O bem-estar assumiu o protagonismo no consumo global. Mesmo em tempos de incerteza, a busca pela saúde movimentou US$ 942 bilhões em 2024 — uma alta de 8%, segundo a Euromonitor International. Nesse cenário, o exercício físico deixou de ser uma escolha isolada para se tornar um serviço estruturado, escalável e focado em experiência.
O Caso Fast Tennis: Expansão e Recorrência
Um exemplo claro dessa transformação é a Fast Tennis. Sob o comando do CEO Lucas André, a rede já conta com mais de 40 unidades e projeta chegar a 150 operações até o final de 2026. O diferencial? Transformar o tênis em um serviço de valor contínuo.
“O esporte deixa de ser apenas prática e vira um modelo de negócio baseado em fidelização e impacto social. O futuro do setor passa pela experiência do usuário”, afirma Lucas André.
Metodologia e a “Nova Economia”
A rede aposta no conceito Fun&Flex, que une aprendizado lúdico a horários flexíveis. A estratégia reflete os pilares dos negócios digitais mais bem-sucedidos:
Personalização: Aulas adaptadas para todas as idades, de crianças a idosos.
Recorrência: Modelos de assinatura que garantem previsibilidade ao negócio.
Conexão Offline: Uma alternativa necessária ao excesso de telas, promovendo saúde mental e socialização.
Ao colocar o aluno no centro da operação, modelos como o da Fast Tennis não apenas democratizam o esporte, mas oferecem aos investidores um negócio de gestão simplificada e alta conexão com o mercado local.