Últimas do Cenário Gastronômico

BH ganha noite espanhola fixa às quintas

O restaurante espanhol Parallel, localizado no bairro Lourdes, em Belo Horizonte, transforma as noites de quinta-feira em um encontro dedicado ao vermute e à tradição social de degustar aperitivos ao fim do dia. A ação, batizada de Vermuteo, resgata um costume profundamente enraizado na cultura ibérica – sobretudo na Espanha – em que amigos e clientes se reúnem para apreciar um copo de vermute acompanhado de petiscos e boas conversas antes do jantar principal. No Parallel, casa comandada pelos chefs Gabriella Guimarães e Guilherme Furtado, o Vermuteo acontece sempre às quintas-feiras.  A proposta combina open vermute, a partir das 18h, com uma seleção de tapas que muda semanalmente.
A casa oferece versões próprias da bebida: o vermute tinto passa sete dias envelhecendo em barril de carvalho com laranja e canela; já o branco é infusionado com losna, erva-doce e casca de limão-siciliano, preparado com vinho chardonnay e vermute dry. As duas versões são servidas com uma seleção rotativa de 5 tapas da casa.
A curadoria gastronômica apresenta combinações que refletem a diversidade da culinária espanhola em pequenos pratos pensados para compartilhar. Entre as opções já servidas estão olivas explosivas, batatas bravas, croqueta de jamón, anchovas com pão com tomate e mexilhões em escabeche – todos elaborados para dialogar com o perfil aromático do vermute.
Para quem não aprecia a bebida aromatizada, há a possibilidade de substituí-la por vinho. O Vermuteo custa R$ 125 por pessoa.
Você conhece o vermute?
O vermute, hoje presença garantida nas cartas de bares e restaurantes ao redor do mundo, teria nascido de um erro. Pelo menos é o que conta uma das versões mais populares sobre sua origem. Segundo o chef Guilherme Furtado, a bebida surgiu a partir de uma safra de vinho que não atingiu o resultado esperado para consumo puro. Para evitar o desperdício, produtores decidiram transformá-lo: adicionaram açúcar, álcool e uma combinação de ervas e botânicos para equilibrar e aromatizar o líquido. Assim teria surgido o primeiro vermute.
Com o tempo, as receitas foram se aprimorando, a bebida ganhou identidade própria e se consolidou como elemento cultural, especialmente na Itália e na Espanha. Neste último país, virou tradição sair do trabalho e fazer uma pausa no fim da tarde para um vermute acompanhado de tapas – hábito que ajudou a impulsionar uma indústria hoje milionária e presente em bares do mundo inteiro.
SERVIÇO
Evento: Vermuteo no Parallel
Quando: Quintas-feiras, das 18h às 21h
Quanto: R$ 125 por pessoa (seleção de 5 tapas + vermute branco ou tinto à vontade)
Local: Parallel – Rua Santa Catarina, 1.155, Lourdes, Belo Horizonte – MG
Instagram: @parallel.bh

Drinks sem álcool e nutritivos para o Carnaval

Drink Limão com hortelã e gengibreIngredientes:Gelo a gosto½ limão1 rodela de laranja lima a gosto2 rodelas de gengibre3 folhas de hortelã300 ml de água com gásModo de preparo:Em uma taça, coloque o gelo, o suco de limão e suas rodelas;Corte o gengibre em pedacinhos e adicione com as folhas de hortelã na taça;Acrescente o anis estrelado e finalize com a água com gás misturando tudo;Decore a taça como preferir e é só servir!Dica Sodexo: Além de refrescante, o gengibre é um anti-inflamatório natural e auxilia na nossa imunidade!
Drink Laranja e mangaIngredientes:150 ml de suco de laranja natural3 colheres de manga cortada em cubos pequenos1 rama de hortelã100 ml de águaModo de preparo:Em uma coqueteleira bata as frutas e água;Adicione a hortelã;Acrescente gelo a gosto!Dica Sodexo: Este drink é turbinado em compostos bioativos e antioxidantes!
Drink de Morango com MaracujáIngredientes:1 colher de chá de morango picado2 colheres de sopa de maracujá1 colher de chá de mel100 ml (1/2 xícara de chá) suco laranja natural1 litro de água com gásGelo a gostoModo de preparo:Bater na coqueteleira o maracujá, morango, o suco de laranja e o mel;Coloque ½ copo da mistura, e complete com a água com gás;Acrescente gelo a vontade!Dica Sodexo: Você sabia que o maracujá auxilia no combate ao estresse e ansiedade?
Drink Limonada de morangoIngredientes:Gelo a gosto½ xícara de morangoSuco de 1 limão1 colher de chá de açúcar demerara ou adoçante200 ml de águaModo de preparo:Coloque os morangos e o açúcar ou adoçante na coqueteleira e macere bem;Acrescente o suco do limão e água e misture bem;Gelo a gosto!Dica Sodexo: Você sabia que o morango auxilia na prevenção do envelhecimento da pele, além de muitos outros benefícios para a saúde?

Vinícola inicia safra 2026 com colheita inédita

Vinícola Essenza inicia processo de colheita no fim do mês de fevereiro no vinhedo mais alto do mundo, com projeção de até 25 mil litros de vinho e integração entre produção, terroir e enoturismo em Minas Gerais e São Paulo

A Vinícola Essenza inicia, no final deste mês, a colheita de verão que dará origem à safra 2026 de seus vinhos. Realizado em condições específicas de clima e altitude, o processo ocorre em vinhedos com áreas entre 1.200 m e 1.910 metros de altitude, sendo reconhecido como o mais alto do mundo, e integra um modelo adotado por poucas vinícolas no Brasil, que exige planejamento técnico, manejo rigoroso e acompanhamento permanente do ciclo produtivo.A colheita de verão se diferencia por antecipar etapas do calendário vitivinícola tradicional, concentrado no inverno. Na Vinícola Essenza, esse modelo permite maior controle sobre a maturação das uvas e favorece a preservação das características naturais da fruta. “A colheita de verão exige atenção em todas as fases, porque o clima impõe desafios que só podem ser superados com método e disciplina”, afirma Herbert Sales, produtor e proprietário da vinícola.A produção da vinícola está distribuída em dois terroirs localizados na Serra da Mantiqueira. No Refúgio Tuiuva, em Maria da Fé (MG), estão concentrados o olival e o vinhedo e, é por lá, que também acontece boa parte do manejo. Instalada a 14 quilômetros de Santo Antonio do Pinhal (SP), funciona a sede da Vinícola Essenza, onde também há áreas de cultivo das uvas além de receber visitantes para experiências que revelam o percurso entre produção e a degustação.A combinação entre altitude, amplitude térmica, relevo e manejo influencia diretamente o perfil dos vinhos. “Essa divisão territorial permite diversificar microclimas, solos e regimes de insolação ao longo do ano. O terroir não é apenas um fator geográfico, ele define a identidade do produto e orienta nosso trabalho no campo e na adega”, explica Sales.A propriedade ocupa cerca de 51 hectares e cultiva as variedades Alvarinho, Sauvignon Blanc, Shiraz, Merlot, Cabernet Franc, Pinot Noir e Chardonnay. As parreiras têm, em média, cinco anos de idade, fase considerada estratégica para o equilíbrio entre produtividade e estrutura dos vinhos. “Estamos em um momento em que os vinhedos começam a expressar com mais clareza o perfil que buscamos”, observa o produtor.Na safra anterior, a produção da vinícola alcançou aproximadamente 18 mil litros. Para este ciclo, a projeção é acima de 25 mil litros, impulsionada pela expansão das áreas produtivas e pela consolidação dos protocolos de manejo. “Esse crescimento reflete planejamento técnico, investimento em campo e amadurecimento da operação”, afirma Sales.O desempenho da produção ocorre em um cenário de estabilidade do consumo de vinho no Brasil em 2025, após oscilações registradas nos anos anteriores. Segundo a Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) e do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), o consumo per capita de vinho no Brasil permaneceu próximo de 2 litros por habitante em 2025, ainda abaixo de mercados tradicionais, mas com tendência de recuperação gradual após o pico registrado no período pandêmico.Para 2026, a expectativa do setor é de retomada moderada, sustentada pelo avanço do enoturismo, pela ampliação da oferta nacional e pelo interesse crescente do consumidor por vinhos de origem identificada.O processo produtivo da safra 2026 envolve colheita manual, seleção criteriosa dos cachos e vinificação adaptada às características de cada variedade. Os tempos de fermentação e maturação são definidos conforme o perfil pretendido para cada rótulo. “Cada vinho nasce de uma decisão técnica, não de improviso”, ressalta o produtor.A integração entre produção e turismo também faz parte da estratégia da Vinícola Essenza. No dia 1º de março, a vinícola realizará a Vindima Essenza, evento fechado que permitirá ao público participar da colheita durante uma experiência imersiva, acompanhando etapas do processo no campo e na vinícola.Ao longo de todo o ciclo produtivo, a Vinícola Essenza estrutura sua atuação a partir da relação entre território, técnica e identidade. A condução dos vinhedos nos dois terroirs da Serra da Mantiqueira, o manejo adaptado à colheita de verão e a valorização das condições naturais da região orientam as decisões estratégicas da propriedade. Esse modelo busca estabelecer uma conexão direta entre o ambiente de produção e o perfil dos vinhos entregues ao mercado, reforçando a proposta de origem controlada e rastreabilidade.“A colheita de verão, o trabalho nos dois terroirs e o respeito às condições naturais da Mantiqueira formam a base do que entregamos em cada garrafa, porque nosso compromisso é transformar esse território em identidade, não apenas em volume”, conclui Herbert Sales.Vinhos Premiados Os vinhos da Vinícola Essenza também conquistaram reconhecimento em competições nacionais e internacionais. Entre as premiações destacadas está o Shiraz Rosé, que recebeu medalhas como Duplo Ouro no Wine of Brasil Awards e outras honrarias em concursos como o International Wine & Spirit Competition e o Decanter World Wine Awards. O rótulo Alvarinho Mantikir foi premiado em eventos como o International Wine Challenge em Londres.Rotas do Vinho de SP O espaço integra as Rotas do Vinho de São Paulo – que reúne 66 vinícolas em todo o estado, e se destaca pela estrutura que conecta o público à origem dos produtos, combinando visita técnica, menu harmonizado e loja de produtos regionais.

Grupo Glouton funciona no Carnaval com ação especial

O Carnaval também será de portas abertas nos restaurantes do Grupo Glouton, do chef Léo Paixão. De 13 a 18 de fevereiro, durante todo o período festivo, Glouton, Macaréu, Ninita e Nicolau funcionam normalmente, convidando o público a intercalar a folia com experiências gastronômicas autorais.
E a programação vem com ação especial: o chamado “Bloquinho do Léo Paixão” entra em cena com o Duo Gourmet desfilando por todas as casas do grupo nos dias de funcionamento. Durante o período, os quatro restaurantes aceitarão o Duo Gourmet em todas as aberturas, oferecendo o benefício clássico do aplicativo: na compra de dois pratos, o cliente paga apenas o de maior valor — o segundo é cortesia da casa. As regras completas podem ser consultadas diretamente no app Duo Gourmet.
À frente do grupo, o chef Léo Paixão imprime identidade própria a cada endereço. O Glouton, restaurante autoral e premiado, é conhecido pela cozinha contemporânea brasileira com técnica refinada e forte valorização de ingredientes nacionais. O Ninita aposta em uma atmosfera descontraída e cardápio que combina influências italianas, mineiras e mediterrâneas. O Nicolau traz proposta vibrante e informal, com pratos pensados para compartilhar, clima festivo e ode à culinária latino-americana. Já o Macaréu apresenta cozinha que dialoga com o litoral e os sabores do mar, reforçando a diversidade do grupo.
A proposta, durante o Carnaval, é atender tanto quem quer fazer uma pausa estratégica entre um bloco e outro quanto quem prefere trocar o agito da rua por uma experiência à mesa.
SERVIÇO:
Restaurantes: Glouton, Ninita, Nicolau e Macaréu
Funcionamento no Carnaval: 13 a 18 de fevereiro
Ação especial: Duo Gourmet válido em todas as aberturas no período
Regras completas: aplicativo Duo Gourmet
Glouton
Rua Bárbara Heliodora, 59, Lourdes
De segunda a sábado, das 19h às 23h
Ninita
Rua Bárbara Heliodora, 71, Lourdes
Segunda, das 18h às 23h
De terça a sábado, das 12h às 17h e das 18h às 23h
Domingo, das 12h às 17h
Macaréu
Rua Dicíola Horta, 77, Vila da Serra
De terça a quinta, das 19h às 23h
Sexta, das 19h às 23h30
Sábado, das 12h às 16h e das 19h às 23h30
Domingo, das 12h às 17h
Nicolau
Rua Dicíola Horta, 77, Vila da Serra
De terça a quinta, das 19h às 23h
Sexta e sábado, das 18h às 23h30
Domingo, das 11h às 17h

Chef Leo Paixão é atração do primeiro Robata Fest no Okinaki

Na quinta-feira, 5 de fevereiro, a cena gastronômica de Belo Horizonte terá um encontro imperdível. O Okinaki, referência em comida de rua asiática na capital mineira, dos chefs Guilherme Furtado e Gabriella Guimarães, realiza a primeira edição do Robata Fest – evento em que o público poderá vivenciar a versão japonesa do “espetinho”, elevada a um novo patamar de sabor e técnica, ideal para acompanhar com cerveja ou um bom sakê.Para inaugurar o projeto, os anfitriões Guilherme Furtado e Gabriella Guimarães recebem o chef Leo Paixão (Grupo Glouton) de Belo Horizonte. Conhecido por mesclar técnicas da gastronomia francesa com os sabores de Minas Gerais, Leo Paixão assume a grelha ao lado dos chefs do Okinaki para apresentar criações exclusivas. “A proposta é criar um evento que convide chefe locais a cozinhar conosco no Okinaki, em um ambiente mais casual”, pontua Guilherme Furtado.A partir das 18h, a casa se transforma no palco de uma experiência na brasa. O menu contará com quatro robatas exclusivas do evento, preparadas na brasa e finalizadas ao vivo, diante dos clientes, pelos chefs da casa em parceria com o convidado. Guilherme Furtado e Gabriela Guimarães vão preparar rebatas de medalhão de kimchi com queijo coalho e tsukune – almôndega de frango com molho agridoce. Durante o horário de funcionamento, o cardápio regular do Okinaki também estará disponível.O que é robata?Robata (abreviação de robatayaki) é uma técnica culinária japonesa milenar, que pode ser traduzida livremente como “cozinhar na brasa”. Diferente do churrasco ocidental tradicional, a robata consiste em grelhar lentamente, sobre carvão de alta qualidade, pequenos espetinhos de carnes, frutos do mar ou vegetais. O resultado é um alimento suculento com um sabor defumado característico.OkinakiO Okinaki (@okinakibh) se consolidou em Belo Horizonte como um ponto de referência para os amantes da comida de rua asiática. Com uma atmosfera descontraída e acolhedora, o restaurante é conhecido por seus raméns e pratos que dialogam com a cultura de diversos países do continente asiático, incluindo China, Japão, Tailândia e Coreia. Curiosamente, “Okinaki” significa “grande árvore” em japonês – e o nome tem uma história especial.Quando os chefs alugaram o imóvel na esquina da Avenida Álvares Cabral com a Rua Santa Catarina, em Belo Horizonte, perceberam um imponente fícus enraizado em uma das laterais. A copa frondosa da árvore se projeta para o outro lado, “abraçando” toda a área do bar na calçada. Para o casal de chefs, esse detalhe tornou o local ainda mais especial, transmitindo uma sensação de acolhimento que eles descrevem como um verdadeiro abraço.Gui Furtado abraçou o sonho de Gabriella Guimarães, que se especializou em culinária asiática na Espanha. Em Barcelona, ela trabalhou com Carme Ruscalleda, renomada chef de cozinha catalã que incorpora influências asiáticas em seus pratos.No Okinaki, a cozinha celebra a cultura japonesa, mas também absorve inspirações de outros países asiáticos, como China, Coreia, Taiwan, Vietnã e Tailândia. Os pratos não são cópias exatas das receitas tradicionais; os chefs gostam de reinventar cada criação, adicionando toques únicos e autorais. A proposta do restaurante mostra que comida de rua pode ser sofisticada: feita com ingredientes de qualidade, sabores complexos e apresentação de encher os olhos.SERVIÇORobata Fest com chef Leo PaixãoMenu especial de robatas (espetinhos japoneses) assinados pelos chefs da casa e pelo convidadoData: 5 de fevereiro (quinta-feira)Horário: A partir das 18hLocal: Okinaki – Av. Álvares Cabral, 1303 – Lourdes, Belo Horizonte/MGMais informações: instagram.com/okinakibh

Festivais Folha Sabores Praia e Montanha já têm data

O ano de 2026 será recheado de atrações gastronômicas na praia e na montanha. Os festivais Folha Sabores da Praia – Edição Ilhabela e Folha Sabores da Montanha, realizado em diversos destinos de inverno nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, já têm data para começar.

Chegando em sua terceira edição, o Sabores da Praia será realizado entre os dias 2 de abril e 3 de maio de 2026 e o Sabores da Montanha, entre os dias 3 de junho e 26 de julho de 2026, que chegará à sua quarta temporada. Os eventos são realizados em parceria entre a Sabores da Praia, Sabores da Montanha e Folha de S,Paulo, por meio de seu clube de assinantes Folha Gourmet.

Ambos festivais acontecem entre os próprios restaurantes participantes, como forma de incentivar o público a frequentar os estabelecimentos para degustar os pratos inscritos e, desta forma, conhecer outras opções do cardápio. Nos dois eventos, assinantes da Folha de S.Paulo têm 15% de desconto nos pratos participantes.

“Desafios”

Em 2026, os dois festivais, realizados em regiões distintas, serão interligados. Durante o 3º Festival Gastronômico Folha Sabores da Praia – Edição Ilhabela, chefs renomados da Serra da Mantiqueira serão convidados e “desafiados” a preparar pratos típicos caiçaras. Por outro lado, chefs que dominam as receitas caiçaras também serão “desafiados” a produzir pratos típicos da Mantiqueira, durante o 4º Festival Gastronômico Folha – Sabores da Montanha.

“Será uma brincadeira saborosa que proporcionará aos chefs convidados a possibilidade de produzir pratos fora de suas respectivas regiões, com culturas gastronômicas diferentes. O público terá a oportunidade de assistir chefs acostumados ao frio enfrentando o calor natural do litoral, enquanto os chefs caiçaras, habituados à brisa fresca do mar, encarando o friozinho da serra”, destaca Reginaldo Pupo, da organização dos dois festivais.

Segundo ele, quem ganhará com o intercâmbio entre os chefs da montanha e do litoral será o público. “Moradores e turistas terão a experiência de degustar receitas incríveis, preparadas por chefs badalados e reconhecidos por suas criações em suas regiões de origem”.

Sabores da Praia

Em Ilhabela também estão previstos jantares com chefs locais, que estarão preparando seus pratos diretamente para moradores e turistas presentes aos restaurantes participantes. “A interação do público com alguns chefs permitirá aos restaurantes mostrar aos seus clientes como são preparados alguns de seus carros-chefes, assim como os profissionais da cozinha terão a oportunidade de prepará-los ao vivo para um público apaixonado por gastronomia”, antecipa Pupo.

O grande destaque do festival são os frutos do mar. Alguns restaurantes conseguem obter os insumos frescos diretamente de pescadores artesanais da própria ilha, que, diariamente, descarregam seus pescados nas primeiras horas da manhã. O resultado é o preparo de pratos com frutos do mar frescos, garantindo mais sabor e preservando sua qualidade.

Sabores da Montanha

O Festival Gastronômico Folha – Sabores da Montanha é considerado o maior da Serra da Mantiqueira e também agrega a Serra da Bocaina (SP e MG), Serra Verde Imperial (Petrópolis/Teresópolis), Serra da Canastra (MG), Circuito das Águas Paulista (com destaque para Socorro e Serra Negra), Sul de Minas Gerais e Visconde de Mauá e Região.

Em 2025 participaram restaurantes, bares, gastrobares, cafeterias, hamburguerias artesanais, pizzarias, chocolatarias, cervejarias e produtores artesanais de 18 municípios dessas regiões, com 81 estabelecimentos participantes. A cidade de Campos do Jordão é o hub do festival, ou seja, a cidade sede do evento.

Em Ilhabela, o 3º Festival Gastronômico Folha Sabores da Praia tem apoio institucional do Ilhabela Convention & Visitors Bureau, Secretaria de Desenvolvimento e Turismo de Ilhabela, Acei (Associação Comercial e Empresarial de Ilhabela) e Portal Hora Campinas, com patrocínio da Zeekr, marca de veículos elétricos de luxo e alta performance.

O 4º Festival Gastronômico Folha – Sabores da Montanha tem correalização do Grupo Cozinha da Mantiqueira, de Campos do Jordão; da Secretaria de Turismo de Campos do Jordão e da Astur (Associação de Turismo de Socorro).

SERVIÇO

3º Festival Gastronômico Folha Sabores da Praia – Edição Ilhabela

Data: 2 de abril e 3 de maio de 2026

Local: restaurantes participantes

Informaçõeswww.saboresdapraia.com.br

Instagram@saboresdapraiabr

4º Festival Gastronômico Folha Sabores da Montanha

Data: 3 de junho e 26 de julho de 2026

Local: restaurantes participantes

Informaçõeswww.saboresdamontanha.com.br

Instagram@saboresdamontanha_br

Receita de peru com tucupi para diversificar a ceia de Ano Novo

Levar o tucupi para a ceia de Natal é um convite a repensar tradições sem perder o afeto. Ao unir o peru, símbolo clássico das celebrações natalinas, a esse caldo ancestral da cultura amazônica, o prato cria um diálogo elegante entre identidade brasileira e cozinha contemporânea. O resultado é uma receita profunda, acolhedora e cheia de significado, capaz de atravessar regiões, culturas e histórias, tornando-se uma sugestão especial para mesas de Natal em todo o Brasil. A proposta ganha destaque pelas mãos do chef Pedro Amaral, proprietário do restaurante Namazônia, em São Paulo. Conhecido por valorizar ingredientes amazônicos em preparos autorais, o chef aposta no peru assado lentamente no forno, respeitando o tempo da marinada e a integridade da carne, antes de finalizá-lo no tucupi já temperado e aquecido, criando um encontro de sabores equilibrado e simbólico.A simbologia do pratoperu representa fartura, união e celebração. Já o tucupi, extraído da mandioca brava após um processo ancestral indígena, simboliza transformação, cuidado e conhecimento transmitido entre gerações. Juntos, eles contam uma história de encontro entre o Brasil profundo e o Natal urbano.Essa versão honra o ritual da ceia sem repetir fórmulas cansadas, trazendo identidade, brasilidade e muito sabor à mesa.Receita de Peru no TucupiIngredientes
  • 1 peru inteiro ou em partes
  • Suco de 2 limões
  • 5 dentes de alho amassados
  • 1 cebola grande ralada
  • Sal e pimenta-do-reino a gosto
  • Ervas frescas a gosto (alecrim, tomilho ou louro)
  • 2 litros de tucupi
  • 1 maço de jambu
  • Chicória-do-pará ou coentro a gosto
 MarinadaEm um recipiente grande, tempere o peru com limão, alho, cebola, sal, pimenta e ervas. Cubra bem e deixe marinando por no mínimo 12 horas, idealmente 24 horas, sob refrigeração. Esse tempo é fundamental para sabor e maciez.Assar no fornoRetire o peru da marinada, acomode em uma assadeira, cubra com papel-alumínio e leve ao forno médio (180 °C).Asse lentamente até ficar macio. Nos minutos finais, retire o papel para dourar naturalmente. O forno é o responsável por desenvolver sabor, textura e identidade do prato.TucupiFerva o tucupi por pelo menos 30 minutos, com alho, cebola e chicória-do-pará ou coentro. Esse processo é indispensável tanto para segurança quanto para profundidade de sabor.FinalizaçãoApós assado, corte o peru em pedaços. Na hora de servir, mergulhe os pedaços no tucupi já quente, acrescente o jambu e deixe aquecer por alguns minutos. Não é cozimento, é encontro de sabores.Sirva imediatamente.Uma ceia que respeita o tempoEsse prato não é sobre pressa. É sobre espera, preparo e intenção. O peru assado mantém sua dignidade, enquanto o tucupi traz memória, território e emoção. Uma ceia que foge do óbvio sem perder o significado do Natal.Instagram: https://www.instagram.com/namazoniaoficial 

Casa Calixto renova ambiente, bar e gastronomia e se firma em BH

Com pouco mais de um ano na cena gastronômica de Belo Horizonte, a Casa Calixto vive um novo momento. Instalado em um clássico imóvel da Savassi, o restaurante acaba de passar por uma renovação geral em seus ambientes, incluindo a criação de uma adega com capacidade para 280 rótulos, lançamento da própria drinkeria e ampliação do cardápio com novos pratos de culinária contemporânea assinados pelo chef revelação JP Oliveira.Para o empresário Reginaldo Calixto, as mudanças refletem um processo contínuo de escuta dos clientes. “Recebemos muitas sugestões desde a abertura e entendemos que era hora de promover ajustes que deixassem a casa ainda mais acolhedora e especial. Fizemos uma pintura completa, revitalizamos o salão e criamos a adega, que reúne rótulos de países como Chile, Portugal, Itália e Espanha. Queremos que o público tenha uma experiência cada vez mais completa. Nosso objetivo é seguir surpreendendo”.Mudar para oferecer ainda mais confortoAs mudanças arquitetônicas na Casa Calixto reforçam a identidade do imóvel histórico e ampliam o conforto. Os salões exibem agora uma paleta de cores contemporânea — predominando azul profundo, vermelho queimado e tons claros — que dialoga com o piso de taco original e com a iluminação quente, marcada por luminárias de palha e elementos naturais.Nas áreas internas, as paredes ganharam novas texturas e obras de arte, criando diferentes atmosferas: um salão mais intimista com cortinas claras e decoração clean; outro com parede vermelha, quadros autorais e luz suave; além de um terceiro espaço com jardim vertical e iluminação natural filtrada, ideal para eventos e confrarias. A adega envidraçada adiciona um toque sofisticado ao conjunto.Outra grande novidade é a drinkeria própria da Casa Calixto, comandada pelo mixologista Luan Ricardo Silva, responsável também pela nova carta de drinques da casa.Com técnica apurada e foco em ingredientes brasileiros, Luan apresenta coquetéis que transitam entre versões clássicas e autorais, ampliando a experiência do restaurante e reforçando o protagonismo do bar no espaço renovado.Novos pratos no menu: técnica, brasa e sensorialidadeA cozinha da Casa Calixto ganhou um novo prato que reforça a marca da casa: ingredientes de qualidade, técnicas contemporâneas e influências diversas, sempre priorizando texturas e contrastes marcantes. Trata-se de um tortelli de cupim com infusão de fonduta defumada e azeite de salsinha. O preparo é finalizado com  cheddar amazonito.Os clássicos continuam na casa. Entre eles o Bacalhau Coimbra (Posta de bacalhau morhua grelhada na brasa, gratin de batatas, tomate sweet grape, azeitona preta portuguesa, cebola caramelizada e chips de alho); o Chorizo Angus no braseiro; a Pescada amarela; o Escalope de filé mignon grelhado, acompanhado de linguine cacio e pepe levemente defumado e brócolis na brasa; e um Confit de perna de pato servido com arroz de lentilha, bacon e banana-da-terra, purê de cenoura e molho roti.O chef JP Oliveira destaca que os pratos preservam o DNA do estabelecimento, além de mergulharem em repertórios técnicos e sensoriais. “Esses pratos representam um momento de maturidade da nossa cozinha. Trabalhamos a brasa de maneira mais precisa, buscamos contrastes de textura e priorizamos combinações que contêm histórias. São preparos que valorizam ingredientes brasileiros e dialogam com influências internacionais, sempre com o propósito de entregar surpresa e prazer em cada garfada”, explica.Chef JP Oliveira: o talento revelação por trás da cozinhaEleito revelação na 3ª edição do Prêmio Cumbucca de Gastronomia e segundo lugar como revelação na 23ª edição do Prêmio Gerdau de Gastronomia – Encontro Gastrô 2025, o chef mineiro João Paulo Oliveira é hoje um dos nomes mais promissores da culinária de Belo Horizonte.Natural de Timóteo (MG), JP iniciou seu interesse pela gastronomia observando a mãe cozinhar. Aos 19 anos, mudou-se para a Inglaterra, onde trabalhou em oito restaurantes. De volta ao Brasil, construiu carreira em casas de prestígio da capital, como Glouton, Ninita, Macaréu e Nicolau, além do bufê Club do Chef.À frente da Casa Calixto desde a inauguração, em setembro de 2024, JP imprime à casa uma culinária contemporânea que privilegia sensações, contrastes e curiosidade. “Busco criar experiências completas, que envolvam aroma, textura e memória”, define.ServiçoCasa Calixtohttps://www.instagram.com/casacalixtobh/Rua Padre Odorico, 81 – São PedroFuncionamento: | Ter: 18h às 22h45| Qua a sab: 12h às 15h45 e 18h às 22h45| Dom: 12h às 15h45   

Brasil emplaca 6 restaurantes no Latin America’s 50 Best 2025

O Brasil se destacou ao emplacar seis restaurantes na lista do Latin America’s 50 Best Restaurants 2025, anunciada durante a 13ª edição do evento, realizada pela primeira vez em Antígua, na Guatemala. A cerimônia, que ocorreu em 2 de dezembro em Santo Domingo del Cerro, reuniu a comunidade gastronômica para celebrar a diversidade culinária da região e reconhecer os estabelecimentos mais influentes, escolhidos por meio da votação de 300 especialistas do setor.O Brasil se destaca com 6 restaurantes na lista:8º lugar – Tuju (São Paulo)12º lugar – Nelita (São Paulo)13º lugar – Lasai (Rio de Janeiro)20º lugar – Evvai (São Paulo)25º lugar – A Casa do Porco Bar (São Paulo)38º lugar – Oteque (Rio de Janeiro)Além disso, Bianca Mirabili conquista o Latin America’s Best Pastry Chef Award, por seu trabalho no Evvai (No.20), e Tássia Magalhães, responsável pelo Nelita, foi a grande vencedora do Latin America’s Best Female Chef Award.

El Chato

El Chato, situado em Bogotá, foi eleito o restaurante No.1 deste ano; ele recebeu o título de The Best Restaurant in Latin America 2025, patrocinado por S.Pellegrino & Acqua Panna, e de The Best Restaurant in Colombia 2025. Ascendendo da posição No.3 conquistada no ano anterior, a casa contemporânea colombiana foi reconhecida internacionalmente por sua excelência culinária e seu compromisso com produtores e ingredientes locais. O restaurante é liderado por Álvaro Clavijo, cuja visão ao fundar o El Chato foi redefinir a gastronomia colombiana e posicioná-la no mapa mundial, oferecendo uma experiência culinária que transcende o convencional.Craig Hawtin-Butcher, Diretor Geral da 50 Best, afirmou: “É com imenso prazer que anunciamos o El Chato como The Best Restaurant in Latin America 2025. Nossas mais sinceras congratulações a Álvaro Clavijo e seu talentoso time por criarem um espaço tão especial, responsável por colocar a culinária colombiana no centro do cenário internacional. Essa conquista reflete a energia, o talento e a autenticidade que tornam a gastronomia latino-americana única no mundo. Estendemos nossas felicitações a todos os restaurantes incluídos na lista deste ano e reafirmamos nosso compromisso com a promoção e o reconhecimento globais da vibrante culinária da região”.Buenos Aires manteve sua posição de principal potência gastronômica da América Latina, com oito restaurantes entre os melhores da região — um a mais em comparação com 2024. Seguida por Lima, com sete restaurantes, e Santiago, com cinco restaurantes, essas cidades demonstram a diversidade, qualidade e constante evolução da gastronomia latino-americana.Entre os grandes destaques do ano estão o Kjolle (No.2) em Lima, eleito The Best Restaurant in Peru; Don Julio (No.3) em Buenos Aires, eleito The Best Restaurant in Argentina; Boragó (No.6) em Santiago, eleito The Best Restaurant in Chile; Quintonil (No.7) na Cidade do México, eleito The Best Restaurant in Mexico; e Tuju (No.8) em São Paulo, eleito The Best Restaurant in Brazil. Por sua vez, Maito (No.18) na Cidade do Panamá; Sublime (No.19) na Cidade da Guatemala; Cordero (No.29) em Caracas, e Sikwa (No.43) em San José, foram eleitos The Best Restaurant in Panamá, The Best Restaurant in Guatemala, The Best Restaurant in Venezuela e The Best Restaurant in Costa Rica.Refletindo a expansão e o dinamismo do panorama culinário regional, sete restaurantes fizeram sua primeira aparição na lista este ano. Santiago continua ganhando reconhecimento internacional com a estreia de quatro estabelecimentos: Casa Las Cujas (No.14), Yum Cha (No.28), Demo Magnolia (No.31) e Karai by Mitsuharu (No.45). Em La Paz, o Arami conquistou a posição No.48 e foi eleito The Best Restaurant in Bolivia. El Mercado em Buenos Aires, e Afluente em Bogotá, também estrearam no ranking nas posições No.27 e No.34, respectivamente. Além disso, Diacá (No.37) na Cidade da Guatemala, Crizia (No.40) em Buenos Aires, e Osso (No.44) em Lima, retornaram à lista, confirmando a vitalidade e a consistência de suas propostas gastronômicas.Vencedor do Highest New Entry Award, o Casa Las Cujas (No.14) é um dos restaurantes mais vibrantes de Santiago. Ele combina frescor, inovação e sabor em uma culinária focada no oceano e servida em uma atmosfera descontraída. O Cosme (No.9) em Lima, recebeu o Highest Climber Award, patrocinado por Lee Kum Kee — a casa subiu 19 posições no ranking, saindo da No.28 em 2024 para a No.9 em 2025. Sua proposta culinária é baseada no conceito de comida afetiva, protagonizada por produtos frescos e sazonais e onde se mescla a familiaridade de sabores caseiros com técnicas modernas.O chef e restauranteur chileno Rodolfo Guzmán, do Boragó (No.6) em Santiago, recebeu o Icon Award por suas contribuições excepcionais à cena gastronômica regional. Ele é reconhecido internacionalmente por promover a gastronomia chilena usando ingredientes sazonais e nativos de formas inovadoras. Baseada na riqueza do território chileno, sua culinária incorpora ingredientes ancestrais de povos indígenas e produtos únicos encontrados em diferentes regiões do país.O Latin America’s Best Pastry Chef Award, patrocinado pela República del Cacao, foi concedido a Bianca Mirabili, do Evvai (No.20), restaurante que apresenta uma culinária italiana com toques brasileiros. A chef Bianca Mirabili é uma artista culinária visionária, celebrada por sua capacidade de mesclar o rico panorama gastronômico brasileiro com técnicas e sabores da sofisticada confeitaria internacional. Suas criações demonstram profundo conhecimento técnico e uma paixão pela biodiversidade e tradição cultural locais, trazendo uma voz diferenciada ao palco da gastronomia global.Em reconhecimento à sua visão única, Maximiliano Pérez foi laureado com o Latin America’s Best Sommelier Award, patrocinado por Vik. Pérez é mais que um expert: é um curador e contador de histórias. Em suas mãos, uma carta de vinhos se transforma em uma expedição geográfica e cultural pela Argentina. Ele convida os clientes a explorar a vasta diversidade viticultora nacional, que vai dos vinhos clássicos aos inovadores e de produção limitada.Tássia Magalhães foi a grande vencedora do Latin America’s Best Female Chef Award. Seu reconhecimento celebra sua liderança frente a uma equipe exclusivamente feminina e sua capacidade de transformar sua cozinha em São Paulo em um ato reivindicatório do papel das mulheres no setor. Sua visão busca usar o poder transformador da gastronomia para mudar as estruturas e empoderar mulheres.Alejandro Chamorro, receptor do Estrella Damm Chefs’ Choice Award, lidera o Nuema, em Quito, nomeado The Best Restaurant in Ecuador. O restaurante oferece uma experiência gastronômica baseada em menus de degustação sazonais com reinterpretações de sabores de diversas regiões do Equador, preparadas com produtos locais por meio de técnicas inovadoras. Eleito exclusivamente pelos chefs que figuram na lista Latin America’s 50 Best Restaurants, esse prêmio é o único definido por pares, o que confere a ele um significado especial — afinal, ele representa o reconhecimento de contemporâneos do setor.O Sustainable Restaurant Award foi entregue ao Oda (No.76) em Bogotá. O restaurante celebra os sabores colombianos, usando ingredientes frescos de jardins urbanos e produtores locais. A luxuosa proposta gastronômica fica no G Lounge, espaço que conta ainda com prática de golfe em ambiente interno e um whiskey bar para proporcionar uma experiência completa durante o dia ou à noite.A cerimônia contou também com a entrega dos prêmios anunciados anteriormente: Inés Páez Nin, mais conhecida como Chef Tita, recebeu o Champions of Change Award; o Kjolle (No.2) em Lima, foi o vencedor do Art of Hospitality Award, patrocinado por Buchanan’s 18; e o Ana (No.94), liderado pelo chef Nicolas Solanilla na Guatemala, recebeu o American Express One To Watch Award.

O processo de votação

A organização 50 Best tem um papel crucial na promoção de restaurantes e na divulgação do brilhantismo culinário, apoiando continuamente o setor de hospitalidade ao encorajar as pessoas a explorarem aventuras gastronômicas. Para garantir um processo justo e confiável de votação e elaboração da lista Latin America’s 50 Best Restaurants 2025, o 50 Best contratou a empresa de consultoria Deloitte como parceira oficial e independente de arbitragem.A Latin America’s 50 Best Restaurants Academy é composta por 300 experientes membros votantes da região, todos selecionados cuidadosamente em razão de sua opinião especializada sobre o panorama gastronômico na América Latina. Seus votos coletivos formam a lista definitiva da Latin America’s 50 Best Restaurants. A Academy é dividida em cinco regiões: México, América Central, América do Sul (norte), América do Sul (sul) e Brasil. Em cada região, o painel de eleitores inclui importantes jornalistas, críticos gastronômicos influentes, chefs celebrados, restauranteurs bem-sucedidos e gourmets experientes. Cada membro deposita 10 votos, refletindo as experiências mais excepcionais vividas nos últimos 18 meses — ao menos quatro deles precisam ser dados a restaurantes fora do país natal do votante. Para conferir todos os detalhes da metodologia usada na votação da Latin America’s 50 Best Restaurants, clique aqui.
PosiçãoEstabelecimentoCidade
1El ChatoBogotá
2KjolleLima
3Don JulioBuenos Aires
4MéritoLima
5CeleleCartagena
6BoragóSantiago
7QuintonilCidade do México
8TujuSão Paulo
9CosmeLima
10NuemaQuito
11MaytaLima
12NelitaSão Paulo
13LasaiRio de Janeiro
14Casa Las CujasSantiago
15AlcaldeGuadalajara
16Villa TorélEnsenada
17FaunaValle de Guadalupe
18MaitoCidade do Panamá
19SublimeCidade da Guatemala
20EvvaiSão Paulo
21Niño GordoBuenos Aires
22ArcaTulum
23LeoBogotá
24El Preferido de PalermoBuenos Aires
25A Casa do PorcoSão Paulo
26La MarLima
27El MercadoBuenos Aires
28Yum ChaSantiago
29CorderoCaracas
30MáximoCidade do México
31Demo MagnoliaSantiago
32HuniikMérida
33RafaelLima
34AfluenteBogotá
35AramburuBuenos Aires
36TreschaBuenos Aires
37DiacáCidade da Guatemala
38OtequeRio de Janeiro
39RosettaCidade do México
40CriziaBuenos Aires
41Humo NegroBogotá
42Mercado 24Cidade da Guatemala
43SikwaSan José
44OssoLima
45Karai by MitsuharuSantiago
46ManuelBarranquilla
47Cantina del TigreCidade do Panamá
48AramiLa Paz
49MilMoray
50JuliaBuenos Aires
Para acesso à central de mídia, acesse:LinkSiga a 50 Best: Latin America’s 50 Best RestaurantsLançado em 2013, o Latin America’s 50 Best Restaurants nasceu para celebrar a gastronomia da região, além de promover e recomendar restaurantes latino-americanos a entusiastas de todo o mundo. A lista Latin America’s 50 Best Restaurants é criada pela Latin America’s 50 Best Restaurants Academy, um influente grupo formado por 300 líderes do setor de toda a América Latina, selecionados com base na sua expertise a respeito do panorama culinário da região. A lista Latin America’s 50 Best Restaurants é publicada pela William Reed, que também é responsável pela publicação das listas The World’s 50 Best Restaurants, lançada em 2002, Asia’s 50 Best Restaurants, lançada em 2013; Middle East & North Africa’s 50 Best Restaurants, lançada em 2022; e o North America’s 50 Best Restaurants, lançada em 2025.

As melhores farofas para acompanhar um bom churrasco

Quando o dia é de churrasco, seja um encontro com amigos, uma celebração em família ou apenas um descanso merecido no fim de semana, há um acompanhamento que não pode faltar: a farofa. Versátil, saborosa e presente nas mesas brasileiras há muito tempo, ela transforma a carne assada em uma refeição ainda mais completa.Farofas Prontas: Praticidade e Sabor na Mesa BrasileiraAs farofas prontas tornaram-se um item indispensável nas prateleiras e nas mesas dos brasileiros. Tradicionalmente feitas com farinha de mandioca ou de milho, elas ganharam versões industriais que oferecem praticidade sem abrir mão do sabor. Disponíveis em diversas combinações com bacon, cebola, alho, calabresa, ovos e até vegetais. As farofas prontas são uma opção prática e saborosa para acompanhar desde o tradicional churrasco e pratos do dia a dia. Com diferentes combinações de temperos e texturas, ela traz aquele toque caseiro sem exigir muito tempo de preparo. Para quem busca qualidade, vale a pena conhecer algumas versões disponíveis de marcas diferenciadas pela seleção cuidadosa de ingredientes, e que podem ser encontradas em sites que oferecem não só a farofa para o churrasco, mas várias outras opções de acompanhamentos e até cortes especiais e exóticos.

1. Farofa com Cebola e Bacon

Não há combinação mais clássica para um churrasco do que bacon bem dourado e cebola refogada. A base é simples: bacon frito até liberar aquela gordura saborosa, cebola em cubos ou fatias finas, alho e então a farinha de mandioca torrada que absorve esses sabores.A textura fica crocante, o aroma irresistível e o sabor conversa com qualquer tipo de carne picanha, alcatra, costela ou linguiça. Essa farofa com cebola e bacon é uma das preferidas nas mesas de churrasco.

2. Farofa com Linguiça, Couve e Feijão-fradinho

Se você quer elevar o patamar da farofa, misturar ingredientes como linguiça, feijão-fradinho e couve pode dar o tom de “gourmet-caseiro”. Uma sugestão é cozinhar o feijão-fradinho até ficar al dente, dourar a linguiça e o bacon, refogar cebola, pimentão e couve, e só então acrescentar a farinha de mandioca..Essa versão é perfeita para impressionar os convidados. Enquanto a carne ainda descansa após sair da grelha, a farofa está pronta para servir, soltando aroma e cumprindo seu papel de estrela no apoio.

3. Farofa Básica ou de Manteiga: Versão Simples, Qualquer Hora

Para momentos mais tranquilos ou quando o foco principal é a carne, entrar com uma farofa mais simples pode ser a melhor opção. Farinha de mandioca torrada, manteiga e cebola picada e pronto.A beleza da farofa básica está justamente na simplicidade: ela não compete com os sabores intensos das carnes ou outros acompanhamentos, apenas soma textura crocante e aquele toque de “lar” à refeição. Dica: mantenha a farofa coberta, fora da grelha, para que continue crocante até o momento de servir.

4. Farofas Criativas e Temáticas

Se quiser inovar, há um mundo de farofas com frutas, castanhas, pimentas e ingredientes regionais. Por exemplo: banana-da-terra dourada junto à farinha, ou castanhas-de-caju e amendoim adicionados ao final.Essas versões são ótimas para quem tem convidados vegetarianos: A farofa deixa de ser mero acompanhamento para se tornar um prato que desperta curiosidade.Uma ideia interessante é usar frutas para dar um toque agridoce, que combina muito bem com carnes defumadas e molhos mais encorpados. Já as farofas com pimenta-dedo-de-moça ou com especiarias trazem um toque levemente picante, ótimo para equilibrar carnes gordurosas.

5. Farofa de Ovos

Outra campeã de popularidade é a farofa de ovos. É simples, prática e agrada a todos. Um toque de cheiro-verde no final dá frescor e cor ao prato.boa para acompanhar cortes mais suaves, como frango, coração ou linguiça. Além disso, é uma excelente alternativa quando você quer preparar algo rápido, mas ainda assim delicioso.

6. Farofa de Banana

A farofa de banana é perfeita para quem gosta de sabores contrastantes. A doçura da banana-da-terra caramelizada na manteiga equilibra o sal e a gordura das carnes, especialmente as suínas.O segredo está em usar bananas firmes, que não desmanchem durante o preparo. Frite as rodelas em manteiga, adicione um pouco de açúcar mascavo para acentuar o dourado, e depois misture à farinha. É uma farofa cheia de personalidade e um sucesso garantido nas mesas de churrasco.

Qual farofa combina com qual carne?

Cada corte de carne pede um tipo de farofa:
  • Picanha e costela bovina: combinam com farofa de cebola e bacon, pois o sabor defumado e salgado complementa a suculência da carne. 
  • Frango e linguiça: vão muito bem com farofa de ovos ou de couve, que trazem leveza e frescor. 
  • Carne suína: harmoniza perfeitamente com farofa de banana e farofa com frutas, que equilibram a gordura e trazem um toque adocicado. 
  • Peixes e frutos do mar na grelha: pedem farofas mais neutras, como a de manteiga ou a de ervas. 
Essas combinações garantem equilíbrio de sabores e texturas, tornando o churrasco uma experiência completa.

Dicas para acertar na farofa

  • Use uma boa gordura. Manteiga, azeite ou gordura de bacon são fundamentais para dar sabor e ajudar a farinha a absorver bem os temperos. 
  • Cuidado com o ponto da farinha. Ela deve ficar levemente dourada, sem queimar. O ideal é mexer constantemente em fogo baixo. 
  • Tempere com equilíbrio. Lembre-se de que a farofa deve realçar o sabor das carnes, e não sobrepor. 
  • Finalize com ervas frescas. Cheiro-verde, coentro ou cebolinha dão frescor e uma aparência mais apetitosa. 
  • Sirva na hora certa. Mantenha a farofa coberta até o momento de servir para que continue crocante e quente. 
  • Quantidade ideal. Calcule entre 50 g e 70 g de farofa por pessoa, dependendo dos outros acompanhamentos. 
ConclusãoNo universo de um bom churrasco, a farofa não é apenas um extra ela pode ser protagonista. Da clássica farofa com cebola e bacon, passando por versões encorpadas com linguiça e couve, até as mais simples e práticas, há uma farofa para cada estilo de evento, cada corte de carne e cada paladar.Reúna amigos, prepare a brasa, escolha a farofa que vai fazer sucesso e deixe a festa rolando com sabor, crocância e aquele toque brasileiro que só uma boa farofa sabe dar.Bom churrasco!