Colmeia promove atividades no mês Mundial da Justiça Social

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Entre os dias 15 a 20/02 instituição realiza diversos debates sobre o tema.

Igualdade de oportunidades, garantia dos direitos fundamentais para todos, combate à pobreza, ao preconceito são princípios defendidos pela justiça social no intuito de promover o crescimento do país. Conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) o Brasil ocupa o ranking de um dos países mais desiguais do mundo. Em 2020 antes da pandemia eram mais de 51 milhões de brasileiros abaixo da linha da pobreza.

Para manter a justiça social, o Estado realiza parcerias com instituições não governamentais no intuito de buscar mecanismos para compensar as desigualdades sociais.

No mês de fevereiro comemora-se o Dia Mundial da Justiça Social, data criada para que a comunidade global atente para a importância de todos viverem de forma digna e justa, independente de sexo ou raça. Entre as recomendações estão a integração social de crianças e adolescentes em vulnerabilidade e em risco.

Maria Vânia Magalhães, presidente-voluntária da Colmeia, Centro de Educação e Profissão, fala da importância do acolhimento institucional e da adoção para minimizar os impactos sociais do abandono e agressão, fruto da desigualdade social. “A prioridade das casas de acolhimento é a família biológica, mas se esgotadas as possibilidades de reintegração, temos o dever de garantir que crianças e jovens sejam criados em um ambiente familiar e estruturado para que se transformem em cidadãos de bem, capazes de gerar sua própria família.”

Casas de acolhimento no combate às injustiças sociais
O acolhimento institucional é um dos serviços de Proteção Social Especial de Alta Complexidade do Sistema Único de Assistência Social ou da Sociedade Civil sem fins Lucrativos. Segundo a presidente-voluntária da Colmeia, o principal objetivo dessa ação “é promover o acolhimento de famílias, indivíduos com vínculos familiares rompidos ou fragilizados, de forma a garantir sua proteção integral.”

Adoção
No Brasil, segundo o Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento (SNA), são 34,8 mil crianças e adolescentes que estão em abrigos e casas de acolhimento esperando para serem adotadas. Por outro lado, temos mais de 46 mil pretendentes à adoção, ou seja, o número de pretendentes é maior que a quantidade disponível para adoção. No entanto, as exigências são muitas. Segundo Maria Vânia Magalhães, “muitos são os desafios que impedem a efetividade nos processos de adoção, entre eles: a incompatibilidade entre o perfil desejado e a realidade da criança, burocracias, tempo e investimento financeiro.”

Programação para o mês da Justiça Social – Colmeia
Para abordar o tema a Colmeia, Centro de Educação e Profissão, realiza entre os dias 15/02 a 20/02 diversas atividades com convidados especiais para falar sobre os desafios enfrentados para diminuir a pobreza, a importância das instituições não governamentais para o desenvolvimento do país, dentre outras.

Acompanhe:
15/02 – Live com Leonardo Ângelo, às 19h
Tema: Desafios de instituições no enfretamento a pobreza
18/02 – Live com Juliceli, às 19h
Tema: A Diminuição das desigualdades sociais através da educação
19/02 – Entrega de doações do Sicoob Divicred para a Colmeia

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