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Santa Casa BH lidera doação de medula óssea no Brasil

O Brasil registrou um avanço significativo na doação de medula óssea. Segundo o Ministério da Saúde, em 2024 o país coletou 8% a mais de células de medula pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em comparação a 2023. O número de doadores também aumentou, passando de 119 mil para 129 mil até novembro do último ano.
Minas Gerais teve papel de destaque nesse cenário. A Santa Casa BH, maior hospital do Brasil em número de internações, realizou 31 coletas para o setor filantrópico e conquistou a segunda colocação no ranking nacional de centros que mais contribuíram com o Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea (REDOME).

Com mais de 50 anos de experiência em transplantes, a Guardiã da Saúde de Minas Gerais reforça sua posição como referência nacional. A Santa Casa BH possui o selo de nível A do Programa de Qualidade no Processo de Doações e Transplantes, certificação máxima concedida aos hospitais brasileiros integrantes do Sistema Nacional de Transplantes, que atesta o comprometimento com as melhores práticas em qualidade, segurança e gestão.

O transplante de medula óssea (TMO) é essencial no tratamento de cerca de 80 doenças, incluindo leucemias, linfomas, mielomas múltiplos, aplasia de medula e síndromes de imunodeficiência. O procedimento substitui a medula óssea doente por células saudáveis, restaurando a capacidade do organismo de produzir sangue e combater infecções.

“No Brasil, temos dados que indicam que entre 70% e 75% dos pacientes que possuem um doador compatível o encontram no REDOME. Além disso, 65% dos transplantes realizados utilizam um doador brasileiro, o que demonstra o sucesso dessa política pública”, destaca a coordenadora técnica do REDOME, Danielli Oliveira.

Na Santa Casa BH, essa atuação de excelência é motivo de orgulho. Para a hematologista do Instituto de Transplantes da instituição, Dra. Tamara Alves Carvalho Brito, a posição de destaque nacional reflete o compromisso com a transformação de vidas. “O que diferencia a Santa Casa BH é o cuidado e o amor dos profissionais. Independentemente dos desafios, todos trabalham incansavelmente para oferecer o melhor atendimento, sempre seguindo nosso ideal de promover saúde de ponta para todos. Esse é o nosso maior diferencial”, afirma.

A hematologista explica que a busca por doadores não aparentados envolve o uso tecnologia avançada de cruzamento genético para identificação da compatibilidade, parceria essa entre os laboratórios especializados e o REDOME, que cruza essas informações concomitante com os bancos internacionais, e os doadores. Quando há compatibilidade, os doadores são contatados para confirmar a disponibilidade e realizar exames complementares.
“Esse processo é essencial para ampliarmos as chances de sucesso dos transplantes. É assim que nos consolidamos como o maior hospital transplantador de Minas Gerais”, conclui a Dra. Tamara.

O protagonismo da Santa Casa BH na área de transplantes conta com o apoio fundamental dos Guardiões dos Transplantes — o deputado federal Diego Andrade e o deputado estadual Mário Henrique “Caixa”. Por meio da destinação de emendas parlamentares, ambos contribuem diretamente para a estruturação, modernização e expansão dos serviços de transplante da instituição.

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