FENDA leva cinema experimental a Belo Horizonte

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Festival Experimental de Artes Fílmicas realiza sua quarta edição entre os dias 4 e 9 de agosto, com programação gratuita no Centro Cultural Vila Marçola e no Cine Santa Tereza, reunindo 17 sessões de cinema, performances, oficina, debates e convidados nacionais e internacionais.

Belo Horizonte recebe, entre os dias 4 e 9 de agosto, a quarta edição do FENDA – Festival Experimental de Artes Fílmicas, evento que se consolidou como uma das principais iniciativas dedicadas ao cinema experimental no país. Com programação gratuita distribuída entre o Centro Cultural Vila Marçola e o Cine Santa Tereza, o festival promove durante seis dias um encontro entre cinema, artes visuais e performance por meio de 17 sessões em digital e em 16mm, além de uma oficina, sessões com sonorização ao vivo, performances e encontros com artistas brasileiros e internacionais.

Depois de três edições que ocuparam salas de cinema e centros culturais da capital, o FENDA amplia sua proposta de aproximar o público de experiências cinematográficas que desafiam formatos tradicionais e expandem os limites entre imagem, som, corpo e espaço expositivo. A programação reúne 81 obras, entre filmes inéditos, históricos e produções recentes que dialogam com diferentes linguagens da arte contemporânea.

A abertura acontece no dia 4 de agosto, no Centro Cultural Vila Marçola, com uma performance inédita do artista mineiro Paulo Nazareth, um dos nomes mais reconhecidos da arte contemporânea brasileira, concebida especialmente para o festival. A partir do dia 5 até 9 de agosto, a programação segue no Cine Santa Tereza, reunindo seis mostras temáticas e sessões comentadas.

Para os produtores do festival, a acolhida do público nas edições anteriores mostrou que existe um interesse crescente por propostas que ampliam a experiência cinematográfica. “A ideia é que cada sessão do FENDA seja um acontecimento único, seja pelos elementos performáticos, pela projeção analógica, pela presença de artistas de fora, pela música executada ao vivo ou pela oportunidade raríssima de ver e escutar trabalhos que, de outra maneira, não chegariam à cidade. Nesta 4ª edição buscamos fortalecer ainda mais essa aproximação entre cinema e arte contemporânea, reunindo artistas cujas obras transitam livremente entre diferentes linguagens e convidam o espectador a experimentar novas formas de ver, sentir e pensar as imagens e os sons”, destaca Victor Guimarães, diretor artístico do festival, que é realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte.

Mostras reúnem artistas brasileiros e internacionais

O festival será organizado em seis eixos curatoriais, reunindo produções de diferentes épocas, países e formatos.

A tradicional Mostra Visões recebe quatro artistas convidados. A veterana austríaca Friedl vom Gröller, referência internacional do cinema experimental e das artes visuais com décadas de trajetória, vem a Belo Horizonte apresentar um conjunto de 20 obras marcadas pela investigação do retrato, da autoimagem e das relações entre quem filma e quem é filmado. Contando com projeções em película 16mm provenientes da Áustria, as sessões de vom Gröller são um acontecimento inédito no país, viabilizadas com o apoio da Embaixada da Áustria no Brasil, do Departamento de Cinema do Ministério Federal de Artes, Cultura, Função Pública e Esporte da Áustria e da distribuidora sixpackfilm. Nascida em Londres, a artista passou a infância entre Viena e Berlim. Estudou fotografia na Escola de Artes Gráficas entre 1965 e 1969 e realizou seus primeiros filmes em 1968. Em 1971, obteve o certificado de mestra em fotografia e abriu seu próprio estúdio comercial. Recebeu o Prêmio Nacional de Fotografia em 2005 e o Prêmio Nacional de Cinema em 2017. Fundou e dirigiu a Escola de Fotografia Artística, em Viena, entre 1990 e 2010, e, em 2006, criou a Escola de Cinema Independente da cidade.

Também participa da programação a artista plástica e cineasta cearense Darks Miranda. Nascida em Fortaleza e baseada no Rio de Janeiro, em seus trabalhos, que misturam vídeo, escultura e performance, Darks Miranda utiliza a montagem como procedimento e linguagem e investiga o imaginário da ficção científica do século XX para pensar a falência do projeto ocidental modernizante e suas noções de futuro e progresso. Serão exibidas duas sessões de seus curtas, incluindo uma performance sonora da realizadora acompanhada da artista e produtora musical Luisa Lemgruber no dia 9 de agosto.

A mostra ainda apresenta uma sessão dedicada à dupla Carolina Fusilier (Argentina/México) e Miko Revereza (Filipinas/México), com a exibição de El lado quieto com recursos de acessibilidade (legendagem descritiva). Miko Revereza (Manila, Filipinas – 1988) é cineasta experimental e escritor, cuja pesquisa se concentra na indocumentabilidade, refletindo sobre o próprio meio do cinema documentário e suas possibilidades. Seus filmes são ensaios autobiográficos influenciados por sua experiência com a migração e o exílio. Já Carolina Fusilier (Buenos Aires, Argentina – 1985) é uma artista multidisciplinar que transita entre a imagem em movimento, a pintura, o som e projetos específicos para determinados espaços. Seu trabalho foi apresentado internacionalmente em instituições e eventos como o New York Film Festival, o Museo Jumex, o Doc Fortnight do MoMA, o Museo Tamayo, o The Drawing Center, o SculptureCenter e, em breve, a Bienal de Arte de Toronto 2026.

Mostra Horizontes, dedicada à produção de Belo Horizonte e Região Metropolitana, homenageia nesta edição Paulo Nazareth, artista reconhecido internacionalmente por trabalhos que discutem racismo, colonialismo e deslocamentos, com repercussão internacional. A sua participação inclui performances ao ar livre durante a abertura do festival, junto a uma sessão de 7 trabalhos em vídeo produzidos ao longo de suas viagens e intervenções artísticas.

Já a Mostra Intempestivas cria pontes entre o passado, o presente e o futuro do cinema experimental, ao estabelecer aproximações imprevistas entre filmes históricos e contemporâneos. Os 4 programas temáticos foram concebidos pelos programadores do FENDA Luís Fernando Moura e Carla Italiano, tendo como curador convidado o importante pesquisador e programador espanhol Francisco Algarín Navarro.

Concebida por Luís Fernando Moura, a sessão “Você nunca viu terra firme” coloca em diálogo um curta da renomada cineasta ucraniana Maya Deren com uma peça sonora para cinema em 5.1 realizada na Geórgia. Já o programa “Debaixo do barro do chão”, com curadoria de Carla Italiano, cria fricções entre o longa quase centenário Revezes…, realizado em Pernambuco em 1927, com o curta UNDR do artista palestino Kamal Aljafari. Como um evento único, esta sessão contará com Sonorização ao vivo conduzida por Ajítẹnà Marco Scarassatti, artista sonoro, improvisador e compositor, professor da Escola de Música da UFMG e autor de mais de 40 álbuns, e João Viana, multi-instrumentista, compositor, arranjador e produtor musical com foco na composição, performance e improvisação coletiva.

Já os dois programas com curadoria de Francisco Algarín Navarro, viabilizados através de apoio do Instituto Cervantes de Belo Horizonte, trazem projeções em 16mm de cineastas fundamentais para a história e a atualidade dos cinemas de vanguarda, entre o estadunidenses Stan Brakhage e Chick Strand, a peruana Rose Lowder, a chilena Malena Szlam e a dupla australiana Corinne e Arthur Cantrill. As cópias em 16mm são provenientes das distribuidoras Arsenal (Berlim) e Light Cone (Paris), e o festival conta com um projecionista especializado, Lucas Vega, para as projeções analógicas, que prometem ser um acontecimento único na cidade.

Também estão de volta as tradicionais Mostra Competitiva Internacional e Mostra Competitiva RMBH, que exibem produções realizadas nos últimos dois anos selecionadas por convocatória aberta. Para a Mostra Competitiva Internacional, o conjunto de 22 filmes selecionados, provenientes de 16 países, apresenta uma combinação instigante de cineastas de trajetórias consolidadas ao lado de notáveis iniciantes. Dentre artistas renomados, contarão com suas estreias em Belo Horizonte os filmes mais recentes do estadunidense Blake Williams, da britânica Jodie Mack, do austríaco Johann Lurf, da palestina Basma al-Sharif e do brasileiro Gustavo Vinagre, dentre diversas outras obras de destaque.

Já a Mostra Competitiva RMBH exibe este ano 12 produções realizadas na cidade e região metropolitana seguidas de debates com realizadores. Paralelamente ao recebimento das inscrições, o festival realizou um processo de seleção de três jovens estudantes ou participantes de projetos audiovisuais da cidade, que receberam uma bolsa para realizar o processo de seleção dos filmes inscritos. Sob coordenação da curadora Helena Elias, os jovens Esdras Ananias, Sharon Fernandes e Rosa Dornas foram responsáveis pela escolha dos filmes, em um processo formativo que buscou democratizar os processos de curadoria e formar pessoas interessadas nesse trabalho.

Por fim, com a proposta de formar novos públicos, a programação se completa com uma Sessão Infantil, voltada para pessoas de todas as idades, que exibirá a animação clássica Dumbo (1941) no sábado, 8 de agosto, em versão dublada.

Formação e intercâmbio artístico

Além das exibições, o FENDA promove atividades de formação voltadas a artistas, estudantes e interessados no audiovisual. Nos dias 5 e 6 de agosto, a artista Darks Miranda ministra a oficina “Montagem monstruosa: exercícios de montagem entre os efeitos práticos e os arquivos”, propondo experimentações entre cinema, escultura, cenografia e imagens de arquivo. Com carga horária de seis horas, a atividade oferece 12 vagas e busca aproximar participantes dos processos criativos que atravessam o cinema experimental e as artes visuais. As inscrições podem ser feitas até 29 de julho, por meio do formulário disponível neste link, voltadas para qualquer pessoa interessada no trânsito entre cinema e artes visuais.

SERVIÇO

FENDA – Festival Experimental de Artes Fílmicas – 4ª edição

Quando: 4 a 9 de agosto de 2026

Abertura: 4 de agosto, no Centro Cultural Vila Marçola (R. Mangabeira da Serra, 320 – Marçola)

Sessões de cinema: 5 a 9 de agosto, no Cine Santa Tereza (Rua Estrela do Sul, Nº 89 – Bairro Santa Tereza)

Oficina: 5 e 6 de agosto, no Cine Santa Tereza

Entrada Gratuita – Retirada de ingressos para as sessões de cinema pelo SYMPLA (site.bileto.sympla.com.br/cinesantatereza) ou 1 hora antes de cada exibição na bilheteria do cinema.

Este festival é realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte

PROGRAMAÇÃO 2026

TERÇA-FEIRA, 04 DE AGOSTO – CENTRO CULTURAL VILA MARÇOLA

19h ABERTURA Horizontes: Paulo Nazareth 

Performance inédita com o artista Paulo Nazareth

QUARTA-FEIRA, 05 DE AGOSTO – CINE SANTA TEREZA

10h às 13h – OFICINA Montagem monstruosa, com Darks Miranda 

15h Competitiva BH 1 (40’) Classificação Indicativa: 16 anos

*Seguida de debate com realizadores

  • Qntt n.1: vídeo; isopor; elástico; pvc e saxofone (Pedro Gabriel Lima, 2025, Brasil, 5’12’’)
  • Um mar (Duna Dias e Leonardo Augusto, 2025, Brasil, 18’54’’)
  • Juvenília I – nanquim barato, etc. (Lucas Almeida, 2025, Brasil, 5’07’’)
  • Prado (Luís Oliveira, 2025, Brasil, 2’17’’)
  • Respiração (Julia Arbex, 2025, Brasil, 5’30’’)
  • Kuller Fubelka (Pedro Ávila, 2026, Brasil, 3’21’’)

16h30 Competitiva Internacional 1 (62’) – Classificação Indicativa: 16 anos

  • Sentiu (Felt, Blake Williams, 2025, EUA/Canadá/Espanha, 15’)
  • Canções de ninar. Água (benta) (Nursery Rhymes. (Holy) Water, Belinda Kazeem-Kamiński, 2025, Áustria, Itália, 4’)
  • Estou a sentir qualquer coisa (I’m Feeling Something, Nuno Pimentel, 2026, Portugal, 12′ 38’’)
  • A busca da imortalidade (La búsqueda de la inmortalidad, Nicolás Zukerfeld, 2026, Argentina, 4’41’)
  • Aquiles era um twink (Henrique Domingues, 2026, Brasil, 9’48’’)
  • Flim Flam (Siegfried A. Fruhauf, 2026, Áustria, 15’)

17h45 Intempestivas: Você nunca viu terra firme (81’) Classificação Indicativa: 14 anos

Programada por Luís Fernando Moura

  • Em terra (At Land, Maya Deren, 1944, EUA, 15′)
  • Florestas, Contos, Cidades, Florestas (Forests, Tales, Cities, Forests, Giorgi Koberidze, 2025, Geórgia, 66’, peça sonora para sala de cinema em 5.1)

19h30 Visões: Darks Miranda 1 (68’) Classificação Indicativa: 16 anos

  • Toda cor abandonada é violenta (2014, Brasil, 13′)
  • A figura da quimera seria mais adequada (Darks Miranda, Juno B, 2023, Brasil, 15’34”)
  • Uma noite perigosa na ilha de Vulcano (2022, Brasil, 40’34”)

QUINTA-FEIRA, 06 DE AGOSTO

10h às 13h – OFICINA Montagem monstruosa, com Darks Miranda 

 

15h Competitiva BH 2 (39’) Classificação Indicativa: 14 anos

*Seguida de debate com realizadores

  • Jardim Olímpico (Pedro Milagres e Ricardo Vilas Freire, 2026, Brasil, 10’43’’)
  • Cicatrizes I (Arthur de Barros Campos, 2026, Brasil, 5’54’’)
  • Conteúdo sensível (Cris Ventura, 2025, Brasil, 5’30’’)
  • Notas do abismo (Gabraz Sanna, 2026, Brasil, 11’11’’)
  • Brincando? (Gabriel Goulart e Miller Martins, 2026, Brasil, 3’26’’)
  • Machine Pilot (Artur Souza, 2025, Brasil, 2’16’’)

16h30 Competitiva Internacional 2 (60’) Classificação Indicativa: 18 anos

  • Esconderijos (Hiding Places, Magdalena Bermudez, 2025, EUA, 12’12’’)
  • dando frutos de carinho, Fundamentos de Coerência #2 (bearing fruit of fondness, Grounds of Coherence #2, Xin Shen, 2025, Reino Unido/China, 5’40’’)
  • Te seguimos buscando (We Keep On Looking For You, Diego Andres Murillo, 2025, Venezuela, 14’)
  • Ilha flutuante (Isla Flotante / Floating Island, Jezabeth Roca Gonzalez, 2026, Porto Rico/ EUA, 4’50’’)
  • Bípede (Alexandre Américo e Pedro Vitor, 2025, Brasil, 8’49’’)
  • Agapornis (Gustavo Vinagre, 2025, Brasil, 12’58’’)

17h45 Visões: Carolina Fusilier e Miko Revereza (70’) Classificação Indicativa: Livre

*Sessão com legendagem descritiva e em presença de Carolina Fusilier (Argentina) e Miko Revereza (Filipinas)

  • O lado quieto (El Lado Quieto, 2021, Filipinas e México, 70’)

19h30 Horizontes: Paulo Nazareth 2  Quem Tiver de Sapato Não Sobra (64’) Classificação Indicativa: livre

  • Projecto levar poeira de aqui para lá (2010, Brasil, 2’)
  • Pé vermêi (2005, Brasil, 8’)
  • Cine África (2012-2013, Moçambique, 8’)
  • Uma rúpia para o meu país (One Rupee for my Country, 2006, Índia, 20’)
  • Estrangeiro nacional (2012, Brasil, 13’)
  • Para que não encontrem as minhas marcas no deserto (Para que no encuentren mis huellas en el desierto, 2012, México, 6’)
  • Quando tenho comida nas minhas mãos (Cuando tengo comida en mis manos, 2012, EUA, 7’)

SEXTA-FEIRA, 07 DE AGOSTO

16h30 Competitiva Internacional 3 (65’) Classificação Indicativa: 16 anos

  • Fotossíntese (Photosynthesis, Erica Schreiner, 2026, EUA, 8’) *estreia mundial
  • Ecos do monte Kwet Tul (Ecos del cerro Kwet Tul / Kwet tul wejxa sxwa’w, Sandra Rengifo e Kostas Tsanakas, 2023, Colômbia, 23’32’’)
  • Lima (Biviana Chauchi, 2025, Peru/Espanha, 4’)
  • Trivakra (Sofia Angst, 2025, Brasil, 10’)
  • Círculo da manhã (Morning Circle / Morgenkreis, Basma al-Sharif, 2025, Alemanha/Canadá/Emirados Árabes Unidos, 20’31’’)

18h Competitiva Internacional 4 (63’) Classificação Indicativa: 18 anos

  • Pompa e circunstância (Pompa y circunstancia, Daniela Delgado Viteri, 2026, Equador, 11’)
  • Meu filme estruturalista (My Structuralist Film, Angelo Madsen, 2026, EUA, 6’18’’)
  • Por que não consigo lembrar dos sonhos de meu pai? (Why can’t I recall my father’s dreams?, Mehdi Jahan, 2026, Índia, 11’11’’)
  • Amante, Amantes, Amar, Amor (Lover, Lovers, Loving, Love, Jodie Mack, 2025, EUA, 15’)
  • Para sempre…Para sempre (Forever…Forever, Johann Lurf, 2026, Áustria/França, 21’)

19h30 Intempestivas: Debaixo do barro do chão (72’) Classificação Indicativa: livre

Programada por Carla Italiano

*Sessão com sonorização ao vivo por Ajítẹnà Marco Scarassatti e João Viana

  • UNDR (Kamal Aljafari, 2024, Palestina, 15’)
  • Revezes… (Chagas Ribeiro, 1927, Brasil, 57’44”)

SÁBADO, 08 DE AGOSTO

16h30 Infantil 

Dumbo (Ben Sharpsteen, 1941, EUA, 64’, versão dublada) Classificação Indicativa: livre

18h Intempestivas: Rios e montanhas (1) (60’) Classificação Indicativa: 16 anos

Programada por Francisco Algarín Navarro (Espanha)

*Sessão em 16mm

  • A fonte do Loire (La Source de la Loire, Rose Lowder, 2019-2021, França/Peru, 16mm, 19’)
  • Cachoeira (Waterfall, Arthur y Corinne Cantrill, 1980, Austrália, 16mm, 15’)
  • Criação (Creation, Stan Brakhage, 1979, EUA, 16mm, 16’)
  • Às margens do lago (By the Lake, Chick Strand, 1986, EUA, 16mm, 10’)

19h30 Visões: Friedl vom Gröller 1 (37’) Classificação Indicativa: 18 anos

*Sessão em 16mm em presença da artista Friedl vom Gröller (Áustria)

  • Psicanálise sem ética (Psychoanalysis without Ethics, 2005, 3’)
  • Vista tátil (Quatro mulheres) (Vue Tactile (Four Women), 2006, 3’)
  • O Barômetro, Laurent, Herachian (Le Baromètre, Laurent, Herachian, 2004-2007, 9′)
  • Inverno em Paris (Winter in Paris, 2018, 3’)
  • Palmer (2023, 3’)
  • Cuspindo (Spitting, 2000, 2’)
  • Sem título 1981 (Untitled 1981, 2000, 5’)
  • Paris Junho 2009 (Paris June 2009, 2009, 3’)
  • No Prater vienense (Im Wiener Prater, 2013, 3’)
  • Boston Steamer (2009, 3’)

DOMINGO, 9 DE AGOSTO

16h30 Visões: Darks Miranda 2 (54’) Classificação Indicativa: 14 anos

*Sessão com performance sonora de Darks Miranda e Luisa Lemgruber

  • A maldição tropical (2016, Brasil, 13’19”)
  • Zona abissal (2020, Brasil, 13’33”)
  • Ovo (2026, Brasil, 9’14”)
  • A ilha (2023, Brasil, 17’56”)

17h45 Visões: Friedl vom Gröller 2 – 41’ Classificação Indicativa: 18 anos

*Sessão em 16mm em presença da artista Friedl vom Gröller (Áustria)

  • Erwin, Toni, Ilse (1968 – 1969, 11’)
  • 27/12/2013 São Luís Senegal (27.12.2013 St. Louis Senegal, 2014, 3’)
  • Adama Diouf (2014, 3’)
  • Pais (Mãe/Pai) (Parents (Mother/Father), 1997-1999, 5’)
  • Peter Kubelka e Jonas Mekas (Peter Kubelka und Jonas Mekas, 1994, 3’)
  • Heidi e Friedl (Heidi and Friedl, 1970, 3’)
  • Passage Briare (2009, 3’)
  • Comer (Eat, 1996, 3’)
  • Eu não quero ser filmada, prefiro filmar eu mesma (I don’t want to be filmed but rather shoot myself, 2023, 4’)
  • A roda (Das Rad, 2021, 3’)

19h ENCERRAMENTO Intempestivas: Rios e montanhas (2) (100’) Classificação Indicativa: 16 anos

Programada por Francisco Algarín Navarro (Espanha)

*Sessão em 16mm

  • Arquipélago dos ossos de terra — Para Bunya (Archipelago of Earthen Bones — To Bunya, Malena Szlam, 2024, Austrália/Chile, 16mm p/ DCP, 20′)
  • Em Uluru (At Uluru, Corinne Cantrill e Arthur Cantrill, 1977, Austrália, 16mm, 80′)

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