Cristiane Machado interpretou Maria Helena, em “Duas Caras”

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Cristiane Machado interpretou Maria Helena, em “Duas Caras” (2008); Rosa, em “Negócio da China” (2009); Soraia, em “Malhação” (2012), e participou da trama “Amor a Vida” (2013), vivendo Mariah jovem, personagem da atriz Lúcia Veríssimo, todas na TV Globo. Em 2011, foi musa da abertura da novela ‘Passione’, quando teve seu rosto retratado pelo artista plástico Vik Muniz. Atualmente, a sua imagem est&aacu te; roda ndo os principais museus do mundo e já passou por Nova Iorque, Tel Aviv, Atlanta, Madrid, entre outras cidades. “Ele projetou essa foto do meu rosto em tamanho gigante no chão e foi montando com sucatas e objetos. Foi um trabalho muito interessante e bem detalhista. Nunca pensei que poderia virar a musa inspiradora do Vik. Ele só tinha esculpido o rosto de uma atriz, que foi a Elizabeth Taylor. Ser a segunda nessa linha de trabalho foi uma honra para mim”, diz Cristiane.

Ainda na televisão, em 2017, ela esteve no seriado “Um contra todos”, de direção do Breno Silveira, na Fox. Na Record, esteve nas novelas “A Terra Prometida” e “Os Dez Mandamentos”.

Em 2018, pode ser vista nas telonas, interpretando Lívia no filme “Quando chega a hora de esquecer”, que aborda o tema do Mal de AlzheimerO longa também foi exibido nos cinemas da Alemanha.  “Esse trabalho foi um presente. É um filme lindo, poético e delicado mesmo sendo um assunto difícil. Fico feliz de poder contribuir de alguma forma para chamar a atenção das pessoas e para nosso governo da necessidade de incentivar mais estudos e proporcionar para os pacientes e para família deles melhores condições”, comenta Cristiane Machado, que revela detalhes de sua personagem. “A Lívia é um amor antigo da juventude do Edu (Edivaldo Azevedo) e chega no momento que a família está destroçada porque Martha (Jeanne Viterbo) começa apresentar os primeiros sintomas da doença. E la acab a sendo o ponto de equilíbrio, o esteio da família”, completa.

A atriz também foi convidada pelo diretor americano Josh Taft, para viver Maria, no longa com título provisório de “Fear”. As filmagens aconteceram em Los Angeles. “Convidei a Cristiane porque queríamos uma atriz brasileira e eu já havia trabalhado e gostei muita da atuação dela. Ela tem uma leveza, uma brasilidade, uma beleza com um certo ar de mistério e era tudo que precisava para o papel”, afirma Taft.

Ainda no cinema, Cristiane Machado participou do longa argentino chamado “República das Canetas Perdidas”, com direção de Rosário Boyer. Na trama, interpretou Ana Paula, uma garota brasileira que namora à distância um argentino vivido pelo ator argentino Gabriel Espósito, mas resolve terminar o relacionamento por carta e ainda dá a notícia que vai se casar. A bela também esteve nas telonas interpretando Carolina, no filme “Velório em Família”, O longa foi o primeiro Dogma 95 brasileiro, que é um estilo de cinema dinamarquês.  Exibido no exterior, ele concorreu como melhor roteiro no Festival de Cinema de Cuba.

Em 2004, a bela também esteve nos palcos com o espetáculo “Yerma”, dirigido por Paes Leme e, em 2005, atuou em “Bem Amado”, com direção de Itala Nandi.  Em agosto passado, esteve no Teatro Leblon, com a “Comédia da noite Imprivisada”, direção de Priscila Lobo e Raphael Grahnem. “Foi uma delícia me aventurar pela comédia. Cada dia era um espetáculo diferente . Essa interação com a plateia foi incrível “, relembra. A direção do espetáculo foi de Priscila Lobo e Raphael Grahnem.

Como modelo, fez inúmeras campanhas como a internacional da Coca Cola, com o diretor de Hollywood Josh Taft, Pimpinella, Banco do Brasil, Oi, e General Motors, com direção de Breno Silveira.

Além da carreira de atriz a todo vapor, Cristiane Machado virou ativista da causa da violência contra a mulher, após sofrer agressões do seu marido. Temendo perder a sua vida e as de seus pais e com medo de que as pessoas não acreditassem no drama que vivia com seu até então companheiro, um ex-diplomata influente, a atriz instalou câmeras no seu quarto e exibiu as imagens no programa Fantástico, da TV Globo, em novembro de 2018. O agressor ficou preso 7 meses em Bangu 8 e depois cumpriu prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica. Em setembro de 2019, um pouco mais de um ano depois da exibição das imagens na televisão, a justiça o condenou por lesão corporal e cárcere privado, a três anos de prisão em regime semiaberto, onde a pessoa tem o direito de trabalhar fora da prisão durante o dia, mas deve retornar à unidade penitenciaria, &agrav e; noite. Porém, o agressor recorre da decisão da justiça em prisão domiciliar. Anteriormente, ele já tinha sido condenado por 10 meses, em regime aberto, em outro processo criminal de violência doméstica.

Cristiane Machado é uma das primeiras mulheres autorizadas pela Justiça do Rio de Janeiro a usar um dispositivo que avisa sobre aproximação do acusado de violência doméstica. O aparelho, que funciona como um pager, recebe sinais (apita e vibra) da tornozeleira eletrônica usada pelo agressor quando ele está perto da vítima.” “A violência doméstica atinge toda a família, que fica devastada, inclusive os animais domésticos. Minha cachorra também sofreu maus tratos do meu agressor. Precisamos escrever uma nova história nesse país! As leis precisam ser severas porque temos mulheres morrendo. No meu caso, a justi&cc edil;a está sendo feita. Saí viva, fui quase morta, e sei que hoje tenho uma missão. Quero ajudar a viver um novo começo de Era. E isso tem que ser todos nós: homens, mulheres e justiça . Todos juntos buscando apenas a justiça e um mundo mais seguro para mulheres”, fala Cristiane Machado.

crédito da foto da atriz Cristiane Machado: Filipe Lisboa

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