagens, como música, circo e cultura popular, promovendo experiências que envolvem diferentes públicos. A proposta é aproximar artistas e comunidade, estimular a formação de novos públicos e valorizar a produção cultural local, fortalecendo a economia criativa e o sentimento de pertencimento.

O Circuito Mineiro de Dança tem patrocínio master da Vale, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Realização do Governo do Brasil, Ministério da Cultura e It Produções. Apoio institucional da Secretaria de Cultura e Turismo e  da Prefeitura Municipal de Jeceaba.

Oficinas

A programação começa pela manhã, com oficinas em escolas públicas de comunidades rurais. No distrito de Machados, a Escola Municipal Lindaura da Conceição Ribeiro  recebe alunos do ensino fundamental com atividades de hip hop e percussão, realizadas simultaneamente no pátio e no auditório, sob condução de Rodrigo Bboy e Paulo Henrique dos Santos, do Grupo Aruanda.

No distrito de Bituri, a Escola Estadual Professora Geralda Calixta Leão recebe o Circuito com uma oficina de hip hop voltada para crianças, ampliando o acesso à dança desde a infância.

À tarde, as ações seguem no CRAS (Centro de Referência de Assistência Social), com oficinas de dança popular e forró voltadas para adultos e terceira idade, conduzidas por João Pedro Oliveira, do Grupo Aruanda, promovendo a convivência e a troca entre gerações por meio da arte.

No início da noite, a programação se estende à Praça Central com oficina aberta de artes circenses, conduzida pela Trupe Casa Circo Gamarra.

Apresentações na Praça Padre José Bosco de Resende

A partir das 18h30, a Praça Central de Jeceaba recebe a programação artística, reunindo talentos locais e atrações convidadas. Sobem ao palco os cantores Danilo Lima e Rodrigues Machado, além da tradicional Folia de Reis São Domingos Sávio, representando a cultura popular local.

Na sequência, o público acompanha a apresentação “Aruanda para Crianças”, o espetáculo da Trupe Casa Circo Gamarra, que ainda fará uma intervenção itinerante e um número especial de pirofagia. O Grupo Aruanda retorna ao palco com danças populares e cortejo junto ao público.

O encerramento da noite fica por conta da Orquestra Mineira de Brega, com show musical que mistura repertório popular e performance festiva. O Circuito Mineiro de Dança propõe uma experiência que ultrapassa o formato de evento, promovendo o encontro entre arte, educação e comunidade.

 

SERVIÇO

IV Circuito Mineiro de Dança – Edição Jeceaba (MG)
Data: 30 de abril de 2026 (quinta-feira)
Locais: Escolas públicas (distritos de Machados e Bituri), CRAS e Praça Padre José Bosco de Resende (Praça Central)
Entrada: gratuita

Programação

Manhã – Escolas (Distrito de Machados | Escola Municipal Lindaura da Conceição Ribeiro)
08h às 09h – Oficina de hip hop (pátio)
08h às 09h – Oficina de percussão (auditório)
10h às 11h – Oficina de hip hop (pátio)
10h às 11h – Oficina de percussão (auditório)

Tarde
E. E. Profª Geralda Calixta Leão – distrito de Bituri
12h30 às 13h30 – Oficina de hip hop
CRAS (Centro de Referência de Assistência Social)
13h30 às 14h30 – Oficina de danças populares
14h30 às 15h30 – Oficina de forró

Noite – Praça Padre José Bosco de Resende (Praça Central)
18h – Oficina de artes circenses – Trupe Circo Gamarra
18h30 – Apresentações de artistas locais (Danilo Lima, Rodrigues Machado e Folia de Reis São Domingos Sávio)
19h – Apresentação Aruanda para Crianças – Grupo Folclórico Aruanda
19h30 – Espetáculo Metamorfoses – Trupe Circo Gamarra
20h30 – Espetáculo Dançando o Brasil – Grupo Folclórico Aruanda
21h30 – Show com a banda Orquestra Mineira de Brega

Mais informações:
https://www.instagram.com/circuitomineirodedanca/

Conheça a origem da sobremesa olho de sogra

O famoso doce de festa, queridinho de muitos brasileiros, tem uma história por trás de seu nome! Aprenda também, com a Marajoara Laticínios, a preparar a receita da sobremesa

Olhar atento, criterioso, clínico e muitas vezes cirúrgico! Quem nunca se pegou sendo observado pela lupa da sogra? Foi justamente essa relação muito própria, de nora e sogra, que se deu origem a um dos docinhos mais conhecidos das festas de aniversário brasileiras: o olho de sogra.

O doce, que nada mais é do que uma ameixa seca cortada ao meio recheada com um beijinho, não tem uma história bem definida, mas é envolvido em diversas lendas, segundo a doutora em história da gastronomia da Universidade Positivo, Solange Demeterco.

Em sua pesquisa, Solange explica que a origem mais provável aconteceu há mais de um século, no hábito que as mães e avós dos maridos tinham de passar seus conhecimentos culinários à nora. Nem sempre fiéis à realidade. Foi daí que uma nora fez uma brincadeira colocando uma ameixa cortada ao meio como se fosse o olho da sogra observando o preparo do doce. Há ainda, segundo Solange, a possibilidade de que seria um “olho de cobra”, em relação à dificuldade de ter um bom relacionamento.

Diz a lenda e o folclore popular que o doce ganhou esse nome como uma sátira àquele olhar de raio-X, fixo e imperturbável, que a mãe da noiva (ou do noivo) lançava do outro lado da sala de estar para monitorar os amassos no sofá. É um doce que não pisca. Ele te encara de volta na bandeja.

O Dia da Sogra
É daquelas datas que já nascem com trilha sonora de suspense, mas que, no fundo, sempre terminam em uma farta mesa de domingo. Para celebrar essa figura mitológica — que transita poeticamente entre uma segunda mãe afetuosa e a fiscal da alfândega do seu casamento —, nada mais justo do que homenagear o docinho que carrega não apenas o seu título, mas a sua mais pura essência: o indefectível, o nostálgico e o agridoce olho de sogra.

Se a sua sogra tem aquele olhar de raio-X, mas um coração de ouro, a Marajoara Laticínios te recomenda este modo de preparo dessa iguaria. Confira!

Receita de olho de sogra

Ingredientes

  1. Leite condensado Marajoara 395g;
  2. 1 pacote de coco seco ralado sem açúcar (100g);
  3. 1 xícara (chá) de açúcar;
  4. 2 gemas;
  5. meia xícara (chá) de água;
  6. 500 g de ameixa preta seca sem caroço;
  7. açúcar refinado para passar os docinhos.

Modo de preparo

Em uma panela, misture o leite condensado Marajoara com o coco, o açúcar, as gemas e a água. Depois, leve ao fogo, mexendo sempre, até desprender do fundo da panela (cerca de 10 minutos). Logo após, retire do fogo e passe para um prato untado com manteiga e deixe esfriar.

Em outro recipiente, hidrate as ameixas em água quente por cerca de 5 minutos. Escorra as ameixas, corte-as ao meio, sem separar as duas metades. Com as mãos untadas, enrole o docinho de coco. Passe no açúcar refinado e recheie as ameixas. Coloque em forminhas de papel para servir!

Pedro Leopoldo Rodeio Show lança campanha

Pedro Leopoldo Rodeio Show anuncia o lançamento da campanha “Compre Aqui e Curte Lá”, uma iniciativa estratégica desenvolvida para fomentar a economia do município e valorizar a rede de comércio local. A ação acontece entre os dias 23 de abril e 31 de maio e conta com a participação de 42 empresas de diversos segmentos, reforçando a força e a diversidade do comércio de Pedro Leopoldo. A campanha tem o apoio da ACE (Associação Comercial e Empresarial) e da CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas), fortalecendo ainda mais a conexão entre o evento e os empreendedores da cidade.

A mecânica da promoção é simples: a cada R$ 150,00 em compras realizadas nas lojas participantes, devidamente identificadas com o selo da campanha, o consumidor terá direito a um cupom para concorrer a prêmios exclusivos. Ao todo, serão realizados 10 sorteios que darão aos ganhadores a oportunidade de vivenciar experiências únicas, como o acesso individual ao camarim de grandes artistas e ingressos para setores premium, como o Camarote Infinity e a AlaVip.

Para Tiago de Brito, CEO do Pedro Leopoldo Rodeio Show, a iniciativa reforça o compromisso social e econômico do festival com sua cidade sede.  “O Pedro Leopoldo Rodeio Show é um evento que hoje pertence ao Brasil, mas seu coração e sua base estão aqui. Com a campanha ‘Compre Aqui e Curte Lá’, nosso objetivo é converter a energia do festival em movimento real para as nossas lojas. Queremos que o lojista se sinta parte integrante do sucesso do evento e que o consumidor local seja premiado por valorizar o que é nosso. É uma via de mão dupla que fortalece a economia da cidade e oferece uma experiência de proximidade com os ídolos que o público não encontraria de outra forma”, afirma.

Consolidado como um dos maiores e mais importantes festivais do país, que integra o Circuito Sertanejo, o evento vai muito além do entretenimento, atuando como um verdadeiro motor para a economia e o turismo de Minas Gerais. A 21ª edição trará uma megaestrutura e um time de estrelas no palco principal, incluindo Maiara & Maraisa, Gusttavo Lima, Chitãozinho & Xororó, Natanzinho Lima, Simone Mendes, Lauana Prado, Matheus & Kauan, Zé Neto & Cristiano, João Bosco & Vinícius, Menos é Mais, Zezé di Camargo & Luciano e Panda.

Com infraestrutura moderna, o Parque da Música oferece setores diferenciados, como lounges e camarotes premium, além de estacionamento para mais de 3 mil veículos e localização estratégica, a cerca de 35 km de Belo Horizonte e próximo ao Aeroporto Internacional de Confins.

Os sorteios da promoção serão realizados no dia 1º de junho, às 12h, no Parque da Música. Os consumidores devem cadastrar seus cupons através do site oficial do evento (www.plrs.com.br) para validar a participação.

 

Serviço:

Campanha: Compre Aqui e Curte Lá – PLRS 2026

Período de participação: 23 de abril a 31 de maio

Data do sorteio: 1º de junho de 2026

Informações e cadastro: www.plrs.com.br

 

Pedro Leopoldo Rodeio Show 2026 – 21ª edição

Datas: 05 a 13 de junho de 2026

Local: Parque da Música – Av. Via Norte, 2752, Parque Andyara, Pedro Leopoldo/MG

Vendas:

Site oficial: www.plrs.com.br

Loja do Rodeio: R. Dr. Herbster, 298, Shopping Cine Marajá, Centro, Pedro Leopoldo/MG

 

Atrações já confirmadas no Palco Principal:

  • Gusttavo Lima
  • Chitãozinho & Xororó
  • Maiara & Maraisa
  • Natanzinho Lima
  • Simone Mendes
  • Lauana Prado
  • Matheus & Kauan
  • Zé Neto & Cristiano
  • João Bosco & Vinícius
  • Menos é Mais
  • Zezé di Camargo & Luciano
  • Panda

Atração já confirmada no Palco Talentos da Terra:

  • Bel Costa

Casa Marina amplia inscrições gratuitas em BH

Foram prorrogadas até o dia 6 de maio as inscrições para os cursos gratuitos da Casa Marina, em Belo Horizonte (MG). Neste ano, com vagas para Design de Moda e Cultura Digital, o projeto passa a funcionar em um novo endereço, na Rua Maranhão, nº 622, bairro Santa Efigênia.

Voltada exclusivamente para mulheres a partir de 16 anos, a Casa Marina oferece qualificação técnica e prática em áreas com crescente demanda por profissionais. O objetivo da iniciativa é ampliar oportunidades de capacitação, fortalecer a autonomia das participantes e criar caminhos de inserção no mercado de trabalho por meio da moda e da cultura digital.

No curso de Cultura Digital, as participantes aprendem desde informática básica, passando por navegação online, uso de ferramentas de produtividade e colaboração, até a criação de conteúdo para redes sociais, segurança digital e posicionamento estratégico. A formação inclui ainda edição de imagens e vídeos, preparando as alunas para atuar em diferentes contextos profissionais.

Já o curso de Design de Moda aborda fundamentos históricos e conceituais, processo criativo, desenvolvimento de coleção, desenho e ilustração. A formação inclui também práticas de upcycling, incentivando a reutilização de materiais e a redução do desperdício têxtil.

As aulas são presenciais, com todo o material necessário incluído, e ao final do curso as participantes serão certificadas. Não é exigida experiência prévia. As vagas são limitadas e o processo de seleção ocorre após o preenchimento do formulário online.

Para Márcia Gliosci, Diretora Executiva do ISPAC, a iniciativa cumpre um papel fundamental na capital mineira. “A Casa Marina abre portas para o futuro enquanto honra o passado. Por meio de seus cursos de tecnologia, mulheres ganham acesso as profissões mais promissoras da atualidade. Paralelamente, o programa de design de moda preserva e celebra saberes tradicionais, transformando criatividade em renda. A iniciativa conecta gerações, culturas e oportunidades, impactando centenas de mulheres que encontram na Casa Marina o caminho para autonomia financeira e realização profissional. É assim que inovação e tradição se fundem como vetores de desenvolvimento social”, afirma.

Para Fernanda Morais, coordenadora do Instituto Marina e Flávio Guimarães, a Casa Marina ocupa um papel central na atuação social do Instituto. “A Casa Marina é hoje uma das principais iniciativas do Instituto, por consolidar aspectos importantes da nossa visão de impacto: formação qualificada, inclusão produtiva e fortalecimento da autonomia feminina. O projeto traduz nosso compromisso em estruturar ações consistentes, com resultados concretos e capacidade real de transformar trajetórias”, afirma.

As aulas dos cursos de Design de Moda e Cultura Digital terão início no dia 11 de maio e as vagas são limitadas. A metodologia da Casa Marina vai além do ensino técnico, focando no fortalecimento de redes de apoio e no incentivo ao empreendedorismo local. Com a proximidade do encerramento do prazo, a coordenação do projeto reforça a importância de que os interessados garantam sua participação o quanto antes através dos canais oficiais de inscrição.

A iniciativa é patrocinada pelo Instituto Marina e Flávio Guimarães, mantido pelo Grupo Bmg, e é realizada pelo Instituto São Paulo de Arte e Cultura, Cenários Futuros e pelo Ministério da Cultura, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Sobre a Casa Marina

A Casa Marina é uma iniciativa do Instituto Marina e Flávio Guimarães (IMFG), que centraliza as ações sociais do Grupo Bmg, implantada em 2025 com o objetivo de oferecer capacitação profissional gratuita e acolhimento de mulheres em situação de vulnerabilidade social, oferecendo oportunidades concretas de desenvolvimento pessoal e geração de renda. Mais do que um centro de formação, a Casa Marina é um ambiente de escuta, cuidado e transformação, onde cada mulher encontra apoio para fortalecer sua autoestima, desenvolver novas habilidades e reconstruir sua trajetória com dignidade, autonomia e perspectiva de futuro.

 

Serviço

Cursos gratuitos na Casa Marina Design de Moda e Cultura Digital

Inscrições: ÚLTIMOS DIAS – Até 06 de maio de 2026

Divulgação dos selecionados: 07 de maio de 2026

Início das aulas: 11 de maio de 2026

Local: Rua Maranhão, 622, Santa Efigênia – Belo Horizonte/MG

Informações e Inscrições: Instagram @casamarina_ifmg – https://www.instagram.com/casamarina_imfg

Turmas – Moda:
14h às 17h – segunda a quinta
18h às 21h – segunda a quinta

Turmas – Cultura Digital:
14h às 17h – segunda a quinta
18h às 21h – segunda a quinta

Redes sociais
@casamarina_imfg | fb/casamarina_imfg
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