Gui Hargreaves lança show de Rebento, no dia 3 de agosto, em Belo Horizonte

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O show em formato power-trio inaugura a temporada de espetáculos do terceiro disco do artista, no projeto Som Clube, que levará a Praça da Savassi nomes como Liniker e os Caramelows, Eduardo Dussek, Teach Me Tiger e Simone Mazzer

Rebento, terceiro disco de Gui Hargreaves, chegou às plataformas digitais em março e em abril foi a vez do formato em CD. Para afinar o repertório no show de lançamento do álbum, que acontece na capital mineira, dentro do projeto Som Clube, ele convidou os músicos Leonardo Rosa (bateria e pads) e Augusto Passos (baixo e teclados). “Elaboramos juntos arranjos leves e inteligentes. O show terá uma pegada arrojada e minimalista”, explica Gui.

 O power-trio encabeçado pelo cantor, músico e compositor sobe ao palco do evento no dia 3 de agosto, sexta-feira, às 19h, na Praça da Savassi (no quarteirão fechado da rua Antônio de Albuquerque esquina de rua Paraíba), de graça. A abertura é do Teach Me Tiger. No repertório, além de cancões como Pra Ela, Eternidade e Fim de Janeiro, de Rebento, entram faixas dos EPs Braseiro e Volta. Uma estreia em casa, ao lado de amigos e com música da mais alta qualidade.

 Sobre o artista

Músico, cantor, compositor e poeta mineiro radicado em São Paulo, Gui Hargreaves tem 26 anos. A poesia veio antes, em 2014, com o livro diminuto (editora Leme). Já a estreia na cena musical aconteceu em 2016 com o EPBraseiro. Volta foi gravado em Londres, contou com a  produção de Ed Scull (que dividiu palco com Rick Wakeman e participou de uma regravação sinfônica para o Pink Floyd),  e saiu na sequência, no ano de 2017.  Em março de 2018, o artista lançou Rebento, produzido por Leo Marques, que assinou trabalhos de Maglore, Moons e Teach Me Tiger. Gui Hargreaves ainda possui um disco inédito, fruto de mais uma parceria com Scull, realizada em maio deste ano. O lançamento está previsto para o segundo semestre.

No amplo espectro da música popular brasileira, ele pinça referências da bossa nova, do tropicalismo e do pop e as mistura com jazz, indie e folk. O resultado harmonioso é especialmente combinado tanto à prosa poética quando à poesia em seu estágio mais puro contidas nas letras de seu repertório, que flui nas línguas portuguesa e inglesa. A bagagem internacional de Gui Hargreaves não se limita aos registros em estúdio: ele já levou sua música para shows intimistas na Itália, na Inglaterra e nos Estados Unidos.

Braseiro, com seis faixas, foi realizado de maneira independente no estúdio Bemol, em Belo Horizonte. O EP abriu as portas para a carreira internacional e a sonoridade sofisticada chamou a atenção tanto de músicos veteranos quanto de revelações. Tudo isso ajudou a pavimentar a feitura de Volta, também com meia dúzia de pontentes canções, que foi gravado no estúdio Rosewood, em Londres. Antes de se aventurar no álbum cheio, Gui Hargreaves emocionou seu público com o videoclipe do single Eternidade, um registro bastante afetivo e especial.

Rebento é um disco de vários climas. Noite e dia, amor e mágoa, família e o estrangeiro. Contradições ou complementos? São 12 canções que funcionam como um manual de suavidade nesses nossos tempos que, eventualmente, possam parecer amargos. Neste trabalho, além dos vocais, Gui assumiu piano, teclado, sintetizadores, violino, banjo, gravador, drum machine, bateria, percussões, violão e guitarra. Juntamente com o produtor Leo Marques dividiu ideias, inquietações e arranjos no estúdio Ilha do Corvo, em Belo Horizonte.

Acompanhe o Gui Hargreaves:

 

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