Crítica Musical / Aniversário: “The Dark Side Of The Moon” do Pink Floyd completa 45 anos no topo do Rock And Roll

Disco se tornou um dos grandes marcos dos anos de 1970 transformando a banda em um dos maiores ícones do rock de arena.

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*Crítica Musical
*Jornalista: Felipe de Jesus 
*Avaliação do álbum: Cinco estrelas
*Avaliação máxima: Cinco estrelas
*Coluna replicada em portais de notícias
e também na Rádio ELO FM e na Rede Cidade Brasil FM 87.9

Em março de 1973 o Pink Floyd lançava “The Dark Side Of The Moon”, seu oitavo álbum. Abandonando as longas passagens instrumentais de discos como “Obscured By Clouds” (1972), o grupo se aproximava cada vez mais das estruturas da música pop/rock sem sair do seu estilo. O disco também sinalizava a presença do baixista Roger Waters como compositor principal e selava de vez o nome do grupo na música.

Como muitos discos de Rock, conheci o álbum através das influências de minha mãe (que nos anos de 1970 trabalhou na Eletro Discos em BH) e dizia que esse disco não parava nas prateleiras. Prova disso foi que o álbum vendeu 50 milhões de cópias no mundo todo. Quem não se lembra da canção “Breath”, com David Gilmour nos vocais? Minha primeira experiência com o disco se deu aos 13 anos de idade, quando começava a gostar de Rock.

Nessa época sai do pop/dance dos Pet Shop Boys e Michael Jackson para Genesis, U2, Titãs e muitos outros nomes do Rock. Das faixas que gostei indico “On The Run”, (para criticos uma das músicas mais curiosas do disco), uma excursão pioneira pela música eletrônica que vale a pena ser escutada. “Time” foi minha paixão, aliás é até hoje um clássico pelo som dos relógios e pela maestralidade de David Gilmor nos vocais e guitarras! “The Great Gig In The Sky” conta com uma performance excepcional da vocalista Clare Torry, sem nenhuma letra.

Já a canção “Money” que traz o som de caixas registradoras, é uma crítica  ao capitalismo desenfreado, retratando a alegria vazia de pessoas que ficam atrás de bens de consumo. Uma canção incrível e que cabe bem nos dias atuais. Temos ainda “Us And Them” que faz uma alusão a Segunda Guerra Mundial de 1944.

Avaliação do álbum ))

Dou cinco estrelas porque após 45 anos, vejo que o disco continua mais atual do que nunca tanto pelas letras, quanto pelo som. Até a próxima coluna Crítica Musical. 

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