O artista mineiro Mamutte se apresenta no dia 21 de março, no Centro Cultural Zilah Spósito

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O artista mineiro Mamutte se apresenta no dia 21 de março, no Centro Cultural Zilah Spósito, às 19h. O show faz parte da série de cinco apresentações realizada com recursos da Lei Municipal de Incentivo a Cultura de Belo Horizonte, Fundação Municipal de Cultura com patrocínio da UniBH. No repertório, canções autorais do EP “Quase Disco” e do álbum “Epidérmico”.

A série de apresentações contempla cinco espaços culturais em diversas regiões da cidade, como Centro Cultural Zilah Spósito (Norte), MIS Cine Santa Tereza (Leste), Muquifú – Museus dos Quilombos e Favelas Urbanos (Morro do Papagaio – Centro Sul), uma forma de divulgar o trabalho do artista e impulsionar o alcance do público às novas expressões do cenário musical belo-horizontino.

No EP “Quase disco” (2014), Mamutte experimentou o diálogo com sonoridades regionais, e ritmos afro-brasileiros, como carimbó, baião e o urbano “funk de favela”. Já “Epidérmico” (2017) é uma reunião das primeiras composições do artista, que fizeram parte do repertório de seus shows, todas autorais, com exceção de “Brasileiro”, uma interpretação da música de Carlos Careqa. O disco aprofunda-se em questões existenciais e sociais, e traz um turbilhão de referências e emoções. Foi produzido por Maurício Ribeiro e também gravado no estúdio Lab.áudio NaPassagem, em Mariana (MG).

O show traz a sonoridade dos violões de aço e nylon, teclado, guitarra elétrica, baixo e bateria, arregimentação que dá pele ao corpo das canções de Mamutte.   Em clima irreverente e romântico, com pitadas de nostalgia e momentos performáticos, apresenta em verve rockeira, um Funk “cool” e a transa sutil de ijexás e maracatus no seu abrasileirado pop.  Contempla o repertório de toda a trajetória do artista e inclui canções como “Met(amor)fode”, “Fé Nela” e “Pro mundo girar”.

“Começar o ano circulando com os shows tem um teor comemorativo pelos 10 anos de estrada e por ser uma ação subsequente ao lançamento do meu primeiro álbum cheio. Essas oportunidades proporcionam levar shows a lugares que eu, como artista independente, praticamente não conseguiria chegar. Vou começar com as apresentações na extrema periferia de BH, depois vou tocar em bairros onde nasci e cresci como o Santa Tereza, e onde morei toda a minha adolescência e criei minha primeira banda, como o Alípio de Melo. E encerramos este ciclo chegando ao centro da cidade para habitar o palco de um teatro maior e registrar essa história”, conta Mamutte.

 

SERVIÇO:

  • Show de Mamutte
  • Data/ Horário: 21 de março, às 19h.
  • Local: Centro Cultural Zilah Spósito (R. Carnaúba, 286 – Bairro Jaqueline).
  • Entrada: gratuita

www.facebook.com/mamuttemusica/

 

PRÓXIMOS SHOWS:

27 de abril | Espaço Cênico Yoshifumi Yagi – Teatro Raul Belém Machado

19 de maio| Muquifú – Museu de Favelas e Quilombos urbanos

 

SOBRE O ARTISTA

Mamutte é artista visual, performer, intérprete e compositor. Em 2007, formou sua primeira banda “Os camarões” com a qual foi premiado com o 1º lugar no Festival Estudantil Maestro Villa Lobos. Em 2008, obteve o 1º lugar no Festival da Canção Universitária, promovido pela ASSUFEMG. Participou da Mostra “Revelação de Novos Talentos”, do Sesc Venda Nova, e ganhou o 2º lugar do “Festibandas”. Em 2009, se dedicou à carreira solo, se apresentando em bares e foi residente no “Masalas Bar Casa”. Em 2010 e 2011, circulou com o show “Música Brasileira Colorida” em formato solo. Em 2012, lançou o show “El Mamutte” acompanhado de banda, que circulou em Belo Horizonte em 2015, em Centros Culturais da Fundação Municipal de Cultura, pelo edital “CenaMúsica”.

Em 2014, publicou o EP digital Não-Disco, um registro caseiro e sem banda. O show solo “Voltou”, voz e violão, circulou por palcos menores e mesclava canções autorais a interpretações. Experimentando ritmos afro-brasileiros, sonoridades regionais e urbanas, gravou seu primeiro CD, junto a Edson Zacca no Lab.áudio NaPassagem, em Mariana (MG). O EP “Quase-disco” foi produzido pelo violeiro Adner Sena, e lançado em 2015, mesmo ano que interpretou “Essa Cana-bidiol”, ganhadora do 3º lugar no “Concurso de Marchinhas Mestre Jonas” (2015) no carnaval de BH. Em 2016 Mamutte foi elencado pela Revista Noize e pelo site Banana Music Branding, entre os destaques da nova música mineira com seu álbum de estreia.

Se apresentou na capital e no interior de Minas, passou por Salvador, São Paulo e em eventos como 3° Conferência Nacional da Juventude no Estádio Mané Garrincha (DF), Projeto Matriz (Conceição do Mato Dentro), Grito Rock (Mariana), Virada Cultural (BH) e Expontânea Festival de Rua do Inhotim (Brumadinho). Em 2018, divulga seu recém lançado e primeiro álbum cheio, Epidérmico, produzido por Maurício Ribeiro e gravado no mesmo estúdio que o EP.

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