CANTOR E COMPOSITOR MAMUTTE ENCERRA SÉRIE DE SHOWS AUTORIAS  NO TEATRO DE ARENA DO EDIFÍCIO RAINHA DA SUCATA, DIA 1º/9

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SHOW GRATUITO TERÁ REGISTRO AUDIOVISUAL AO VIVO

O artista Mamutte e sua banda retornam ao Teatro de Arena do Edifício Rainha da Sucata – Hub Minas Digital, na Praça da Liberdade, para o encerramento da série de cinco shows com repertório de canções do novo álbum, “Epidérmico”, e do EP “Quase-disco”, lançado em 2014. Marcado para o dia 1º de setembro, às 17h, a apresentação gratuita terá registro audiovisual ao vivo, que será disponibilizado no canal do cantor no YouTube.

O show, com clima irreverente e romântico, apresenta ao som dos violões de aço e nylon, teclado, guitarra elétrica, baixo e bateria, sonoridades que remetem à MPB e ao rock oitentista, com baladas pop e também referências regionais. Momentos mais performáticos, como um funk “carioca” ou um carimbó, são pitadas dos hibridismo que Mamutte experimenta em seu show, utilizando ritmos como ijexá, maracatu e baião em sua música de verve roqueira. Espirituoso e inquieto, Mamutte fala com profundidade em suas composições das relações e afetos, como das angústias, sem perder o bom humor, jamais. Explicitando o seu inconformismo enquanto ser social e político, mas ainda sua fluidez e adaptabilidade a quaisquer vertentes estéticas.

Para Mauricio Ribeiro, produtor de “Epidérmico”, o discurso do artista e pessoa que habitam o Mamutte se define como: “uma celebração à diversidade, à coexistência, ao amor e ao respeito. Ao mesmo tempo, sua música nos convoca a tomar estes valores como meios de transgressão, revolução e mudança do que precisa ser mudado em cada um de nós, em tempos de tanto ódio e intolerância”.

Inaugurada em março, a série de cinco shows aconteceram em diferentes espaços culturais da cidade, nas regiões Norte, Noroeste, Leste e Centro-Sul da capital, inclusive o próprio edifício Rainha da Sucata. O projeto foi realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura e da Fundação Municipal de Cultura e patrocínio do Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH).

“A experiência que tivemos no Rainha da Sucata há dois meses, foi maravilhosa, com uma resposta bacana do público, que contou até com pessoas que vieram de outras cidades para ver o show, que se interessaram, inclusive, pelo local onde a apresentação foi realizada. Registrar este momento em um espaço tão interessante, histórico e estético da cidade será uma experiência bem conceitual, sendo eu um artista das margens: ocupar o centro da cidade se torna uma urgência, um lugar que seja realmente democrático e que todos tenham fácil acesso. Será um show importante para mim, pois comemoro dez anos que dei início à minha trajetória musical, sendo premiado nos Festivais da Canção nos idos de 2008”, diz Mamutte.

O cantor e compositor ainda avalia o sucesso das apresentações do projeto em espaços alternativos, também pouco lembrados como palco de espetáculos artísticos – e sempre com a plateia cheia. “Conseguimos atingir públicos diversificados, inclusive das universidades e de equipamentos da prefeitura, como os Centros de Convivência da Saúde Mental e as turmas da EJA, a Educação de Jovens e Adultos”, conta o artista.

 

SERVIÇO:

Show Mamutte

 

SOBRE O ARTISTA

Mamutte é artista visual, performer, intérprete e compositor. Em 2007, formou sua primeira banda, “Os camarões”, com a qual foi premiado com o 1º lugar no Festival Estudantil Maestro Villa Lobos. Em 2008, obteve o 1º lugar no Festival da Canção Universitária, promovido pela Assufemg. Participou da Mostra “Revelação de Novos Talentos”, do Sesc Venda Nova, e ganhou o 2º lugar do “Festibandas”. Em 2009, se dedicou à carreira-solo, se apresentando em bares e foi residente no “Masalas Bar Casa”. Em 2010 e 2011, circulou com o show “Música Brasileira Colorida”, em formato solo. Em 2012, lançou o show “El Mamutte” acompanhado de banda, que circulou em Belo Horizonte em 2015, em Centros Culturais da Fundação Municipal de Cultura, pelo edital “CenaMúsica”.

Em 2014, publicou o EP digital Não-Disco, um registro caseiro e sem banda. O show-solo “Voltou”, voz e violão, circulou por palcos menores e mesclava canções autorais a interpretações. Experimentando ritmos afro-brasileiros, sonoridades regionais e urbanas, gravou seu primeiro CD, “Quase-disco”, junto a Edson Zacca no Lab.áudio NaPassagem, em Mariana (MG). O EP foi produzido pelo violeiro Adner Sena e lançado em 2015, mesmo ano que interpretou “Essa Cana-bidiol”, ganhadora do 3º lugar no “Concurso de Marchinhas Mestre Jonas” (2015) no carnaval de BH. Em 2016, Mamutte foi elencado pela revista Noize e pelo site Banana Music Branding, entre os destaques da nova música mineira com seu álbum de estreia. Ele se apresentou na capital e no interior de Minas, passou por Salvador, São Paulo e em eventos como a 3ª Conferência Nacional da Juventude no Estádio Mané Garrincha (Brasília), Projeto Matriz (Conceição do Mato Dentro), Grito Rock (Mariana), Virada Cultural (BH) e Expontânea! Festival de Rua do Inhotim (Brumadinho). Em 2018, divulga seu recém-lançado e primeiro álbum cheio, “Epidérmico”, produzido por Maurício Ribeiro e gravado no mesmo estúdio que o EP.

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