Cartão postal de Juiz de Fora, o Espaço Mascarenhas é tema de evento do IAB-MG

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“Histórico e Importância do Espaço Mascarenhas e sua requalificação” é o tema do tradicional Cafezin com IAB-MG; público pode acompanhar debate pelo facebook/iab.mg nesta terça-feira, dia 22, às 17h30

 

Um importante referencial do patrimônio cultural de Juiz de Fora (MG) encanta turistas, moradores e curiosos há décadas. E, desde o ínicio do mês, quando a prefeitura de Juiz de Fora e o Instituto dos Arquitetos do Brasil – Minas Gerais (IAB-MG) anunciaram o edital de requalificação do Espaço Mascarenhas, este cartão postal da cidade voltou a aguçar sonhos e afetos.

É por isso que nesta terça-feira, dia 22, às 17h30 o tradicional evento “Cafezin com o IAB-MG” traz como tema: “Histórico e Importância do Espaço Mascarenhas e sua requalificação”. Arquitetos, historiadores e representantes ligados ao patrimônio cultural foram convidados  para participar de uma live na página do instituto no Facebook (facebook/iab.mg). A mediação fica por conta da Cláudia Pires – arquiteta urbanista, comentarista da CBN, conselheira superior do IAB-MG e coordenadora do concurso nacional de requalificação do Espaço Mascarenhas em Juiz de Fora

Confira os convidados para essa edição do “Cafezin com a IAB-MG”: Paulo Gawryszewski, arquiteto urbanista, presidente do núcleo IAB-Juiz de Fora; Luiz Fernando Priamo, jornalista e coordenador do Museu Ferroviário, Biblioteca Municipal  Murilo Mendes e do Centro Cultural Bernardo Mascarenhas; Marcos Olender, arquiteto urbanista, historiador, diretor do Cecom-UFJF e diretor de projetos do Icomo-BR; Cissa Ewald, arquiteta urbanista, especialista em direito ambiental e urbanístico e coordenadora adjunta do concurso de requalificação do Espaço Mascarenhas.

Sobre o Centro Cultural Bernardo Mascarenhas

Localizado no centro de Juiz de Fora, cidade da Zona da Mata mineira, o Centro Cultural Bernardo Mascarenhas (CCBM), principal marco do Espaço Mascarenhas, fica em um antigo edifício industrial, onde funcionou entre 1888 e 1984, uma fábrica de tear, fundada pelo empresário Bernardo Mascarenhas. Quase um século depois de sua inauguração, em 1982, o edifício foi tombado pelo patrimônio histórico municipal, tendo sido reconhecido como importante exemplar das características típicas da arquitetura inglesa, de conformação e detalhes neoclássicos, referência da fase de industrialização mineira do início do século XX e funciona como centro cultural desde 1987. A edificação está na história do desenvolvimento industrial do país, por ser uma fábrica que trouxe a primeira hidrelétrica da América Latina para alimentar os seus teares.

 

Sobre o ”Espaço Mascarenhas”

O “Espaço Mascarenhas” é importante referencial do patrimônio cultural juiz-forano, que integra, também, o Núcleo Histórico da Praça Antônio Carlos. Seu complexo abrange área de 17 mil m² e contemplando a praça, a antiga subestação, os edifícios do Centro Cultural “Bernardo Mascarenhas” (CCBM), da Biblioteca Municipal “Murilo Mendes” (BMMM), da antiga sede administrativa da fábrica de tecelagem (atualmente ocupada pela Secretaria de Educação – SE), do Mercado Municipal e o estacionamento.

 

A Rua Dr. Paulo de Frontin, que além de abrigar significativos exemplares arquitetônicos protegidos, atua como elemento de ligação entre o “Espaço Mascarenhas” e a Praça Dr. João Penido, que, juntamente com a Praça Antônio Carlos, representam dois dos principais núcleos históricos da cidade. Todos esses elementos integram ainda o Núcleo Histórico Urbano, que detém importante acervo do patrimônio cultural de Juiz de Fora.

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