Resenha Beco D’Água na Segunda-Feira é no Bar do Waldir

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Em meio a barracões sem acabamento Bar do Waldir atrai amigos na Segunda-Feira com pratos deliciosos

Que Belo Horizonte é a capital mundial dos botecos não é segredo para ninguém. Tampouco é novidade que muitos bares guardam tira-gostos saborosos reconhecidos por diversos concursos. Mas e quanto aos saborosos quitutes escondidos em meio a diversos aglomerados pela cidade, surge uma baixa gastronomia que tem atraído muita gente à Resenha Beco D’Agua na segunda-feira, na  Vila Barragem Santa Lúcia, em Belo Horizonte.

Como todos sabem, o morro é exemplo de luta, produção cultural e vida em comunidade. A Barragem Santa Lúcia, é uma pequena cidade do interior, dentro de BH. E o pequeno e disputado bar fica em uma rua tranquila no Beco D’água, a direita da Rua Principal, com apenas o essencial, sem firulas: um balcão de poucos lugares, algumas mesas e tudo no capricho servindo refeições e todo tipo de bebidas. O ambiente é ideal para curtir o dia a dia em uma dose ou outra de cachaça.

Típico boa-praça, tranquilo Waldir da Silva, 55 anos, trabalhou a vida toda como pedreiro e há cinco anos, é quem encabeça o boteco do Waldir, ou Waldir Garrafão. Ao seu lado, o amigo Jaime Ribeiro, 43 anos, que comanda as panelas sempre às segundas-feiras, assumiu a parte de fazer os pratos que seus clientes adoram. Profundo conhecedor de vários personagens e figuras ele tem muito “causos”, para contar.

Resenha Beco D’Agua na Segunda Feira

Quem disse que segunda não é dia de refrescar a goela? Pouco importa se ontem foi domingo; não é preciso esperar pelo happy hour de sexta para tomar uma gelada.  O Bar do Waldir abre por volta das 17h, toda segunda-feira com a Resenha Beco D’Agua, para começar a semana com muito sabor, reunindo os amigos, pessoas que fizeram, fazem e contam a história de suas comunidades. Eles contam, num verdadeiro “Papo de Boteco”, de forma bem descontraída, causos da vida e trazem a história do dia a dia, da região.

O espaço que agora reúne amigos e cerveja gelada, em ambiente que mistura a agilidade da conveniência e o jeito despojado de um boteco, com ótimo espaço para apreciar uma gelada. O proprietário ainda oferece o espaço da cozinha improvisada e toda infra-estrutura, gratuitamente aos amigos que quiser fazer uma comemoração.

Seu amigo Jaime ou Chef Jaime, como os amigos costumam chamar é quem comanda as panelas e prepara deliciosos pratos entre eles: angu a baiana, canjiquinha com suan, vaca atolada, Dobradinha, Mocotó, entre outros escolhidos entre os amigos sempre uma semana antes, que fazem a vaquinha para comprar os ingredientes a serem preparados pelo chef Jaime.

Jaime lembra com carinho do amigo Binão, falecido em janeiro deste ano, “meu cliente número 1, gostava de tudo”, mais um mero personagem importante da história do Bar do Waldir, apenas lembrado como uma imagem de destaque no local.

Importante lembrar que a Resenha Beco D’Agua não tem preço, é o pessoal que colabora sempre, recolhendo uma vaquinha no final de cada resenha.

Geralmente participam da Resenha Beco D’Agua na Segunda Feira,  Pico (Éder) / Laudimar biografia / Pitoco / Piqueno / Queque / Juninho Vil / Junin H / Breno Sabino / Dona Clara / Dona Aparecida / Itamar / Betoven / Beto Guedes / Dari do depósito / Matheus (Espetinho do Theus) / Cleiton / Monstrinho / JP / Fernandinho / Daniel / Zé Carlos / Rafael do beco N / Manelzinho / Guilherme Sosso / Adão Palinha Delegado / Maria / Ana / Toneco / Dijavan / in memória Binao, meu cliente número 1 gostava de tudo.

Nesta segunda, dia 07 de junho participaram dessa prosa: o Walmir, Matheus Pereira, do Espetinho do Theus e sua noiva Monique, o Eder (Pico) com a família, Ezequias, Aranha (ex goleiro do Cruzeiro), Leozim, Thiago, filho do Waldir e esse jornalista que vos escreve, Geraldo Félix e muito mais… Aprovadíssimo a Resenha!!!

 

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