George Arrunáteghi leva ao palco as canções de Love Souvenir

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Show celebra o amor em suas várias encarnações

A palavra francesa souvenir tem vários significados, e todos relacionados à memória, ao amor, à amizade: pode ser um delicado presente, uma pequena lembrança ou a recordação de um tempo, um lugar, um momento, um acontecimento. São esses os principais ingredientes do show “Love Souvenir”, que o cantor e compositor George Arrunáteghi apresenta no dia 15 de agosto, às 21 horas, no palco de Cine Theatro Brasil Vallourec. Numa época de reoganização e planejamento e de meditação sobre a relação entre as pessoas e os povos, o show “Love Souvenir” é um convite ao romance, ao encantamento, ao prazer, mas também à reflexão, uma vez que cada canção, por mais terna que seja, traz em si uma história, uma proposta, um sentimento. “Love Souvenir” reúne canções de diversas épocas e estilos distintos, algumas bem conhecidas (como We All Fall in Love Sometimes, de Elton John) e outras nem tanto (Lay Down Your Guns, de Emerson, Lake & Powell), encadeadas no feitio de um espetáculo musical que agrega emoção, energia e paixão. E como não poderia faltar numa festa desse estilo, haverá também breves e nobres surpresas.

Performer de preferências amplas e distintas, George Arrunáteghi preparou para este espetáculo um cardápio de canções para encantar e balançar o público. A seleção inclui as românticas We All Fall in Love Sometimes (Elton John), “Selfpity” (da holandesa Margriet Eshuijs), How You Gonna See me Now (Alice Cooper), Never Gonna Let You Go (Cynthia Weil/Barry Mann, lançada por Sérgio Mendes), Je Suis Malade, de Sergio Lamas (item obrigatório nas apresentações de Arrunáteghi), assim como as dançantes You’re the First, The Last, My Everything, de Barry White, Being Cool (Avião), de Djavan, e Till There Was You.  Isso sem esquecer Love Souvenirs”, composta pelo próprio intérprete e que integra seu mais recente álbum, Tropical Romance.

A abertura do espetáculo será com a presentação do clipe de “Countdown to Love”, em que ele canta em quatro vozes, projetado em um telão. Os momentos contemplativos serão conduzidos pela canção jobiniana “Falando de Amor”, pelo hino católico “Ave Maria” e “Nessun Dorma”, ária da célebre ópera “Turandot”, de Puccini.

Love Souvenir, como sugere o título, será, portanto, uma celebração musical, em que o público certamente vai recordar e (também conhecer) belas canções que podem estar entre as suas favoritas. Parafraseando Milton Nascimento e Fernando Brant, “Love Souvenir” é um show para que ‘todos os amigos e amores se reconheçam’.

No palco, George estará acompanhado por cinco instrumentistas de reconhecida competência e atuação nos palcos de Minas e do Brasil, Roberto Avelar (piano), Leandro Aguiar (guitarra e violão), Felipe Continentino (bateria), Bruno Vellozo (baixo), Fabiano Zan (sax e flauta), além de três cantoras essenciais ao trabalho que o artista desenvolve atualmente: Mari Morais, Mariah Carneiro e Nubia Mansur. O show tem direção musical do produtor, arranjador e pianista, Christiano Caldas.

 

George Arrunáteghi em Love Souvenir – Celebrando o amor em suas várias encarnações

 

  • Dia 15 de agosto, às 21 horas, no Cine Theatro Brasil Vallourec
  • Av. Amazonas, 315 – Centro (Praça 7 – BH)
  • Classificação: Livre
  • Informações: (31) 3201-5211
  • Ingressos: Plateia I: R$ 100,00 (inteira) e R$ 50,00 (meia)
  • Plateia II: R$ 80,00 (inteira) e R$ 40,00 (meia)
  • Venda na própria bilheteria do teatro ou pela internet www.eventim.com.br

 

 Dados Biográficos

 A arte crossover de George Arrunáteghi

Uma voz privilegiada, intimidade com as palavras em cinco idiomas e versatilidade no trato e na confluência dos diversos estilos musicais, clássicos e populares. São estes alguns dos atributos naturais do cantor e compositor George Arrunáteghi.  Alie-se a isso uma sólida formação musical, iniciada na infância com lições de piano e continuada na adolescência com a descoberta do canto. Qualidades que estão em evidência tanto em seu disco de estreia, “Let’s Fall in Love”, lançado em 2015, ano em que realizou inúmeras apresentações no Brasil e no exterior.

A fina sintonia de George Arrunáteghi com os instrumentistas, sua excelência na interpretação e o bom gosto na escolha do repertório, podem ser apreciados na chanson “Les Feuilles Mortes”, na cancione “Caruso”, de Lucio Dalla, na canção pop “Un Vestido y un Amor”, do argentino Fito Paez, nas jazzsongs “Night and Day” e “Let’s Fall in Love” (de autoria do próprio Arrunáteghi), e na MPB de Chico Buarque (“Até Pensei”, “Eu te Amo”), faixas de seu primeiro CD. O cuidado com os arranjos e com a qualidade das gravações são outras exigências primordiais do artista.

Os estudos musicais começaram aos 9 anos de idade, na Fundação de Educação Artística (FEA), prestigiada escola de Belo Horizonte dirigida por Berenice Menegale. George iniciou aprendendo flauta doce, passando em seguida para o piano, com as professoras Maria Rita Bizotto e Márcia Guerra.

O interesse pelo canto surgido na infância aflorou na adolescência, incitando George a considerar uma carreira profissional. Sua estreia como intérprete aconteceu em 1989, em Istambul, Turquia, ocasião em que entendeu que sua vocação para o canto era urgente e decisiva. Assim, regressando dessa temporada na Europa, buscou aprimorar-se neste ofício, atuando, a princípio, nos corais Julia Pardini e Madrigale, ainda em Belo Horizonte, a cidade onde foi criado (o artista nasceu em Trujillo, Peru). Simultaneamente, seguiu com seus estudos de piano, sob a atenção do professor João Paulo Suzano, quando chegou a interpretar peças de nível avançado, como “Die Florelle”, de Stephen Heller, rapsódia construída sobre tema de Schubert.

Em 2002, George mudou-se para Los Angeles, EUA, onde aprofundou informalmente seus conhecimentos sobre jazz, interpretação dramática, espetáculos musicais e cinema, tendo, inclusive, atuado em alguns filmes. Na esfera musical, George estudou a trajetória do jazz – desde os pioneiros, como Louis Armstrong, as orquestras de Benny Goodman e Glenn Miller, entre outros, os clássicos, como Frank Sinatra, os contemporâneos, como Carmen McRae, até a atual tendência do ‘crossover’, que tem na polonesa Basia (Barbara Trzetrzelewska) uma de suas principais representantes.  Na seara pop, George acompanhou desde sempre o trabalho de artistas como o trio australiano The Bee Gees, o casal Gloria e Emilio Estefan (cantora e produtor, ambos de origem cubana) e a banda britânica Supertramp (que tem no trabalho vocal de Roger Hodgson e Rick Davies um de seus pontos mais atrativos).

De volta ao Brasil, em 2009, passou a estudar canto profissionalmente na Babaya Casa de Canto, primeiramente com Marcia Maria, depois com Babaya, dando continuidade ao aprimoramento de sua técnica vocal. Época em que retomou os estudos de piano, desta vez com ênfase no repertório popular, sendo aluno do professor Felipe Moreira.

Durante esta temporada de estudos, ampliou sua carreira profissional, apresentando-se regularmente ao lado de expoentes da música mineira, como Caxi Rajão e Ozéas Hipólito (que participam do CD “Let’s Fall in Love”), Marcelo Drumond, Cecilia Barreto e Nova Dixie Band, entre outros.

A necessidade de experimentar novas trilhas levou George Arrunáteghi de volta a Los Angeles, onde, em 2014, atuou junto ao Metropolitan Master Chorale, sob a regência do maestro Glenn Carlos.  Ainda na cidade californiana, conheceu Pat Whiteman, respeitada professora de técnica vocal e dramática, com quem segue trabalhando até o presente momento.

Por conta de sua especial extensão vocal de ‘baritenor’, de sua afinidade com os idiomas italiano, francês e espanhol, além do português e do inglês que estuda desde a infância, e do trânsito entre os gêneros brasileiros, europeus e norte-americanos, George Arrunáteghi é qualificado internacionalmente como artista “cross cultural”, e também como cantor de pop jazz.

“George Arrunáteghi In Camera”, levado em novembro de 2016 ao palco do teatro de câmara do Cine Theatro Brasil, de Belo Horizonte, foi o espetáculo que marcou o retorno do cantor ao país.  Acompanhado pelo João Paulo Suzano ao piano, George fez uma síntese de sua carreira – standards do jazz e da Broadway, sucessos de Hollywood e da Broadway, temas de produções da Disney (“Proud of Your Boy” e “When You Wish Upon a Star”), clássicos italianos e franceses, canções de Chico Buarque – e apresentou ao público mineiro algumas canções do CD “Let’s Fall in Love”.

Em 2019 George apresentou com sucesso em Miami seu novo show, em que interpreta canções de “Let’s Fall in Love” mescladas a outras composições que integram seu mais recente CD, “Tropical Romance”.

O álbum Tropical Romance apresenta em suas 13 faixas maior afinidade com a produção musical contemporânea, embora inclua em seu repertório dois hits atemporais. Seguindo a receita do título, o repertório do CD privilegia músicas de grande densidade emocional, tal qual “Je Suis Malade”, de Serge Lama, e “SelfPity”, da holandesa Margriet Eshuijs, e de balanço sofisticado, como “Being Cool (Avião)”, de Djavan, e “Moonglow”.

Entre as novidades de Tropical Romance, estão a participação da Orquestra de São Petersburgo em seis faixas, do trio vocal formado pelas cantoras de Belo Horizonte Mari Morais, Renata Cabral e Nubia Mansur, em quatro faixas, e o dueto com a norte-americana Pat Whiteman, em “SelfPity”.

“Moonglow”, ao lado de “Till There Was You”, se encontram no lado mais ensolarado do álbum. A primeira, uma canção romântica composta nos anos 1930, ganha, na interpretação de George Arrunáteghi, uma cadência ligeira, no estilo gypsy jazz, com a participação dinâmica da orquestra de São Petersburgo. “Till There Was You”, por sua vez, é abrilhantada pelo acompanhamento vocal de Mari, Nubia e Renata.

“Cavaleiro Andante”, do lusitano Rui Veloso, é a mais recente descoberta de George e a única canção do com letra em português. “Winter Snow” é uma delicada canção da compositora norte-americana Ruth Roberts (em parceria com William Katz) e praticamente inédita no mercado internacional. Os públicos brasileiro e latino serão os primeiros a conhecer a música, nesta interpretação de George Arrunáteghi.

“SelfPity”, é a única faixa do disco em que George divide o lead vocal, fazendo dueto com Pat Whiteman, sua valiosa preparadora vocal.

“We All Fal in Love Sometimes”, de Elton John (e Bernie Taupin), é outra canção pop romântica resgatada por George Arrunáteghi para “Tropical Romance”.

Também com a participação da orquestra russa, “Lay Down you Guns” é uma faixa do único disco do trio Emerson Lake and Powell, lançado em 1986 (o único momento da carreira do ELP em que Cozy Powell substituiu o baterista original, Carl Palmer).

 “Love Souvenirs” e “Tropical Romance” são composições do próprio George Arrunáteghi e ambas contam com a participação do trio vocal formado por Mari Morais, Renata Cabral e Nubia Mansur (as Georgettes, como foram carinhosamente apelidadas).

“Je Suis Malade” é uma clássica chanson d’damour, lançada em 1973 por Serge Lama. “Couers Brisés” ficou conhecida na irresistível versão de Patricia Kaas. Em sua própria versão, que tem uma batida de jazz cigano, George quer levar o ouvinte ao ambiente de um pub, um cabaré moderno.

Por fim, mas não menos relevante, uma representante da MPB em “Tropical Romance”: “Being Cool”, que vem a ser a versão em inglês de “Avião”, de Djavan.

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