Donos de bares e restaurantes da Rua Pium-í formam associação e planejam grandes novidades

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Uma das ruas mais boêmias de Belo Horizonte está prestes a se consolidar ainda mais na cena noturna da capital. Em fevereiro, proprietários de 12 bares e restaurantes instalados na Rua Pium-í formaram uma associação que promete deixar a região ainda mais atraente para quem curte boa gastronomia e entretenimento. A união será responsável por entabular parcerias, promover ações conjuntas de marketing e representar os comerciantes junto a órgãos públicos. O objetivo é aumentar a lucratividade e, ao mesmo tempo, oferecer comodidade e segurança para os frequentadores.

De acordo com a presidente da nova entidade, Lígia Imanishi, o intuito da associação é dar mais força aos comerciantes na hora de cobrar do poder público a atenção que a rua merece. “Geramos centenas de empregos e atendemos milhares de pessoas. Por isso, nada mais natural que nos unamos em busca de mais segurança, infraestrutura e qualidade nos serviços urbanos”, disse a empresária, dona do restaurante Kabuto.

Para Marco Sassen, sócio-proprietário do bar Gilboa e vice-presidente da associação, é momento de comemorar. “Conseguimos um feito inédito, que foi unir os principais restaurantes da rua, até então concorrentes, em busca de um trabalho melhor. Isso nos permitirá promover uma série de ações, realizar eventos, negociar melhores condições com fornecedores e muito mais”, festeja.

A primeira ação promovida pela entidade será o lançamento de um guia de descontos que oferecerá mais de 2 mil reais em ofertas e promoções nos estabelecimentos da rua. O livreto custará 30 reais e será vendido em todos os bares e restaurantes associados.

A rua Pium-í
A Pium-í tem início na avenida do Contorno e termina na Bandeirantes, atravessando os bairros Cruzeiro, Anchieta e Sion. A vocação noturna da rua começou a ser delineada na década de 1990. Atualmente, são vários estabelecimentos, que oferecem uma grande diversidade de sabores e atrativos: comida mineira, baiana, japonesa, italiana, francesa, churrasco, petiscos, drinks, cervejas artesanais, vinhos, cafés e muito mais. A rua tornou-se um grande ponto de encontro para se comer e beber bem, assistir a jogos, ouvir música ao vivo, paquerar, dançar, comemorar uma conquista e estar entre amigos.

O grande número de opções, em vez de representar um problema, tornou-se um ponto positivo para os negócios. Muitos frequentadores dirigem-se para a rua sem saber ao certo onde irão – a única certeza é de que irão encontrar por ali várias opções de qualidade. A diversidade e quantidade de casas fez da rua um polo boêmio conhecido em toda a cidade, merecendo destaque em jornais e guias gastronômicos.

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