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qui, 22 janeiro 26

Consciência Negra é tema de debate do projeto Cine Diversidade

O Cine Santa Tereza recebe na próxima terça-feira, dia 5 de novembro, a partir das 19h, uma nova edição do projeto Cine Diversidade, realizado pelo Conselho Regional de Psicologia de Minas Gerais (CRP-MG). O projeto propõe um debate a partir da exibição de curtas-metragens brasileiros. Neste mês, a temática abordada é a Consciência Negra.  Os ingressos são gratuitos e podem ser retirados no site www.sympla.com. Uma quota de 50% dos bilhetes é reservada para distribuição no próprio cinema, 30 minutos antes das sessões.

Na sessão, serão exibidos dois curtas-metragens: o documentário Ruído Branco (Gabriel Fonseca, 2019) usa uma linguagem poética para refletir sobre o processo de branqueamento que o Brasil sofreu por 130 anos, após a abolição da escravidão. A produção mostra como esse fato afeta as pessoas e dificulta a busca pela identidade dos negros em um país historicamente racista. Já em Nunca Pensei Que Seria Assim (Meibe Rodrigues 2022) a artista Meibe Rodrigues propõe uma reflexão sobre negritude e escrevivência, através de memórias do próprio passado. A sessão será comentada pela diretora e atriz Meibe Rodrigues; além de Rozangela Piedade Leite, psicóloga e integrante do coletivo Onda Negra; e Aruanã Oliveira, designer, fotógrafo e produtor cultural, coordenador da Rede Afro LGBT; com a mediação de Liz Costa, coordenadora da Comissão de Orientação em Psicologia Gênero e Diversidade Sexual do CRP-MG e integrante do coletivo QuilomboEsquizo. A sessão  tem classificação indicativa de 14 anos.

Sobre o Cine Diversidade

O Projeto Cine Diversidade é promovido pelo CRP-MG em parceria com a Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, da Fundação Municipal de Cultura e da Subsecretaria de Direitos de Cidadania. Criado em 2017, o projeto visa fomentar, pelo cinema, reflexões sobre gênero e diversidade sexual e a interface com a Psicologia, assim como incentivar as produções audiovisuais nacionais e internacionais como importante recurso de orientação e desmistificação de preconceitos e estigmas, o que fortalece o combate à LGBTfobia e ao racismo, consolidando ainda mais essa pauta dentro da agenda cultural de Belo Horizonte.

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